10 de Novembro de 2018

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Creio que também a visita aos cemitérios, quando feita fora dos dias 1 e 2 de Novembro, sendo com o propósito de cumprir o preceito determinado pela Igreja, mas que por questão de facilitar o serviço paroquial for  transferida para data diferente, tem o mesmo valor, e portanto direito a ganhar as mesmas indulgências reservadas pela Igreja. Mas não estou avalizado para garantir se sim ou não. Entendo que o melhor será continuar a ganha-la, fazendo a visita nos dias determinados e que são o 1º e 2º dia de Novembro de cada ano. E depois repetir, se for o caso, a visita nos dias em que calhar melhor ao pároco da freguesia, pois nunca serão muitas as visitas que se fazem em vida, nem pagam o carinho com que os pais, os familiares e as amizades dos que já deixaram ali os seus restos mortais.  Lá fui ontem, dia 4, visitar a sepultura de gente familiar e amigos dos quais guardo saudosa memória: os meus sogros, cunhados, primos, sobrinhos e parentes, por parte da minha esposa. 

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Uma infinidade de memórias e recordações ainda consegui ver desfilar na mente, o que dá origem a render homenagem a muita dessa gente santa e boa que Deus lá tem, e por certo acarinha. Com missa presidida pelo pároco Sr. Padre Davide Gonçalves, concelebrou o Sr. Padre Melquiades, mais o diácono-permanente João Paiva. Missa celebrada às 08h45, mais cedo um quarto de hora do que o habitual, pois também noutra freguesia, o pároco tinha de celebrar missa às 10h30. Ainda dizem que a vida de padre é uma vida regalada. Está-se mesmo a ver que sim ! Por isso escasseiam as vocações, é pelo que tem de boa. Mesmo assim não faltam os homens de barba rija para se entregaram de alma e coração ao serviço das causas santas que são servir a Igreja de Jesus Cristo e de modo geral  a humanidade. Recordei os meus cunhados Zéfonso da Beatriz Rata, primos de carne e osso que foram e já ambos estão na terra da verdade. 

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E como nem só de pão vive o homem, no fim – tinha que ser – lá veio mais um convite para almoçar. Local ? – O Casal dos Afonsos, em plena Bajouca Centro. Já eram poucos foram mais dois para completar a mesa. Frango caseiro, vinho do melhor, cafezinho e até a bagaceira do Fernando Ladeira apareceu.  Calhei de encontrar umas fotos que tirei hoje e vão servir para ilustrar este post que deixo em honra dos saudosos fundadores deste casalinho vizinho da igreja paroquial de Santo Aleixo. Aqui ficam assinalar mais um dia de Fieis Defuntos, na Bajouca

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:45

03 de Setembro de 2018

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Pronto a Helena ficou satisfeita, quis agradecer ao Sr. Padre Abel o convite que lhe fez por ocasião dos 50 anos de sacerdócio que no dia 15 de Agosto completou e no dia 19 desse mesmo mês festejou. E vai de retribuir com um convite para almoçar na irmã Prazeres que em Leiria tem restaurante ao lado da livraria Boa Leitura, por acaso também propriedade sua e do marido José Carlos.

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Encarregada de com o  David, seu marido, ir buscar os convidados a Fátima, para connosco almoçarem, quando por volta das 13h00 lá chegamos já os quatro: Padre Abel, D. Rosa, David e Helena estavam assentadinhos na esplanada, frente ao leito do Lis, com uma taça de azeitonas e pão caseiro muito entretidos a conversar. 

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A hora de almoço estava aproximar-se e não demorou que a Prazeres nos mandasse entrar aconselhando que déssemos a prioridade aos mais velhos, acima dos 60 anos. Simpatia da casa. Além do Sr. Padre Abel e da D. Rosa, havia uma convidada especial que muito preso, a D. Lúcia, uma senhora que mora nos Pousos e tem por marido o Sr. Albano. É colega de trabalho da Sãozita, e muito minha amiga e eu dela e de seu dileto marido.

