29 de Abril de 2018

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Como é possível que eu deixe perder oportunidades destas em estar na Bajouca quando eventos destes acontecem e logo no Casal dos Afonsos?! Vou tudo fazer para que se não repitam desleixes,  meus, deste calibre. Foi a Helena, no dia 26 e hoje, dia 29, foi o marido, o David Pedrosa ou David da Helena Afonso, a repetir semelhante proeza, ao celebrar os seus 59 anos de vida com muita felicidade e laboriosidade vivida. Quis Deus que a data calhasse, este ano ao domingo, o que permitiu reunir os familiares e amigos em almoço intimo que em sua casa decorreu. Não assisti, nem da ementa soube noticia, mas garanto que a foto, enviada para mim, por alguém que participou no repasto, esconde o que realmente foi a celebração do evento. Parabéns ao David.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:45

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A primeira  vez que vi fazer referencia a este lugar foi numa carta de D.José Alves da Silva, bispo de Leiria, em resposta a outra de Joaquim Paço d´Arcos, tudo relacionado com um bajouquense que em terras de Timor foi missionário. Datada de 30 de Novembro de 1940, dizia assim:O P. Manuel Pereira Jerónimo, antigo Missionário de Timor, faleceu a 4 de Maio passado na quinta de Caldelas, freguesia da Caranguejeira, desta Diocese e destinada a receber os sacerdotes que precisam de amparo na sua velhice. Dista de Leiria 15 km.”. Mais recente surge um meu amigo alfacinha, mas residente na terra do “Cego de Maio”, Povoa do Varzim, num comentário a um post que fiz sobre a nascente do Lis, dizendo: “E não viu o OLHO DE ÁGUA ,aonde nasce água com fartura, em CALDELAS, e claro outras nascentes na zona. Água que bem canalizada e aproveitada chegaria sim aonde seria precisa sem que fossem precisos subsídios”. Muito boa observação amigo Fernando Rodrigues Ferreira.

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Conheço mal a freguesia da Caranguejeira, ao centro, junto à igreja só lá fui uma vez, acerca de três anos e por engano. Ia para assistir ao funeral de um parente, Carlos Afonso da Costa Santos, que me informaram ser nessa terra onde era conceituado industrial, mas que afinal morava em Vale Sumo que pertence a Santa Catarina da Serra. Lá fui dar e da Caranguejeira fiquei com uma imagem panorâmica que conservo na retina. Foi por estas alturas festivas e primaveris que tudo aconteceu, e como ao ir Google não encontrei aquelas informações que acerca de Caldelas da Caranguejeira de Leiria tinha gosto encontrar aqui deixo um apelo aos naturais da terra para da sua aldeia de Caldelas falar, e não apenas do Olho de Água, mas do muito mais que Caldelas tem de história. Os ossos de um bajouquense moram por lá. Deixo também de Vale Sumo a foto que recolhi na altura.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:45

21 de Abril de 2018

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Caros amigos,

"Limpando o Pisão" é o nome que damos ao desafio dirigido à comunidade em geral para se juntarem a nós a cuidar do nosso Parque.

Em anexo segue um pequeno cartaz a convidar-vos para que no próximo dia 25 de Abril, a partir das 08h30m, nos encontremos para mais uma jornada de trabalho.

Apareçam! Para além de útil, acreditem que é divertido! 

Com os melhores cumprimentos,

P'la Direção

Fátima Fernandes

MMMMMMMMMMMM

Eis uma boa forma de generosamente ocupar um feriado que aí vem, e nos deu por memória o 25 de Abril. Sair da cama cedinho e com a roupa de trabalho ir até ao Pisão com ferramenta e disposição para trabalhar. O apelo é da Associação Bajouquense para o Desenvolvimento que pede e convida a participarem na limpeza do Parque na Próxima quarta-feira, feriado, dia 25 de Abril, a partir das 8h30.

Tragam ferramentas de trabalho que possam ser úteis, especialmente roçadoras e enxadas.

Quem puder disponibilizar algum tractor contactar um elemento da ABAD.

O Parque do Pisão é de todos!

Contamos com a sua ajuda!

Há piquenique para todos os voluntários!

