Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

05
Jan 19

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Começo por analisar o facto da empresa em causa só entrar em negócio com as câmaras onde se instalou, aquando precisamente António Costa se guindou ao topo das autarquias retirando de lá quem tinha ganho com os votos do povo: Passos Coelho. Aqui ressalvo o caso de Pombal que no Carriço já tem um furo de armazenamento de gás natural que Monte Redondo a seu tempo excluiu da sua área geográfica.

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Não me passa pela cabeça pensar mal quem se diz estar nas câmaras e nas juntas de freguesia para defender os eleitores que lá os colocaram, mas a verdade foi que ouvi ontem em Monte Redondo, o representante da Australis Oil & Gás com todo o a vontade dizer que a empresa se compromete a recompensar com os lucros, as autarquias prejudicadas. O resultado foi que já quase no fim da sessão de esclarecimento, que no dia 4 de Janeiro pelas 21h00 aconteceu no Centro Escolar local, surgir um assistente que zangado se atirou descaradamente aos membros promotores da sessão e os acusou de atraiçoarem o seu eleitorado. Com todo o seu natural à-vontada a sra. presidente da União das Freguesias Monte Redondo e Carreira lá se defendeu alegando que só mais tarde soube do sucedido. Em fim, explicou-se. Da Bajouca apenas vi destacar-se a presidente da ABAB, Maria de Fátima Domingues Fernandes, que sim senhor, defendeu a sua dama.   depois quando em cena publicitária se fazem de inocentes e alheios aos acontecimentos deste género. Este governo já fez os acordos, sem consultar as populações locais, com a Australis. Concedendo-lhe as concessões para prospeção e pesquisa de gás natural na região de Leiria que envolve os concelhos de Leiria, Batalha, Pombal e Marinha Grande, alguém me segredou que já vem do governo anterior, o que para mim é novidade, mas é uma questão de averiguar. Uma coisa é certa: duvido que no caso da Bajouca o projecto se consuma, pois estou-me a recordar do que foi aquando do autoestrada da A17 em que a Bajouca bateu o pé por causa duma passagem na Bajouca de Baixo e tiveram de obedecer aos desejos dos bajouquenses. Neste caso é bem pior, porque além dos bajouquenses, têm Monte Redondo, Pombal e até muitos do Carriço a fazer força para travar a implantação do furo de gás natural que querem explorar aqui para destruir o ambiente duma aldeia pacata e saudável que tem o apreço e admiração de muitos portugueses e até de estrangeiros que aqui vêm passar férias. Sabemos que muitos dos abutres já estão à espera dos cadáveres, mas vão ter que aguardar porque enquanto à vida à esperança.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:29

02
Jan 19

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Nesta capital do barro leiriense, onde há quase meio século me habituei a passar as festas natalícias, aprendi muitas coisas que noutras regiões do país se fazem doutra maneira, embora na adoração ao Deus-Menino seja em todas semelhantes. Mas o termo “consoada” há uns 50 anos era desconhecido aqui. E ao que parece também em toda a região de Leiria. Eu vou contar uma confidência que tive, uma vez, com o Dr. Oliveira Dias, quando ainda presidente da Assembleia da Republica. Estávamos juntos, com outros amigos comuns, e a certa altura, também eu quis fazer figura, e feito menino Jesus, no meio dos doutores atrevi-me a fazer uma pergunta ao ilustre leiriense, nestes termos: Uma coisa que o Sr. Doutor não sabe é ao que se chama “Consoada”? Ao que de pronto me respondeu: sei, porque a minha avó era do Minho. Com doutores ninguém se meta.

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Mas outras tradições mais aqui vim descobrir, e uma que muita pilhéria e bom gosto tem é a “distribuição do correio da amizade” pelo Natal, em que alguém se encarrega de fazer a distribuição de mensagem natalícias pela porta de quem as recebe.  Desta vez fui  presenteado  com um belo poema do João, um bajouquense com muito jeito para poetizar e que no ELO da Bajouca de vez em quando se revela com muito engenho e arte: ora admirem comigo o poema que me dedicou: “Como não tenho postal./Envio numa folha destas, /Para todo o pessoal, /Os votos de Boas Festas!/Sou levado a concluir, /Com este meu “à vontade”,/Que o Senhor Zé da Costa Pereira,/É uma CELEBRIDADE!/ Na festa de aniversário/Feita à sua revelia,/Juntou-se, p´ra bem dizer,/Quase meia freguesia!/ Longe de qualquer “ quezília ”/Desejo = que Deus queira assim =,/Para si e sua família,/O que desejo p´ra mim.
Bajouca, 22/12/18
João Poeta”. - Vamos em coro agradecer ao João Poeta estes seus versos, que eu faço meus, e envio com os mesmos desejos a quem os leu. Bom ano!