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Eu tinha uma recordação para lhe oferecer, um ursinho de vidro cheio de ginja que numa recente visita que fiz à Pia do Urso comprei para ela e seu marido. 

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Não sei se gostou, mas gostei eu e por isso fiz a oferta. O resto é como todos sabem, um almoço, onde se fala de tudo e de todos. As fotos falam por si, e eu falo por mim.

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Findo o almoço a Helena, mais o David foram levar os convidados a Fátima, a D. Lúcia ainda muito antes foi trabalhar no escritório, e nós regressamos à capital do barro leiriense, donde por volta das 12h30 havíamos saído. Reportagem feita, sem outros pormenores.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:57

07 de Agosto de 2018

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Disse-o já por mais que uma vez, ser meu habito trazer das terras por onde passo em visita, uma recordação de algo que possa plantar no meu quintal-jardim. Até de Angola trouxe uma cana de açucar que por tanto inçar a minha mulher encarregou o jardineiro de lhe fazer a poda. E o certo é que praticamente já desapareceu do quintal.  O mesmo fez em relação ao  “matrus” planta que primeiro conheci na minha freguesia e se destinava a chá para matar as lombrigas, ás crianças quando eu também ainda era. Só anos muito mais tarde me foi apontado no passeio da Carnide ( Lisboa) por pessoa minha conterrânea e que acabei por trazer um pé para o meu jardim e que também içou.

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Mas com os insecticidas ou lá o que tenha sido sumiu-se e nunca mais apareceu. Curioso foi agora aqui no meu jardim e mesmo em frente ao meu quarto de dormir, quando venho à Bajouca, ter aparecido duas espécies de plantas que ninguém plantou. E ambas muito apreciadas por quem gosta de bebidas com sabores tropicais, uma conhecida por Maracujá.

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A explicação que me deu o Sr. Manuel, jardineiro, foi de que teriam sido os pássaros que trouxeram a semente para ali, e a boa terra fez o resto. O mesmo em relação a outra que designada por Fisális, dá um precioso fruto que dizem contem importantes propriedades nutritivas e pode ser servida em saladas ou acompanhada com carnes. É mais que sabido: também os pássaros são semeadores.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:37

08 de Julho de 2018

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Vamos ao prometido. Em post de 29/05, fiz aqui promessa de voltar a falar acerca do Centenário do Nascimento de Miguel Franco, notável actor, encenador e dramaturgo leiriense, apontando o fim de Agosto para o fazer, mas entretanto achei por bem fazê-lo no inicio de Julho para despertar o interesse dos prováveis interessados a tomarem parte no que o cardápio cultural tem para nos ofertar nos meses que vão para além do dia 28 de Julho que anteriormente dei a saber. No cinema, este esquecido filho da “rainha do lis”, ficou bem presente nos filmes Nova Vaga, O Cerco, Lotação Esgotada, A Fuga e os inesquecíveis Rei das Berlengas e Manhã Submersa. Tem um teatro com seu nome inserido no Mercado de Santana, uma acolhedora sala de espectáculos muito confortável e com boa acústica.

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Trata-se de um espaço que nasceu da reabilitação de um edifício do inicio do século XX, da autoria de Ernesto Korrodi, criado para albergar o Mercado Municipal. Depois de passar por utilizações varias, em 2002 passou a constituir um centro cultural. Aqui aproveito para corrigir o que no dito post disse em relação às actividades festivas que de 14 de Abril a 28 de Julho o Ciclo de Cinema preencheu, e eu situei no Teatro José Lúcio da Silva, quando afinal foi no Teatro Miguel Franco. Muito há ainda para saber e recolher da vida deste homem que se distinguiu ao serviço da arte de representar e transmitir cultura, que inspirou e apegou o vírus cultural a sua dileta filha, esta também famosa, mas nas artes plásticas e nos meios culturais do país e além fronteiras. Dela me falou há pouco com muita admiração o seu colega António Carmo também pintor consagrado.

