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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 27.06.18

 

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“Vilar de Ferreiros é uma freguesia portuguesa do concelho de Mondim de Basto, com 16,15 km² de área e 1 136 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 70,3 hab/km². A freguesia de Vilar de Ferreiros é constituída pelas aldeias de Vilarinho, Vilar de Ferreiros, Pedreira, Vila Chã e Covas, por ordem decrescente”.

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São noticias destas que me causam dó, pois revelam a falta de conhecimento de quem as dá ou a muita artimanha no fazê-las circular. Não sei tampouco onde e como a enciclopédia Wikipédia recolhe as noticias que formam o corpo virtual desta fonte de informação publica. Mas pergunto: Como se sorropiam duas das principais aldeias da freguesia que são Campos e Cainha, e logo as duas vizinhas da sede do concelho? Não digo que seja por mal, mas às vezes levam-me a supor que sim. Senhores encilopedistas da Wikipédia: Esta freguesia é constituída pelas aldeias de Campos (parte), Cainha, Covas, Pedreira, Vila Chã (parte), Vilarinho e Vilar de Ferreiros que dá o nome a esta freguesia ainda antes da Nacionalidade ter acontecido.

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Com São Pedro por patrono e a Senhora da Graça por companhia se não se festeja o São João que de Covas é padroeiro, ou Santo António de Vila Chã e Vilarinho, por certo que Vilar se não esquece daquele que anualmente encerra a quadra dos santos populares. Algo já foi corrigido, a foto da igreja paroquial, agora quando a pesquisa começa por Vilar de Ferreiros já aparece a nossa igreja, e não aquela que ainda se mantem na página da respetiva freguesia. Dança-se conforme a música

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publicado às 14:16


As surpresas são uma constante

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 05.05.18

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No Centro Cultural Regional de Vila Real vai ser inaugurada na segunda-feira, dia 07, uma exposição de Artes Decorativas de  Amália Raio, esposa de Fernando Vilela que se prolongará até ao próximo dia 11.  O evento inaugural ocorre às 18h00 e como de costume sedutor e a merecer os aplausos de quem conhece e admira os labores de Amália Raio. Apareçam que as surpresas são uma constante

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publicado às 21:14


E também eu por lá ando ligado...

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 02.05.18

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A primeira vez que fui a “Bila Rial” era muito pequenito, ainda hoje sou, mas naquela ocasião além de pequeno era de tenra idade. Mas recordo-me muito bem de ter passado nas “moas” e dormir na pensão Cardoua, perto da ponte de ferro. O que motivou a viagem nunca cheguei a saber pois nunca me ocorreu perguntar a minha mãe qual a causa. Mais tarde voltei lá agora já com cerca de 14 anos, mas por caminho diferente. Parti de Fermil de Basto, um dia pela manhã, cedinho. Eram 07h00 quando junto à ponte do engenho, onde nasce o estradão de acesso à casa da Boavista e do Outeiro, as ouvi badalar na torre de Santa Maria de Veade.

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Os dias em Agosto além de grandes são também muito quentes e eu que gosto muito do Verão, já do pino do calor não sou grande apreciador. Mas naquele dia fui forçado a gostar pois tinha bem mais de meia centena de km para fazer e vencer o Marão por Pardelhas, alto do Velão - foi o cabo dos trabalhos para vencer este trajeto até ali, na várzea perdi a orientação -,  Campeã, Arrabães e por Parada de Cunhos entrar em Vila Real. Ali devo ter chegado por volta das 20 ou 21h00, pois que na estrada de acesso a Chaves, junto ao antigo quartel da GNR, logo à frente do também antigo quartel de Infantaria 13, havia muitos miúdos entretidos a brincar uns com os outros. Eu se não brinquei também, pelo menos partilhei das brincadeiras deles. E é curioso que passados anos pude reviver imagens dessa aventura com personagens com quem então me cruzei. O mundo é muito pequeno, e nós afinal também.

