Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

20
Mai 15

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(Ponte de Mondim)

           Com a mesma triste sorte do Tâmega, está o rio Ôlo cuja paisagem corre o risco de ser destruída pelo capricho e arrogância de governantes armados em progressistas. Há que repensar a sério. Sabemos que no caso de Fridão só Amarante se mantém em luta e preocupado com a construção. E razão tem, além do impacto ambiental, o perigo de em  caso de acidente "atendendo à distância da edificação da barragem com mais de 110 metros de altura (a 6 km de Amarante), uma onda de cheia mais alta do que a igreja de São Gonçalo demoraria apenas 5 minutos a chegar ao Arquinho". Mas como bestas sem tino que se deixam guiar, quantas vezes por uma pala, o mal é feito e sempre em nome do bem comum. A ignorância, no meio de ignorantes é rainha. Celorico não tem património que não sejam as várzeas desabitadas para defender; já Mondim é muito diferente. Tem uma ponte, construída no reinado de D. Maria I, em 1882; uma área de azenhas e engenhos de linho que a memória tem presente e guarda; tem a praia fluvial onde a juventude mondinense se banhou e aprendeu a nadar e amar o rio, como querem agora destruir séculos de história? E Atei que perde terrenos de cultivo valiosos e o que resta da sua ponte Romana.

RIO TAMEGA.JPG

(O Tâmega junto e a jusante da ponte de Cavez)

          Cabeceiras se lhe mantiver a ponte de Cavez de pé, pouco tem a perder e Ribeira de Pena é que não perde nada. Quem perde é o rio Tâmega e a Região de Basto  

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:35

06
Out 14

Já que os portugueses se deixam encharcar nas barragens que aniquilam a paisagem e o leito por onde correm os nossos rios, que sejam os nossos vizinhos alertar para essa peste que se prepara para invadir a Região de Basto. É assim que La Voz de Galicia vem a terreiro: “Las aguas del río Támega aparecen «teñidas» en Laza. El cauce presenta un aspecto lechoso y turbio en la zona de las piscinas.

En los últimos días, el cauce del río Támega a su paso por la localidad de Laza presenta un aspecto lechoso y turbio que ha comenzado a generar malestar entre los vecinos de la zona. Si el pasado mes de julio, las aguas de este río se tornaron oscuras en las localidades de Retorta, Matamá y Arcucelos (también pertenecientes al municipio de Laza), la situación se ha vuelto a repetir pero kilómetros más arriba. El cauce en las inmediaciones de la piscinas de Laza se «tiñó» de un color marrón, que se ha oscurecido con las lluvias de las últimas jornadas. Una situación que ya ha sido denunciada, como en anteriores ocasiones, por el grupo Salvemos O Támega, creado el pasado año en una red social con el objeto de defender el río Támega. «Creemos que el aspecto del cauce está causado, supuestamente, por vertidos procedentes de las obras del tren de alta velocidad», indica Carmen García, representante del grupo Salvemos O Támega; «que empeora durante los días de lluvia, ya que según hemos escuchado es cuando abren las balsas». Desde este grupo critican la escasa implicación de los diferentes ayuntamientos por donde transcurre el cauce del río Támega para evitar esta situación, así como la labor de la Confederación Hidrográfica del Duero. «Los concellos no se están implicando, salvo el de Castrelo do Val, y la Confederación está desaparecida, ya le hemos solicitado por escrito la publicación, en los boletines oficiales, de los permisos concedidos a las empresas de construcción del tren sobre el vertido de aguas residuales y no hemos obtenido ninguna respuesta», indica García; quien añade: «hemos realizado ya analíticas del agua y ahora las estamos haciendo de sedimentos, costeadas por nosotros, para saber si hay contaminación del cauce, ya que en verano no hemos podido bañarnos en el Támega». «Hace una semana nos acercamos hasta la localidad de Trez y allí se observa un peor estado del cauce de un río que pertenece a la red Natura 2000 -reconoce- no nos dan ninguna respuesta, no se ponen los medios para que esto no ocurra, no se da permiso para cortar un árbol y si para estos supuestos vertidos, todas las empresas tienen la obligación de depurar sus residuos y no sabemos si lo están haciendo». Por este motivo, además de denunciar públicamente esta situación y llamar a las puertas de todas las administraciones, continúan con la recogida de firmas, iniciada en página web change.org, dirigida a la Confederación Hidrográfica del Duero con el objeto de solicitar que se impidan los vertidos, por parte de Adif, al río Támega. Hasta el momento ya son más de 1044 las firmas conseguidas, y en la petición se argumenta que este río está declarado LIC (lugar de importancia comunitaria), y por lo tanto debe garantizarse la biodiversidad mediante la conservación de los habitats naturales y de la flora y fauna, y proteger estas zonas de especial conservación. Además dicha campaña de recogida también se realiza físicamente en bares de Laza, Castrelo do Val y Verín.

Más información Selección realizada automaticamente”. - Recolhi de TC.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 08:35

12
Set 14

          Hoje vou...até Cavez, ou melhor dito, ao lugar de Arosa, onde quem se dirige  do Arco de Baúlhe  para Ribeira de Pena, deixa o Minho e entra em Trás-os-Montes. Pequeno povoado, vizinho da famosa ponte de Cavez, é servido pela  EN. 206, e situa-se ao fundo de uma elevação geográfica descaída  para o leito do Tâmega. Foi tristemente noticiada em Dezembro de 1981. Um imigrante que havia regressado ao país e ali fez habitação e montou café, acabou por nessa ocasião tudo perder e até a própria vida, numa tarde de domingo trágico para toda aquela terra.

           Foi no dia 27! Demorou poucos segundos para que uma bolsa de água acumulada nas traseiras da casa, devido a forte tromba de água, destruísse as paredes e surpreendesse quantos estavam no estabelecimento que sem tempo para fugir foram arrastados com pedras, árvores e tudo quando desceu do monte, ceifando a vida a 15 pessoas, e deixando feridas 14.

          Ao Jornal de Noticias, contou, em  2006, tinha então 51 ano, o Manuel Eduardo Carvalho, uma das testemunhas oculares da tragédia, dizendo: “ Eu estava no café e ouvi um estrondo grande e a luz falhou. Senti um peso em cima de mim muito frio. Eu ainda consegui sair pela porta mas estava tudo negro e eu só pude chamar pelo meu irmão. Mas a lama era muita”. Para assinalar a tragédia, lá se mantém a rotura por onde a força da água enlameada empurrou a cerca de 30 pessoas que atraídas pela televisão a cores ali se encontravam naquela noite fatídica atraídas pelo futebol. Alem da casa, que ainda não há muito vi conforme ficou da tragédia, também ao lado um monumento foi construído para assinalar o facto e perpetuar o nome das vítimas que perderam a vida. Sempre que passo por ali costumo parar e recordar esse triste acontecimento que no próximo dia 27 de Dezembro de 2014 vai fazer 33 anos que aconteceu. Porque a memória dos homens é curta aqui recordo hoje a catástrofe de Cavez.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:33

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