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Miguel Franco-Um leiriense esquecido

por aquimetem, em 08.07.18

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Vamos ao prometido. Em post de 29/05, fiz aqui promessa de voltar a falar acerca do Centenário do Nascimento de Miguel Franco, notável actor, encenador e dramaturgo leiriense, apontando o fim de Agosto para o fazer, mas entretanto achei por bem fazê-lo no inicio de Julho para despertar o interesse dos prováveis interessados a tomarem parte no que o cardápio cultural tem para nos ofertar nos meses que vão para além do dia 28 de Julho que anteriormente dei a saber. No cinema, este esquecido filho da “rainha do lis”, ficou bem presente nos filmes Nova Vaga, O Cerco, Lotação Esgotada, A Fuga e os inesquecíveis Rei das Berlengas e Manhã Submersa. Tem um teatro com seu nome inserido no Mercado de Santana, uma acolhedora sala de espectáculos muito confortável e com boa acústica.

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Trata-se de um espaço que nasceu da reabilitação de um edifício do inicio do século XX, da autoria de Ernesto Korrodi, criado para albergar o Mercado Municipal. Depois de passar por utilizações varias, em 2002 passou a constituir um centro cultural. Aqui aproveito para corrigir o que no dito post disse em relação às actividades festivas que de 14 de Abril a 28 de Julho o Ciclo de Cinema preencheu, e eu situei no Teatro José Lúcio da Silva, quando afinal foi no Teatro Miguel Franco. Muito há ainda para saber e recolher da vida deste homem que se distinguiu ao serviço da arte de representar e transmitir cultura, que inspirou e apegou o vírus cultural a sua dileta filha, esta também famosa, mas nas artes plásticas e nos meios culturais do país e além fronteiras. Dela me falou há pouco com muita admiração o seu colega António Carmo também pintor consagrado.

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Trata-se da consagrada pintora Maria João Franco que a propósito da filmagem de O Rei das Berlengas – ou a independência destas, peça de Artur Semedo que em parte foi filmada no Castelo de Leiria, e pelos vistos coincidiu com 25 de Novembro de 1975. Ela nos conta: “que se gerou uma grande confusão” pois na cena tinha de entrar um helicóptero e daí tiveram de provar que não tinham nada a ver com os militares, mas sim e só com arte e cultura. A 2ª fase está pronta e a promessa cumprida. Na galeria Manuel Artur Santos, do Mercado de Santana, esteve patente uma exposição biográfica, e também a Legenda do Cidadão Miguel Lino, anunciada para 29 de Setembro e 08 de Outubro, às 15h00, na igreja da Misericórdia, se pode integrar no Centenário da Nascimento de Miguel Franco. Tudo merece ser tomado como tónico e também como preservação das figuras com direito a serem homenageadas pelos seus concidadãos. Sejam de que cor política ou credo religioso forem. Não devemos é servir-nos dos méritos de quem quer que seja para arrecadar os louros da vitória. Só assim seremos livres e libertadores. É que na política hoje são muitos os que se servem disso, trepar à custa dos outros. 

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publicado às 16:15


A mim não me enganais vós.

por aquimetem, em 26.06.18

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E pronto, já entramos no Verão e o calor misturado com chuva e forte trovoada, este ano deu-lhe para se não com fogos, fazer os mesmos e piores estragos. Agora no Douro e em Trás-os-Montes. Vila Real, Lamego e Chaves foram as terras que desta vez pagaram as favas. Uma coisa é verdade e dela já a seu tempo fiz referência. Somos um país privilegiado, mas muito inconstante. Nada se pode programar porque o tempo estraga-nos os planos feitos a longo prazo. Quem supunha que o ano passado fossem os fogos a estragar o São João, e um ano depois o mesmo acontecesse com a chuva e trovoada? Claro que ninguém com cabecinha assente sobre os ombros.

