03 de Novembro de 2018

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(Druidas=sacerdotes celtas). Da enciclopédia livre Wikipédia.

Não há fumo sem fogo, nem palavra sem articulação linguística, diz o nosso povo. Mas a verdade é que também muito do fumo e do fogo, assim como daquilo que se diz nem sempre corresponde à verdade dos factos, nem da verdade se aproxima. O caso do Dia das Bruxas que se diz ser tradição vinda dos Estado Unidos, quando a sua origem remonta ao tempo dos celtas, e tinha por objetivo festejar o fim dum ciclo astral que os celtas festejavam. Este povo que habitava na zona da Bretanha, adorava a natureza e os deuses que a controlavam. O fim das colheitas era celebrado no primeiro dia de Novembro. Era uma festa que marcava o fim  desta estação cheia de sol e calor, e o inicio da nova fase do ano, marcada pela escuridão e pelo frio. Quando os romanos invadiram a região passaram a existir duas celebrações na mesma ocasião: para além do  Samhain dos celtas, também os festejos em honra de Pomona, deusa da abundancia e dos pomares, entrou na dança. Sempre moderadora, a Igreja, após a evangelização cristã, sem desfazer o vinculo cultural e civilizador consagrou o dia 1 de Novembro, como Dia de Todos-os-Santos. E assim se tem mantido, sem carecer de bruxas para antecipadamente o anunciar. Já quanto ao bolinho a história tem a ver também com uma tradição celta, que consistia em se vestirem de branco e com a cara tapada, de forma a espantar os espíritos malignos que segundo as crenças populares, rondavam a terra antes do Dia de Todos-os-Santos.

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Também aqui a Igreja Católica acabou por adaptar a tradição, criando o souling, que é visto como origem da “ doçura e travessura”. Na véspera do Dia de Todos-os-Santos, as crianças batiam de porta em porta a pedir os chamados soul cakes ( bolinhos das almas), em troca de orações pelos seus amigos e familiares. Já curiosa é a história da assustadora abóbora, que se dizem ter origem num conto de JackO’Lanter. No qual descreve um personagem que fez um pacto com Diabo, onde este lhe prometeu que não o queria no inferno. Assim foi, só que depois de morrer também não teve acolhimento no Céu, pois se negou a merece-lo. Foi então que o Diabo lhe deu uma lanterna feita com um nabo e Jack continua, ainda hoje, a vaguear entre o bem e mal, apenas com a luz desta lanterna. Também da tradição celta. Americana, sim, são as aboboras, porque quando os imigrantes irlandeses chegaram aos EUA, ao não encontrar nabos suficientes para fazer as lanternas todas, da véspera do Dia de Todos-os-Santos, tiveram por isso que se socorrer doutra alternativa: as abóboras. Esta sim, é uma tradição que, alterada, regressou ao Velho Continente. O dia a seguir, dia 2, é consagrado aos que já partiram ,e é designado por Dia de Finados, em homenagem a todos aqueles que já nos deixaram e esperam por nós. Festa cristã e na qual a Igreja concede indulgências plenárias aos fieis que nestes dias visitem os cemitérios e rezem o determinado para as merecer. 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:21

15 de Setembro de 2018

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Da política ao desporto. Fiquei contente em saber que Rui Rio se atirou com razão ao ministro da Defesa que teima em não dar as informações que os portugueses, como eu, certamente gostavam de saber sobre o roubo o material de Guerra que em Tancos aconteceu. Mas que logo o sôr ministro entendeu tratar-se de mera “chacota” o que Rui Rio lhe pede.

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Lá tem o sôr ministro as suas razões e eu as minhas para dizer que não concordo com o senhor. Assunto terminado e pela minha parte finito. Já no desporto fiquei satisfeito com o fim da novela que decorreu sobre Alvalade e teve Bruno de Carvalho por figura principal  durante algum tempo. Acabou no dia 8, com a eleição do Dr. Frederico Varandas, distinto médico e desportista que foi do Sporting do qual agora é presidente eleito.

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As férias chegaram ao fim para uma grande maioria de quem as tem e os políticos também têm direito a elas. Pelo centro de Portugal andou o nosso Presidente que na Região Centro acampou, e por lá tomou banho com muitos beijinhos à mistura. Muito simpático é ele, mas sempre ouvi dizer que uma remocada de vez enquanto pode fazer a diferença. Dos governantes quase se não ouviu falar, apenas de greves dos professores, e aumentos da gasolina e transportes, de desporto e de turismo. Quem por lá também andou o ano passado foi António Costa a dar apoio ao tal presidente de Pedrogão Grande, seu amigo e partidário.