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Trata-se da consagrada pintora Maria João Franco que a propósito da filmagem de O Rei das Berlengas – ou a independência destas, peça de Artur Semedo que em parte foi filmada no Castelo de Leiria, e pelos vistos coincidiu com 25 de Novembro de 1975. Ela nos conta: “que se gerou uma grande confusão” pois na cena tinha de entrar um helicóptero e daí tiveram de provar que não tinham nada a ver com os militares, mas sim e só com arte e cultura. A 2ª fase está pronta e a promessa cumprida. Na galeria Manuel Artur Santos, do Mercado de Santana, esteve patente uma exposição biográfica, e também a Legenda do Cidadão Miguel Lino, anunciada para 29 de Setembro e 08 de Outubro, às 15h00, na igreja da Misericórdia, se pode integrar no Centenário da Nascimento de Miguel Franco. Tudo merece ser tomado como tónico e também como preservação das figuras com direito a serem homenageadas pelos seus concidadãos. Sejam de que cor política ou credo religioso forem. Não devemos é servir-nos dos méritos de quem quer que seja para arrecadar os louros da vitória. Só assim seremos livres e libertadores. É que na política hoje são muitos os que se servem disso, trepar à custa dos outros. 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:15

23 de Junho de 2018

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Pessoa anónima comentou um post meu em que me acusava do habito de misturar nos meus trabalhos muitos assuntos, o que significava não estar a dizer nada uma vez que não levava o tema inicial até ao fim. São formas de ver e o prisma desse senhor ou senhora ronda por aí. O meu é outro, e entendo que pelo meu se exige mais miolo cerebral para descer ao fundo das questões que abordo, e que para muitos se não estão esquecidas se procuram abafar. No caso do assunto que mereceu o tal comentário.

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Por isso uso muito a miscelânea um substantivo feminino que significa mistura, compilação, colectânea, arrolamento. Não me sinto desgostoso por não agradar a todos quantos me lêem, nem seria de ficar satisfeito ver todos a dizer que gostam daquilo que escrevo. Ou eu, ou eles andávamos muito próximos...do Bruno de Carvalho.

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Mas vamos a deixar o futebol para o Ronaldo resolver, e todos os que com ele jogam na selecção, pois todos sabemos que o Ronaldo sozinho não consegue fazer nada. E nós que temos aí o São João à porta acontece-nos o mesmo se não houver sardinhas, nem fogueira para as assar e força para a saltar sobre ela.

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Na duvida de ir ou não passar por um arraial do meu bairro alfacinha, aproveitei a véspera de regressar a Lisboa para no Casal dos Afonsos tirar a barriga da miséria com um fartote de sardinha que me soube às mil maravilhas. E já ficou por vez, pois no Sábado, dia 23, a Bajouca Centro tem o seu tradicional festejar de São João, e uma vez mais em casa da Lígia Afonso. Que pena lá não estar. É com esta miscelânea que me dá gosto fazer noticias e com muita sorte que desta vez nem de política falei. Ou será que também tudo isto é politica? Se calhar até é.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 00:07

21 de Junho de 2018

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Foi um fim de semana de festa e muita Fé revelada que se viveu na “rainha do Lis”. Sexta-feira, 15, sábado, 16, e domingo, dia 17, do mês do Coração de Jesus ou de Junho. Na sexta, tinha nos coros os meus sobrinhos Leonel e Isabel Neto, no Sábado o David e a Sãozita com os seus catequizados, e no domingo a Sãozita mais a Lígia Afonso encarregadas de transportar o estandarte da paróquia. Toda a minha gente mexe quando a entrega a uma causa nobre pede e a generosidade adere a essa causa. É uma festa em que se procura manter a adolescência ligada ao cerne da fé que recebemos a partir do baptismo e nos torna membros da Igreja e enraizados na cepa plantada por Jesus Cristo.

