30 de Outubro de 2018

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 Do padre Manuel Couto que foi pároco de Celorico de Basto encontrei post seu que aproveito para divulgar junto dos meus leitores. Este distinto sacerdote que foi fundador do Noticias de Basto e da Rádio Basto vive na Povoa de Varzim, mas na qualidade de confessor e pregador notável presta serviço no santuário de Fátima, como confessor. Ao que transcrevo seu e como acrescimo deixo as orações que o Papa Francisco convida que se passem a rezar todos os dias no fim do terço. E que são: " À vossa proteção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas nas necessidades: mas livrai-nos sempre de todos os perigos, Virgem gloriosa e bendita. V/. Rogai por nós Santa Mãe de Deus. R/. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo". " Oração a S. Miguel Arcanjo: São Miguel Arcanjo! Defendei-nos neste combate; sede nossa guarda contra as maldades e ciladas do demónio. Instante e humildemente pedimos a Deus sobre ele impere, e vós, príncipe da milícia celeste, com esse poder divino precipitai no inferno a Satanás com os outros espiritos malignos, que vagueiam pelo mundo para perdição das almas. Amen ".

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21 de Julho de 2018

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Hoje fez anos o meu genro Luis Gottschalk Silva e para festejar o evento os meus compadres ofereceram o almoço servido na sua vivenda em Santo Amaro de Oeiras. Por volta do meio dia tinha aqui à porta o trio, constituído pelo aniversariante, a Gisela e o Alvarito que nos vieram buscar e conduzir ao respectivo destino.

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 Um almoço servido com carinho maternal e com o esmero de quem sabe e tem gosto de pôr à prova a arte de bem cozinhar, em paralelo com a de competente professora aposentada de língua inglesa. Dia muito bem passado, e sempre rico em aprendizagem dado que naquela casa se recolhe lições do mais diverso género, uma foi quando já a meio da tarde entendi levantar-me e perguntar se também foi para o jantar que nos tinham convidado.

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Logo perceberam a minha brincadeira para dizer que só estavam à espera que o Luís acabasse de pintar a parede de um quarto da mansão. O ser arquitecto ou advogado nesta família serve apenas como instrumento que facilita arranjar trabalho, para trabalhar.

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Outra coisa curiosa que descobri foi ver o “Iety” , um cão que à sete anos mantive em minha casa durante meses até que chegasse a ocasião do Luís oferecer à mãe como prenda de aniversário, e não é que hoje o bicho se não me conheceu deu sinais disso pois não se afastou de mim, nem da minha mulher. Quase com a mesma ternura como lida com quem diariamente o acarinha. Os animais por vezes tem gestos que faltam aos humanos.

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15 de Julho de 2018

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No inicia da década de 60 desci do norte e só parei em Lisboa. Vinha com carta de apresentação do Abade Miranda para o seu sobrinho Joaquim Ribeiro Bouça, figura conceituada na construção civil e residente que foi na Estrada de Benfica (paróquia de NS do Amparo). Só anos mais tarde lhe fiz entrega da carta que depois de ler ma devolveu uma vez que não precisei da ajuda dele para arranjar trabalho. Precisei foi do DN onde coloquei um anuncio a pedir emprego. Demorou apenas um dia e lá me calhou a Rua da Junqueira ser o meu novo ninho, agora vizinho dos “velhos do Restelo”.

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Por aqui me fiquei e logo nessa passagem de ano, tive um convite do saudoso ator José  Pedroso de Carvalho para como ilusionista actuar no Belém Clube. Nessa actuação ganhei logo mais dois amigos que já  tenho na terra  da verdade: O ilusionista Rollão e Luís Filipe Salreta . Tinha Santa Maria de Belém a meu lado e os seus devotos na mão. Pelo meio ficam muitas histórias por contar, como é norma de quem as vive e não as sabe contar ou não tem disponibilidade.

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(Chão salgado onde Marquês queimou os Mascarenhas)

Mesmo em Belém isso vi acontecer. Que diferença para os dias de hoje, para estes dias que dizem são modernos ou  de modernices fui encontrar uma juventude sã e muito dinâmica que também na política se meteram, e pela igreja começaram com o Padre Felicidade por timoneiro. O Reis que foi do MRPP, e soube há pouco, já faleceu; o saudoso  António Janeiro, que foi deputado do PS; e dos mais não falo porque nem tudo se deve dizer, senão no confessionário.

