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O Zezito "Rato" deixou-nos

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 13.09.18

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O Zézito “Rato” pregou-me uma partida ou foi a parca que lhe pregou a partida a ele. De seu nome completo José Sousa Afonso, este bajouquense, apenas  com 67 anos, deixou o mundo dos vivos no passado dia 11 e foi hoje, dia 13, a sepultar, pertinho da casa onde nas Lameiras da Bajouca nasceu. Deixou saudades pela sua simplicidade e espirito muito aberto e franco. Gostava de me encontrar com ele sempre que calhava, pois tinha sempre um ar da sua graça para criar bom  ambiente. Desta vez não o vi nas festas de Sto. Aleixo, e também jamais o volto a ver partilhar nelas, nem ele também a mim. Não somos de cá, embora muitos pensem que sim e se portam como tal. Dos quatro irmãos já só o Ramiro e Soisita, são vivos. Alice já há muito que faleceu. O Zezito era mais novo dos quatro, e também um dos mais asados para cuidar dos terras e dos seus pinhais. Ficou mais pobre a família dos Afonsos da capital do barro leiriense. Deixa de luto além do mais, seus diletos filhos: Dulcineia, José Carlos, Leonardo e Adélia. Residia no Vale de Cima, o seu funeral constituiu uma verdadeira prova de como o saudoso finado era estimado pela comunidade local e arredores  ao ver associarem-se tanta gente às exéquias que tiveram inicio ás 17h00 na igreja paroquial e culminaram com o cortejo fúnebre para o cemitério da Bajouca. Que descanse em paz.

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publicado às 21:24


Paragem obrigatória.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 07.09.18

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Estas fotos foram na despedida e nem me recordo onde as tirei, sei apenas  que foi na despedida das ultimas férias. Levaram-me ao LAGAR, tomei um café e uma macieira, e pela Guia regressei ao local de partida, onde antes visitei um dos filhos da saudosa ti Maria Nova. São passeios que marcam a nossa vida e a nossa passagem por este espaço terrestre que nos acolhe e consome o corpo e desgasta a alma, já que o espirito é imortal e está confiado a Deus. Antes passamos pelas Piscinas da Bajouca, também local de paragem e bem frequentado. Sítios que com a Isabel dos 13, são pontos de paragem obrigatória.

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Uma especie de retorno...

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 03.09.18

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Pronto a Helena ficou satisfeita, quis agradecer ao Sr. Padre Abel o convite que lhe fez por ocasião dos 50 anos de sacerdócio que no dia 15 de Agosto completou e no dia 19 desse mesmo mês festejou. E vai de retribuir com um convite para almoçar na irmã Prazeres que em Leiria tem restaurante ao lado da livraria Boa Leitura, por acaso também propriedade sua e do marido José Carlos.

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Encarregada de com o  David, seu marido, ir buscar os convidados a Fátima, para connosco almoçarem, quando por volta das 13h00 lá chegamos já os quatro: Padre Abel, D. Rosa, David e Helena estavam assentadinhos na esplanada, frente ao leito do Lis, com uma taça de azeitonas e pão caseiro muito entretidos a conversar. 

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A hora de almoço estava aproximar-se e não demorou que a Prazeres nos mandasse entrar aconselhando que déssemos a prioridade aos mais velhos, acima dos 60 anos. Simpatia da casa. Além do Sr. Padre Abel e da D. Rosa, havia uma convidada especial que muito preso, a D. Lúcia, uma senhora que mora nos Pousos e tem por marido o Sr. Albano. É colega de trabalho da Sãozita, e muito minha amiga e eu dela e de seu dileto marido.

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Eu tinha uma recordação para lhe oferecer, um ursinho de vidro cheio de ginja que numa recente visita que fiz à Pia do Urso comprei para ela e seu marido. 

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Não sei se gostou, mas gostei eu e por isso fiz a oferta. O resto é como todos sabem, um almoço, onde se fala de tudo e de todos. As fotos falam por si, e eu falo por mim.