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Um Natal em beleza, passado em família com “consoada” no alpendre do Casal dos Afonsos a recordar os bons tempos do Zé Afonso e da ti Beatriz “Rata”, depois no fim da Missa do Galo foi em minha casa, com o calor da lareira e do resto... para aquecer o ambiente.

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Entretanto chega o fim de ano, e vem a festa da Sagrada Família de Nazaré, logo na 2ª –feira dia 31 de Dezembro, e no 1º dia de 2019 temos a solenidade de Santa Maria, Mãe de Jesus e Dia Mundial da Paz.

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Se a véspera voltou a ser no alpendre, já o dia 1 de 2019 foi nos 13, na casa... do costume. Um bom ano para todos os meus amigos/as, e também para aqueles que sejam ou não amigos, pois são filhos Deus e merecem por isso serem amados e respeitados. Um abraço para toda a gente do mundo inteiro.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:01

10
Dez 18

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Fui apanhando de surpresa, e enganado por mulheres que nunca pensei me atraiçoasse deste modo. Mas a grande verdade é que aconteceu, e tenho de me sentir agradecido. Até de Parada de Cunhos (Vila Real)  e de Fafe vieram amigos para para testemunhar o feito.

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Nunca me passou pela ideia que tivesse tantos amigos disponíveis para me felicitar em dia escolhido pela minha sobrinha Sãozita Afonso, para festejar o aniversário, 80 anos de vida, ou dois carros deles...como se dizia em terras de Basto. 

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Ela, e a sua equipa, se encarregou, como é  timbre, de montar a festança seu jeito, e eu ao correr dos acontecimentos aguardei pelo melhor da festa.  Foi muito para além do eu esperava.

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Os meus parabéns para o rico presente de festa que me proporcionou, nem a D. Lúcia escapou ao convite da Sãozinta, tendo  que deixar o Sr Albano para me vir  dar-me o seu fraternal  abraço. 

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Com fraqueza não esperava com tamanha adesão  ao apelo feito em meu nome, tudo correu às mil maravilhas. Surpreendente foi quando entrei depois de chegar com o Sr. Padre Abel e a D. Rosa que fomos buscar a Fátima para connosco Almoçar, ver a um canto da mesa a minha mana Amália, o meu cunhado Manuel e a minha sobrinha Isabel, mais o marido, o António Pereira.

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Dali se deslocaram para estarem presentes de corpo e alma numa festa que sem eu sabia me foi também  preparada, de forma tal que nem à minha mulher, pensava eu, erradamente, tinha acontecimento, mas tinha e manteve o segrego.

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Depois toda a Bajouca Centro, e não só, ali em peso a cantar os parabéns a você. Não tenho palavras para vos agradecer, mas também sei que vós as dispensais porque não fazeis as coisas para que vos agradeçam, está-vos na massa do sangue.

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Eu nisto penso por mim.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:24

10
Nov 18

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Creio que também a visita aos cemitérios, quando feita fora dos dias 1 e 2 de Novembro, sendo com o propósito de cumprir o preceito determinado pela Igreja, mas que por questão de facilitar o serviço paroquial for  transferida para data diferente, tem o mesmo valor, e portanto direito a ganhar as mesmas indulgências reservadas pela Igreja. Mas não estou avalizado para garantir se sim ou não. Entendo que o melhor será continuar a ganha-la, fazendo a visita nos dias determinados e que são o 1º e 2º dia de Novembro de cada ano. E depois repetir, se for o caso, a visita nos dias em que calhar melhor ao pároco da freguesia, pois nunca serão muitas as visitas que se fazem em vida, nem pagam o carinho com que os pais, os familiares e as amizades dos que já deixaram ali os seus restos mortais.  Lá fui ontem, dia 4, visitar a sepultura de gente familiar e amigos dos quais guardo saudosa memória: os meus sogros, cunhados, primos, sobrinhos e parentes, por parte da minha esposa. 