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Não é exclusiva da diocese de Leiria/Fátima, mas tem aqui forte implantação e com muito brilho é festejada de quatro em quatro anos. Já sou visitador do evento pelo  no anterior evento e sempre com muita admiração e apreço. Este ano repetiu-se a tradição e no sábado, dia 16 lá estive no Jardim de Camões, ou melhor dito junto à estátua de PauloVI a ver as maquetes e os estandartes que representavam as paróquias da diocese. Em obediência ao proposto na carta pastoral de D. António Marto - mediante consulta na Ecclesia – onde consta: "Festejar, por razões óbvias,  é a festa; sair, viemos para as ruas da nossa cidade, o centro da nossa Diocese de Leiria/Fátima; escutar, porque também propusemos ambientes de escuta da Palavra, de escutarmos uns aos outros na mais diversidade de cada um e escutar o que é o outro e dizer o que cada um é”.

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Foi o que aconteceu nesta Festa da Fé que no dia dezasseis visitei e na tasquinha onde também D. António Marto petiscou eu comi uma sandes de leitão que me soube muito bem. Aqui é caso para dizer: nem só de pão vive o homem, mas também.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:02

20 de Junho de 2018

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Se é certo que sempre que vou à capital do barro leiriense não raro me confronto com um funeral, vale dizer que também os nascimentos por norma compensam as perdas daqueles que a morte rouba do nosso convívio.

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Pegando no Elo da Bajouca, do mês de Maio, recolhemos a informação que disso nos dá conta, quando na sua 2ª Página ao anunciar "Novos Filhos de Deus" faz saber: no dia 1, Carminho Morgado da Fonseca, filho de António Gaspar Fonseca e Ana Catarina Neves Morgado, da Bouça de Cá. No dia 13 Valentim Manuel Santos, filho de Ricardo Miguel Santos e de Eulália Catarina Ramos. Bem preciso é que as famílias numerosas que foram timbre doutrora nas nossas aldeias, vilas e cidades repensem e voltem de novo a enriquecer o agregado familiar com filhos amorosos e bem formados, capazes de pôr travão a este resvalar da sociedade para o abismo a que a classe política nos tem forçado caminhar, deixando os jovens empobrecidos e sem condições para assumir uma paternidade condigna e responsável como foi prática e tradição das famílias portuguesas ainda não há muitas décadas. 

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As políticas educacionais saídas destas governação ao não ter o consenso quer do professorado quer dos familiares dos utentes está reprovada logo à partida, e de nada vale virem os artistas de palavras feitas tentar iludir o zé pagado, porque só não vê quem não quer ou está do lado dos mentirosos. Quem diz que o António Costa é um político muito hábil, mostra estar do seu lado, e logo não tem coragem de aproveitar o tempo de antena, nem jeito de falar ou para escrever, pondo a nu o que foi o seu comportamento no decorrer da tragédia dos fogos florestais, da atitude dos partidos ditos de esquerda e dos sindicatos quando uma vez com tacho assegurado nunca mais tossiram nem mungiram só para ver Passos Coelho destituído do lugar para que foi eleito, e que o António Costa de derrotado passou a vencedor por si sozinho eleito. Os portugueses são de memória curta, e os nossos políticos sabem-se aproveitar disso. Até um dia.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:29

13 de Junho de 2018

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O adágio que na minha terra-berço ouvi e aprendi só passados muitos anos, cerca dos 80, pude confirma-lo, mediante a temperatura e os chuviscos com que a natureza nos presenteou neste inicio do mês de Junho de 2018. Não me lembro de como este ano o adágio assentar tão bem quando diz: “ A velha guardou a melhor cepa para comer as cerejas à lareira”. Antes dos Serviços de Meteorologia existir, os homens guiavam-se primeiro pelo sol, pela lua, pelas estrelas e depois mais tarde pelos Borda d’Águas, que foram os primeiros a fazerem o arrolamento do saber secular e empírico dos povos. Mas ainda hoje há quem semeie e plante em obediência às regras tecidas pelos bordas d’água que têm nas luas e nos ditos populares forte sustentação.