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O meu objectivo era encontrar quem me desse trabalho que eu gostasse de fazer, e assim foi. Em Lordelo morava o Sr. Gaspar, já idoso e que precisava de quem cuidasse de uma vaca leiteira, taurina, pensando-a, mungindo-a e transportando diariamente o leite ao deposito de recolha. Ali estive algum tempo e ali me encontrei por mais que uma vez com um filho do meu amo que em Mondim de Basto era soldado da GNR, o guarda Gaspar. Dali fui aprender uma profissão que em homenagem a quem ma proporcionou exercer abracei para toda a vida. Mas antes de  ir para Lordelo estive uns dias em Arrabães, na que chamam a “Cidade da Cobra”, e lá ouvi contar a história respeitante a essa lenda. Diz a mesma que antigamente foi vista uma cobra que habitava no leito do rio Sordo, e num Verão em que o rio secou a bicha sentiu sede e caminho fora veio beber a uma fonte existente a uns 300 metros, e contam que a cobra estando a beber na fonte ainda tinha o rabo dentro do Sordo. Que grande cobra!

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Lugar da freguesia de Torgueda, Arrabães tem Santa Apolónia por patrona que por regra festejam no seu dia litúrgico, 09 de Fevereiro. Com missa e procissão à volta do populoso e simpático lugar que na década 50 me acolheu por alguns dias, dos mais felizes registo. Na GNR de Vila Real era comandante o capitão Botelho da Costa, um filho de Torgueda, natural de Arrabães. E também eu por lá ando ligado.

 PS. das quatro fotos só a primeira, tirada de Fermil de Basto, é da minha lavra as referentes, sobre  Arrabões recolhias na net. 

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publicado às 16:00


Dia de São José e do Pai.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 17.03.18

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O trabalho que tive para encontrar uma imagem alusiva ao Dia do Pai onde aparecesse São José como patrono que é da família “josesiana”. Só consegui depois de pesquisar pelo nome de São José e então obter esta informação:  “O Dia do Pai em Portugal é comemorado no dia 19 de Março. Celebra-se no dia de São José, santo popular da igreja católica, marido de Santa Maria e pai terreno de Jesus Cristo”. – Valhamos isso, para assim poder falar de São José do Fojo, que na freguesia de Vilar de Ferreiros, paredes meias com as famosas Fisgas de Ermelo é tradição festejar-se todos os anos nesse dia. 

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Não sei se este ano o dia do Pai vai ser celebrado em São José do Fojo, mas todo me leva a pensar que sim, pois não me parece que o pároco de São Pedro de Vilar de Ferreiros, Sr. João Paulo, mesmo que sobrecarregado com tanto trabalho pastoral e distribuído por quatro paróquias (Bilhó, Ermelo, Pardelhas e Vilar de Ferreiros) deixa cair a tradição que costuma levar ali muita da “família josesiana” espalhada por toda a região de Basto e arredores.

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É minha opinião que sim, e alheio ao que por lá se passa ou vai passar deixo memória do que com o titulo “ meus homónimos” publiquei no meu blog Vilar de Ferreiros, em 15/03/09, acerca do tema em questão: “Como já vem sendo tradição, para festejar o "DIA do PAI ", os "Josés" de Vilar de Ferreiros e demais freguesias vizinhas reúnem-se anualmente no dia 19 de Março à volta de uma celebração Eucarística que tem lugar na capela do Fojo e cujo patrono é São José. Como a seu tempo foi divulgado ainda não há muito este templo foi profanado por ladrões sem qualquer tipo de escrúpulos que entre outros danos roubaram a imagem do Santo Patriarca a quem Deus confiou a protecção de seu Filho Unigénito.

Dado que até ao momento ainda não foram encontrados nem os larápios, nem o produto roubado, o remédio foi mandar fazer uma réplica da imagem que por volta das 14h00 do dia 19, 5ª-feira, em cortejo automóvel sairá de Vilar, por Vilarinho e Bilhó até ao Fojo, onde às 15h00, o Sr. Padre Correia Guedes  celebrará a santa Missa. Parabéns a todos os Josés, meus homónimos”. – Depois disto…, também o sino já voou, e como a imagem, ainda ninguém descobriu o paradeiro. Nesta foto ainda não tinha voado... País cristão e sempre disponível para perdoar aos carecidos dum bom par de pontapés no traseiro, e de porem o que roubaram no devido lugar é um mau exemplo para terras de Basto.  É nisto que a justiça em Mondim deixa, sempre deixou, muito a desejar.

