Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

15
Out 16

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No passado dia 14 decorreu mais um jantar-convívio dos ex-alunos da antiga Escola Primária Masculina, nº 61, do Altinho (Belém-Lisboa). Como de costume o ponto de encontro foi no inicio da Calçada da Ajuda, entre o Museu dos Coches e a Chique, na Pça. Afonso de Albuquerque. Por volta das 18h00 ali se começam a juntar os participantes, e os que têm transporte próprio, disponiveis para transportar os que não têm.

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 Cerca das 19h00 quem não chegou que chegasse e vai de arrancar que o jantar está à espera, e os que lá vão ter directamente também querem conviver. A escolha mais uma vez recaiu no restaurante da Associação Humanitária dos BV do Dafundo, que fica em Linda-a-Velha. Por condutor tive, o Tomé, um amigo de longa data que foi meu companheiro de trabalho nas OGME, hoje transformadas no moderno Museu dos Coches. 

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 A hora era de ponta e nos grandes centros é difícil circular para cumprir horários. Mas chegamos muito a tempo, mais tarde chegaram os irmãos Violas, o Nabeiro e o Borges, que desta vez não levou o pai, com 96 anos e que faz ainda uma vida normal, como se tivesse 50 anos. Mas desta vez antes quis ficar a ver televisão, havia bola. 

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Faltaram alguns, como o amigo Jaime, os irmãos Pintos, que também foram meus companheiros nas OGME, e mais um ou outro que não tenho presente.

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Mas os da pesada não faltaram, Dr. Pegado, o Nabeiro, o Eng. João Inácio, o Roger Gonçalves, o Cosmelli, o  António Dinis, que se deslocou da Alemanha, como o Dr. Pegado do Funchal, e eu…, como convidado, de São Lourenço de Carnide. Como de costume o frete de me trazer a casa foi do Eng. João Inácio, desde Belém, porque até ali, foi o amigo Roger Gonçalves. Agora só no próximo dia 5 de Maio.  

 O vídeo deixa apreciar melhor

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 20:12

12
Out 16

 

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 A chuva chegou ontem à capital e mansinha lavou e refrescou as ruas e passeios. Pecou por demasiado tarde, pois no campo não colaborou com o lavrador que na vinha e outros produtos da lavra fazia jeito ter chegado tempos antes das vindimas e colheitas do São Miguel. Mas veio no tempo que a natureza destinou, e nessa área ninguém se pode pronunciar, pois nem o homem que se tem atrevido a ir à Lua, consegue travar a chuva e o vento quando estes resolvem evidenciar o seu potencial. Fez jeito com esta sua mansidão, e foi bem vinda à região alfacinha. Se foi assim por todo o país é de agradecer, e neste 12 de Outubro com muita mais razão. 

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 Porem, como aos lavradores, também às autoridades militares que nas aldeias de Candal, Póvoa das Leiras e Coelheira (São Pedro do Sul) tentam capturar o assassino de Aguiar da Beira que aqui se refugiou, quer a chuva e quer o nevoeiro se colocaram a favor do criminoso, a monte naquela zona servida pela EN. 326 que liga S. Pedro do Sul a Arouca. E quanto a estragos não ficamos por aqui, pois quem tem figueiras e não apanhou os figos atempadamente, com esta chuva outonal ficou sem figos.

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 Mesmo assim, no próximo fim de semana, se Deus deixar, vou dar uma saltada até à capital do barro leiriense, e na minha figueira se ainda houver, colher alguns, mesmo que com a “ boca aberta” como acontece após a chuva cair.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:07

 

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Com amável dedicatória foi me ofertado um interessante trabalho bibliográfico de aturada pesquisa pela distinta madeirense Maria de Fátima Mendonça Teixeira Gomes. Natural do Machico, onde nasceu a 28 de Agosto de 1946, a D. Fátima é uma coleccionadora de formaturas universitárias que se deixam rever num conjunto de ocupações profissionais desempenhadas até à sua aposentação; onde além de responsável pela Acção Social do Município do Funchal – Sectores da Habitação, Infantários, Trabalhadores Municipais/Pessoal - , leccionou no Colégio de Santa Teresinha, na Escola do Magistério Primário e na Escola Secundária Francisco Franco. Autora de várias publicações, a mais recente versa à volta de uma ilustre machiqueira, que do Colégio de Santa Teresinha foi directora desde Setembro de 1954 a Agosto de 1971, a Irmã Benvinda ou Matilde de Sousa.

