Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

06
Abr 15

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          Jorge Joaquim Lage, filho de Eugénio Augusto Lage e de Quitéria das Dores, nasceu em Chelas, freguesia de Cabanelas, concelho de Mirandela, em 06/04/1948, embora o registo civil ateste a data de 25/06/1948. Fez a instrução primária na sua aldeia. Continuou os estudos no Colégio Marista dos Pousos – Leiria, onde concluiu o 5.º ano liceal em 1966. Em 1967, estudou no Colégio de Nossa Senhora da Boavista – Vila Real e concluiu o 6.º e 7.ºano liceal.Em 1969, tirou o Curso de Oficiais Milicianos (Escola Prática de Infantaria – Mafra) e, em 1973, o Curso de Promoção a Capitães (comandou uma subunidade na ex-Guiné Portuguesa – 1973/74), possuindo hoje a patente de Coronel do Exército.

          Licenciou-se em História, em 1977, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. E mais não digo deste ilustre trasmontano que da castanha é especialista e da cultura popular paladino de renome.

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:04

2 comentários:
In "Memórias da Maria Castanha"-Jorge Lage

"...Sobre o estudo que persigo desde década e meia, recebi lições no terreno que desmentiam a facilidade com que, por vezes, alguns doutos querem fazer crer que algumas variedades são farinha do mesmo saco. E não são. A gente do povo é tão observadora e atenta que, muitas vezes, desarma os «especialistas» e académicos se a ouvirmos bem.
Há meia dúzia de anos, troquei impressões com um técnico sobre as variedades de castanhas e dizia-me ele:-«essas três variedades que refere são a mesma». Voltei a falar com o agricultor que me tinha dado a informação e foi categórico: -«Não são iguais. Embora sejam de aspecto igual, na camisa e no descasque são diferentes. Uma é de fácil descasque com a garepa mais lisa. A outra tem a garepa muito encarquilhada. E a outra tem uma espécie de colher desenhada na cara».
Este episódio foi fundamental para eu passar a valorizar mais o saber do povo, já cimentado na infância na minha aldeia que acompanhava muito o meu pai nos sábios trabalhos do campo.( ... )
ann a 7 de Abril de 2015 às 12:36

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