Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Nem só de pão vive o homem, mas também.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 21.06.18

DSC00165.JPG

Foi um fim de semana de festa e muita Fé revelada que se viveu na “rainha do Lis”. Sexta-feira, 15, sábado, 16, e domingo, dia 17, do mês do Coração de Jesus ou de Junho. Na sexta, tinha nos coros os meus sobrinhos Leonel e Isabel Neto, no Sábado o David e a Sãozita com os seus catequizados, e no domingo a Sãozita mais a Lígia Afonso encarregadas de transportar o estandarte da paróquia. Toda a minha gente mexe quando a entrega a uma causa nobre pede e a generosidade adere a essa causa. É uma festa em que se procura manter a adolescência ligada ao cerne da fé que recebemos a partir do baptismo e nos torna membros da Igreja e enraizados na cepa plantada por Jesus Cristo.

DSC00161.JPG

Não é exclusiva da diocese de Leiria/Fátima, mas tem aqui forte implantação e com muito brilho é festejada de quatro em quatro anos. Já sou visitador do evento pelo  no anterior evento e sempre com muita admiração e apreço. Este ano repetiu-se a tradição e no sábado, dia 16 lá estive no Jardim de Camões, ou melhor dito junto à estátua de PauloVI a ver as maquetes e os estandartes que representavam as paróquias da diocese. Em obediência ao proposto na carta pastoral de D. António Marto - mediante consulta na Ecclesia – onde consta: "Festejar, por razões óbvias,  é a festa; sair, viemos para as ruas da nossa cidade, o centro da nossa Diocese de Leiria/Fátima; escutar, porque também propusemos ambientes de escuta da Palavra, de escutarmos uns aos outros na mais diversidade de cada um e escutar o que é o outro e dizer o que cada um é”.

2018-06-15_festa-da-fe5[1].jpg

Foi o que aconteceu nesta Festa da Fé que no dia dezasseis visitei e na tasquinha onde também D. António Marto petiscou eu comi uma sandes de leitão que me soube muito bem. Aqui é caso para dizer: nem só de pão vive o homem, mas também.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:02


5 comentários

De Anónimo a 21.06.2018 às 17:26

... E

De Anónimo a 21.06.2018 às 17:30

... e sua Eminência Reverendíssima pode comer leitão no pão?! ... na barraquinha?!

De Maria Ruas a 07.07.2018 às 00:53

Peço-lhe o favor se puder de me falar sobre o Padre Guilhermino Saldanha.Eu penso ser o mesmo k conheci pelo ano de 1990 no Alfeite, num casamento a que assisti. Sabe em que ano o Senhor Padre adoeceu.? E tem mais recente alguma foto dele, que me possa aqui mostrár.? Muito lhe agradeço. Boa noite.

De aquimetem, Falar disto e daquilo a 07.07.2018 às 09:39

É certamente. Ele adoeceu acerca de uns oito ou nove anos com uma trombose. A família apoderou-se dele e internou-o num lar, em Chaves. Lá continua mas as pessoas que o costumavam visitar, também perdi o contato com elas, eram camaradas dele e pouco mais sei neste momento. Ele antes de ser capelão de Exercito foi da Marinha.


De José Augusto Costa Pereira a 07.07.2018 às 09:53

Guilhermino Augusto Teixeira Saldanha
Diocese Vila Real
Data Nascimento 08/04/1940
Data de Ordenação 05/03/1966
Morada Hotel Geriátrico
Código Postal 5400-258
Localidade CHAVES
Telefone(s) 276309500

PS.
Do Anuário Católico retirei esta informação. Se interessar aí fica.

Comentar post



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D