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Bajouca Centro, o coração da Bajouca.

por aquimetem, em 21.05.18

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Hoje, dia 20 de Maio e domingo de Pentecostes houve festa da Primeira Comunhão na comunidade paroquial de Santo Aleixo da Bajouca, donde resultou mais um enchente na igreja e também o salão abriu para o almoço dos privilegiados, familiares e amigos.

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Foi festa grande e muito participada e animada por um grupo de cantoras femininas sob regência da Célita, e onde na eucaristia também o missionário Lino Pedrosa, filho do organista Gabriel , além de acolitar fez uma dissertação sobre a vida missionária que foi muito esclarecedora.

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E no fim de almoço,  surge a minha sobrinha Helena a  convidar para um cafezinho que fomos tomar à Guia e dali deu pé para um passeio até à Figueira da Foz. A ENnº109 foi o trajecto por onde circulamos ao encontro da primeira entrada na serra da Boa Viagem, uns 3 ou 4km depois de atravessar a ponte sobre o Mondego. Conhecedora da zona  levou -nos ao miradouro donde em dias de boa visibilidade se alcança ver a serra do Buçaco.

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Neste domingo não foi o caso, pois o nevoeiro cerrado a norte da serra impediu gozar desse espectacular panorama que a serra da Boa Viagem habitualmente oferece. Mas para mim valeu a pena porque suponho nunca ali tinha ido, apesar de muitas vezes já ter subido e percorrido parte da sedutora serra que como o Cabo Mondego são locais de visita obrigatória  a quem em passeio vai à Figueira.

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Quando descidos da serra, por Buarcos, ao longo da marginal se falou dos tempos em que frequentei a “rainha das praias portuguesas” e na cidade havia muita confusão. Contei então que era na praia do Cabedelo que nós íamos veranear, fazendo a viagem de barco. Iamos de manhã e regressávamos ao fim da tarde para dormir e jantar.

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Isto para dizer que já sou muito velho, dado que a minha sobrinha, na meia idade, e desde muito nova conhecedora da cidade, não sabia que houve transporte fluvial entre as duas margens da cidade. Falei-lhe da ponte antiga que era de sentido único e logo se lembrou de me ir mostrar as ruínas dos pilares a sul desse desaparecido imóvel que muitas vezes atravessei de carro. E até num restaurante que existia junto aos semáforos, ali cheguei a jantar.Foi mesmo para matar saudades. 

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Por volta das 17h00 estávamos de regresso à capital do barro leiriense e com as despedidas feitas. Aproveitei para ir visitar a ti Luzia do Virgílio Sousa quando recebo um telefonema a informar que às 17h15 alguém me vinha buscar a casa, e não era policia. Foi só atravessar a estrada perguntar do que é que se tratava. De novo era a Helena a fazer o frete de nos levar para a casa da Lígia Afonso que nesse dia fazia anos e convidou familiares e amigos a irem a sua casa para cantar os parabéns e beber um copo acompanhado com tremoços .

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Foi só meia verdade: vinho à farta, sim; tremoços nem vê-los. O bom presunto, queijo, paio, doces, café tudo isso vi com fartura, só os tremoços é que não.

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O Facebook já me tinha avisado que a Lígia fazia anos, e a seu tempo dei-lhe os parabéns, mas não contava ir lá ver tantos amigos comuns que nestas festas familiares se juntam. Foi mais uma. Aqui o ti Bernardino no aniversário da filha,  e o André com o pai no aniversário da mana Lígia. E a encerrar adianto: graças a uma generosa bajouquense houve festa no antigo lugar da Capela, hoje Bajouca Centro, o coração da Bajouca.

 

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publicado às 15:14


À Filipa que descanse em Deus

por aquimetem, em 13.05.18

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Foi hoje a sepultar uma jovem que cedo partiu deste mundo, mas durante o tempo que por cá andou deixou rasto da missão cumprida e nos mais diversos pontos que uma sociedade civilizada exige. Quer como filha dedicada, no serviço à comunidade, no escutismo, na música, escola e na paróquia, a Filipa Soares era um rosto destacado pela competência e responsabilidade. Nascida a 22 de Novembro de 1998, a saudosa jovem faleceu em Lisboa a 10 de Maio de 2018, ocorrendo o seu funeral na Bajouca (Leiria) pelas 15h00 do dia 13.