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Depois dum ano em que Portugal foi martirizado com incêndios florestais, entramos noutro com chuvas torrenciais que já destruíram plantações, culturas, animais e alfaias agrícolas por todo o país. Logo em Março, o chuva intensa e um tornado no Algarve fez uma vitima por afogamento, num carro arrastado por uma ribeira, foi em Castro Verde. Mas por todo o território nacional se fez sentir o mau tempo com portos e barras marítimas encerradas. Também em Lisboa a forte ondulação obrigou a cortes da circulação, na marginal, entre Cascais e Lisboa. Quando se pergunta: se será da mudança climática? - Não digo que sim ou que não. É verdade que no dia 1 de Junho  começou o Verão Climatológico, aquele que assinala a média histórica das temperaturas, mas de momento, tempo quente não se sente. Apenas um adágio popular para dar a resposta certa. Que eu corroboro: não só a velha, mas também o velho guardou o melhor cepo para comer as cerejas ao lume. E além da corrupção o que mais virá para o resto do tempo que falta deste 2018?

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:13

12 de Junho de 2018

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Rara é a vez que não aconteça haver funeral sempre que venho à capital do barro leiriense, e hoje dia 12 foi logo que cheguei. Logo que subi a rampa que da Marinha do Engenho conduz ao largo da igreja paroquial dei com todo esse espaço repleto de automóveis e logo suspeitei que fosse funeral, e era mesmo. Tratava-se da bajouquense Maria dos Prazeres Ferreira Cabecinhas da Silva, de 76 anos, que residia no Loural, esposa de José Pedrosa da Silva, e  mãe de Maria Regina, Rui José, José, David, Ana Paula, Paulo Jorge e Edite Maria Ferreira da Silva. Familia muito conceituada, o seu funeral foi testemunho disso mesmo, com missa de corpo presente muito participada e celebrada às 11h00 pelo pároco, Sr. Padre Davide, finda a qual foi o cadáver a sepultar no cemitério local. A toda a família enlutada, marido, filhos e demais familiares, mormente sua filha Ana Paula, conhecida cabeleireira na Bajouca, os meus sentidos pêsames. À falecida, paz e descanso eterno junto de Deus. 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:58

11 de Junho de 2018

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Quando vi a noticia e a foto anunciar a morte do Padre Marco Paulo não associei a noticia aquele Marco Paulo com quem na Bajouca tomei alguns cafés com ele e o Sr. Padre Abel no Café do Virgílio Sousa. Mas horas depois vi confirmado o que desejava não fosse verdade. O jovem sacerdote tinha aparecido morto, no dia 07/6, algures para os lados de São Pedro de Moel. Dele só se ouve dizer bem e motivos que expliquem tão inesperada fatalidade não existem.

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Natural de Monte Redondo, mais concretamente do lugar das Lavegadas, o padre Marco Paulo da Silva Brites, nasceu a 15 de Abril de 1980 e foi ordenado sacerdote em 2007 por D. António Marto. A paroquiar a freguesia da Maceira, este ainda jovem sacerdote, era muito estimado e querido por todos os paroquianos que o respeitavam e viam nele um verdadeiro pastor e amigo sincero. Supõem alguns que tenha sido assassinado, já que deixou carro, documentos e telemóvel em casa, o que vai fazer a Polícia Judiciaria ter que se debruçar a sério sobre este assunto, mas suicídio também me não parece que o padre Marco Paulo tivesse motivo para praticar tão disparatado ato.

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O saudoso extinto que foi a sepultar no dia seguinte à sua morte para o cemitério de Monte Redondo (Leiria) era muito popular e gostava de acompanhar os jovens, sobretudo os escuteiros do agrupamento 762, de que era dirigente, nas suas saídas à noite. O certo é que a diocese de Leiria/Fátima perdeu um sacerdote que como os demais faz muita falta. Que sirva também para ter presente a fraternidade sacerdotal que se deve ver evidenciada no que diz respeito ao amparo e acompanhamento dos sacerdotes nas suas dificuldades e o que também muitas vezes não se verifica. Os bispos têm de saber rodear-se de bons e perspicazes sacerdotes que os ajudem a bem conhecer os fieis e quem nas paróquias os representam de modo a escolher o mais capaz para cada situação. É isso que pede e quer o Papa Francisco, e os bispos em comunhão com ele também. Que no céu te lembres dos amigos.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:58

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