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:04

20 de Abril de 2018

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A 08 de Outubro de 2006 escrevia eu em Portugal, minha terra : “ Estou de regresso, e trago comigo  uma carrada de novidades que em terras alentejanas recolhi ao acaso, na  terra de  "João Cidade"; daquele  que foi o mais notável montemorense de todos os tempos, e que o Papa Alexandre VIII canonizou, em  16 de Outubro de 1690. Refiro-me a São João de Deus, o fundador da Ordem Hospitaleira, falecido em Granada (Espanha), a 8 de Março de 1550”.

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Dizia então que regressava do Centro de Convívios de Almançor,  um centro que fica situado na Rua Horta das Almas nas proximidades da praça de touros de Montemor-o-Novo. Ali fui passar em paz e sossego um fim de semana longe da barafunda alfacinha e com dias de muita chuva que às cearas alentejana vai servir de tónico durante a verão que aí vem e por certo irá influenciar na produção.

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O que foi uma vila intra-muros que por volta dos séculos XIII e XIV deixa entender que dentro do seu castelo existiam sediadas 4 freguesias a saber: Santa Maria do Bispo, Santa Maria da Vila, São João e São Tiago. Em contrapartida com a União das Freguesias de Nossa Senhora da Vila, Nossa Senhora do Bispo e Silveiras tudo agora se resumiu numa só. Mas as despesas são as mesmas por muito que queiram enganar o zé pagode  

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Foi um retiro espiritual em que o director aconselhou os participantes a falar apenas com Deus e com o sacerdote, e com ele se necessário alguma informação de ordem temporal.

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Assim procedemos todos, pois não ouvi ninguém abrir a boca senão para comer e rezar desde o final da tarde de 5ª-feira, dia 12, até domingo, dia 15, depois das 16h30 quando com uma “Avé Maria, esperança nossa, sede de sabedoria” o Dr. Raul Dinis deu por encerrado este retiro interno. Para mim muito mariano e com imagens da virgem o vivi e senti.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:43

17 de Abril de 2018

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Embora visitante antigo da nascente do Lis só na segunda-feira, 2 de Abril de 2018 é que vi a origem do rio a jorrar água. Nas visitas anteriores aconteceu o que já em 1 de Abril de 2008 escrevi em post no blog Na Retaguarda, assim: pelo “ leito seco e musgoso do Lis, desço com passagem pela Rua das Camarinhas, até ao centro das Fontes, supondo que ver correr água no leito do Lis já só nas várzeas das Cortes, ou então já muito emporcalhada mais para baixo de Leiria. 

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Enganei-me! Ainda me não tinha afastado uns 50 metros da origem do leito quando reparo que em frente o rio leva água e vejo ao lado, na sua margem esquerda, a fonte donde ela saí”.

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Dessa visita ficou a foto da capela do lugar que registei deste modo: “Enquanto aguardava que o meu condutor às ordens chegasse ao largo da capela de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira do bucólico lugar das Fontes, para me fazer mais alguma surpresa notei junto à ponte vizinha do local existir uma coletividade denominada Associação Cultural e Recreativa Nascente do Lis”.

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É que claro que entrei e vai de  tomar um cafezinho, que me soube muito bem. 

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Não tardou e a surpreza também: foi a visita à "vetusta capela, com alpendre,  da milagrosa Senhora do Monte, que se situa a nascente do lugar de Abadia e junto à estrada que das Cortes passando por esta povoação dá acesso, por ali, ao "Miradouro" da Senhora do Monte”.  

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Uma decada depois e na mesma ocasião fiz visita semalhante, como alías é costume sempre que tenho amigos que me acompanhem e gostem de conhecer o que nas terras e regiões existe de belo para admirar. Pena é ser como os frutos que só se podem colher na época própria das colheitas. E neste caso nem sempre em data determinada acontece, depende das chuvas e das trovoadas que fazem as terras abrir as frinchas por onde a força da água rompe e como por magia dá inicio ao leito do rio Lis. Do género existe o Agroal e a nascente do Alviela que também várias vezes já visitei. Estes diferenciam-se da nascente do Lis porque o seu caudal na origem é permanente.

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 A uns 40 metros afastado da nascente, este é o caudal que na segunda-feira, 2 de Abril encontrei, naquele leito que sempre tenho encontrado "seco e musgoso". Mereceu bem a visita que com bajouquenses familiares e amigos me trouxeram em passeeio com eles.

