Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

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Jan 18

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Já por mais duma vez me referi à barragem do Fratel e à industria poluidora que em Vila Velha do Ródão se instalou. No dia 25, li do ambientalista  Arlindo Marques que especificou: "depois de percorrer outras zonas, que é da zona de Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco) para sul que se nota esta poluição: a montante dessa zona, referiu, as águas estão límpidas, mas "para baixo [a jusante] das fábricas lá instaladas, a água vem castanha e corre para Lisboa". Disse a respeito da mancha de espuma de esta manhã apareceu no Tejo junto Abrantes". É chover no molhado pois outros interesses mais altos se levanto e em face disso batatas …No meu concelho são as pedreiras que dão emprego a quem não tem outro, aqui é a celulose que transforma a madeira e dá muito lucro ao município, acolá pelos mesmos ou outros motivos sucede o mesmo e vai de destruir tudo quanto de belo fez Deus e encarregou o homem de zelar. Faltou-me focar o que nesta barragem ficou sepultado: as gravuras rupestres do Fratel. 

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Quando discordo da ocupação por barragens do leito de rios, como no caso do sagrado Tameobrigus (Tâmega) não o faço apenas por saudosismo parolo nem conservadorismo velhaco, mas porque ao longo dos anos já tomei conta de muitos dos efeitos negativos que resultam da sua implantação para as regiões onde ficam situadas. Não só a liberdade que tiram à água de seguir o seu trajecto, como depois servir ainda para banheira onde se acumula toda a espécie de detritos e sujeira capaz de alterar o ambiente e o sistema biológico, dentro e à volta. Mais. A barragem quando destinada à produção de energia eléctrica, tolera-se fora de espaços onde não fique em risco cidades como Amarante, que no caso de Fridão é fatal, doutro modo “é pior a emenda que o soneto”, ainda que para apagar fogos. Para estes e rega nada como as pequenas barragens nas ribeiros e ribeiras que por todas as regiões do interior e litoral abundam e não são aproveitadas. Nos casos em que se vê os poluentes é mau, mas podemos aponta-los; pior onde ficam ocultos e o corpo é que sofre as consequências. 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:07

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