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O site da Senhora da Graça

por aquimetem, em 04.03.18

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Passei casualmente pelo site da Senhora da Graça  e ao abri notei que algo de anormal se passa ali. A falta de um pároco com residência em Vilar de Ferreiros faz-se sentir e pode vir a provocar novas contendas entre vizinhos que já estavam serenadas. Mas do que se trata, perguntarão? Eu digo: o site em causa apresenta-se para mim determinantemente a tender para se sobrepor a tudo quanto tem de original, esquecendo quem forneceu os dados que com muito esforço e pesquisa foi aos alfarrábios arrancar o que hoje é informação ao dispor de quem gosta de saber.

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Não esquecer que parte do que consta ali tem direitos de autor e não podem ser usados sem consulta prévia de quem os forneceu na condição de seus nomes constarem visíveis e assim quem consulta o site saber as fontes onde se fundamenta a informação. O Povo de Basto foi elo dessa informação que do saber de Primo Casal Pelayo transbordou para as páginas.

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Tenho reparado que pouco a pouco foram banindo o que em rodapé inicialmente constava no original e leva-me a não calar esta falta de rigor informativo, além do que pode esconder sem que a Irmandade de Nossa Senhora da Graça se aperceba, ou pior ainda se deixe ludibriar. Vamos a pôr os pontos nos “ii” antes que seja tarde. Fica o alerta,  e a chamada de atenção a quem está à frente da Irmandade, mormente o Sr. Padre João Paulo.

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publicado às 21:19


O Sargento Teixeira

por aquimetem, em 19.02.18

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Conheci o Sargento Teixeira, na Senhora do Castelo  em Coruche, já não sei em que ano foi. Só sei que foi no casamento de um meu saudoso amigo de Fornos do Frazão, o Guáldino, que para o efeito me convidou. Convite idêntico recebeu por certo o meu saudoso conterrâneo que ao tempo era o comandante do posto da GNR daquele simpática vila ribatejana que o rio Sorraia embeleza. Ficamos amigos e a partir dali sempre que passava por aquelas bandas ia ao posto cumprimenta-lo. Entretanto foi aposentado e soube que veio viver para o concelho de Celorico, donde creio era natural. Também tive conhecimento que veio para Mondim onde trabalhou no escritório do Dr. Prior, advogado, mas nunca tive oportunidade de o contactar. Os anos passaram e entretanto chegou o fim da jornada....  Só muito recentemente, despertado por um amigo  que me  sabia ser amigo dele se  lembrou, ao manusear, na minha presença, O Povo de Basto, de 20/12/17, de chamar atenção para a noticia  do seu falecimento. Deixou saudades. Nascido a 30/01/1928, o saudoso extinto faleceu a 09/12/2018 com 89 anos. Ainda que fora do tempo, a toda a família em luto os meus  sentidos pêsames. Que repouse em paz.

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publicado às 20:43

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Achei graça a esta do governo querer pôr o fisco a cobrar multas a quem não paga nos transportes públicos, como já não chegasse a respectiva fiscalização das empresas tirar ao transgressor o titulo de transporte, e obrigando a tirar outro além da coima a que fica sujeito. Por alguma razão esta gente que vive à custa dos contribuintes mostra tanto interesse no administrar empresas que na mão dos particulares exigem sejam exemplares nos serviços a prestar ao cidadão e quando delas se apossam tão mal servem e encarecem. Este governo tem ideias raríssimas....

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Mas como nos transportes pior ainda nas nacionalizações e no património nacional como no caso do Pinhal de Leiria, que parece vai passar a ser sobreiro. E dos mais que ficam por enumerar é só passar por onde existem para se tirar a prova. No que toca a património construido basta ver em Tempo Caminhado de 8 do corrente para se formar opinião.

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Ora vejam:“Há património do Estado classificado ao abandono às portas de Lisboa.O forte de Santo António do Estoril, onde Salazar viveu entre 1950 e 1968, encontra-se completamente desfigurado. O monumento construído no século XVI durante o domínio Filipino, está protegido por lei como imóvel de interesse público, mas nada está a ser feito para impedir a sua destruição”.  Como este tantos outros e das nacionalizações se não fosse serem alguns deles adquiridos por particulares já nem vestígios havia, caso do mosteiro de Pombeiro, Arnoia e tantos outros. 

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As pessoas devem ler mais em vez de ver televisão que dá cabo da vista e da mente. Devem estar mais atentas ao que se passa pelo mundo e pelo nosso país. Estar informadas para poderem ter opinião e não serem ludibriados.