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publicado às 21:35


O site da Senhora da Graça

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 04.03.18

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Passei casualmente pelo site da Senhora da Graça  e ao abri notei que algo de anormal se passa ali. A falta de um pároco com residência em Vilar de Ferreiros faz-se sentir e pode vir a provocar novas contendas entre vizinhos que já estavam serenadas. Mas do que se trata, perguntarão? Eu digo: o site em causa apresenta-se para mim determinantemente a tender para se sobrepor a tudo quanto tem de original, esquecendo quem forneceu os dados que com muito esforço e pesquisa foi aos alfarrábios arrancar o que hoje é informação ao dispor de quem gosta de saber.

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Não esquecer que parte do que consta ali tem direitos de autor e não podem ser usados sem consulta prévia de quem os forneceu na condição de seus nomes constarem visíveis e assim quem consulta o site saber as fontes onde se fundamenta a informação. O Povo de Basto foi elo dessa informação que do saber de Primo Casal Pelayo transbordou para as páginas.

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Tenho reparado que pouco a pouco foram banindo o que em rodapé inicialmente constava no original e leva-me a não calar esta falta de rigor informativo, além do que pode esconder sem que a Irmandade de Nossa Senhora da Graça se aperceba, ou pior ainda se deixe ludibriar. Vamos a pôr os pontos nos “ii” antes que seja tarde. Fica o alerta,  e a chamada de atenção a quem está à frente da Irmandade, mormente o Sr. Padre João Paulo.

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publicado às 21:19


O Rigor histórico ou falta dele

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 21.01.18

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Não sei o critério que as enciclopédias usam para recolher as informações que põe ao dispor dos seus consultores, só sei que muitas vezes deparo com faltas de rigor histórico muito  enganosas que me provocam muita  pena. Foi agora o caso, numa recente consulta que fiz à enciclopédia livre Wikipédia à volta de Vilar de Ferreiros onde ao fazer a descrição das aldeias da respectiva freguesia omite duas das suas mais importantes povoações que são Campos (parte) e Cainha. É nestes termos que cita: “Vilar de Ferreiros é uma freguesia portuguesa do concelho de Mondim de Basto, com 16,15 km² de área e 1 136 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 70,3 hab/km². A freguesia de Vilar de Ferreiros é constituída pelas aldeias de Vilarinho, Vilar de Ferreiros, Pedreira, Vila Chã e Covas, por ordem decrescente”. Basta consultar o Arquivo Distrital de Vila Real para logo confirmar que a paroquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros é composta pelos lugares de Cainha, Campos, Covas, Pedreira, Vila Chã, Vilar de Ferreiros e Vilarinho. Foi abadia da apresentação dos marqueses de Marialva, e vem mencionada nas Inquirições de 1220, sendo já um pequeno município ao qual D. Sancho I estendeu os foros e privilégios outorgados ao vizinho concelho de Ermelo. A ignorância por vezes nestes casos serve de pretexto para mais tarde os mais astutos se agarrarem ao que sem qualquer rigor alguém despejou como sendo informação e mais não é do que enganosa noticia. Não é culpa da enciclopédia livre Wikipédia, mas de certos amadores em matérias que conhecem mal e para se exibirem fazem com elas bandeira.

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Situada no ermo oriental da aldeia denominada Serra de Mondim, fica a povoação de Campos, no caminho – hoje estrada – que liga as terras de Basto a Vila Real ( via Lamas  de Olo). E patamar de quem a pé por Mondim sobe ao santuário de NS da Graça ( Monte Farinha). Entre Campos e a aldeia de Vilar de Ferreiros fica a Cainha, ambas fazem parte da Freguesia de Vilar de Ferreiros, mas tanto Campos, como Vila Chã são divisórias, Campos com São Cristóvão de Mondim e Vila Chã com São Salvador do Bilhó.

