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Nunca me nego a convites destes

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 30.12.17

DSC01593.JPGNo dia 29 fui a Leiria com uns sobrinhos que fizeram o favor de me levar com eles. Uma consulta marcada para esse dia no HSA esteve na origem desta deslocação. Enquanto demorou a consulta fiquei eu dentro do carro a ler um livro de Francisco Fernández-Carvajal autor espanhol cujas obras recomendo

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Levava em mente logo que encerrada a razão que nos levou ao HSA propor à condutora irmos almoçar ao restaurante COURTESY MARGIN, ao lado da Livraria da Boa Leitura e da loja Lingerie Interioridades, convite que foi aceite e reforçado com outro seu para antes disso irmos à Marinha Grande visitar o Raul Afonso ali internado num Lar da Misericórdia local. Foi só passar pelo restaurante deixar o Paulinho a fazer companhia ao primo Miguel e aí vamos nós cumprir um dever de fraternidade cristã: visitar os doentes, neste caso um familiar.

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Muito debilitado o Raul Afonso se deu pela nossa presença não se manifestou com palavras ou gestos fisionómicos. Para não o estar incomodar deixa-lo no seu sossego e  regressamos à “Princesa do Lis”, onde sabíamos além de nós íamos encontrar a D. Lúcia, a Sãozita e o Sr. Bruno Martinho. E um sorriso da Prazeres para a fotografia, entre a mana e a D. Lúcia.

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Com mesa já marcada pelo Paulinho, e posta pela proprietária, sua tia Prazeres, foi só chegar e assentar para em boa companhia nos deliciarmos com um saboroso prato de borrego à moda da casa, e bem regado com uma pinga regional, café  e doce da casa. Um regalo de almoço à leiriense. 

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Depois foi o regressar à aldeia do Padre Jerónimo, personagem de uma obra de Joaquim Paço D´arcos, para participar numa Missa de Corpo Presente, às 15h30. E receber um convite para no dia seguinte, sábado, ir almoçar ao Casal dos Afonsos. Nunca me nego, a convites destes. 

 

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publicado às 12:41


Falecimento

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 28.12.17

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Como 86 anos faleceu ontem na Casa de Repouso da Carreira, a Srª. Maria Engrácia Pereira da Silva, esposa do Sr. José Domingues Pereira e mãe dos Srs. Manuel, Jorge da Silva Pereira, e das Sras. Maria de Fátima, Maria da Conceição e Maria Rosa da Silva Pereira. Figura muito estimada da comunidade bajouquense, a saudosa extinta vai a sepultar no cemitério da Bajouca, amanhã sexta-feira, dia 29, com missa de corpo presente às 15h30. Seu marido, filhos, noras, genros, netos e demais familiares cumprem o doloroso dever de anunciar o triste desenlace e antecipadamente agradece a quem nas cerimónias tomar parte. A partir das 09h00 o corpo está em câmara  ardente na Casa Mortuária da Bajouca.

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publicado às 18:14


Como pinha verde muito unida.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 27.12.17

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Antes do meu “Alvarito” com os pais deixar os avós maternos na capital do barro leiriense e regressar a Lisboa, fui mais a avó com ele visitar os presépios que no interior da igreja da Bajouca merecem ser visitados. Trabalho excelente que os alunos da catequese paroquial com muita arte e imaginação construíram e ali expuseram para nesta quadra natalícia poder ser admirado.

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Já no exterior ou melhor dito no adro da igreja pode quem passa ver o já tradicional “Presépio da Bajouca” que foi inaugurado na noite de Natal e desse evento dei noticia, como também é tradição minha.

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Terra muito rica de tradições e pratica cristã, bom seria que não perdesse tal característica que a distingue na diocese leiriense, a par de outras como Souto da Carpalhosa, Santa Catarina da Serra, Caranguejeira e outras que em filhos sacerdotes e religiosos tão generosa tem sido. Que o vírus da “modernidade” por vezes tão prejudicial como danoso ao comportamento social da juventude não suje a imagem exemplar duma Bajouca alegre, dinâmica, generosa e como pinha verde muito unida.

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publicado às 16:38


Noite de Natal

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 25.12.17

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Como é tradição as minhas festas de Natal são passadas na capital do barro leiriense já lá vão décadas. E este ano assim voltou a suceder com inicio no dia em que se festeja a vigília natalícia e inaugura o presépio que atrai à Bajouca muitos visitantes.

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Tudo isto com “Ceia de Natal”  em casa de familiares no Casal dos Afonsos a convite do Carlitos e da Gabriela, um casal de sobrinhos maravilhosos e além disso generosos.