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Hoje foi um amigo que me veio despertar que no meu concelho se  tinha declarado mais um caso, daqueles casos que por aí abundam, respondi : “Não tenho nada a ver com isso, pois até tenho simpatia por ele. Mas dizem que "quando há fumo há fogo" e para lá ir a SIC, é porque tem pista onde pode correr... Seja culpa dele seja do anterior se a PJ entrar eles acusam-se mutuamente. E então como diz o ditado, "zangam-se as comadres, sabe-se as verdades". Oxalá não seja nada, pois ele tem feito obra e não sendo mondinense é dos melhores que passaram pela Câmara de Mondim. Politicamente não alinho com o seu partido, mas como autarca sou seu admirador. Muito mais grave é esta da reserva do antiviral Oseltamivir, que Portugal adquiriu em 2005 como medida preventiva contra uma pandemia de gripe, por 22,5 milhões de euros, deixou de ter condições de segurança e vai ser destruída, revelou a directora-geral da saúde. Acho que se não deve gastar o dinheiro assim. Tanta gente que não tem um chavo para comprar pão 

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publicado às 17:18


O Rigor histórico ou falta dele

por aquimetem, em 21.01.18

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Não sei o critério que as enciclopédias usam para recolher as informações que põe ao dispor dos seus consultores, só sei que muitas vezes deparo com faltas de rigor histórico muito  enganosas que me provocam muita  pena. Foi agora o caso, numa recente consulta que fiz à enciclopédia livre Wikipédia à volta de Vilar de Ferreiros onde ao fazer a descrição das aldeias da respectiva freguesia omite duas das suas mais importantes povoações que são Campos (parte) e Cainha. É nestes termos que cita: “Vilar de Ferreiros é uma freguesia portuguesa do concelho de Mondim de Basto, com 16,15 km² de área e 1 136 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 70,3 hab/km². A freguesia de Vilar de Ferreiros é constituída pelas aldeias de Vilarinho, Vilar de Ferreiros, Pedreira, Vila Chã e Covas, por ordem decrescente”. Basta consultar o Arquivo Distrital de Vila Real para logo confirmar que a paroquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros é composta pelos lugares de Cainha, Campos, Covas, Pedreira, Vila Chã, Vilar de Ferreiros e Vilarinho. Foi abadia da apresentação dos marqueses de Marialva, e vem mencionada nas Inquirições de 1220, sendo já um pequeno município ao qual D. Sancho I estendeu os foros e privilégios outorgados ao vizinho concelho de Ermelo. A ignorância por vezes nestes casos serve de pretexto para mais tarde os mais astutos se agarrarem ao que sem qualquer rigor alguém despejou como sendo informação e mais não é do que enganosa noticia. Não é culpa da enciclopédia livre Wikipédia, mas de certos amadores em matérias que conhecem mal e para se exibirem fazem com elas bandeira.

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Situada no ermo oriental da aldeia denominada Serra de Mondim, fica a povoação de Campos, no caminho – hoje estrada – que liga as terras de Basto a Vila Real ( via Lamas  de Olo). E patamar de quem a pé por Mondim sobe ao santuário de NS da Graça ( Monte Farinha). Entre Campos e a aldeia de Vilar de Ferreiros fica a Cainha, ambas fazem parte da Freguesia de Vilar de Ferreiros, mas tanto Campos, como Vila Chã são divisórias, Campos com São Cristóvão de Mondim e Vila Chã com São Salvador do Bilhó.

 

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publicado às 15:58


Parabéns à Maria da Graça

por aquimetem, em 04.01.18

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Que não vai gostar deste meu gesto de gratidão e sincera amizade já sei antecipadamente, mas ficava de mal com a minha consciência se ao menos neste dia de hoje, 4 de Janeiro omitisse o aniversário da minha distinta conterrânea Maria da Graça Borges de Matos. Os anos não digo, porque às senhoras nunca se pergunta a idade, é corrente dizer. O que neste dia além dos parabéns tenho para realçar desta admiradora e divulgadora dos poetas e prosadores transmontanos é o que já acerca de uns 8 anos, quando a conheci pessoalmente, num encontro que juntou três escritores barrosões em Lisboa, disse dela : “Os nobres sentimentos de generosidade e gratidão com que por regra se adorna a alma transmontana fazem-se evidenciar e reflectir nos actos e atitudes da Maria da Graça”, disse-o então e repito neste dia 4 que desejo goze muito alegre e feliz.  Parabéns à Maria da Graça

 