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E de crescimento económico? Nada que tenha jeito. A confusão parece instalar-se e em termos políticos é o melhor para que deseja ganhar eleições. Também fiquei a saber que Portugal perdeu um talento no golfe, para ganhar o presidente Jorge Sampaio, mas quem pagou as favas foi Santana Lopes, por ele demitido. Efeitos dos políticos que temos, por meterem o bedelho onde não devem.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:52

15 de Agosto de 2018

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Conheço mal Monchique, visitei as Caldas e a Fóia  por duas ou três vezes, antes e depois do 25 de Abril. Na altura, era o Coronel Andreia que estava como administrador das Caldas de Monchique. Que é das zonas mais bonitas do Algarve não tenho dúvida, mas que a maioria dos veraneantes que se deslocam em busca das suas praias partem sem conhecer também não duvido nada. E perdem de conhecer além da paisagem, uma vila muito bonita, sede de um município do distrito de Faro, e subdividido em três freguesias. Limita, a norte, com Odemira; a leste, com Silves; a sul, com Portimão; a sudoeste, com Lagos, e a oeste Aljezur. Foi criado em 1773, e desmembrado de Silves. Nesta altura tem por presidente o autarca Rui André.

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Desde Sexta-feira que o fogo flostal se apoderou de Monchique e desbasta toda a sua serra da Fóia ( 2.959 pés), um paraíso de fauna e flora que se perde. E as acusações por parte de quem conhece o terreno e as circunstâncias vem dos produtores florestais do Barlavento Algarvio que cita: «há cerca de sete meses” que está parado no Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICFN) um plano de prevenção e combate aos incêndios». De acordo com o Presidente da Associação dos Produtores Florestais do Barlavento Algarvio (Aspaflobal), Emílido Vidigal, todos sabiam que “a serra de Monchique era a próxima a arder”.

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 “Há mais de um ano que todos sabiam que Monchique estava no topo da lista das zonas com maior risco de incêndios florestais”. Hoje terça-feira, 7 de Agosto, sabemos que o incendio continua a destruir património vegetal, fauna e bens públicos e privados, e um governo impávido e serena confiante na chuva que há de vir e dar uma ajudinha á nossa Proteção Civil. Que para evitar mais estragos até pediu à EDP, por questões de segurança, que cortasse o abastecimento de eletricidade em algumas zonas de Monchique, como a Caldas e Fóia. Será que se lembraram que cortando a luz, onde a água dos poços ou furos é tirada a motor deixa de haver água em casa? Proteção, mas com regra, como é timbre... cá neste jardim à beira mar plantado.garve

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08 de Julho de 2018

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Vamos ao prometido. Em post de 29/05, fiz aqui promessa de voltar a falar acerca do Centenário do Nascimento de Miguel Franco, notável actor, encenador e dramaturgo leiriense, apontando o fim de Agosto para o fazer, mas entretanto achei por bem fazê-lo no inicio de Julho para despertar o interesse dos prováveis interessados a tomarem parte no que o cardápio cultural tem para nos ofertar nos meses que vão para além do dia 28 de Julho que anteriormente dei a saber. No cinema, este esquecido filho da “rainha do lis”, ficou bem presente nos filmes Nova Vaga, O Cerco, Lotação Esgotada, A Fuga e os inesquecíveis Rei das Berlengas e Manhã Submersa. Tem um teatro com seu nome inserido no Mercado de Santana, uma acolhedora sala de espectáculos muito confortável e com boa acústica.

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Trata-se de um espaço que nasceu da reabilitação de um edifício do inicio do século XX, da autoria de Ernesto Korrodi, criado para albergar o Mercado Municipal. Depois de passar por utilizações varias, em 2002 passou a constituir um centro cultural. Aqui aproveito para corrigir o que no dito post disse em relação às actividades festivas que de 14 de Abril a 28 de Julho o Ciclo de Cinema preencheu, e eu situei no Teatro José Lúcio da Silva, quando afinal foi no Teatro Miguel Franco. Muito há ainda para saber e recolher da vida deste homem que se distinguiu ao serviço da arte de representar e transmitir cultura, que inspirou e apegou o vírus cultural a sua dileta filha, esta também famosa, mas nas artes plásticas e nos meios culturais do país e além fronteiras. Dela me falou há pouco com muita admiração o seu colega António Carmo também pintor consagrado.