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Finda a ceia, vem a Vigília ou Missa do Galo muito participada pela comunidade bajouquense e celebrada pelo pároco Sr. Padre Davide Gonçalves. Com cena ao vivo representativa do "nascimento" por um casal e filho bebezinho.

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Também após a celebração eucarística procedeu-se à inauguração e bênção do Presépio erguido no adro da igreja paroquial.

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Em ambiente fraternal e festivo esta noite deu-me a graça de começar o dia de Natal com a visita de muitos familiares e amigos que no fim das cerimónias passaram por minha casa.

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Com destaque para o Sr. Padre Davide, e do grupo responsável pela construção do Presépio que é digno de se ver, como também no interior da igreja os muitos presépios feitos pelos alunos da catequese.

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São estes jovens que garantem a continuidade duma Bajouca solidária e generosa e como pinha unida.

 

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publicado às 12:17


Uma Ceia de Natal farta e cultural

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 20.12.17

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Jorge Lage com conterrâneos seus que não se viam há quase 50 anos.

Desceu hoje de Braga, até ao Campo Pequeno (Lisboa), um distinto transmontano, mestre no fruto que dá o castanheiro e ele descreve com muito saber e pormenor. Refiro-me ao Dr. Jorge Laje, um filho muito ilustre de Mirandela que nesta área de pesquisa é das figuras mais notáveis do país, e tem à volta deste assunto uma vasta obra feita e em títulos já editada.

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Desta vez foi para trazer à cena MIRANDELA OUTROS FALARES, pois é sabido que nem só de castanhas se ocupa um estudioso mirandense como Jorge Lage, a história, a etnografia, as tradições e ditos populares da sua região, e não só, de modo algum lhe passam despercebidos e por isso não perde oportunidade de fazer o seu arrolamento. No dia 19, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, no Campo Pequeno, nº50, 3º Esquerdo, foi palco para apresentação desse trabalho muito fecundo que perante numerosa assistência os distintos conterrâneos Professor Dr. Armando Palavras e Cor. Eng. Jorge Golias teceram as merecidas referências.

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Com prefacio de Jorge Golias, um dos Capitães de Abril, e com nota explicativa do autor Jorge Lage, este interessante trabalho com cerca de 200 páginas e óptima encadernação é uma edição da Câmara Municipal de Mirandela e com a execução gráfica da Oficina de São José – Braga. 

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Na selecta plateia muitas caras conhecidas identifiquei, algumas dos tempos em que também fui activo associado da Casa, no tempo de Tomas Espírito Santo, Dr. Varejão Castelo Branco, Eng. Machado Rodrigues, Altino de Magalhães, e outros. São ainda testemunho Vasco Saldanha, o Dr. Valadares, Serafim Sousa, Armando Jorge e Silva entre outros que não tenho memória.

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Muita gente, dos mais notáveis aos anónimos que nestes momentos aparecem para mostrar a força e razão da gesta transmontana. Alguns como António Chaves e João de Deus Rodrigues onde quer que apareçam não passam despercebidos, e assim aconteceu agora. 

 Vamos apreciar esta 1ª parte: a apresentação...

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Após a apresentação do livro na sala nobre da casa, que teve inicio às 18h00 e se prolongou até cerca das 19h30 com venda de exemplares que Jorge Lage autografou foi a “Ceia de Natal” marcada para as 20h00 e na qual participaram mais de uma centena de transmontanos da diáspora e seus familiares ou amigos.

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Uma ceia muito animada que juntou amizades próximas e antigas num espaço comum, mas a pedir ampliação. Assim se espera pois a nossa colónia alfacinha está a medrar e precisa de largueza.

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Foi bom de ver e sobretudo louvável a iniciativa da Casa de Trás-os- Montes e Alto Douro a que preside o Dr. Hirondino Isaías, em promover eventos desta natureza que são elo substancial duma Associação Regional e centenária, e que à nossa província e em particular à colónia transmontana de Lisboa tão prestimosos serviços tem prestado.