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Findo o almoço a Helena, mais o David foram levar os convidados a Fátima, a D. Lúcia ainda muito antes foi trabalhar no escritório, e nós regressamos à capital do barro leiriense, donde por volta das 12h30 havíamos saído. Reportagem feita, sem outros pormenores.

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publicado às 19:57


Descance em paz

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 10.08.18

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Foi hoje a sepultar no cemitério da Bajouca, o Pedro Miguel Marques Ferreira, irmão dos bajouquenses Gilberto Carlos e Marco Jorge Marques Ferreira, o saudoso extinto faleceu no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça, onde se encontrava internado vitima duma deficiência motora. Familia muito estimada e querida pela comunidade o seu funeral que após Missa de corpo presente, ás 17h30, celebrada pelo Sr. Padre Davide, foi disso testemunho com muitas pessoas presentes no ato religioso e no cortejo fúnebre. O Pedro Miguel tinha 43 anos e foi morador na Rua dos Bronzes-Vale da Bajouca (Bajouca-Leiria). A toda a família em luto, mormente seu pai Manuel Carreira Ferreira e demais familiares os meus sentidos pêsames.

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publicado às 19:00


Também os pássaros são semeadores

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 07.08.18

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Disse-o já por mais que uma vez, ser meu habito trazer das terras por onde passo em visita, uma recordação de algo que possa plantar no meu quintal-jardim. Até de Angola trouxe uma cana de açucar que por tanto inçar a minha mulher encarregou o jardineiro de lhe fazer a poda. E o certo é que praticamente já desapareceu do quintal.  O mesmo fez em relação ao  “matrus” planta que primeiro conheci na minha freguesia e se destinava a chá para matar as lombrigas, ás crianças quando eu também ainda era. Só anos muito mais tarde me foi apontado no passeio da Carnide ( Lisboa) por pessoa minha conterrânea e que acabei por trazer um pé para o meu jardim e que também içou.

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Mas com os insecticidas ou lá o que tenha sido sumiu-se e nunca mais apareceu. Curioso foi agora aqui no meu jardim e mesmo em frente ao meu quarto de dormir, quando venho à Bajouca, ter aparecido duas espécies de plantas que ninguém plantou. E ambas muito apreciadas por quem gosta de bebidas com sabores tropicais, uma conhecida por Maracujá.

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A explicação que me deu o Sr. Manuel, jardineiro, foi de que teriam sido os pássaros que trouxeram a semente para ali, e a boa terra fez o resto. O mesmo em relação a outra que designada por Fisális, dá um precioso fruto que dizem contem importantes propriedades nutritivas e pode ser servida em saladas ou acompanhada com carnes. É mais que sabido: também os pássaros são semeadores.

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Sabedoria que o povo constrói

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 05.08.18

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A “Festa do Bodo” que se realiza em Pombal, anda ligada a uma lenda associada à capela que foi chamada de Nossa Senhora de Jerusalém. E relacionada com uma procissão de preces que ali terminara nesse incerta ocasião. Motivo: o de pedir a interseção de Nossa Senhora para acudir a uma “praga de gafanhotos” que se tinha instalado na região e dava cabo das produções agrícolas que eram o sustento daquele povo laborioso. Contam que era tão grande a praga que obrigou o povo a ir à igreja de São Pedro da que então era a matriz de Pombal iniciar a dita procissão. Logo foram atendidos, e no ano seguinte foi D. Maria Fogaça, assim se chamava a senhora, que tomou a seu cargo fazer o dispêndio da festa religiosa. Uma vez reconhecido o milagre celebrou-se nova missa solene. Muito do que foi a história consagrada a este evento já desapareceu ou está abafada pela crosta poeirenta dos anos . Do forno onde se cozia o bolo do bodo, nem pedra dele existe. Deram cabo dele logo após a implantação da Republica, em 1910. Também anos depois, o Bispo de Coimbra contribui-o ao proibir a entrada na cerimónia religiosa do “homem do forno”, não apenas em Pombal, como noutras terras da região: Santiago de Litém, Abiúl e Avelar. O "homem do forno" era aquele que depois do forno aquecido e pronto para cozer a fornada do bodo, entrava dentro do forno e dava uma ou duas voltas lá dentro, antes de se enfornar o pão. Hoje quem na ultima semana de Julho vai às festas do Bodo a Pombal, já só de Nossa Senhora do Cardal tem noticia. Da capela de Nossa Senhora de Jerusalém, da igreja de São Pedro, do seu castelo e do mais que a história antiga de Pombal tem para pesquisar, e  que vem do tempo dos Templários, já pouco ou nada se conta. E é pena, porque a história faz-se precisamente destes pedaços de sabedoria que o povo constrói.