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 Em 173 páginas, ilustradas com imagens alusivas ao tema, o texto leva-nos ao encontro duma figura madeirense que se distinguiu, como alma consagrada, no serviço ao próximo e que por isso, a autora no Ano dos Consagrados (2015) e agora no da Misericórdia(2016) quis destacar, honrando, também, entre muitas, a memória de duas personagens que, na Madeira, por amor se deram à educação da juventude, atendimento aos pobres e doentes, e que foram a venerável Irmã Mary Jane Wilson, e a Irmã Benvinda. Ambas se notabilizaram em obras de caridade e educação, patentes em: orfanato, farmácia e colégio. A vertente biográfica é evidente no labor editorial da Professora Fátima Gomes e testei-o já em obra anterior sob o titulo “Da Fé, Brotam as Obras” que D. Maurílio Gouveia prefaciou, e ela consagrou á  Vida e Obra de Maria Eugénia de Canavial. Decorridos dois anos aqui temos mais um interessante trabalho seu que como então comentei “não se pode ficar circunscrito aos madeirenses é para ser conhecido e bem divulgado”. Neste, temos de novo a distinta autora com mais um excelente trabalho de pesquisa e arrolamento que mereceu de Bispo Emérito do Funchal, D. Teodoro, as elogiosas referencias “ Felicito a autora do livro que nos conduziu pela mão desde o vale de Machico, ao colégio humilde de Santa Teresinha em Santa Luzia, ao grande monumento do novo Colégio, necessário para o crescimento cultural e espiritual das alunas, à cidade de Lisboa e à Roma de São Pedro e São Paulo, ( só faltou Jerusalém) para depois penetrar na tórrida África, e finalmente, de novo retornar à Madeira”. Uma obra que satisfaz ler e que em verso e prosa conduz o leitor às entranhas culturais, espirituais, históricas e sociais do povo madeirense.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 20:18

07
Out 16

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O titulo mariano de Nossa Senhora do Rosário remonta ao ano de 1208, quando na igreja de Prouille, São Domingos de Gusmão recebe das mãos da Virgem Maria um rosário. Nesta devoção vai depois entroncar a devoção a Nossa a Nossa Senhora da Vitória que se deve a Simon de Montfort, como agradecimento pela sua vitória na Batalha de Muret. A ele se deve a construção do primeiro santuário desta invocação, e que o Papa Pio V instituiu como festa litúrgica, aqui para comemorar a vitória da Batalha de Lepanto; batalha naval que se deu a 7 de Outubro de 1571 tendo por protagonistas a esquadra da Liga Santa, constituída pela Republica de Veneza, o Reino de Espanha, os Cavaleiros de Malta e os Estados Pontifícios, sob comando de João de Áustria, que venceram o Império Otomano, pondo fim à expansão islâmica no Mediterrâneo. Esta vitória foi atribuída à intercessão de Nossa Senhora por ter ocorrido uma procissão do rosário nesse dia na Praça de São Pedro, em Roma, para o êxito da Liga Santa contra os turcos otomanos no oeste da Europa. O Papa Gregório XIII mudou o dia da comemoração para “ Festa do Santo Rosário”. Com as reformas do Concilio Vaticano Segundo a festa foi renomeada para Nossa Senhora do Rosário.

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Em Lisboa, com o titulo de Nossa Senhora da Vitória tem a capital na Rua da Vitória o Sacro Templo de Nossa Senhora da Vitória situada em plena Baixa Pombalina, à saída do Metropolitano, paróquia de São Nicolau, cuja edificação remonta ao ano de 1556, às origens. Destruído pelo terramoto em 1755, foi reedificado em 1765/1824, e restaurado em 1940, já merecia novo restauro. Com missa semanal às 11h30, de 2ª a 6ª-feira, hoje, dia festivo, não faltei na missa solene.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:29

05
Out 16

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 No dia 5 de Outubro, enquanto muitos dos nossos “democratas republicanos” se entretiveram a festejar a queda da Monarquia, com almoçadas e condecorações medalhísticas., fui eu em romagem até ao santuário de Fátima, visitar Nossa Senhora e o meu amigo Sr. Padre Abel que naquela área reside. 