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Uma infinidade de memórias e recordações ainda consegui ver desfilar na mente, o que dá origem a render homenagem a muita dessa gente santa e boa que Deus lá tem, e por certo acarinha. Com missa presidida pelo pároco Sr. Padre Davide Gonçalves, concelebrou o Sr. Padre Melquiades, mais o diácono-permanente João Paiva. Missa celebrada às 08h45, mais cedo um quarto de hora do que o habitual, pois também noutra freguesia, o pároco tinha de celebrar missa às 10h30. Ainda dizem que a vida de padre é uma vida regalada. Está-se mesmo a ver que sim ! Por isso escasseiam as vocações, é pelo que tem de boa. Mesmo assim não faltam os homens de barba rija para se entregaram de alma e coração ao serviço das causas santas que são servir a Igreja de Jesus Cristo e de modo geral  a humanidade. Recordei os meus cunhados Zéfonso da Beatriz Rata, primos de carne e osso que foram e já ambos estão na terra da verdade. 

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E como nem só de pão vive o homem, no fim – tinha que ser – lá veio mais um convite para almoçar. Local ? – O Casal dos Afonsos, em plena Bajouca Centro. Já eram poucos foram mais dois para completar a mesa. Frango caseiro, vinho do melhor, cafezinho e até a bagaceira do Fernando Ladeira apareceu.  Calhei de encontrar umas fotos que tirei hoje e vão servir para ilustrar este post que deixo em honra dos saudosos fundadores deste casalinho vizinho da igreja paroquial de Santo Aleixo. Aqui ficam assinalar mais um dia de Fieis Defuntos, na Bajouca

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:45

03
Set 18

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Pronto a Helena ficou satisfeita, quis agradecer ao Sr. Padre Abel o convite que lhe fez por ocasião dos 50 anos de sacerdócio que no dia 15 de Agosto completou e no dia 19 desse mesmo mês festejou. E vai de retribuir com um convite para almoçar na irmã Prazeres que em Leiria tem restaurante ao lado da livraria Boa Leitura, por acaso também propriedade sua e do marido José Carlos.

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Encarregada de com o  David, seu marido, ir buscar os convidados a Fátima, para connosco almoçarem, quando por volta das 13h00 lá chegamos já os quatro: Padre Abel, D. Rosa, David e Helena estavam assentadinhos na esplanada, frente ao leito do Lis, com uma taça de azeitonas e pão caseiro muito entretidos a conversar. 

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A hora de almoço estava aproximar-se e não demorou que a Prazeres nos mandasse entrar aconselhando que déssemos a prioridade aos mais velhos, acima dos 60 anos. Simpatia da casa. Além do Sr. Padre Abel e da D. Rosa, havia uma convidada especial que muito preso, a D. Lúcia, uma senhora que mora nos Pousos e tem por marido o Sr. Albano. É colega de trabalho da Sãozita, e muito minha amiga e eu dela e de seu dileto marido.

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Eu tinha uma recordação para lhe oferecer, um ursinho de vidro cheio de ginja que numa recente visita que fiz à Pia do Urso comprei para ela e seu marido. 

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Não sei se gostou, mas gostei eu e por isso fiz a oferta. O resto é como todos sabem, um almoço, onde se fala de tudo e de todos. As fotos falam por si, e eu falo por mim.

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Findo o almoço a Helena, mais o David foram levar os convidados a Fátima, a D. Lúcia ainda muito antes foi trabalhar no escritório, e nós regressamos à capital do barro leiriense, donde por volta das 12h30 havíamos saído. Reportagem feita, sem outros pormenores.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:57

07
Ago 18

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Disse-o já por mais que uma vez, ser meu habito trazer das terras por onde passo em visita, uma recordação de algo que possa plantar no meu quintal-jardim. Até de Angola trouxe uma cana de açucar que por tanto inçar a minha mulher encarregou o jardineiro de lhe fazer a poda. E o certo é que praticamente já desapareceu do quintal.  O mesmo fez em relação ao  “matrus” planta que primeiro conheci na minha freguesia e se destinava a chá para matar as lombrigas, ás crianças quando eu também ainda era. Só anos muito mais tarde me foi apontado no passeio da Carnide ( Lisboa) por pessoa minha conterrânea e que acabei por trazer um pé para o meu jardim e que também içou.

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Mas com os insecticidas ou lá o que tenha sido sumiu-se e nunca mais apareceu. Curioso foi agora aqui no meu jardim e mesmo em frente ao meu quarto de dormir, quando venho à Bajouca, ter aparecido duas espécies de plantas que ninguém plantou. E ambas muito apreciadas por quem gosta de bebidas com sabores tropicais, uma conhecida por Maracujá.