 

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publicado às 15:58


Combater a bom combate

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 06.09.17

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Há de pensar muito boa gente que, na década de 60, fui demasiadamente agressivo na defesa dos direitos paroquiais e administrativos de Vilar de Ferreiros,  no Santuário de Nossa Senhora da Graça, no Monte Farinha. Também assim pensaria se não fosse estar por dentro de toda a história que levou ao repor da legalidade e da verdade histórica. A legenda que consta nesta imagem, justifica bem a minha agressividade de então.

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A Republica abriu ali caminho à usurpação, de forma tal que nem o 1º bispo da recem criada Diocese de Vila Real, em 1922, se sentiu com coragem de mexer no problema. Só mais tarde, na década de 50, D. António Valente da Fonseca tomou a iniciativa de reparar a injustiça, que depois D. António Cardoso Cunha ratificou, nomeando e entregando a administração definitivamente  ao pároco de São Pedro de Vilar de Ferreiros. Demorou e deu muito trabalho, que foi enriquecido com o labor de  uma equipa notável de obreiros onde se distinguiram os saudosos D. Joaquim Gonsalves, Padre Manuel Joaquim Correia Guedes e Manuel Lopes.

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Como estes outros mais, sobretudo os peregrinos, romeiros, devotos e amigos, que deram o seu contributo para que sob administração da paróquia de Vilar de Ferreiros, o santuário da Senhora da Graça saisse do marasmo, e logo as ofertas fossem transformadas no embelezamento e enriquecimento de todo aquele recinto sagrado, onde Nossa Senhora e o Apostolo Santiago têm lugar privilegiado.

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Desde restaurante, centro de apoio e acolhimento ao peregrino, instalações sanitárias, venda de objetos alusivos ao local, e sobretudo a oferta de um panorama inigualável que do cimo do Monte Farinha se disfruta.

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O recente melhoramento que graças ao empenho do Eng. Humberto Cerqueira, presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, e interesse manifestado pelo Mário Borges Lopes e o pároco Sr. Padre João Paulo, veio enobrecer mais e valorizar este espaço, com eletrificação publica e arranjo dos passeios. Parabéns a toda esta gente generosa e devota de Nossa Senhora da Graça e de Santiago, o "Santinho".

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publicado às 15:03


As suas inconfundíveis buzinadelas orais.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 20.08.17

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 Na sexta-feira recebi a visita de um casal de sobrinhos que de terras alentejanas passaram por aqui para ver os tios. Enquanto a Isabel Cristina mais a tia Saudade ficaram a preparar o jantar, fui com o Tó- Zé tomar um cafezinho às  Piscinas, e de seguida, para abrir o apetite, dar um passeio até ao parque ecológico do Pisão, onde  além  da azenha, também o forno da cal são motivo de atracção.

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Após o jantar, com o frango da Idalina, quem depois de fazer um viagem de Mértola até à capital do barro leiriense directamente, por certo não lhe deve apetecer andar a pé antes de se deitar. Uns momentos de cavaqueira e toca a deitar que no sábado chega o Manel...

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Logo no sábado, chega a Amália e o Manuel Reis, seu marido, que de Vila Real desceram também à  terra do ti Luís Santo para se encontrarem com a filha e genro , o mano, a cunhada Saudade, e demais família que nesta região, e não só, fez ninho.

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Vinham para passar uns dias de férias em nossa companhia, mas um inesperado telefonema  alterou as previsões. Da capital do "charuto de Havana" chegou a noticia que com destino à  Alemanha a mãe do Alvarito  passava por Lisboa, e neste caso os pais não podiam perder esta oportunidade de se encontrar com eles. Assim aconteceu.

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 Aproveitamos para almoçar no Ka-Te-Kero, da Isabel dos 13, tirar uma foto à minha gente, e vai de nos despedir com a presença do Raul Afonso que dentro do carro ainda deu as suas inconfundíveis buzinadelas orais.

PS. Faltou dizer que quando apareço nas fotos foi a Helena Afonso que se intrometeu...O meu muito obrigado.