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Sem nunca perder a fé que minha mãe me incutiu e eu ainda que vagamente arrebanhei, nunca me arredei muito desse tónico espiritual que nos segura quando em dificuldades não temos onde nos agarrar. E se bem que já nessa ocasião os maus ventos sopravam carregados de bactérias e micróbios pocinhentos, a verdade é que ainda havia muita gente sã que vinha dos tempos em que como era ensinado ninguém se deitava nem levantava sem dar as boas noites ou os bons  dias  aos país, nem de saudar a pessoa por quem se passava na rua. Mesmo em Belém isso vi acontecer. Que diferença para os dias de hoje, para estes dias que dizem são modernos ou de modernices

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Na casa onde almoçava conheci o Dr. Primo Casal Pelayo, pessoa de poucas conversas e muita leitura. Não fora um dia passar pelo meu local de trabalho a pedir para lhe deixar colocar um aviso relativo ao seu colégio jamais se aproximava dos convivas. Um dia, um militar meu conhecido, o tenente Coelho, que foi aluno do Colégio dos Pelayos, em Vila do Conde, ao ver-me tomar café no antigo Quiosque de Belem à mesa com o Dr. Pelayo, confidenciou-me: Em Vila do Conde ninguém tinha essa honra que o Costa Pereira tem. Mas mal sabia ele que por meu intermédio crescia o numero de alunos no Externato Latino Coelho. Pagou bem com o fecundo trabalho que sobre a Ermida de Nossa Senhora da Graça, em Vilar de Ferreiros, publicou, e dedicou a D. António Cardoso Cunha, então bispo da diocese de Vila Real. Memórias de tempos idos

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04 de Julho de 2018

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Não tenho palavras para justificar a minha ausência no Pavilhão do Conhecimento do Parque das Nações, em Lisboa. Mas o facto é que não fui lá em nenhum dos 3 dias que lá decorreu o IV CONGRESSO TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO, promovido pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, sediada no Campo Pequeno, nº 50-3º Esq., e presidida pelo dinâmico transmontano Hirondino Isaías. Mas o carinho com que acompanhei e louvei a iniciativa por certo me desculpa a comparência que motivos maiores me impediram de poder assistir. Quando os anos começam a pesar e descarregam os quilos em cima das pernas e não só, dão nisto. Só levados ao colo ou então de carro até onde se precisa ir. Calhou mal porque faltou quem se prontificasse para me satisfazer essa vontade. Bem mais diferente aconteceu por certo com muitos daqueles que desempenados e ainda cheios de genica não compareceram num dos mais extraordinários eventos que nestes últimos anos a Casa dos transmontanos e alto durienses da colónia alfacinha promoveu.

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A ele se referiu com rasgado elogio, o Dr. Barroso da Fonte, como vi em Tempo Caminhado, de 16/6, onde relata: "Mas já escrevi que valeu a pena, mesmo que apenas estivessem membros da Casa Regional de Trás-os-Montes, com sede em Lisboa que foi a organizadora. Mesmo assim estiveram figuras representativas das instituições culturais, como da UTAD e do Politécnico de Bragança, autarcas de: Bragança, Miranda do Douro, de Freixo de Espada à Cinta, Vila Real, de Alfândega da Fé, de Mirandela, Carrazeda de Ansiães. Passaram por lá: o Secretário de Estado da Agricultura, o Director-Geral das Florestas, Isaltino Morais, Júlio Meirinhos, Abel Moutinho (de Valpaços), Armando Fernandes Presidente dos Caretos de Podence, Presidente da Associação de Agricultores, Guilhermino Pires, de Murça que fez história com a casa do Soldado Milhões, Jorge Valadares (de Chaves), António Chaves, (de Montalegre), Jorge Lage e Jorge Golias (de Mirandela), Coronel Martins Lopes (de Vimioso) e o Doutor Armando Palavras que ali aflorou laivos da sua Tese de Doutoramento sobre Arte Sacra em Santa Marta de Penaguião. O Secretariado do Congresso apressou-se – e bem – a redigir as conclusões em 9 páginas, que podem encontrar-se na Net. Serão estes alguns dos nomes e dos temas que vão ficar para a História dos quatro congressos Transmontanos, entre 1920 e 2018. Para além das conclusões temos a Antologia de autores”. E à volta desta descreve:  “A metodologia dos 145 autores de 35 concelhos da área geográfica que o Rio Douro irmana, onde as confrontações naturais não condizem com as normas administrativas, pode não agradar a todos aqueles que já leram ou vão adquirir e ler este grosso de volume da Antologia. Armando Palavras não se confinou aos 26 concelhos dos dois distritos de Bragança (12) e Vila Real (14). Armamar, Figueira de Castelo Rodrigo, Lamego, Meda, Resende, S. João da Pesqueira, Tabuaço, Tarouca, Vila Nova de Foz Côa e Sernancelhe são dez concelhos que pertencem à Beira Alta. Mas situam-se na margem esquerda do Douro. E as características do solo e do subsolo identificam-se mais com Trás-os-Montes (Terra Fria e Terra Quente) do que com a Beira Alta. A revisão administrativa de Relvas, em vez de reconciliar a história, respeitando-a e promovendo-a, destruiu a ancestralidade orográfica, histórica e moral das freguesias Portuguesas”. 