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A explicação que me deu o Sr. Manuel, jardineiro, foi de que teriam sido os pássaros que trouxeram a semente para ali, e a boa terra fez o resto. O mesmo em relação a outra que designada por Fisális, dá um precioso fruto que dizem contem importantes propriedades nutritivas e pode ser servida em saladas ou acompanhada com carnes. É mais que sabido: também os pássaros são semeadores.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:37

08
Jul 18

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Vamos ao prometido. Em post de 29/05, fiz aqui promessa de voltar a falar acerca do Centenário do Nascimento de Miguel Franco, notável actor, encenador e dramaturgo leiriense, apontando o fim de Agosto para o fazer, mas entretanto achei por bem fazê-lo no inicio de Julho para despertar o interesse dos prováveis interessados a tomarem parte no que o cardápio cultural tem para nos ofertar nos meses que vão para além do dia 28 de Julho que anteriormente dei a saber. No cinema, este esquecido filho da “rainha do lis”, ficou bem presente nos filmes Nova Vaga, O Cerco, Lotação Esgotada, A Fuga e os inesquecíveis Rei das Berlengas e Manhã Submersa. Tem um teatro com seu nome inserido no Mercado de Santana, uma acolhedora sala de espectáculos muito confortável e com boa acústica.

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Trata-se de um espaço que nasceu da reabilitação de um edifício do inicio do século XX, da autoria de Ernesto Korrodi, criado para albergar o Mercado Municipal. Depois de passar por utilizações varias, em 2002 passou a constituir um centro cultural. Aqui aproveito para corrigir o que no dito post disse em relação às actividades festivas que de 14 de Abril a 28 de Julho o Ciclo de Cinema preencheu, e eu situei no Teatro José Lúcio da Silva, quando afinal foi no Teatro Miguel Franco. Muito há ainda para saber e recolher da vida deste homem que se distinguiu ao serviço da arte de representar e transmitir cultura, que inspirou e apegou o vírus cultural a sua dileta filha, esta também famosa, mas nas artes plásticas e nos meios culturais do país e além fronteiras. Dela me falou há pouco com muita admiração o seu colega António Carmo também pintor consagrado.

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Trata-se da consagrada pintora Maria João Franco que a propósito da filmagem de O Rei das Berlengas – ou a independência destas, peça de Artur Semedo que em parte foi filmada no Castelo de Leiria, e pelos vistos coincidiu com 25 de Novembro de 1975. Ela nos conta: “que se gerou uma grande confusão” pois na cena tinha de entrar um helicóptero e daí tiveram de provar que não tinham nada a ver com os militares, mas sim e só com arte e cultura. A 2ª fase está pronta e a promessa cumprida. Na galeria Manuel Artur Santos, do Mercado de Santana, esteve patente uma exposição biográfica, e também a Legenda do Cidadão Miguel Lino, anunciada para 29 de Setembro e 08 de Outubro, às 15h00, na igreja da Misericórdia, se pode integrar no Centenário da Nascimento de Miguel Franco. Tudo merece ser tomado como tónico e também como preservação das figuras com direito a serem homenageadas pelos seus concidadãos. Sejam de que cor política ou credo religioso forem. Não devemos é servir-nos dos méritos de quem quer que seja para arrecadar os louros da vitória. Só assim seremos livres e libertadores. É que na política hoje são muitos os que se servem disso, trepar à custa dos outros. 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:15

23
Jun 18

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Pessoa anónima comentou um post meu em que me acusava do habito de misturar nos meus trabalhos muitos assuntos, o que significava não estar a dizer nada uma vez que não levava o tema inicial até ao fim. São formas de ver e o prisma desse senhor ou senhora ronda por aí. O meu é outro, e entendo que pelo meu se exige mais miolo cerebral para descer ao fundo das questões que abordo, e que para muitos se não estão esquecidas se procuram abafar. No caso do assunto que mereceu o tal comentário.

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Por isso uso muito a miscelânea um substantivo feminino que significa mistura, compilação, colectânea, arrolamento. Não me sinto desgostoso por não agradar a todos quantos me lêem, nem seria de ficar satisfeito ver todos a dizer que gostam daquilo que escrevo. Ou eu, ou eles andávamos muito próximos...do Bruno de Carvalho.

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Mas vamos a deixar o futebol para o Ronaldo resolver, e todos os que com ele jogam na selecção, pois todos sabemos que o Ronaldo sozinho não consegue fazer nada. E nós que temos aí o São João à porta acontece-nos o mesmo se não houver sardinhas, nem fogueira para as assar e força para a saltar sobre ela.