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Localizado a cerca de 40 km da sua foz, a praia da Vieira de Leiria, a 90 metros de altura em relação ao nivel do mar, o rio Lis é o responsável pela produção agricola que a farta veiga  das  Cortes à Vieira tem fama e proveito. E para minha satisfação neste passeio até foi mesmo da nascente com passagem pela foz.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:44

13 de Abril de 2018

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Neste sábado, dia 24, pelo que ouvi na rádio pela manhã foi dia do Presidente da República e António Costa darem um passeio pelo país a ver como se portam os portugueses a limpar as matas que os fogos de 2017 não atingiram. É nisto que Portugal ganhou em relação aos tempos que ainda me lembro de quando surgia um fogo se corria ao sino da igreja ou capela e aí vai toda a aldeia em peso combater as chamas. Entretanto são criados os Serviços Florestais, os baldios são florestados e o Estado toma a seu cargo proteger o que é de todos. São construídas casas para os Guardas Florestais, contratadas equipas de pessoal para limpeza das matas (= montes na região de Basto), capatazes e tudo o mais necessário contra incêndios. Mas logo os benjamins politiqueiros do após 25 de Abril para cativar simpatia e votos, em vez de aproveitar o que nesta matéria de bom nos deu Salazar e Marcelo Caetano, riscou tudo da sua “agenda” mental e sem mais aquelas vai de entregar de mão beijada e sem contrapartidas essas matas e todo património às autarquias onde estão localizadas. Claro que as autarquias não estão vocacionadas para limpar e gerir matagais, nem fogos, mas sim servir e prestar serviço social, formativo e cultural aos conterrâneos e residentes da respectiva área ocupada. E o que recolhe dos pinhais é para aplicar em melhoramentos locais, e muitas vezes nem só...

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Com que autoridade vem hoje um qualquer governante exigir aos particulares que tenham os seus pinhais limpos, quando um Pinhal de Leiria ou Pinhal do Rei, encontrou na mata nacional as condições precisas para sua combustão, onde eu vi, antes do fogo, mato com mais de metro e meio de altura! Isto na Mata do Urso. Não brinquei com o fogo e deixem-se de dar lições para iludir o pagode.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:15

10 de Abril de 2018

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Tinha que ser no Casal dos Afonsos da Bajouca Centro o encerrar da minha estadia na capital do barro leiriense, e na casa do David Pedrosa ou na eira do Carlos Afonso. Foi no David e com o resto do grão que sobrou do convívio do salão, mais uns assados no forno, onde o pobre do frango e as batatas foram assadas no forno dando mais um almoço para 8 bocas que ninguém precisa de saber quem eram. Mas a verdade é que estiveram à mesa e enfardaram como é dever de quem tem dente, apetite e recebe convite. Fui um desses. 

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Aqui não tirei nem pedi que tirassem por mim foto alguma pois era almoço familiar e quando assim é a intimidade pesa e tem de se respeitar. Mas que foi animado posso garantir que sim e até deu para pôr o meu ultimo post em circulação, graças à net MEO_PEDROSA. Com a despedida só em Lisboa vou parar e dali passar um fim de semana na terra-berço de São João de Deus, um santo português que em terras de Espanha se santificou.

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Voltar à Bajouca com uma demora destas creio que só lá para Agosto e se Deus me deixar chegar a esse mês em que o meu neto “Alvarito” faz 5 anos. Os mesmos que eu já fiz à cerca de 75. Não façam contas que é tempo perdido, os anos já cá estão. Importa é que foram duas semanas bem vividas e gozadas com gente boa, bem disposta e sã, com quem dá prazer acompanhar e conviver. Os terríveis da Bajouca, do centro e dos outros lugares todos.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:39

08 de Abril de 2018

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E chegou a minha quinzena ao fim, com a Semana Santa, o Tríduo Pascal  e a Ressurreição de Jesus Cristo, cerimónias que este ano uma vez mais  foram religiosamente muito bem vividas. Como já se tornou tradição minha é na capital do barro leiriense que costumo passar este tempo pascal desde que tenho a Bajouca por minha outra terra adotiva, e aqui vivo e venho alimentar o calor das tradições cristãs que também no meu torrão-natal aprendi. Das ocorrências festivas que durante este lapso se passaram e eu observei já comentei o que me pareceu merecedor de noticia, por isso quem não leu e quiser ficar melhor informado que leia neste blog ou em Tempo Caminhado a partir do dia 26 de Março que vem lá tudo contadinho, até os passeios que dei e os almoços e jantares que comi, sem falar dos lanches.  