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Sou dos que me deixo convencer que é melhor não incomodar que ser incomodado e para isso evito não fazer ondas quando a água está silenciosa e nem a brisa provoca a mais leve boliscadela. O tempo é mestre e ensinamos muito, assim nós queiramos aprender. Estou a lembrar-me do que valeu um dia nas Fisgas de Ermelo com o meu amigo Dr. Manuel da Silva Pegado tomar um trilho que me pareceu ser carreiro ali, ao pé da pedra amarela (parque-miradouro), e feito guia segui até onde o carreiro terminou. O pânico tomou conta de mim, e sem fazer alarde lá me consegui desenvencilhar do drama, que eternamente se alojou na mente. Mas curioso. Falando neste meu drama ao Dr. Pegado, ele nem disso se lembra. O que nós somos e as diferenças de sensibilidades que existem.

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Cada um sente as suas e o resto são cantigas. Achei piada ao me deter numa noticia recente em que a deputada Maria Manuel Rola, do BE, ficou furiosa por a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) vir a terreiro defender que “ as corridas de touros à portuguesa constituem uma parte integrante da herança cultural lusa, que o Estado tem a incumbência de promover e proteger”. Já ser a favor do aborto e da eutanásia, a sensibilidade dos mais velhinhos e das pessoas que pensam de modo diferente não contam nada. Há pobres “esquerdelhos” e quem vai na vossa cantiga!  A mim não me enganais vós. E não me venham com essa de que sou fascista, só porque não vou em cantigas 

 

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publicado às 20:53


Santos populares

por aquimetem, em 25.06.18

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Como antecipadamente noticiei no sábado houve sardinhada na Bajouca, e como também disse foi com muita pena que não tomei parte na ramboia. Mas logo previ que ia ser festa rija pois até a ti Luzia do Virgílio Sousa tomou parte do tradicional festejar do São João que aconteceu no que foi chamado Lugar da Capela e hoje se designa por Bajouca Centro. No recatado espaço que o ti Bernardino Afonso em atenção à filha Lígia e ao genro Francisco generosamente disponibiliza nestas ocasiões festivas em que há arraial ou qualquer outro evento promovido em prol da comunidade.

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O dia não podia ser mais azado para este evento ao calhar em fim de semana, só que também nessa ocasião a Igreja tem a preocupação de amimar o Precursor com as devidas honras o que retira algum do populismo com que habitualmente o povo festeja São João. Desta vez até em Braga, Marcelo Rebelo de Sousa foi impedido de festejar, com uma baixa de tensão que não estava no programa. São avisos.

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Agora vem aí São Pedro, na Bajouca não há tradição de ser festejado, mas muitos bajouquenses vão andar por terras onde São Pedro é rei, como  Povoa de Varzim se calhar passarem por lá é aproveitarem para apreciar a boa gastronomia da “sardinha assada, com pimentos, broa, caldo verde e vinho que são elementos da festa”. E não se esqueçam da oração: “ Ó São Pedro, pedra viva da Igreja fundada por Jesus Cristo, Vós que fostes chamado pelo Senhor para ser pescador de homens e mulheres, Vós que dissestes: “Senhor, a quem iremos? Pois só Tu tens palavras de vida eterna”, vinde em meu auxílio com vossa intercessão junto a Deus, dando-me coragem para seguir o vosso exemplo de amor fiel a Cristo e anunciar a Boa Nova na família, na comunidade, no trabalho e em toda parte. Ó São Pedro, Vós que fizestes a mais bela declaração de amor: “Senhor, tu sabes que eu te amo”, ensinai-me, hoje, o caminho da justiça para que eu tenha saúde e paz e alcance a graça que Vos peço. (Aqui se faz o pedido):

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Não brinquem com o fogo

por aquimetem, em 13.04.18

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Neste sábado, dia 24, pelo que ouvi na rádio pela manhã foi dia do Presidente da República e António Costa darem um passeio pelo país a ver como se portam os portugueses a limpar as matas que os fogos de 2017 não atingiram. É nisto que Portugal ganhou em relação aos tempos que ainda me lembro de quando surgia um fogo se corria ao sino da igreja ou capela e aí vai toda a aldeia em peso combater as chamas. Entretanto são criados os Serviços Florestais, os baldios são florestados e o Estado toma a seu cargo proteger o que é de todos. São construídas casas para os Guardas Florestais, contratadas equipas de pessoal para limpeza das matas (= montes na região de Basto), capatazes e tudo o mais necessário contra incêndios. Mas logo os benjamins politiqueiros do após 25 de Abril para cativar simpatia e votos, em vez de aproveitar o que nesta matéria de bom nos deu Salazar e Marcelo Caetano, riscou tudo da sua “agenda” mental e sem mais aquelas vai de entregar de mão beijada e sem contrapartidas essas matas e todo património às autarquias onde estão localizadas. Claro que as autarquias não estão vocacionadas para limpar e gerir matagais, nem fogos, mas sim servir e prestar serviço social, formativo e cultural aos conterrâneos e residentes da respectiva área ocupada. E o que recolhe dos pinhais é para aplicar em melhoramentos locais, e muitas vezes nem só...