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Trata-se da consagrada pintora Maria João Franco que a propósito da filmagem de O Rei das Berlengas – ou a independência destas, peça de Artur Semedo que em parte foi filmada no Castelo de Leiria, e pelos vistos coincidiu com 25 de Novembro de 1975. Ela nos conta: “que se gerou uma grande confusão” pois na cena tinha de entrar um helicóptero e daí tiveram de provar que não tinham nada a ver com os militares, mas sim e só com arte e cultura. A 2ª fase está pronta e a promessa cumprida. Na galeria Manuel Artur Santos, do Mercado de Santana, esteve patente uma exposição biográfica, e também a Legenda do Cidadão Miguel Lino, anunciada para 29 de Setembro e 08 de Outubro, às 15h00, na igreja da Misericórdia, se pode integrar no Centenário da Nascimento de Miguel Franco. Tudo merece ser tomado como tónico e também como preservação das figuras com direito a serem homenageadas pelos seus concidadãos. Sejam de que cor política ou credo religioso forem. Não devemos é servir-nos dos méritos de quem quer que seja para arrecadar os louros da vitória. Só assim seremos livres e libertadores. É que na política hoje são muitos os que se servem disso, trepar à custa dos outros. 

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26 de Junho de 2018

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E pronto, já entramos no Verão e o calor misturado com chuva e forte trovoada, este ano deu-lhe para se não com fogos, fazer os mesmos e piores estragos. Agora no Douro e em Trás-os-Montes. Vila Real, Lamego e Chaves foram as terras que desta vez pagaram as favas. Uma coisa é verdade e dela já a seu tempo fiz referência. Somos um país privilegiado, mas muito inconstante. Nada se pode programar porque o tempo estraga-nos os planos feitos a longo prazo. Quem supunha que o ano passado fossem os fogos a estragar o São João, e um ano depois o mesmo acontecesse com a chuva e trovoada? Claro que ninguém com cabecinha assente sobre os ombros.

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Sou dos que me deixo convencer que é melhor não incomodar que ser incomodado e para isso evito não fazer ondas quando a água está silenciosa e nem a brisa provoca a mais leve boliscadela. O tempo é mestre e ensinamos muito, assim nós queiramos aprender. Estou a lembrar-me do que valeu um dia nas Fisgas de Ermelo com o meu amigo Dr. Manuel da Silva Pegado tomar um trilho que me pareceu ser carreiro ali, ao pé da pedra amarela (parque-miradouro), e feito guia segui até onde o carreiro terminou. O pânico tomou conta de mim, e sem fazer alarde lá me consegui desenvencilhar do drama, que eternamente se alojou na mente. Mas curioso. Falando neste meu drama ao Dr. Pegado, ele nem disso se lembra. O que nós somos e as diferenças de sensibilidades que existem.

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Cada um sente as suas e o resto são cantigas. Achei piada ao me deter numa noticia recente em que a deputada Maria Manuel Rola, do BE, ficou furiosa por a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) vir a terreiro defender que “ as corridas de touros à portuguesa constituem uma parte integrante da herança cultural lusa, que o Estado tem a incumbência de promover e proteger”. Já ser a favor do aborto e da eutanásia, a sensibilidade dos mais velhinhos e das pessoas que pensam de modo diferente não contam nada. Há pobres “esquerdelhos” e quem vai na vossa cantiga!  A mim não me enganais vós. E não me venham com essa de que sou fascista, só porque não vou em cantigas 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 20:53

25 de Junho de 2018

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Como antecipadamente noticiei no sábado houve sardinhada na Bajouca, e como também disse foi com muita pena que não tomei parte na ramboia. Mas logo previ que ia ser festa rija pois até a ti Luzia do Virgílio Sousa tomou parte do tradicional festejar do São João que aconteceu no que foi chamado Lugar da Capela e hoje se designa por Bajouca Centro. No recatado espaço que o ti Bernardino Afonso em atenção à filha Lígia e ao genro Francisco generosamente disponibiliza nestas ocasiões festivas em que há arraial ou qualquer outro evento promovido em prol da comunidade.