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Que estive atento e apontei nomes que também gostava de ver incluídos na Antologia, sabe o bem o Doutor Armando Palavras pois lhos apontei. Também não posso falar se constam ou não uma vez que ainda não vi a obra e apenas só pelas boas referências aqui a cito. Mas tem forçosamente que ser trabalho digno de figurar nas melhores bibliotecas garanto.

 

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26 de Junho de 2018

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E pronto, já entramos no Verão e o calor misturado com chuva e forte trovoada, este ano deu-lhe para se não com fogos, fazer os mesmos e piores estragos. Agora no Douro e em Trás-os-Montes. Vila Real, Lamego e Chaves foram as terras que desta vez pagaram as favas. Uma coisa é verdade e dela já a seu tempo fiz referência. Somos um país privilegiado, mas muito inconstante. Nada se pode programar porque o tempo estraga-nos os planos feitos a longo prazo. Quem supunha que o ano passado fossem os fogos a estragar o São João, e um ano depois o mesmo acontecesse com a chuva e trovoada? Claro que ninguém com cabecinha assente sobre os ombros.

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Sou dos que me deixo convencer que é melhor não incomodar que ser incomodado e para isso evito não fazer ondas quando a água está silenciosa e nem a brisa provoca a mais leve boliscadela. O tempo é mestre e ensinamos muito, assim nós queiramos aprender. Estou a lembrar-me do que valeu um dia nas Fisgas de Ermelo com o meu amigo Dr. Manuel da Silva Pegado tomar um trilho que me pareceu ser carreiro ali, ao pé da pedra amarela (parque-miradouro), e feito guia segui até onde o carreiro terminou. O pânico tomou conta de mim, e sem fazer alarde lá me consegui desenvencilhar do drama, que eternamente se alojou na mente. Mas curioso. Falando neste meu drama ao Dr. Pegado, ele nem disso se lembra. O que nós somos e as diferenças de sensibilidades que existem.

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Cada um sente as suas e o resto são cantigas. Achei piada ao me deter numa noticia recente em que a deputada Maria Manuel Rola, do BE, ficou furiosa por a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) vir a terreiro defender que “ as corridas de touros à portuguesa constituem uma parte integrante da herança cultural lusa, que o Estado tem a incumbência de promover e proteger”. Já ser a favor do aborto e da eutanásia, a sensibilidade dos mais velhinhos e das pessoas que pensam de modo diferente não contam nada. Há pobres “esquerdelhos” e quem vai na vossa cantiga!  A mim não me enganais vós. E não me venham com essa de que sou fascista, só porque não vou em cantigas 

 

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13 de Junho de 2018

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O adágio que na minha terra-berço ouvi e aprendi só passados muitos anos, cerca dos 80, pude confirma-lo, mediante a temperatura e os chuviscos com que a natureza nos presenteou neste inicio do mês de Junho de 2018. Não me lembro de como este ano o adágio assentar tão bem quando diz: “ A velha guardou a melhor cepa para comer as cerejas à lareira”. Antes dos Serviços de Meteorologia existir, os homens guiavam-se primeiro pelo sol, pela lua, pelas estrelas e depois mais tarde pelos Borda d’Águas, que foram os primeiros a fazerem o arrolamento do saber secular e empírico dos povos. Mas ainda hoje há quem semeie e plante em obediência às regras tecidas pelos bordas d’água que têm nas luas e nos ditos populares forte sustentação.

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Depois dum ano em que Portugal foi martirizado com incêndios florestais, entramos noutro com chuvas torrenciais que já destruíram plantações, culturas, animais e alfaias agrícolas por todo o país. Logo em Março, o chuva intensa e um tornado no Algarve fez uma vitima por afogamento, num carro arrastado por uma ribeira, foi em Castro Verde. Mas por todo o território nacional se fez sentir o mau tempo com portos e barras marítimas encerradas. Também em Lisboa a forte ondulação obrigou a cortes da circulação, na marginal, entre Cascais e Lisboa. Quando se pergunta: se será da mudança climática? - Não digo que sim ou que não. É verdade que no dia 1 de Junho  começou o Verão Climatológico, aquele que assinala a média histórica das temperaturas, mas de momento, tempo quente não se sente. Apenas um adágio popular para dar a resposta certa. Que eu corroboro: não só a velha, mas também o velho guardou o melhor cepo para comer as cerejas ao lume. E além da corrupção o que mais virá para o resto do tempo que falta deste 2018?