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publicado às 23:25


Parabéns ao Diogo Afonso

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 05.08.18

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O dia ficou – me marcado com uma queda que dei da cama a baixo – vejam bem. Eram duas horas e ao virar-me na cama dei  uma volta tão rápida que parei no chão, e feri a cabeça com uma raspadela na esquina da mesinha de cabaceira. A minha aflição foi a de sujar as fronhas e os lenções da cama com sangue e vai de correr para o quarto de banho, e procurar que o sangue estancasse. Demorou a estancar e acabou por parar de correr. Foi nesse espaço que pensei com o travesseiro, neste caso a almofada, como faz falta uma mulher ao lado do marido, se não tivesse deixado a minha ir sozinha  na companhia do neto passar uns dias à Praia do Pedrogão e ficar por minha conta e risco a cerca de 16km.afastado deles, por certo não cairia

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É que foi precisamente do lado em que ela dorme que dei o tombo. Ou ela ou eu, ou os dois ao mesmo tempo estávamos a pensar um no outro. Só que a queda calhou-me a mim. Mas tudo isto foi um aperitivo para iniciar uma viagem a terras de Ansião na companhia da Sãozita do Virgilio Alberto, que às 09h30 já me estavam a bater ao ferrolho e eu prontinho como que nada tivesse acontecido lá fui.

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Levava comigo um opusculo meu que intitulei Nossa Senhora da Graça – Na Fé dos Mareantes, para ofertar a uma sobrinha daquela saudosa centenária que conheci quando pela primeira vez visitei a simpática localidade, mas não se proporcionou. Em Monte Redondo (Leiria) o almoço, no Bom Papo, esperava por nós. Feitos azeiteiros que nas Galgas, em Vale do Boi, São Tiago da Guarda, em Ansião, fornece quem gosta de bom azeite puro e saboroso, partimos de regresso à Bajouca.

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Depois de ter passado por Torre de Vale de Vale de Todos, onde encontramos o “Rafa” em repouso de fim de semana. Depois do almoço ainda havia a Missa vespertina que às 19h15 o Sr. Padre Davide celebrou, e em seguida e ainda na Bajouca Centro, para encerrar a festa do aniversário do Diogo Afonso, 17 anos bem festejados, com aquela alegria e animação que só os pais, o Chico e a Lígia Afonso sabem imprimir nestes festins.

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E como não há uma sem duas, nem duas sem três, eis que a minha cara-metade aproveitou uma boleia da sombrinha Helena, e arrancou da praia para minha inesperada surpresa e no fim de Missa surge no adro da igreja, e com o Sr. Padre Davide por testemunha. Foi mais uma convidada a cantar os parabéns ao Diogo para o qual aqui deixo meu abraço de amizade e votos de muitos anos de vida e bem vividos. Felicidades e muitos dias de São Tiago, 25 de Julho.

 

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publicado às 15:56


Se Deus deixar lá voltarei outra vez

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 02.08.18

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Para encerrar o mês de Julho, no dia 31, desloquei-me a Leiria, onde no restaurante do José Carlos Carreira, também proprietário da Livraria Boa Leitura, fui almoçar. E no fim, visitar a minha cunhada Maria Emília “Rata”, que um dia destes lhe deu para baixar ao HSA. Contava encontra-me lá, no restaurante, com uma leiriense muito amiga e tinha intenção de lhe pagar o almoço, mas desta vez não apareceu e foi almoçar aos pousos, onde tem residência, deixando a colega, a Sãozita, sozinha.