 2ª parte, a Ceia de Natal

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publicado às 14:09


Com “gostos” ou sem “gostos” haja quem nos leia.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 18.12.17

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Digam o que disser mas quanto a gostar de serem lidos e apreciados pelos leitores, ninguém que escreve para publico rejeita essa circunstancial delicadeza. Ainda que não seja propósito do autor estar à espera de louvores ao escrever para informar e tornar publico o que de verdade se lhe afigura merecedor de divulgação é sempre agradável saber que temos quem esteja atento ao nosso labor jornalístico e pronto para louvar ou corrigir o que tornamos noticia. Este foi sempre o lema pelo qual me guiei desde que há mais de meio século iniciei a minha actividade de publicista. Actividade que mantenho, mas actualmente em vez da Imprensa escrita mais virado para a escrita virtual, por ser mais cómoda e também mais espontânea. Entretanto é bom que se diga que de todos os meios de Informação existentes, a Imprensa Escrita é para mim o mais importante. Mas vem tudo isto a-propósito duma mensagem recebida do Facebook em que me anunciava que “As publicações de José Augusto receberam 16 000 gostos”. Mensagem, esta, ilustrada com uma bajouquense, minha dilecta sobrinha, e a par uma casa das que embelezam a arquitectura urbana da minha aldeia de nascimento: Vilar de Ferreiros ( Mondim de Basto). Não sei qual o critério que as equipas do Facebook e Sapo usam para fazerem estas “gracinhas” sedutoras aos seus activos colaboradores, mas neste caso concreto suponho que deve ter a ver com quem depositou mais “gostos” nos meus arrazoados, e no caso da casa talvez por ser a foto que mereceu maior pontuação. Se foi ou não pouco importa, importa sim é que com “gostos” ou sem “gostos” haja quem nos leia.

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publicado às 15:29


Quem cá ficar que o ganhe ...

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 16.12.17

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Mete dó, ver este nosso Portugal entregue às mãos de gente sem escrúpulos e alguns dos responsáveis máximos aos abraços e beijinhos a corruptos e oportunistas sem vergonha. E como que não bastasse, virem ainda a publico manifestar a sua confiança nos suspeitos por tais actos cometidos. Tapar o sol com uma peneira, só neste país se vê, mas que além fronteiras provoca chacota, e no caso mais recente penalização já que de pronto a Raríssimas é suspensa pela Organização Europeia de Doenças Raras. É pena que gente honesta e honrada que gosta da vida política se veja envolvida nesta teia que certas aranhas tecem para se fazerem  notáveis e viver à custa dos bem intencionados que são a maioria dos portugueses. Mas também não deixa de ser estranho que muitos dos meus concidadãos teimem em entender a política como que uma espécie de religião a respeitar ou clube desportivo cuja cor nos agrada. Que os profissionais da política o façam é seu dever e obrigação, porém o vulgar eleitor tem que saber discernir, e não se deixar iludir pelas promessas eleitoralistas. Tivemos um governo que de 2011 a 2015 nos salvou da banca rota, e pagamos caro. Veio outro, que nem foi o vencedor, com muitas promessas, e tramou-nos ainda mais. A diferença foi que tapou a boca à Esquerda, bastou apenas dar-lhe a mão para todos murcharem a orelha. Que raio de esquerda esta ! O que seria se decorridos 6 meses, ainda as indemnizações às vitimas das tragédias dos fogos florestais de Junho e Outubro estivessem por fazer, com o governo do Dr. Passos Coelho e Dr. Paulo Portas? Ou se um ministro como José António Vieira da Silva que tutela o Ministério da Segurança Social e Economia se tivesse metido em sarilhos do género em que consta se ensarilhou, em relação à Raríssimas! Mas curioso, segundo sondagem recente da Euro-sondagem para a SIC e o Expresso, se se  fosse a eleições este mês, era o PS que ganhava com 40,2%. O povo gosta de quem lhe faça festinhas e o resto, quem cá ficar que o ganhe....

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publicado às 16:17


Parabéns à ti Luzia Mota Afonso

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 11.12.17

 

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 “No domingo é surpresa”, dizia eu, em post anterior. E não me enganei, nem enganei os meus leitores. Sabia que tinham convidado a minha mulher para no domingo, dia 10, almoçar em casa de uma prima que também este ano fez dois carros de anos, cada carro tem 40 medidas ou arrobas. Mas não tinha bem a certeza de que prima se tratava, pois que na Bajouca são tantos os parentes da família Afonso e todos tão generosos, que se não forem identificados se corre o risco de ir bater à porta de quem não convidou.

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Só no fim da missa dominical e de tomar um cafezinho na “TASCA ASSOCIATIVA ” é que a minha mulher me disse que tínhamos almoço em casa da Luzia da Mota Pereira Afonso, aqui mesmo em frente da nossa moradia. Que bom é só atravessar a estrada e pronto. 