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A estudar em Lisboa, a morte surpreendeu-a inesperadamente no seu quarto e deixou surpresos todos os familiares e amigos que não contavam com tal desenlace. Mas a verdade é que aconteceu e a nossa prezada Filipa partiu para o além celeste, e baixou à terra no dia que tantas vezes em Fátima ajoelhou como devota que era da Virgem Santa Maria. Que por certo já a recebeu nos seus braços maternais. Humanamente foi uma perda física que deixou a comunidade bajouquense muito triste e os pais em lágrimas de dor pela falta de uma filha amorosa que muito amavam, mas como verdadeiros cristãos que são aceitam os desígnios vindos da lei que rege o ciclo da nossa passagem por este mundo.

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Ela agora vai ajudar ainda mais os pais e avós a empenharem-se no apoio às iniciativas de benemerência que a comunidade bajouquense promove habitualmente e que na qualidade de Amigos do Verbo Divino ( AMIVD), tanto os avós maternos, como os paternos estão na primeira linha, e a Filipa partilhava afincadamente. Ainda na ultima visita que fiz à Bajouca me foi levar a casa um pão da cozedura da avó Fernanda do Zé Ferreira Soares. Neste mês em que está a decorrer em Leiria, a Feira de Maio, também a Filipa estava integrada na mesma e era precisamente neste fim de semana que lhe estava destinado trabalhar na tasquinha que representa a Bajouca. Faltou. Em honra da falha neste fim de semana a tasquinha encerrou. Ora como por morrer uma andorinha não acaba a Primavera, nem a nossa Filipa desejava, aqui deixo algumas das mensagens que ao acaso recolhi: de Maria Lúcia Rodrigues – “ Os meus sinceros sentimentos pela perda da tua amiga. Sinto muito as minhas condolências a toda a família essencialmente aos pais pela perda da sua filhinha querida. A vida é um caminho que nós todos temos de percorrer . Força minha querida a amiga tu és uma pessoa muito forte que Deus te ajude. Um forte abraço”. – Está a dirigir-se à Sãozita do Virgilio Alberto, que foi quem primeiro anunciou na net o infausto acontecimento. A Sãozita  é catequista na paroquia de Santo Aleixo da Bajouca com o pai da Filipa, o Nelson Ferreira, daí também as boas e más noticias que acontecem de vez em quando virem à baila. Como foi agora o caso.

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Outro que vem do CNE-Agrupamento 1226 Bajouca e reza:“Há momentos na vida que a única coisa que nos alenta é a Fé. Querida Filipa, 13 anos de escutismo, horas incontáveis a dares de ti aos outros. Vamos guardar para sempre a tua alegria, o teu sorriso e o amor que metias no que fazias. Vais fazer-nos sempre falta, mas levar-te-emos sempre no coração. O nosso Agrupamento está profundamente triste e sem palavras”. Também a Sociedade Artística e Musical da Bajouca adiantou: “Hoje a notícia não é feliz. Perdemos uma grande música, a Filipa Soares. Juntou-se a nós com 12 anos, cresceu connosco, mas acima de tudo nunca perdeu o seu sorriso. Vamos sentir muito a sua falta. Paz à sua alma”. Por meu lado, ao dar em primeira mão a hora do seu funeral na net, registei: 

"12/5 às 11:46 ·Funeral da Filipa é amanhã, dia 13, às 15h00. Vai ser um banho de gente da Bajouca e não só a despedir-se de uma bajouquense que viveu pouco mas teve uma vida activa e produtiva, deixa rasto e aos jovens como ela uma lição de vida. Aos pais e avós além dos meus sentidos pêsames, os votos de muita coragem e fé redobrada".

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Não foi por acaso que a Bajouca ficou de luto e para receber as ultimas homenagens dos conterrâneos e amigos teve de se recorrer ao salão Paroquial, onde a urna esteve exposta desde que chegou até à hora da missa de corpo presente. Sobrinha do Padre Soares do Verbo Divino, a paroquiar em Almodôvar (Beja), a Filipa Ferreira Soares teve a despedir-se dela uma multidão imensa de amigos, que nem na igreja couberam todos. Se lá no assento Etéreo onde já te encontras foi possível Deus te deixar dar uma espreitadela para a Bajouca, nesta tarde do dia 13 de Maio, por certo que ficarias contente por ver que eras amada de verdade por todos com quem neste mundo terrestre te cruzaste. 

