Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

08
Fev 19


De Braga veio até Lisboa, o Dr. Jorge Lage para na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, sediada no nº 50-3º Esq. da Praça do Campo Pequeno, fazer a apresentação do mais recente trabalho que sobre a castanha escreveu. Deste fecundo estudioso, adiantou A.M. Pires Cabral : “Não poso ler qualquer referência a castanheiros que não pense em si e na sua obra”.Presente o conhecido antropólogo Doutor António Vermelho do Corral que invocando o castanheiro deu do seu concelho, Vila Nova de Foz Coa, uma visão muito exacta do seu estado político, religioso e social. Foi o 1º concelho, onde graças a ele, a “Antologia dos Escritores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana” foi apresentada.Depois foi a apresentação do distinto transmontano que nasceu em Mirandela e há muito está radicado na “Cidade dos Arcebispos”, à Drª. Elsa Moreira, que faz parte da direcção da Casa, calhou fazer a apresentação de Jorge Joaquim Lage, um mirandense que nasceu em Chelas, freguesia de Cabanas, em em 06/4/48. Seguiu a carreira militar integrado no Curso de Oficiais de Milicianos que em 1973 concluiu, em Mafra. Mais tarde, já coronel na reserva, meteu-se por outro caminho e na Universidade do Porto, se licenciou em História. Como de costume ao Doutor Armando Palavras coube a apresentação do livro que com a competência que todos lhe reconhecem começou por louvar a obra a todos os títulos muito bem escrita, lustrada e enriquecida com documentações recolhidas nas fontes de origem.
No inicio e no fim o Dr. Hirondino Isaías, presidente da Direção da CTMAD, agradeceu a presença dos todos os presentes, assim como o Dr. Jorge Lage que também fez o mesmo.
A apresentação terminou com um rico jantar de botelo, à transmontana, e com rasgados elogios a este excelente investigado que na área em que se meteu já está consagrado e por certo não tem rival a nível internacional. Dos presentes destaco a presença do cineasta mirandês Leonel Vieira, e ainda Guilhirmino Pires, de Murça, Flávio Vara (o poeta da Nata do Povo), de Rio Frio – Bragança, e outros cujo nome não recordo.

Parabéns Dr. Jorge Lage, fui lá por causa de si, e desafiado pela minha distinta conterrânea Maria da Graça, sem dúvida uma das principais divulgadoras dos poetas, escritores e artistas transmontanos e beirões da beira transmontana.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:05

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