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Com que autoridade vem hoje um qualquer governante exigir aos particulares que tenham os seus pinhais limpos, quando um Pinhal de Leiria ou Pinhal do Rei, encontrou na mata nacional as condições precisas para sua combustão, onde eu vi, antes do fogo, mato com mais de metro e meio de altura! Isto na Mata do Urso. Não brinquei com o fogo e deixem-se de dar lições para iludir o pagode.

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publicado às 18:15


Abre os olhos zé vesgo

por aquimetem, em 28.03.18

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O 25 de Abril deu para isto: com a liberdade o país e nação perdeu tudo quanto de prestigiante tinha. E ninguém venha dizer o contrário porque mente. Apontem lá quem tinha coragem de no fim de uma catástrofe como aquela que se abateu em Pedrogão Grande aproveitar o momento para saquear em seu proveito o muito ou pouco que na Câmara Municipal havia? E depois queixam-se que o António da Calçada ordenasse que gente desta fosse gozar férias em Peniche, no Terrafal e em outros lugares asados para esta gentinha apanhar sol. Aqui não incluo os puramente políticos, nem devo.

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Já estou a ver quem me acuse de fascista, e não sei de que outros apelidos mais, mas eu tenho as costas largas e posso bem com a carga toda. Não estou aflito estou é com pena das lacunas que a Comissão Técnica Independente encontrou e recomendou corrigir muitas das quais foram responsáveis pela morte de tantas pessoas e bens patrimoniais. Como também lamento que no caso do fogo de Oliveira do Hospital passado quase meio ano ainda hajam aldeias sem telefone fixo, telemóvel e luz eléctrica. É pena que isto aconteça e os gatunos continuem a medrar e a terem quem todo satisfeito os defenda e lhes bata palmas, se não é parece. Que dizer ao ver um Sócrates feito palestrante na mais conceituada Universidade do país, senão pensar assim! Já me não admiro nada se daqui a dias sair doutorado de Coimbra.

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Outra moda que nos trouxe o 25 de Abril foi essa de por tudo e por nada distribuir sorrisinhos e palmadinhas nas costas, muitas vezes mesmo sem se saber porquê e a que titulo. Mas adiante. Ao que consta foi agora detido um chefe de divisão da Câmara Municipal de Pedrogão Grande e aprendidos mais de 400 mil euros, lê-se em noticia de 21 de Março, e segundo a PJ para além deste estão também envolvidas uma tesoureira e um contabilista. É nisto que os portugueses devem ter respeito pelo governo do Dr. Passos Coelho porque além de honesto pôs a justiça em funcionamento e sem preconceitos meteu nas grades caça graúda, que não é fácil apanhar, e pelo tamanho e peso, de carregar com ela.  Abre os olhos zé vesgo

 

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publicado às 12:07


O País afunda

por aquimetem, em 13.02.18

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Já há coligação na Alemanha e em face disso Merkel volta a formar governo e a ser a senhora da Europa. São destas mulheres que o mundo precisa e não das nossas bloquistas que só sabem pedir o que se não tem e se se lhe dá o que pedem dizem que não precisam. Fazem lembrar o que se constava ter acontecido em Coimbra, no tempo da outra senhora, em que numa reunião de contestatários, vigiados pela PIDE, algum no meio da acalorada intervenção se lembrou de pedir determinada benesse que não tinha e logo um ou uma camarada gritou: isso não, porque isso eles dão!