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Na celebração tivestes 11 sacerdotes a concelebrar e nem os teus colegas da Escola Superior de Educação de Lisboa deixaram que baixasses à terra sem se despedirem de ti e vieram em autocarro fazê-lo. Não há memoria de nenhum funeral na capital do barro leiriense, como este. Da minha parte os meus mais sentidos pêsames a toda a família mormente aos pais Nelson Ferreira e à Inês Soares.  À Filipa que descanse em Deus.  

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Parabéns ao David.

por aquimetem, em 29.04.18

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Como é possível que eu deixe perder oportunidades destas em estar na Bajouca quando eventos destes acontecem e logo no Casal dos Afonsos?! Vou tudo fazer para que se não repitam desleixes,  meus, deste calibre. Foi a Helena, no dia 26 e hoje, dia 29, foi o marido, o David Pedrosa ou David da Helena Afonso, a repetir semelhante proeza, ao celebrar os seus 59 anos de vida com muita felicidade e laboriosidade vivida. Quis Deus que a data calhasse, este ano ao domingo, o que permitiu reunir os familiares e amigos em almoço intimo que em sua casa decorreu. Não assisti, nem da ementa soube noticia, mas garanto que a foto, enviada para mim, por alguém que participou no repasto, esconde o que realmente foi a celebração do evento. Parabéns ao David.

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publicado às 17:45


Os ossos de um bajouquense moram por lá

por aquimetem, em 29.04.18

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A primeira  vez que vi fazer referencia a este lugar foi numa carta de D.José Alves da Silva, bispo de Leiria, em resposta a outra de Joaquim Paço d´Arcos, tudo relacionado com um bajouquense que em terras de Timor foi missionário. Datada de 30 de Novembro de 1940, dizia assim:O P. Manuel Pereira Jerónimo, antigo Missionário de Timor, faleceu a 4 de Maio passado na quinta de Caldelas, freguesia da Caranguejeira, desta Diocese e destinada a receber os sacerdotes que precisam de amparo na sua velhice. Dista de Leiria 15 km.”. Mais recente surge um meu amigo alfacinha, mas residente na terra do “Cego de Maio”, Povoa do Varzim, num comentário a um post que fiz sobre a nascente do Lis, dizendo: “E não viu o OLHO DE ÁGUA ,aonde nasce água com fartura, em CALDELAS, e claro outras nascentes na zona. Água que bem canalizada e aproveitada chegaria sim aonde seria precisa sem que fossem precisos subsídios”. Muito boa observação amigo Fernando Rodrigues Ferreira.

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Conheço mal a freguesia da Caranguejeira, ao centro, junto à igreja só lá fui uma vez, acerca de três anos e por engano. Ia para assistir ao funeral de um parente, Carlos Afonso da Costa Santos, que me informaram ser nessa terra onde era conceituado industrial, mas que afinal morava em Vale Sumo que pertence a Santa Catarina da Serra. Lá fui dar e da Caranguejeira fiquei com uma imagem panorâmica que conservo na retina. Foi por estas alturas festivas e primaveris que tudo aconteceu, e como ao ir Google não encontrei aquelas informações que acerca de Caldelas da Caranguejeira de Leiria tinha gosto encontrar aqui deixo um apelo aos naturais da terra para da sua aldeia de Caldelas falar, e não apenas do Olho de Água, mas do muito mais que Caldelas tem de história. Os ossos de um bajouquense moram por lá. Deixo também de Vale Sumo a foto que recolhi na altura.

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publicado às 15:45


LIMPANDO O PISÃO!

por aquimetem, em 21.04.18

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Caros amigos,

"Limpando o Pisão" é o nome que damos ao desafio dirigido à comunidade em geral para se juntarem a nós a cuidar do nosso Parque.

Em anexo segue um pequeno cartaz a convidar-vos para que no próximo dia 25 de Abril, a partir das 08h30m, nos encontremos para mais uma jornada de trabalho.

Apareçam! Para além de útil, acreditem que é divertido! 

Com os melhores cumprimentos,

P'la Direção

Fátima Fernandes

MMMMMMMMMMMM

Eis uma boa forma de generosamente ocupar um feriado que aí vem, e nos deu por memória o 25 de Abril. Sair da cama cedinho e com a roupa de trabalho ir até ao Pisão com ferramenta e disposição para trabalhar. O apelo é da Associação Bajouquense para o Desenvolvimento que pede e convida a participarem na limpeza do Parque na Próxima quarta-feira, feriado, dia 25 de Abril, a partir das 8h30.