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Mas vamos ao mais importante, por agora, o sábado dia 7. Cerca das 15h00 as 17 equipas saem da igreja, cada uma com a sua cruz e em separado apontam ao lugar que lhe foi atribuído levar o Ressuscitado, Jesus Cristo, a beijar. O estouro de dois foguetes anunciou a partida. Este ano o pároco, Sr. Padre Davide chefiou a equipa do lugar dos Andrezes.

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E a Bajouca Centro, uma vez mais se serviu da prata da casa para o mesmo efeito, com uma equipa constituída pelo Carlos Afonso, a Lígia Afonso, o Zé João Soares e o Fernando Ladeira. Dos demais lugares não falo porque não sei. Também não quero ter o monopólio das noticias bajouquenses pois tem cá quem saiba e muito melhor do que eu o podem fazer.

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Certo é que eram cerca das 19h00 quando já as 17 equipas tinham regressado à igreja com a sua missão cumprida, e também às 19h15 o Sr. Padre Davide, já paramentado  deu inicio à missa vespertina, que neste dia é muito mais participada porque a seguir há sempre  convívio-comunitário e partilhado no salão. E quando isso acontece ninguém quer faltar à chamada. Nem eu. Mas falando da Eucaristia é de realçar o brilho que tanto os canticos  musicados, como as leituras são sonoramente agradáveis. Cheiram a profissionalismo. Claro que não é a Bajouca em peso que se junta duma vez só na igreja ou salão paroquial, até porque alguém tem que ficar em casa para guardar os gatos e tomar conta… no ladrar dos cães. Se bem que hoje em dia as casas estão quase todas sob vigia policial. Mas os ratos existem e já nem os gatos os caçam como antigamente. Mas adiante porque as fotos são muitas e de muitos bajouquenses também, ora vejam:

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 E acabou assim.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:46

06 de Abril de 2018

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A quinzena que nesta quadra pascal vim passar na capital do barro leiriense já vai a meio. De realce tenho no dia 7 aquilo a que em terras minhotas e transmontanas chamam de “Compasso”. O mesmo que noutras terras, como na região de Leiria, apelidam de “Visita Pascal”. É nesse dia que como de costume uma vez mais vou receber na Bajouca Centro a equipa que o pároco, Sr. Padre Davide Gonçalves, encarregou de o substituir nessa missão paroquial de visitar os paroquianos em suas moradias.

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Recordo-me bem de em meados do século XX quem tinha casa nova ou obras acabadas ainda por benzer, aproveitar a ocasião dessa visita do sacerdote para o fazer. Tudo se acaba e nem sempre do melhor modo. São tradições que marcaram épocas e gerações ao longo dos séculos e nós vamos deixando morrer por indiferença ou desleixe e muita ignorância também. Convencidos de que já sabemos tudo e os “velhotes” eram uns “tapadinhos dos miolos” estamos arranjar lenha para uma fogueira que a todos pode queimar. Há que evitar que o fogo ateie, em quanto é tempo!

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Vamos a conservar o que se herdou do passado e arquivar em livro e retrato tudo quanto for memória antiga, pois é para isso que serve a etnografia, o folclore, a história, as artes e costumes que os “velhotes” da terra conheceram e podem ainda contar. Cada um da sua aldeia deve ter algo que dizer e digno de registo

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:16

03 de Abril de 2018

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Dizia eu: que “Sinto a falta dum Café, na Bajouca Centro” e tenho motivos para isso, primeiro por servir o lugar mais importante da freguesia, onde se situa a sede e a igreja paroquial; em segundo, por me fazer falta a mim quando cá venho; terceiro, por servir de ponto de encontro com vizinhos e amigos.Tudo isto além do mais, como gozar da net que o Virgílio Sousa me tem facultado utilizar. Digam se tenho ou não motivo para falar e  apelar pela abertura do Café Sousa.

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Vamos a evitar que tudo se comece a concentrar no Largo dos 13, e à sua volta, deixando que os restantes lugares sejam banidos do interesse local e dessa consequência perca o que de histórico e típico de cada lugar possa servir de atractivo a quem visita a capital do barro leiriense. Aos bajouquenses compete defender o seu torrão-natal como seus  antecendentes fizeram. Capacidade, engenho, inspiração e arte, não faltam nesta terra, se entretanto combinarem em unir esforços como se faz no desporto ou nas orquestras os vários lugares desde Marinha do Engenho à Bouça ao Vale de Cima, e desde Água Formosa à Bouça de Cá, manter-se-ao vivas e dinâmicas como sempre foram.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:19

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