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Mal entramos na sala e já a mesa estava enfeitada com aperitivos para abrir o apetite a convidar para uma tarde em cheio que o amor filial desperta nos momentos que um motivo faz despertar. Aqui foram 80 Primaveras que no dia 4 enfeitaram o rosto de uma mãe muito querida por marido, filhos, netos, noras, genros e amigos. E só para ver, vamos às entradas.

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A tarde continuou, com o leitão saboroso na companhia, e uns copitos com “régua” para empurrar. 

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Entretanto chegou o momento da ti Luzia, também ter a palavra e soprar nas velas. 80 é muita coisa, e eu quis ver, pois daqui a um ano, se Deus deixar, sopro eu.

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Mas não se ficou por aqui esta comemoração aniversariante da ti Luzia, entretanto apareceu o cunhada Lucília, mais uma sobrinha, e a seguir a São mais o marido Manuel que vinham visitar o meu quintal.... Gente fixe e tarde, por bom motivo, a não esquecer.

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De realçar o cavaquinho do anfitrião, ti Virgílio Sousa que animou os comensais e só não houve dança porque o leitão não deixou...

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 Falta também falar do ti Ferreira e do Arménio que comigo ajudaram à festa, com a música do cavaquinho da casa.Parabéns à ti Luzia 

 Em vídeo fica mais bem demonstrado

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publicado às 12:57


No domingo é surpresa.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 08.12.17

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 7 junto a mais um 9 já  cá cantam. Conta bonita para quem nasceu em tempos de guerras e de racionamentos. Mas agora no tombar deste Novembro para Dezembro, marcado pelos primeiros 8 dias com a "Novena da Imaculada" dá gosto viajar, e por meu lado vir até à Bajouca, onde por tradição a comunidade local se reúne no  Salão Paroquial em almoço-convívio após a celebração da Eucaristia desse dia  santo da Imaculada Conceição.

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Mas também hoje a minha sobrinha Sãozita juntou um 4 com um  6, e logo fui  convidado para ir a sua casa e juntos apagar as velas de aniversário e em festa partilhar o bolo.  Ontem foi em Lisboa, hoje no Largo dos 13,  e amanhã no Salão. No domingo é surpresa.

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Tenho que pôr as minhas barbas de molho....

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 06.12.17

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Tinha o PCP noutra conta, mas borrou-se e perdeu aquela réstia de tolerância que tinha por um partido tolerável ainda que deplorável pela sua doutrina materialista. E hoje vejo confirmadas as reservas que sempre tive em relação a este partido que serve de amparo à  "Gerigonça"que governa Portugal. Na atitude deplorável a que tomou ao votar contra um voto de pesar pela morte de Belmiro de Azevedo, o maior empregador do após 25 de Abril, e figura nacionalmente conhecida e respeitada pelo seu dinamismo e capacidade empreendedora bem evidente nas diversas àreas económicas em que se tornou líder, como a S0NAE e outras instituições comerciais e dustriais. Borrou a escrita, este decadente PCP que Cunhal fundou e os seus pupilos que o seguiram estão a liquidar lentamente  à  sombra do seu herdeiro que tem António Costa por mordome. Mais espertos o BE e PEV que ditos de esquerda, sempre foram mais inteligentes e sem votar contra se abstiveram na votação de pesar. Vergonhosa atitude, a destes partidos que ainda têm gente que lhe dê votos em actos eleitorais. Será que este nosso povo laborioso e aguerrido ainda não  percebeu que está  alimentar  uns tantos "videirinhos" apenas interessados em viver sem fazer nada,? à custa do Zé-pagode? Mas porque seria que os partidos de esquerda não gostavam deste importante empregador português, seria por ter dito que "Os salários só podem aumentar quando um trabalhador português fizer igual a um alemão ou inglês" ? Mas se foi, disse-o com muita razão, embora todos nós saibamos que lá fora os nossos imigrantes são tidos em grande conta pelos seus empregadores, porque não cá? Perguntem não a mim, mas a eles. Como ele adiantou à Visão, em Janeiro de 2010, e cumpriu: " É muito importante que a pessoa se mantenha activa até cair e morrer, nesse dia". Este foi o homem que no Expresso, de 1999, comentou: " Há uma questão de natureza que me impede de ir para a política. È que eu gosto de decidir depressa e poderia ter problemas de excesso de velocidade". Natural do Marco de Canaveses, onde nasceu, em Tuí­as, a 17 de Fevereiro de 1938, este saudoso empreendedor português ligado ao Centro Comercial Colombo e faleceu no Porto, a 29 de Novembro de 2017. É do meu ano, tenho que pôr as minhas barbas de molho....

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publicado às 15:14

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