Tragam ferramentas de trabalho que possam ser úteis, especialmente roçadoras e enxadas.

Quem puder disponibilizar algum tractor contactar um elemento da ABAD.

O Parque do Pisão é de todos!

Contamos com a sua ajuda!

Há piquenique para todos os voluntários!

 

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publicado às 16:04


Do centro e dos outros lugares todos

por aquimetem, em 10.04.18

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Tinha que ser no Casal dos Afonsos da Bajouca Centro o encerrar da minha estadia na capital do barro leiriense, e na casa do David Pedrosa ou na eira do Carlos Afonso. Foi no David e com o resto do grão que sobrou do convívio do salão, mais uns assados no forno, onde o pobre do frango e as batatas foram assadas no forno dando mais um almoço para 8 bocas que ninguém precisa de saber quem eram. Mas a verdade é que estiveram à mesa e enfardaram como é dever de quem tem dente, apetite e recebe convite. Fui um desses. 

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Aqui não tirei nem pedi que tirassem por mim foto alguma pois era almoço familiar e quando assim é a intimidade pesa e tem de se respeitar. Mas que foi animado posso garantir que sim e até deu para pôr o meu ultimo post em circulação, graças à net MEO_PEDROSA. Com a despedida só em Lisboa vou parar e dali passar um fim de semana na terra-berço de São João de Deus, um santo português que em terras de Espanha se santificou.

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Voltar à Bajouca com uma demora destas creio que só lá para Agosto e se Deus me deixar chegar a esse mês em que o meu neto “Alvarito” faz 5 anos. Os mesmos que eu já fiz à cerca de 75. Não façam contas que é tempo perdido, os anos já cá estão. Importa é que foram duas semanas bem vividas e gozadas com gente boa, bem disposta e sã, com quem dá prazer acompanhar e conviver. Os terríveis da Bajouca, do centro e dos outros lugares todos.

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A espera da visita Pascal

por aquimetem, em 06.04.18

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A quinzena que nesta quadra pascal vim passar na capital do barro leiriense já vai a meio. De realce tenho no dia 7 aquilo a que em terras minhotas e transmontanas chamam de “Compasso”. O mesmo que noutras terras, como na região de Leiria, apelidam de “Visita Pascal”. É nesse dia que como de costume uma vez mais vou receber na Bajouca Centro a equipa que o pároco, Sr. Padre Davide Gonçalves, encarregou de o substituir nessa missão paroquial de visitar os paroquianos em suas moradias.

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Recordo-me bem de em meados do século XX quem tinha casa nova ou obras acabadas ainda por benzer, aproveitar a ocasião dessa visita do sacerdote para o fazer. Tudo se acaba e nem sempre do melhor modo. São tradições que marcaram épocas e gerações ao longo dos séculos e nós vamos deixando morrer por indiferença ou desleixe e muita ignorância também. Convencidos de que já sabemos tudo e os “velhotes” eram uns “tapadinhos dos miolos” estamos arranjar lenha para uma fogueira que a todos pode queimar. Há que evitar que o fogo ateie, em quanto é tempo!

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Vamos a conservar o que se herdou do passado e arquivar em livro e retrato tudo quanto for memória antiga, pois é para isso que serve a etnografia, o folclore, a história, as artes e costumes que os “velhotes” da terra conheceram e podem ainda contar. Cada um da sua aldeia deve ter algo que dizer e digno de registo

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publicado às 11:16


Vivas e dinâmicas como sempre foram.

por aquimetem, em 03.04.18

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Dizia eu: que “Sinto a falta dum Café, na Bajouca Centro” e tenho motivos para isso, primeiro por servir o lugar mais importante da freguesia, onde se situa a sede e a igreja paroquial; em segundo, por me fazer falta a mim quando cá venho; terceiro, por servir de ponto de encontro com vizinhos e amigos.Tudo isto além do mais, como gozar da net que o Virgílio Sousa me tem facultado utilizar. Digam se tenho ou não motivo para falar e  apelar pela abertura do Café Sousa.