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27 de Maio de 2018

 

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Não tenho palavras para justificar a minha ausência no Pavilhão do Conhecimento do Parque das Nações, em Lisboa. Mas o facto é que não fui lá em nenhum dos 3 dias que lá decorreu o IV CONGRESSO TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO, promovido pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, sediada no Campo Pequeno, nº 50-3º Esq., e presidida pelo dinâmico transmontano Hirondino Isaías. 

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Foram três dias 25, 26 e 27 de Maio, precisamente aqueles em que me foi impossível assistir por motivos que a idade também já  começa a querer mandar naquilo que nos apetece fazer. O que me não impediu de em pensamento viver o evento com agrado e confiante no êxito esperado pela organização e na respetiva adesão dos transmontanos disponíveis para colaborar nestas louváveis iniciativas Com os governantes também noutro congresso partidário na Batalha (Leiria), por certo que se fez notar a presença de um ou outro dos ministeriais que sempre arrastaria atrás de si a comunicação social  que por norma só assim se vê neste género de  iniciativas culturais. 

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Porém valeu por todos a adesão do Sr. Presidente da Republica, sempre disponível para tapar os buracos onde os responsáveis diretos não são capazes de chegar. E para isso além da visita surge na ANTOLOGIA DE AUTORES TRANSMONTANOS, DURIENSES E DA BEIRA TRANSMONTANA, o Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa com a sua mensagem escrita dirigida a toda a gesta transmontana. Uma obra que integra 145 co-autores, entre eles 36 são do sexo feminino.  Aos principais obreiros Dr. Hirondino Isaías, Dr. Armando Palavras e outros, como o Coronel-Engenheiro Jorge Golias, as minhas sinceras felicitações. Bem hajam.

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25 de Março de 2018

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Nestes últimos tempos não me tenho encontrado com o conceituado pintor António Carmo aquele distinto alfacinha que com o pincel e paleta reproduz para a tela o que na sua alma de artista muito bem se guisa. Esta manhã, 12 de Março, um toque por e-mail deu origem a um dos acostumados encontros de tempos não distantes, mas que devido a um trambolhão que deu, e a uma dor que me atacou as costas tanto ele como eu temos andado a fazer fisioterapia e lá se foram os habituais encontros que na Estação do Metro (da Baixa- Chiando) quase todos os dias se davam.

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 Foi uma boa ideia e deu para trocar impressões e saber de como vai a sua actividade artística que por norma é sempre em crescente pois o seu dinamismo e engenho criativo nunca o deixa sossegado, senão a criar aquilo que só sabe fazer: Arte !

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Quando ao despedir-me quis saber se tinha em exposição alguns dos seus trabalhos respondeu que sim, que tinha desde o passado dia 10 de Março e até Junho uma exposição no Museu de Tavira, onde se vai manter até ao inicio do próximo Verão. Lá fui pesquisar ao Google e recolhi matéria para fazer esta merecida noticia. E do que não sabia fiquei a saber que foi a Beatriz Costa quem lhe comprou o primeiro quadro, e dos escritores a fazer-lhe referencia foi Baptista Bastos que o apelidou de “ mão feliz”. Curiosidades.

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Trata-se de uma exposição como já fiz referencia integrada no meio século de actividade do artista, aqui com o titulo “ 50 Anos de Pintura ... até Tavira”. Foi um dia 10 festivo e com muita gente, e animado pelo Grupo de Cantares da Confraria do Medronho (Monchique). Registo e saudo,a arte e os artistas merecem particular realce.