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publicado às 05:27


Mondinenses que a história local ignora

por aquimetem, em 11.11.17

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Tive à  dias a visita de um conterrâneo meu que não via há anos, pese de vez em quando nos comunicarmos telefonicamente. Falo do Mário do Ervedeiro, um mondinense da velha guarda que não sendo da classe dos bachareis, é do grupo dos que prezam as origens e os valores históricos e culturais da terra onde nasceram e se mantêm ligados de maneira carinhosa. Natural de São Cristóvão de Mondim de Basto, onde no lugar do Ervedeiro nasceu, a 5 de Dezembro de 1948, o Mário que tomou por alcunha o lugar de nascimento, tem costela materna na minha freguesia, pois a mãe Beatriz Gonçalves Miradouro, de saudosa memoria viu, pela primeira vez, a luz do dia no "Bordalém" ( Bairro de Além) em Vilar de Ferreiros. Conheci-a  muito bem,  assim como o marido, Joaquim António Machado, natural de Atei, quando caseiros do Abade Miranda, em Vilar .Mas é do Mário e do motivo que o moveu desta vez para me visitar que vou falar. Vinha munido de papéis e empurrado pelo desejo de ver realçado o nome de quem se destacou na defesa daqueles que ficaram nos seus postos de ocupação, ora mais perto, ora mais afastados do cenário de guerra onde se desenrolaram as operações militares da 1ª Grande Guerra Mundial, como foi o caso do soldado Alfredo Machado que combateu em França. Este combatente que foi "prisioneiro de guerra", era natural de Atei, onde nasceu a 27 de Dezembro de 1895 no lugar da Barroca. Era filho de Bento Machado e de Maria Amélia Portela de Figueiredo, residentes nesse local. Alistado a 16 de Agosto de 1915, embarcou para França em 23 de Setembro de 1917; após regressado ao país foi licenciado a 30 de Agosto de 1919, passando entretanto à reserva activa a 31 de Dezembro desse mesmo ano. Em França combateu e batalhou por forma a merecer ser distinguido com a "Medalha Militar de Cobres", 1917/1918. Terá sido também um dos combatentes da batalha de 9 de Abril em La Lys, onde o nosso transmontano "Milhões" se notabilizou. Certo é que se trata de um daqueles mondinenses que honraram a terra e a gente deste concelho e da região de Basto, sem fazer alarido, mas apenas guiado pelo dever de cidadania e nobreza de carácter típico do povo honrado e laborioso. Foi dado como morto, na guerra e por isso tinha na terra o alcunha do "morto vivo".

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Foi isso que fez o neto vir ter comigo para me falar do seu avô. E não só, do avô, também de um tio paterno que no Brasil se tornou figura estimada e reconhecida pelo seu espírito empreendedor e generoso. Cedo emigrou para o Brasil, tendo-se fixado em Tauá, um município brasileiro do estado de Ceará, na região nordeste do país. Começando por vendedor de pão, de Portugal levava umas luzes de carpintaria em que foi iniciado. Isto lhe foi muito útil pois além do jeito para o comercio de merceeiro, e de negociante em ferro-velho, o Sr. Alfredo Machado - tinha o nome do pai - foi um apaixonado por projectos de construção que sempre conciliou com as demais actividades. A sua coroa de glória surge em 1976 quando vê a construção da igreja de Nossa Senhora de Fátima, na estrada do Dendê, obra que planejou e foi director responsável. Faleceu a 31 de Outubro de 2015. Ao Mário Machado, neto de um Alfredo e sobrinho doutro, os meus parabéns por se lembrar de mondinenses que a história local ignora mas que por onde passaram marcaram e honraram destacadamente as suas origens. 

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publicado às 13:39


Combater a bom combate

por aquimetem, em 06.09.17

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Há de pensar muito boa gente que, na década de 60, fui demasiadamente agressivo na defesa dos direitos paroquiais e administrativos de Vilar de Ferreiros,  no Santuário de Nossa Senhora da Graça, no Monte Farinha. Também assim pensaria se não fosse estar por dentro de toda a história que levou ao repor da legalidade e da verdade histórica. A legenda que consta nesta imagem, justifica bem a minha agressividade de então.

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A Republica abriu ali caminho à usurpação, de forma tal que nem o 1º bispo da recem criada Diocese de Vila Real, em 1922, se sentiu com coragem de mexer no problema. Só mais tarde, na década de 50, D. António Valente da Fonseca tomou a iniciativa de reparar a injustiça, que depois D. António Cardoso Cunha ratificou, nomeando e entregando a administração definitivamente  ao pároco de São Pedro de Vilar de Ferreiros. Demorou e deu muito trabalho, que foi enriquecido com o labor de  uma equipa notável de obreiros onde se distinguiram os saudosos D. Joaquim Gonsalves, Padre Manuel Joaquim Correia Guedes e Manuel Lopes.

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Como estes outros mais, sobretudo os peregrinos, romeiros, devotos e amigos, que deram o seu contributo para que sob administração da paróquia de Vilar de Ferreiros, o santuário da Senhora da Graça saisse do marasmo, e logo as ofertas fossem transformadas no embelezamento e enriquecimento de todo aquele recinto sagrado, onde Nossa Senhora e o Apostolo Santiago têm lugar privilegiado.