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Vamos a evitar que tudo se comece a concentrar no Largo dos 13, e à sua volta, deixando que os restantes lugares sejam banidos do interesse local e dessa consequência perca o que de histórico e típico de cada lugar possa servir de atractivo a quem visita a capital do barro leiriense. Aos bajouquenses compete defender o seu torrão-natal como seus  antecendentes fizeram. Capacidade, engenho, inspiração e arte, não faltam nesta terra, se entretanto combinarem em unir esforços como se faz no desporto ou nas orquestras os vários lugares desde Marinha do Engenho à Bouça ao Vale de Cima, e desde Água Formosa à Bouça de Cá, manter-se-ao vivas e dinâmicas como sempre foram.

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publicado às 15:19


Sábado da Ressurreição do Senhor

por aquimetem, em 02.04.18

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Ora pronto aqui temos nós as condições que faltavam para iniciar a reportagem do tempo pascal a que assistimos em Santo Aleixo da Bajouca. Com a cerimónias do Sábado de Aleluia ou Sábado Santo entramos na semana da pascoela e desde logo em vez da oração do Ânjelus ao meio dia, passa a ser a Regina caeli até  ao Pentecostes.

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Como noutra ocasião anotei “São sete semanas que da Vigília Pascal ao Pentecostes delimitam este que é o tempo mais forte da liturgia Cristã, pois recorda a Páscoa (passagem) de Jesus Cristo, do Senhor, que passou da morte à vida, da sua existência definitiva e gloriosa”.

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As cerimónias começaram no adro às 22h00 com a fogueira e o ascender das velas que é sinal duma mudança das trevas para a luz que é Jesus Cristo. É Jesus, segundo São João (8.12) quem diz: “ Eu sou a luz do mundo! Quem anda comigo não anda nas trevas”. E com as velas acesas se entra na igreja e procede à bênção do fogo e do Círio Pascal, para em seguida se proceder às varias leituras incluindo a liturgia do Baptismo dos Catecúmenus.

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As cerimónias encerram com a Liturgia Eucarística, a Missa com a procissão das Ofertas. É uma festa móvel porque os cristãos a herdaram dos Judeus, e estes tem por tradição fazer esta Festa no Domingo depois da primeira Lua Cheia da Primavera (na Europa e no Ocidente).

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Em relação à Páscoa, também as festas da Ascensão do Senhor, do Pentecostes, do Corpus Christis e do Sagrado Coração de Jesus, são festas que variam na celebração. O Sábado Santo, encerrou na capital do berro leiriense com um chazinho e bolos por volta da meia noite, como sinal de alegria cristã e em honra do Sr. Padre Davide, que na sexta-feira santa, dia 30 de Março fez anos. Era dia de jejum e abstinência e por isso a data ficou por assinalar.  Vai sempre a tempo e por isso aconteceu  mais um sábado da Ressurreição do Senhor

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publicado às 20:45


Quem tem amigos não morre na cadeia

por aquimetem, em 01.04.18

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Quem tem amigos não morre na cadeia, que o diga José Sócrates, e outros como ele. Mas não é destas peças que vou falar, antes dos amigos sinceros e generosos que atuam movidos apenas pelo impulso de servir o seu semelhante.  E na Bajouca ainda há dessa casta que nos tempos que correm escasseia hoje em dia em muitos pontos do globo, e até por cá…

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Isto para dizer que atentos a um lamento feito neste blog com o titulo: “Sinto a falta dum Café, na Bajouca Centro”, bastou para que de pronto a generosidade bajouquense se revelasse nas pessoas da Isabel Sousa e do Zé João da Fernanda Soares. A primeira esforçando-se por remediar a falta de net, e o segundo com o empréstimo duma máquina fotográfica. Porém devo também à minha sobrinha Helena as atenções sempre indispensáveis para nos momentos difíceis se prontificar a dar apoio logístico que nestas ocasiões é necessário. Onde é que existem leitores atentos como estes? Por isso tem fama, o povo e a terra do Padre Jerónimo que Joaquim Passo d’Arcos em romance seu imortalizou.

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Desta forma tenho já as condições precisas para fazer a reportagem e prometo faze-la. Com fotos já fiz alguma divulgação no Facebook, mas sem texto que acompanhe é como orquestra sem maestro. Habituado a ler o Evangelho todos os dias, pois para isso mo envia “Arautos do Evangelho”, logo pela manhã deste dia final do mês de Março comecei por ouvi-lo em vez de o ler. Treino para as cerimónias da Ressurreição de Sábado à noite na igreja de Santo Aleixo de Carnide.

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publicado às 12:28


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