 

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publicado às 15:30


O Fridão continua a ser noticia

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 06.03.17

Do alto com Maria, para com Maria chegar a Jesus..

 Monte Farinha
Aproposito da teimosia em se construir a barragem de Fridão e desse modo matar o encanto do leito do Tâmega, no troço entre Amarante e Caves, tenho presente um comentário feito por figura mondinense, em 2008, que reproduzo: “Qualquer Transmontano com verdadeiro amor ao Torrão Natal, sente como se fosse na sua pele, os atentados devastadores a este "Reino Maravilhoso" que são as nossas montanhas e os rios da nossas terras”. Agora que António Costa andou por Mondim de Basto voltou o Fridão à baila, com a EDP a engraxar mediante promessa de apoio a 2,7 quilómetros de estrada orçada em 8,5 milhões de euros

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 Fisgas de Ermelo
Não deixo entretanto de felicitar o Eng. Humberto Cerqueira pelo seu empenho em ver Mondim de Basto acompanhar o progresso e desenvolvimento que, sobretudo no litoral, muitas terras conseguiram, mas que não seja com barragens no Tâmega, nem pedreiras no Monte Farinha. Duvido que não hajam mondinenses com capacidade, até económica, para apostar em projectos que se apliquem às carências do concelho e que a autarquia facilite ou promova essa hipotética possibilidade.

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Tâmega

Que melhorem os acessos à região e se criem estruturas locais capazes de satisfazer as ansiedades de quem ali vive, merece louvor. Mas nunca em prejuízo do património natural ou construído, que no fundo é graças a ele que Mondim atrai visitantes e turistas. O Monte Farinha, as Fisgas e o Tâmega são os três pilares suficientes para garantir uma industria hoteleira sustentável, e o que à volta dela resulte em promoção social e cultural. A barragem pode avançar, mas em vez de louvor, os mondinenses que amam a beleza paisagística da sua terra jamais vão desculpar tão rude atentado contra o“sagrado Tameobrigus”. Há indivíduos que só pensam pela cabeça dos outros, é tempo de lhes lembrar que também devem pensar com a deles

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Três criaturas de Deus que na terra deixaram rasto

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 02.01.17

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 O seu zelo no estarem no que faziam e fazerem o que deviam cedo conquistou o meu apreço e admiração que por diversas ocasiões tive oportunidade de por escrito ou pessoalmente lhes manifestar. 

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Primeiro foi o meu conterrâneo Manuel Lopes que a 4 de Janeiro de 2013 nos deixou, mas permanentemente vivo no labor que ficou patente na sua generosidade e empenho na promoção e embelezamento do santuário de Nossa Senhora da Graça cuja arborização dos adros é iniciativa sua.

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 Outro, nem um ano demorou, foi D. Joaquim Gonçalves, “o Bispo da Senhora da Graça” a quem a parca roubou a vida, a 31 de Dezembro de 2013, ao encontrá-lo desprevenido na Povoa de Varzim, onde após a resignação de titular da Diocese de Vila Real, vivia com um irmão sacerdote. Grande amigo de Vilar de Ferreiros e devoto de Nossa Senhora da Graça. 

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Os últimos são os primeiros e aqui tem destaque particular, “ o Gigante com coração de pomba”, o Padre Correia Guedes ou “ o Padre da Senhora da Graça”. Nasceu em Torgueda (Vila Real) a 04 de Julho de 1932, e faleceu em Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto) no dia 03 de Janeiro de 2016. Ordenado sacerdote em 21 de Setembro de 1957, foi no concelho de Mondim que generosamente gastou a sua vida ao serviço da Igreja e das almas. A quase totalidade do seu múnus sacerdotal foi como pároco de Vilar de Ferreiros e por aderência presidente da Irmandade de NS da Graça. São figuras a não deixar que se apaguem da memória do povo, porque a elas se deve muito do que de atractivo os peregrinos e romeiros de Nossa Senhora da Graça, e do Santinho, Santiago, tem para bem os acolher nas suas escaladas ao mais sedutor miradouro do norte de Portugal.

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publicado às 17:39


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