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O dia não podia ser mais azado para este evento ao calhar em fim de semana, só que também nessa ocasião a Igreja tem a preocupação de amimar o Precursor com as devidas honras o que retira algum do populismo com que habitualmente o povo festeja São João. Desta vez até em Braga, Marcelo Rebelo de Sousa foi impedido de festejar, com uma baixa de tensão que não estava no programa. São avisos.

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Agora vem aí São Pedro, na Bajouca não há tradição de ser festejado, mas muitos bajouquenses vão andar por terras onde São Pedro é rei, como  Povoa de Varzim se calhar passarem por lá é aproveitarem para apreciar a boa gastronomia da “sardinha assada, com pimentos, broa, caldo verde e vinho que são elementos da festa”. E não se esqueçam da oração: “ Ó São Pedro, pedra viva da Igreja fundada por Jesus Cristo, Vós que fostes chamado pelo Senhor para ser pescador de homens e mulheres, Vós que dissestes: “Senhor, a quem iremos? Pois só Tu tens palavras de vida eterna”, vinde em meu auxílio com vossa intercessão junto a Deus, dando-me coragem para seguir o vosso exemplo de amor fiel a Cristo e anunciar a Boa Nova na família, na comunidade, no trabalho e em toda parte. Ó São Pedro, Vós que fizestes a mais bela declaração de amor: “Senhor, tu sabes que eu te amo”, ensinai-me, hoje, o caminho da justiça para que eu tenha saúde e paz e alcance a graça que Vos peço. (Aqui se faz o pedido):

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:33

13 de Abril de 2018

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Neste sábado, dia 24, pelo que ouvi na rádio pela manhã foi dia do Presidente da República e António Costa darem um passeio pelo país a ver como se portam os portugueses a limpar as matas que os fogos de 2017 não atingiram. É nisto que Portugal ganhou em relação aos tempos que ainda me lembro de quando surgia um fogo se corria ao sino da igreja ou capela e aí vai toda a aldeia em peso combater as chamas. Entretanto são criados os Serviços Florestais, os baldios são florestados e o Estado toma a seu cargo proteger o que é de todos. São construídas casas para os Guardas Florestais, contratadas equipas de pessoal para limpeza das matas (= montes na região de Basto), capatazes e tudo o mais necessário contra incêndios. Mas logo os benjamins politiqueiros do após 25 de Abril para cativar simpatia e votos, em vez de aproveitar o que nesta matéria de bom nos deu Salazar e Marcelo Caetano, riscou tudo da sua “agenda” mental e sem mais aquelas vai de entregar de mão beijada e sem contrapartidas essas matas e todo património às autarquias onde estão localizadas. Claro que as autarquias não estão vocacionadas para limpar e gerir matagais, nem fogos, mas sim servir e prestar serviço social, formativo e cultural aos conterrâneos e residentes da respectiva área ocupada. E o que recolhe dos pinhais é para aplicar em melhoramentos locais, e muitas vezes nem só...

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Com que autoridade vem hoje um qualquer governante exigir aos particulares que tenham os seus pinhais limpos, quando um Pinhal de Leiria ou Pinhal do Rei, encontrou na mata nacional as condições precisas para sua combustão, onde eu vi, antes do fogo, mato com mais de metro e meio de altura! Isto na Mata do Urso. Não brinquei com o fogo e deixem-se de dar lições para iludir o pagode.

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28 de Março de 2018

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O 25 de Abril deu para isto: com a liberdade o país e nação perdeu tudo quanto de prestigiante tinha. E ninguém venha dizer o contrário porque mente. Apontem lá quem tinha coragem de no fim de uma catástrofe como aquela que se abateu em Pedrogão Grande aproveitar o momento para saquear em seu proveito o muito ou pouco que na Câmara Municipal havia? E depois queixam-se que o António da Calçada ordenasse que gente desta fosse gozar férias em Peniche, no Terrafal e em outros lugares asados para esta gentinha apanhar sol. Aqui não incluo os puramente políticos, nem devo.

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Já estou a ver quem me acuse de fascista, e não sei de que outros apelidos mais, mas eu tenho as costas largas e posso bem com a carga toda. Não estou aflito estou é com pena das lacunas que a Comissão Técnica Independente encontrou e recomendou corrigir muitas das quais foram responsáveis pela morte de tantas pessoas e bens patrimoniais. Como também lamento que no caso do fogo de Oliveira do Hospital passado quase meio ano ainda hajam aldeias sem telefone fixo, telemóvel e luz eléctrica. É pena que isto aconteça e os gatunos continuem a medrar e a terem quem todo satisfeito os defenda e lhes bata palmas, se não é parece. Que dizer ao ver um Sócrates feito palestrante na mais conceituada Universidade do país, senão pensar assim! Já me não admiro nada se daqui a dias sair doutorado de Coimbra.

