Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

04
Jan 16

 

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Nesta igreja celebrou o saudoso abade Guedes incontáveis eucaristias e deu do Evangelho ensinamentos frutuosos a uma comunidade que durante décadas pastoreou com dedicação e muito zelo sacerdotal e humanista. Aqui se festejaram as suas Bodas de Ouro sacerdotais que ocorreram a 21 de Setembro de 2007.

Bodas de Aniversário do PADRE MANUEL GUEDES 135.j

Como hoje, fui então de Lisboa, em representação de um grupo da diáspora vilar-ferreirense, tomar parte no que foi essa prova de estima de que gozava o nosso “Gigante com coração de pomba”, cognome pelo qual era também conhecido o Padre Guedes, de Vilar ou da Senhora da Graça; não apenas na freguesia, como em toda a região de Basto e fora dela. Embora seu paroquiano da diáspora, a ele fiquei muito ligado pessoalmente desde que deu entrada na paróquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros, vindo das então freguesias de Pardelhas e Campanhó que foram as primeiras que após a sua ordenação serviu durante quatro anos.

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Natural de Torgueda (Vila Real), onde nasceu a 04 de Julho de 1932, o padre Manuel Joaquim Correia Guedes foi ordenado sacerdote a 21 de Setembro de 1957. Durante todo esse seu múnus sacerdotal foi gasto ao serviço do concelho de Mondim de Basto, que amava como terra sua, e de forma particular a freguesia de Vilar de Ferreiros, sua terra adoptiva, onde faleceu no passado dia 03. Não se importaria nada se os seus restos mortais ali fossem sepultados. Mas a família, e bem, quis leva-lo a sepultar na terra onde repousam os seus antepassados. Torgueda merece essa honra.

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 Após a missa de corpo presente, às 14h30, presidida por D. Amândio Tomás, e que cerca de 30 sacerdotes concelebraram, o cortejo fúnebre partiu pelo Bilhó, capela de São José do Fojo, Ermelo e Campeã, em direcção a Torgueda. Esta foi para mim, uma das muitas vezes em que me desloquei à minha aldeia natal e que regressei sem sustentar e fortalecer com palavas aquela amizade que mutuamente nos unia. Não faltei no momento doloroso e ao regressar desta ultima visita que a nossa amizade solicitou prometo que jamais deixarei de diariamente o recordar a Nossa Senhora da Graça.

 Vídeo em que se vê o interior da igreja de São Pedro de Vilar de Ferreiros e ouve D. Amândio no elogio fúnebre a Sr. Padre Guedes,

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:45

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