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Na duvida de ir ou não passar por um arraial do meu bairro alfacinha, aproveitei a véspera de regressar a Lisboa para no Casal dos Afonsos tirar a barriga da miséria com um fartote de sardinha que me soube às mil maravilhas. E já ficou por vez, pois no Sábado, dia 23, a Bajouca Centro tem o seu tradicional festejar de São João, e uma vez mais em casa da Lígia Afonso. Que pena lá não estar. É com esta miscelânea que me dá gosto fazer noticias e com muita sorte que desta vez nem de política falei. Ou será que também tudo isto é politica? Se calhar até é.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 00:07

21
Jun 18

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Foi um fim de semana de festa e muita Fé revelada que se viveu na “rainha do Lis”. Sexta-feira, 15, sábado, 16, e domingo, dia 17, do mês do Coração de Jesus ou de Junho. Na sexta, tinha nos coros os meus sobrinhos Leonel e Isabel Neto, no Sábado o David e a Sãozita com os seus catequizados, e no domingo a Sãozita mais a Lígia Afonso encarregadas de transportar o estandarte da paróquia. Toda a minha gente mexe quando a entrega a uma causa nobre pede e a generosidade adere a essa causa. É uma festa em que se procura manter a adolescência ligada ao cerne da fé que recebemos a partir do baptismo e nos torna membros da Igreja e enraizados na cepa plantada por Jesus Cristo.

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Não é exclusiva da diocese de Leiria/Fátima, mas tem aqui forte implantação e com muito brilho é festejada de quatro em quatro anos. Já sou visitador do evento pelo  no anterior evento e sempre com muita admiração e apreço. Este ano repetiu-se a tradição e no sábado, dia 16 lá estive no Jardim de Camões, ou melhor dito junto à estátua de PauloVI a ver as maquetes e os estandartes que representavam as paróquias da diocese. Em obediência ao proposto na carta pastoral de D. António Marto - mediante consulta na Ecclesia – onde consta: "Festejar, por razões óbvias,  é a festa; sair, viemos para as ruas da nossa cidade, o centro da nossa Diocese de Leiria/Fátima; escutar, porque também propusemos ambientes de escuta da Palavra, de escutarmos uns aos outros na mais diversidade de cada um e escutar o que é o outro e dizer o que cada um é”.

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Foi o que aconteceu nesta Festa da Fé que no dia dezasseis visitei e na tasquinha onde também D. António Marto petiscou eu comi uma sandes de leitão que me soube muito bem. Aqui é caso para dizer: nem só de pão vive o homem, mas também.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:02

20
Jun 18

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Se é certo que sempre que vou à capital do barro leiriense não raro me confronto com um funeral, vale dizer que também os nascimentos por norma compensam as perdas daqueles que a morte rouba do nosso convívio.

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Pegando no Elo da Bajouca, do mês de Maio, recolhemos a informação que disso nos dá conta, quando na sua 2ª Página ao anunciar "Novos Filhos de Deus" faz saber: no dia 1, Carminho Morgado da Fonseca, filho de António Gaspar Fonseca e Ana Catarina Neves Morgado, da Bouça de Cá. No dia 13 Valentim Manuel Santos, filho de Ricardo Miguel Santos e de Eulália Catarina Ramos. Bem preciso é que as famílias numerosas que foram timbre doutrora nas nossas aldeias, vilas e cidades repensem e voltem de novo a enriquecer o agregado familiar com filhos amorosos e bem formados, capazes de pôr travão a este resvalar da sociedade para o abismo a que a classe política nos tem forçado caminhar, deixando os jovens empobrecidos e sem condições para assumir uma paternidade condigna e responsável como foi prática e tradição das famílias portuguesas ainda não há muitas décadas. 

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As políticas educacionais saídas destas governação ao não ter o consenso quer do professorado quer dos familiares dos utentes está reprovada logo à partida, e de nada vale virem os artistas de palavras feitas tentar iludir o zé pagado, porque só não vê quem não quer ou está do lado dos mentirosos. Quem diz que o António Costa é um político muito hábil, mostra estar do seu lado, e logo não tem coragem de aproveitar o tempo de antena, nem jeito de falar ou para escrever, pondo a nu o que foi o seu comportamento no decorrer da tragédia dos fogos florestais, da atitude dos partidos ditos de esquerda e dos sindicatos quando uma vez com tacho assegurado nunca mais tossiram nem mungiram só para ver Passos Coelho destituído do lugar para que foi eleito, e que o António Costa de derrotado passou a vencedor por si sozinho eleito. Os portugueses são de memória curta, e os nossos políticos sabem-se aproveitar disso. Até um dia.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:29

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