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Outra moda que nos trouxe o 25 de Abril foi essa de por tudo e por nada distribuir sorrisinhos e palmadinhas nas costas, muitas vezes mesmo sem se saber porquê e a que titulo. Mas adiante. Ao que consta foi agora detido um chefe de divisão da Câmara Municipal de Pedrogão Grande e aprendidos mais de 400 mil euros, lê-se em noticia de 21 de Março, e segundo a PJ para além deste estão também envolvidas uma tesoureira e um contabilista. É nisto que os portugueses devem ter respeito pelo governo do Dr. Passos Coelho porque além de honesto pôs a justiça em funcionamento e sem preconceitos meteu nas grades caça graúda, que não é fácil apanhar, e pelo tamanho e peso, de carregar com ela.  Abre os olhos zé vesgo

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 12:07

13 de Fevereiro de 2018

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Já há coligação na Alemanha e em face disso Merkel volta a formar governo e a ser a senhora da Europa. São destas mulheres que o mundo precisa e não das nossas bloquistas que só sabem pedir o que se não tem e se se lhe dá o que pedem dizem que não precisam. Fazem lembrar o que se constava ter acontecido em Coimbra, no tempo da outra senhora, em que numa reunião de contestatários, vigiados pela PIDE, algum no meio da acalorada intervenção se lembrou de pedir determinada benesse que não tinha e logo um ou uma camarada gritou: isso não, porque isso eles dão!

Conservadores de Merkel e os sociais-democratas de Schulz, chegaram acordo e é isso o que importa para que a Alemanha se mantenha forte e dê trabalho aos alemães e a quem lá trabalha. Além disso continue a ser exemplo de progresso e desenvolvimento para quem numa Europa unida se habituou a viver à custa dos mais ricos, como é o caso de país que todos nós bem conhecemos. Malandros que à custa dos fundos europeus bem se têm arranjado e feito fortuna sem trabalhar. E o zé que pague a crise. Começa a ser tempo de por a casa em ordem e como alguém dizia hoje, 7 de Fevereiro. é altura de pensar muito a sério no que pode acontecer se não se põe travão neste nosso deixa andar: o país afunda.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:21

28 de Janeiro de 2018

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Um daqueles domingos abençoados que vivi. Comecei com missa dominical na igreja de São Lourenço de Carnide e por volta das 15h00 sai de casa, almoçado, para na igreja de NS de Fátima, em Lisboa, tomar parte na Missa Nova do Padre Diogo Brito.

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Um novo sacerdote da Prelatura do Opus Dei. Este jovem sacerdote foi ordenado na igreja de Santo Eugénio, em Roma ( Itália ) no dia 29 de Abril de 2017.

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Fui amigo intimo de seu saudoso pai e por isso além do mais devia, como cristão, esta obrigação de estar presente num acto da mais nobre importância social e espiritual, onde a presença do Vigário Regional do Opus Dei em Portugal, se destacou. 

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Também a presença do Padre Veloso, filho do meu saudoso amigo o médico Dr. Veloso, foi motivo de muita alegria para mim vê-lo na igreja de NS de Fátima, local onde há muitos anos, encontrando-me ali em devoção, senti nas costas um pesado safanão que em andamento me deu um estranho desconhecido. Era o Padre Manuel Couto, então pároco de Britelo (Celorico de Basto) e director do jornal Terras de Basto,  que tinha sido ali coadjutor, e veio em visita. Fê-lo por brincadeira ao me ter reconhecido ali.

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Só posso dizer que foi um dia encantador que Deus me deu para gozar neste aproximar do final do mês que encerra consagrado a São João Bosco, e que como São Josemaria Escrivá são santos da minha predilecção. Igreja cheia e enriquecida com mais um operário para trabalhar na ceara do Senhor, neste caso afecto à Prelatura do Opus Deis que tem neste momento à frente dos seus destinos em Portugal o monsenhor Rafael do Espírito Santo, filho de pais transmontanos que Deus lá tem, mas que foram transmontanos com provas dadas.

 

 O vídeo dá uma ajudinha a ver melhor o que foi

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:13

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