Conservadores de Merkel e os sociais-democratas de Schulz, chegaram acordo e é isso o que importa para que a Alemanha se mantenha forte e dê trabalho aos alemães e a quem lá trabalha. Além disso continue a ser exemplo de progresso e desenvolvimento para quem numa Europa unida se habituou a viver à custa dos mais ricos, como é o caso de país que todos nós bem conhecemos. Malandros que à custa dos fundos europeus bem se têm arranjado e feito fortuna sem trabalhar. E o zé que pague a crise. Começa a ser tempo de por a casa em ordem e como alguém dizia hoje, 7 de Fevereiro. é altura de pensar muito a sério no que pode acontecer se não se põe travão neste nosso deixa andar: o país afunda.

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publicado às 15:21


Transmontanos com provas dadas.

por aquimetem, em 28.01.18

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Um daqueles domingos abençoados que vivi. Comecei com missa dominical na igreja de São Lourenço de Carnide e por volta das 15h00 sai de casa, almoçado, para na igreja de NS de Fátima, em Lisboa, tomar parte na Missa Nova do Padre Diogo Brito.

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Um novo sacerdote da Prelatura do Opus Dei. Este jovem sacerdote foi ordenado na igreja de Santo Eugénio, em Roma ( Itália ) no dia 29 de Abril de 2017.

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Fui amigo intimo de seu saudoso pai e por isso além do mais devia, como cristão, esta obrigação de estar presente num acto da mais nobre importância social e espiritual, onde a presença do Vigário Regional do Opus Dei em Portugal, se destacou. 

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Também a presença do Padre Veloso, filho do meu saudoso amigo o médico Dr. Veloso, foi motivo de muita alegria para mim vê-lo na igreja de NS de Fátima, local onde há muitos anos, encontrando-me ali em devoção, senti nas costas um pesado safanão que em andamento me deu um estranho desconhecido. Era o Padre Manuel Couto, então pároco de Britelo (Celorico de Basto) e director do jornal Terras de Basto,  que tinha sido ali coadjutor, e veio em visita. Fê-lo por brincadeira ao me ter reconhecido ali.

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Só posso dizer que foi um dia encantador que Deus me deu para gozar neste aproximar do final do mês que encerra consagrado a São João Bosco, e que como São Josemaria Escrivá são santos da minha predilecção. Igreja cheia e enriquecida com mais um operário para trabalhar na ceara do Senhor, neste caso afecto à Prelatura do Opus Deis que tem neste momento à frente dos seus destinos em Portugal o monsenhor Rafael do Espírito Santo, filho de pais transmontanos que Deus lá tem, mas que foram transmontanos com provas dadas.

 

 O vídeo dá uma ajudinha a ver melhor o que foi

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publicado às 21:13


Às voltas e voltinhas, como cães

por aquimetem, em 14.01.18

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Não se deve pensar mal das pessoas sobretudo daquelas que ocupam lugares públicos e servem o bem comum. Mas o que se tem verificado nestes últimos tempos em que a democracia tudo permite levou-me a pôr em dúvida o muito empenho daqueles que actualmente nos governo em ambicionar o poder que não fosse para proteger e libertar os seus amigalhaços das normas legais do poder judicial. Pensei-o e registei-o algures, neste ou outro blog. O que agora surge à cerca do empenho do governo em se ver livre da magistrada Joana Marques Vidal, vem ao encontro do que supus atempadamente, e confirma o meu raciocínio. Está a chegar a altura de julgar Sócrates, e a PJ não deixa de investigar a torto e a direito. É preciso estar ali alguém da confiança da ministra da Justiça, que o mesmo é dizer de António Costa, para controlar o sistema. Nesta matéria gostei da opinião de Catarina Martins, por ter alinhado com a de Marcelo. Mas este foi dizendo ao recusar que sobre o tema só no “momento em que tiver de exercer poder constitucional” se manifestará. Quem sai enaltecido deste debate é sem dúvida Assunção Cristas que sem tirar a legitimidade do governo para o fazer pede que esclareça o critério que o leva a proceder assim, já que não existe nenhuma justificação jurídica para o fazer. Há! Aquela a que fiz referencia. 

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Mas quem é Joana Marques Vidal ? – É uma filha de Maria Joana Lobo Portugal Sanches de Morais Ribeiro Rebelo e José Alberto de Almeida Marques Vidal, nasceu em Coimbra a 31 de Dezembro de 1955. Figura distinta e nobre, neta dum Francês, Barão de Châtilon, e duas vezes sobrinha – 8ª neta do Senhor e 1º Conde de Sarzedas e filha duma prima em 2º grau do Visconde de Beirós e 1º Conde de Beirós. Pela sua categoria social deve causar certas comichões aos  “zés ninguéns” que vegetam neste “jardim à beira mar plantado” e que a todo o custo às voltas e voltinhas, como cães, se pelam por fazer a vida negra ao branco.