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22 de Março de 2018

images[1].jpgAo pegar na revista Notizie dalla Santa Croce que já vai no XXXII ano de existência, ocorreu-me falar acerca desta publicação e da instituição cultural de que é porta-voz. Da instituição com sede em Roma, direi que foi erigida pela Santa Sé, e está confiada à Prelatura do Opus Dei, que nela administra cursos de bacharelato, licenciaturas e doutoramento, em Teologia, Direito Canónico, Filosofia e Comunicação Social, com plena validade canónica. Criada em 9 de Janeiro de 1990, a Pontifícia Universidade da Santa Cruz como instituição universitária que é tem-se revelado fonte de sabedoria e inspiração, onde alunos vindos dos mais diversos pontos do globo encontram a resposta que a suas capacidades intelectuais procuram e os mestres das matérias em estudo lhes sabem transmitir. Pela revista soube que dos muitos alunos que vão ali buscar formação o devem em grande parte à generosidade dos  mecenas que se dispõem ajuda-los.

imagesYT36FNB4.jpgNão é preciso ser rico para se poder ajudar, recordo um grupo de jovens que se inspirou na ideia de fazê-lo lançando esta iniciativa: “ Todos teremos  em nossa casa objetos que não usamos: quadros, bandejas, prata, joias, elementos de decoração, sombreiros, roupa, coleções de sellos,  abanicos, relógios, livros e tantas outras coisas que já não se utilizam, mas que a CARF pode aproveitar “ . - E deste modo se está a dar a nossa ajuda na formação de bons sacerdotes ao serviço de Deus, da Igreja e das almas. O Centro Académico Romano Fundacion, Apartado Nº 575 F.D. 28080 Madrid-Espanha, é um dos locais abertos ao recebimento desses apoios vindos de almas generosas. Acrescento ainda mais que a “ Pontifícia Universidade da Santa Cruz responde ao desejo de São Josemaria Escrivvá, fundador do Opus Dei, promover em Roma um centro de estudos universitários que desenvolvesse, ao serviço de toda a Igreja, um amplo e profundo trabalho de pesquisa e de formação na ciência eclesiástica, cooperando, de acordo com a sua peculiar função, com a missão evangelizadora da Igreja no mundo inteiro”.  Deste forma temos uma “Pontifícia Universidade que foi erigida formalmente pela Congregação dos Seminários e dos Institutos de Estudos, pela autoridade conferida  do Romano Pontífece, com Decreto de 9 de Janeiro de 1990, e que está confiada à Prelazia da Santa Cruz e Opus Dei, e o seu Grão-Chanceler é o Prelado do Opus Dei, atualmente D. Fernando Ocáriz “.

 

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18 de Março de 2018

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A Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro é uma associação regional que surge em 1905 com a designação de ”Clube Transmontano”  tomando mais tarde o actual apelido que tem. Com várias condecorações atribuídas, a primeira foi a “ Comenda de Benemerência”, a  5 de Outubro de 1931. Também em 21 de Abril de 2005, o Presidente da Republica lhe concedeu o titulo de Membro Honorário da Ordem do Infante Dom Henrique, e em Julho desse mesmo ano a Câmara de Lisboa lhe atribuiu a Medalha de Honra da Cidade.

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Com o lema “ A Bem da Gente d’Aquém e d’Além Marão” ,  esta associação constituída por naturais ou descendentes da região que formam a colónia transmontana e alto-duriense de Lisboa, prima por promover e defender  tudo quanto de interesse cultural, recreativo, histórico, artístico e económico diz respeito à nossa província, com iniciativas como palestras, lançamento de livros, convívios, feiras e um sem numero de outros eventos.

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Vale destacar que em termos geográficos podem ser sócios da CTMAD os naturais de todos os concelhos de Vila Real e Bragança e os de Lamego, Tarouca, Armamar, Tabuaço e São João da pesqueira (distrito de Viseu) e Vila Nova de Foz Coa, Meda e Figueira de Castelo Rodrigo (distrito da Guarda). Já com tradição são a Festa do Folar e do Azeite, bem como o Magusto por altura do São Martinho.

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Neste domingo, dia 18, foi a Festa do Folar e do Azeite que decorreu na Praça da Figueira, e reuniu muitos vendedores e compradores também. Começou às 09h00, e pelas 14h30 o presidente da direcção da  casa, Dr. Hirondino Isaías,  bem como o presidente da Junta de Santa Maria Maior, Dr. Miguel Coelho, deram as boas vindas a todos os presentes quer feirantes quer clientes ou meros visitantes.

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Para animar a festa ficou encarregado o Grupo “ MARANUS”  e o Grupo de Concertinas Águias Vermelhas da Charneca / Sobreda da Caparica que puseram toda a gente a dar um pé de dança.

Foi um dia, ou melhor dito: meia tarde de domingo que gozei com amigos, como coronel Golias, Dr. Armando Palavras, o poeta e prosador João de Deus Rodrigues, o Ni, e tantos outros cujo nome não recordo. E falou-se de Trás-os-Montes e de pessoas transmontanas.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:24

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