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Á mais mares que marinheiros, embora também se diga que “Pé coxinho não vence caminho”. Foi mais um mês que se passou, de forma mais ou menos satisfatória. Com alguns dias muito frios e alguns chuviscos, mas um ambiente convidativo com é norma desta época. Não desgosto. Mas segundo se diz, vem agora aí calor em demasia e que eu dispenso bem. Vamos a ver, para já tenho a promessa de no sábado, dia 4, fazer uma visita a Torre de Vale de Todos, uma freguesia de Ansião, extinta em 2013.

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Está na origem do meu opúsculo Nossa Senhora da Graça - NA FÉ DOS MAREANTES, devido a uma visita que um dia ali fiz, e descobri que tinha por padroeira Nossa Senhora, com uma invocação de minha simpatia. Bastou para dar inicio à obra que depois amigos meus me empurraram para a edição. Se Deus deixar lá voltarei outra vez.

 

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publicado às 18:48


Parabéns à minha amiga Bela Sousa

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 29.07.18

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A Espinheira já começa a ser lugar famoso na Bajouca e tudo porque um generoso casal ali fez casa e convida os amigos a visitar. Foi no dia 25 que lá estive nos anos da filha Benedita, e hoje nos da mãe, Isabel Sousa. 

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Como no da filha, a mesma animação e as amizades acostumadas, acrescidas com mais uma ou outra cara que esteve ou não na primeira vez, mas em numero, os convivas são os mesmos, e as amizades  também. Destaco desta vez, a Fernada e Zé João, a Lígia Afonso e o Xico, que nos anos da Benedita não vi, tinham também os anos do seu filho Diogo , e primeiro estão os da casa.

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Mas vamos aos da Bela, aquela Isabel simpática e sempre bem disposta que muito aprecio e com quem fraternalmente gosto de me divertir e devo muitos favores, a net, por exemplo. E estou á vontade poi sei que o Paulo Ferreira, não tem ciúmes por isso. Foi festa grande, a de hoje. Embora eu a tenha deixado a meio. Mas alem do convite da aniversariante, e da honra de ter participado, também a pena de por preguiça não ter cumprimentado a Professora Lucília Sousa, ali presente. Perdão lhe peço. Os anos fazem nos partidas destas . Mas vamos à Bela: cara amiga, continua a fazer anos, não te pergunto quantos, só quero que faças muitos e com saúde, alegria, muita paz e amor. Se feliz e faz feliz quem contigo vive e convive. Um abraço fraternal. E um muito obrigado

 

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publicado às 05:49


Subir ao terraço, para ver o eclipse lunar

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 28.07.18

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Hoje a Lua durante uma hora e 42 minutos esteve completamente tapada. E com toda a gente de boca aberta a olhar para o ar. Também fui um deles pois no fim duma cerimónia religiosa presidida pelo Sr. Padre Davide na igreja de Santo Aleixo da Bajouca um meu sobrinho veio-me convidar para ir tomar um café de parreira e do terraço de sua casa presenciar um fenómeno muito curioso, ou seja: ver “ o maior eclipse lunar total do século XXI: a Lua a passar precisamente no centro da umbra terrestre.

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Por essa altura já estava completamente vermelha”. Fiquei seduzido a ver o vermelho da Lua, e cá a pensar para comigo: eu que de vermelho só do meu sangue sou apreciador, me deu para perder tempo a ver o luar?! Mas assim aconteceu neste fim de tarde de 27 para 28 de Julho de 2018. Somos todos assim, com jeito e arte todos os burros comem palha. Sabe-la dar é que nem todos são capazes de bem o fazer. Mesmo não sendo asnos. Fiz tudo para ver, e até  subi ao terraço

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publicado às 09:41


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