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publicado às 13:17


Há de tudo como na farmácia

por aquimetem, em 12.01.18

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No sábado, dia 13, o PSD vai demonstrar o que realmente tem de verdadeira Democracia e também de unidade partidária. Se o não fizer põe em jogo a credibilidade que nele deposita a maioria do povo português.  São dois concorrentes à presidência do partido e ambos figuras destacadas e com provas dadas de serviço prestado ao país: Pedro Santana Lopes, de seu nome completo Pedro Miguel de Santana Lopes é um advogado e político, que já foi 1º Ministro, presidente da CML e provador da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nasceu a 29 de Junho de 1956. O outro: Rui Rio, de seu nome Rui Fernando da Silva Rio, também Social Democrata, é economista pela Universidade do Porto e foi presidente da Câmara da Invicta desde 2002 e 2013. Nasceu a 06 de Agosto de 1957.

São do mesmo partido que por democratíssimo que é dá aos militantes a liberdade de escolher, aos simpatizantes cabe respeitar a escolha e apoiar o vencedor. Aqui merece realçar a nobreza de carácter do presidente cessante Dr. Passos Coelho que tendo vencido as eleições foi desviado de ocupar o cargo por uma oposição de políticos sem vergonha, o que o levou a também renunciar ser presidente do seu partido: PSD. Mas a honradez e dignidade deste grande português e político sem macula está na atitude que tomou de renunciar ao mandato de deputado após o congresso do PSD, o que lhe mereceu uma ovação de pé. Mas  ainda há militantes que se pronunciam assim: “Pacheco Pereira, destacado militante do PSD, que foi muito próximo de movimentos, comunistas e maoístas nos anos 1960 e 1970, contou ter recebido um telefonema de Santana Lopes para um encontro “urgente” num hotel em Lisboa. “Santana Lopes disse-me a mim e a outras pessoas – por isso não vale a pena negar – que queria fazer outro partido. Estava muito indignado, porque no PSD estava a acontecer uma transição de pessoas que o enojava”, afirmou no programa da SIC”.  – Há de tudo como na farmácia

 

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publicado às 15:46

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Mais um ano se passou e entramos noutro que o relógio do tempo regista, com muitas novidades a marcar realce por motivos vários. Do ano velho ficou o que de mais trágico há memoria em Portugal no tocante a incêndios florestais e ao numero de vítimas mortais que provocaram. O novo ano só à pouco começou e por ainda ser bebé tem pouco para nos dizer, nós é que já podemos dizer por ele alguma coisa, começando pelas noticias que nos chegam a fazer constar o desagrado de alguns políticos pelo veto do Presidente da Republica à Lei do financiamento dos partidos. A dita lei agora vetada já tinha sido aprovada na AR em vésperas de Natal, era a “Consoada” dos votantes, pelo PS, PSD, PCP, BE e PEV. Só o CDS e PAN é que não aprovaram. Outro episódio que num país onde houvesse dignidade política dava origem a pedido de desculpa ou pôr a pasta à disposição, foi a de Mário Centeno ter pedido ao SLBenfica dois lugares na bancada presidencial para assistir com um filho ao BenficaXPorto. São casos demasiado bizarros para um ano a esquecer, mas que parece  com  vontade de misturar o sector social com o financeiro como é pensar deste governo ao envolver a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa com o Montepio- Não se fica por ali. Não só na política, também no futebol, as coisas andam pela hora da morte, são os e-mallls, são as arbitragens, os jogadores tudo uma embrulhada que ninguém se entende. Também é para isso mesmo, como na política. A verdade foi que Sérgio Conceição, treinador dos “Dragões” comentou: o “ encontro entre o Feirense e o FC Porto foi o mais infeliz que vi enquanto jogador e treinador”. Tudo isto são jogos, por vezes vergonhosos, com entradas, pela nossa parte, às apalpadelas.

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publicado às 16:03


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