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Desde restaurante, centro de apoio e acolhimento ao peregrino, instalações sanitárias, venda de objetos alusivos ao local, e sobretudo a oferta de um panorama inigualável que do cimo do Monte Farinha se disfruta.

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O recente melhoramento que graças ao empenho do Eng. Humberto Cerqueira, presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, e interesse manifestado pelo Mário Borges Lopes e o pároco Sr. Padre João Paulo, veio enobrecer mais e valorizar este espaço, com eletrificação publica e arranjo dos passeios. Parabéns a toda esta gente generosa e devota de Nossa Senhora da Graça e de Santiago, o "Santinho".

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publicado às 15:03


A Peregrinação de 2017

por aquimetem, em 30.08.17

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A Peregrinação  de 2017, em honra e louvor de Nossa Senhora da Graça, vai como de costume realizar-se no 1º domingo de Setembro, que este ano calha no dia 3. Preside , como é tradição, o bispo diocesano, agora D. Amândio Tomaz. Do programa, destacamos: às 08h00 - Confissões; às 10h30 - inicio da Procissão no Largo de Santiago, com recitação  do terço ; às 11h00 - Missa Solene; às 12h00 - Procissão de despedida a Nossa Senhora.

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Situado no cimo do Monte Farinha - Vilar de Ferreiros, Mondim de Basto - este santuário mariano é dos mais famosos de Trás-os- Montes e do norte de Portugal também. A localização é do mais belo que existe e a região convida, assim como o local, não apenas à admiração, mas sobretudo à  contemplação. Aproveitemos para o fazer este ano, no dia 3 Setembro, domingo.

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publicado às 10:21


Fiquem por esta região

por aquimetem, em 17.07.17

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Aí temos em grande a 2ª maior festividade afecta ao Santuário de NS da Graça que anualmente ocorre no Monte Farinha. Foi a Ascensão do Senhor, no último domingo de Maio; agora, no próximo dia 25, a romaria de São Tiago, e no 1º domingo de Setembro, a grande Peregrinação a Nossa Senhora da Graça. Do programa destacamos, do dia 25, por ser dia do romeiro, os horários das actividades:
Ás 07h00-Alvorada. Às 08h00 – Confissões.
Às 09h00 – Entrada da Banda de Zés P’reiras.
Ás 09h30 –Actuação de Rancho Folclórico.
Ás 10h15 – inicio da procissão no Largo de São Tiago (com recitação do Terço).
Às 11h00 – Missa Solene.
ÁS 12h00 – Procissão dos andores (com destino ao Santuário).
Suplicas de adeus ao Sr. Santiago.
Das 13h00 às 15h00 de grupo folclórico.
A ordem e orientação do transito, como de costume cabem à GNR de Mondim de Basto manter.
Aproveitem a romaria e fiquem por esta região que tem muito que ver e sabores para apreciar. Esperem pela chegada dos ciclistas da Volta a Portugal que no dia 8 de Agosto vem de Boticas vencer a etapa “Rainha da Volta”, no Monte Farinha ou Senhora da Graça.

 

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publicado às 15:48


O domingo da Ascensão do Senhor

por aquimetem, em 01.06.17

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 Abriu a temporada forte do Monte Farinha em festa. Foi no dia 28, com a festa da Ascensão de Senhor ao Céu que São Pedro entendeu contemplar com frio, mas em oposição os devotos de Nossa Senhora da Graça e do Santinho, Santiago, com muito calor no peito de gente de fé.

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É uma daquelas festas que arrasta centenas de fieis ao santuário mais sedutor de terras de Basto e ao miradouro mais nobre do norte de Portugal, famoso pela sua forma cónica vista de quem de poente entra por Amarante em terras de Santa Senhorinha. 

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 Mais uma vez não assisti a este evento que há uns anos a esta parte tem servido para o Arciprestado do Baixo Tâmega fazer a sua peregrinação anual no “Iteiro da Senhora”. 

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Forma habitualmente na Fonte do Salgueiro e em marcha segue até ao Lg. de São Tiago onde se organiza a procissão que culmina no cimo do Monte Farinha com Missa campal e recolha da imagem ao Santuário. 

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Não fui, mas uma minha emissária se encarregou de presenciar e retratar os pontos mais nobres da festividade que eu agora divulgo em post, além do mais, também como reconhecimento a quem fez o favor de me dar noticias colhidas in loco.

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Festa que anualmente se celebra no Monte Farinha no ultimo domingo de Maio e que este ano, por coincidência, aconteceu no domingo em que se celebrou o Dia da Ascensão do Senhor ao Céu. À fotografa Cristina o meu muito obrigado pelas fotos.

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publicado às 16:53


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