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 É um dos melhores locais que Portugal tem para meditar e pedir conselho quando se precisa dele, nos momentos decisivos e que humanamente não temos forças para resolver sem misteriosa ajuda. 

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 Sem ter programado, de um dia para o outro resolvi fazer esta deslocação e apresentada ao meu vizinho do lado foi aprovada, prontificando-se para fazer companhia e conduzir o carro. Ás 09h20 tinha o Sr. António e a D. Ilda à porta, e por volta das 10h50, juntos à igreja da Santíssima Trindade para tomar parte na Eucaristia que 10 minutos depois ia ter inicio. 

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 Ainda há muitos, e cada vez mais cristãos, que como reza o episódio Evangélico com “Marta e Maria” sabem aproveitar o tempo, e disso deu testemunho uma igreja com a capacidade que tem a da Santíssima Trindade se encontrar repleta de fieis vindos das mais diversas procedências, mas com destaque para a Diocese de Viseu, que com o seu diocesano pastor, o bispo D. Ilídio Pinto Leandro, desceu à Cova da Iria para agradecer a Nossa Senhora a visita que o ano passado fez à sua Diocese.

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Terminada a Santa Missa foi uma visita à capelinha das Aparições, cumprir a promessa, e procurar o almoço, para no fim ir dar um abraço ao Sr. Padre Abel e a D. Rosa e regressar a Lisboa, com um 5 de Outubro gozado como deve ser.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 20:57

03
Out 16

 

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          O Padre Davide Vieira Gonçalves é o novo pároco de Santo Aleixo da Bajouca, cuja posse se deu no passado dia 25 de Setembro, domingo, e pôs em rebuliço aquela conhecida comunidade leiriense que prima por bem receber todo aquele que de passagem, em missão ou por outro qualquer motivo, aconteça ser da terra utente.

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          O Padre Davide, se não sabia, deve ter-se apercebido disso quando no domingo se viu rodeado de tantos dos paroquianos e amigos que deixou nos Pousos entregues a outro seu colega, para vir agora dar-se de corpo e alma à comunidade bajouquense, que calorosamente o recebeu em festa, às 11h15, abrilhantada pela Orquestra Filarmónica de Stº Aleixo. Seguida, às 11h30,  da Missa de posse, presidida pelo padre Jorge Guarda, Vigário-Geral da Diocese, em que além do empossado, participou também o Padre José Baptista e dois sacerdotes bajouquenses, o padre Melquiades e o padre Soares. No fim da Eucaristia, foi servido um almoço a toda a comunidade, no Olival da paróquia, que muito participado e animado se prestou para o Padre Davide iniciar o seu relacionamento com alguns dos seus novos paroquianos. O Olival foi pequeno para receber tanta gente.

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          E aqui o temos em amena cavaqueira, rodeado por gente generosa e sempre disponível para servir a comunidade. Depois do Padre Gois, foram párocos da Bajouca, o padre Elias da Costa, o padre Manuel Lopes, o padre Virgílio Crespo, o Padre Abel Santos. No curto intervalo entre Padre Abel e o pároco agora empossado, a paróquia esteve a cargo do  Padre José Baptista. O Padre Davide, nasceu a 30/03/1962 e foi ordenado sacerdote a 26/06/1988. Como amigo e filho adoptivo que sou desta paróquia, associo-me à satisfação dos bajouquense que em festa receberam o novo pastor, e oxalá  consiga seguir as peugadas do seu antecessor Sr Padre Abel, na certeza que terá toda a Bajouca na mão.

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          Não é habitual, mas neste evento faltaram as objectivas que costumam retratar os factos relevantes ocorridos na capital do barro leiriense; se não fora a bajouquense D. Lurdes Mota, nem estas ultimas duas fotos tinha, agora, para ilustrar este arrazoado que se me ofereceu alinhavar à volta do acontecimento.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:16

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