Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

08
Ago 16

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O Centro Comercial Colombo está implantado na freguesia de Carnide, precisamente nos limites com Benfica. Vi-o nascer e no local onde se situa apreciei bandos de gaivotas e carraceiras fazer pouso e habitat seu, antes e já depois do Metropolitano ali chegar. Com o 25 de Abril, Nuno  Abecassis é eleito presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e o homem da Sonae, Belmiro de Azevedo, resolve dotar a capital com uma estabelecimento de nível internacional. E no projecto constam duas torres, que a nova direcção autárquica agora com Jorge Sampaio na presidência entende não autorizar a construção, e vai daí, um Colombo sem torres....Curioso é que tempos depois e sempre sob tutela do PS, as torres foram levantadas e quase ninguém deu por isso.... O problema era mesmo só do Eng. Abecassis ....

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:30
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06
Ago 16

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A Bajouca vai estar em festa, e festa rija como é tradição e eu sou testemunha. Mas este ano sou dos que são forçados a não poder gozar das cerimónias, do folclore e da animação que rodeia as festividades da  Bajouca em honra  do seu padroeiro, e que atraiem  à capital do barro leiriense inúmeros forasteiros apreciadores da boa música e  da boa culinária, em particular do "carneiro à Bajouca" . Saí de lá na 5ª-feira e já no olival da paróquia parte das armações que vão acolher  os serviços de restaurante e diversões festivas estavam praticamente montadas. Não posso assistir, mas convido quem possa a fazê-lo por mim. Hão-de ver que não dão por mal empregue um passeio à Bajouca (Leiria)

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:51

 

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 Hoje lembrei-me deste saudoso e conceituado pintor sacro que conheci em 1992 e que até ao seu falecimento tive por amigo sincero. Refiro-me ao bracarense  Sebastião Pinto da Silva. Creio que em 1948 foi tropa no quartel de Campo de Ourique  e ali deixou a sua arte de pincel e paleta bem visível na  sala de sargentos da que é hoje a ESSM. Anos mais tarde esse trabalho esteve em risco de ser destruído face a obras no salão. Quando já tudo apontava nesse sentido calhei de descobrir um familiar do artista, e disso dei conhecimento ao saudoso brigadeiro Duarte Ferreira que me encarregou de contactar o pintor. Resultou daí vir o mestre Sebastião a Lisboa para restaurar o seu trabalho, ficando alojado na Escola até à sua conclusão. Ganhando eu, além da sua amizade, um quadro pintado por ele onde faz constar a minha aldeira com seu cruzeiro paroquial e como pano de fundo o Monte Farinha  

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:43

01
Ago 16

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É o pior de todos os males contra a democracia. Em nome da sua combatividade, se propaga, se contagia e nos surpreende. A sua progressão é mais veloz do que a reprimenda. O que significa que quanto mais argumentos se invocam para a reversão, mais dilata as suas garras e mais alonga as suas excrescências.
Não precisamos de mencionar exemplos além-fronteiras, nem citar o golpismo da Turquia, os arrependimentos da Inglaterra, os extremismos da Grécia ou as confusões da vizinha Espanha. A política não olha a meios. Todos esses meios são válidos para atingir os seus fins, porque é «sistematicamente confundida com as ações dos políticos profissionais, em especial pelos maus políticos. A política é um mal necessário para a vida humana, quer do indivíduo quer da sociedade».
É hoje um tema recorrente quer nas conversas de café, quer dos parlamentos, quer dos órgãos de informação. Os tribunais estão atulhados de processos da mais diversificada natureza, envolvendo cidadãos de todas as atividades sócio-profissionais. Reporto-me a um «caso» que remonta a 2008 e que, devendo estar concluído em fins de 2012, ainda está pendente e já cheira mal por todos os lados. O JN de 18 de julho, em curso, explica-o, na p. 27, pelo jornalista Delfim Machado:
«Guimarães. Bens da Capital da Cultural estão inativos. Só o carro da presidência custou: 38 mil euros. Património de milhares a desvalorizar. O património da Fundação Cidade de Guimarães, entidade que organizou a Capital Europeia da Cultura, em 2012, está inativo desde que foi aprovada a liquidação. A Fundação aguarda o fim das decisões judiciais em curso». Lê-se que na lista desse património está um carro Volvo, modelo S40, comprado para a presidência. Custou 38 mil em 2008, ano em que começou a ser preparado o evento. O veiculo encontra-se estacionado no parque do Centro Cultural Vila Flor, sem seguro e sem inspeções, em dia, pois não é utilizado desde 2013.
Segundo o vereador da cultura, José Bastos, responsável do Centro Vila Flor e do Pelouro, «todo o leque de bens que compõe o património da Fundação Cidade de Guimarães que coordenou e geriu aquele programa inativo. Desde 2013 está tudo parado, aguardando-se apenas pelo desenrolar da justiça para se dar um fim a todos os bens»
A mesma notícia do JN acrescenta que «está na mesma situação, uma ação judicial interposta pela primeira presidente daquela Fundação, nomeada pelo então Presidente da Câmara, António Magalhães. Cristina Azevedo foi, surpreendentemente, demitida pelo nomeador que, ao tempo, já não detinha, sozinho, tais competências. Esse ato de vingança isolado, fez com que uma segunda técnica nomeada, fosse demitida. Ambas recorreram para tribunal. Em conjunto reclamavam um milhão e duzentos mil euros. Jorge Sampaio liderava o Conselho Consultivo cobrando 800 euros por cada reunião que, a exemplo de outros conselheiros (: Freitas do Amaral, Adriano Moreira e Eduardo Lourenço), recebiam idêntica verba pela sua influência política, «absolveu» a responsabilidade do camarada António Magalhães. Certo é que em princípios de 2013 os «coveiros» da capital europeia da cultura», vieram à cidade Berço, celebrar, num jantar com cerca de 30 individualidades, o sucesso desse programa europeu.
Cabe referir que esta «Capital Europeia da Cultura», veio para Guimarães, como contrapartida de concessões políticas centrais que foram concedias a Braga. Para «calar» Guimarães, a ministra da cultura Isabel Pires de Lima anunciou essa «oferta a Guimarães». No jornal «Público» de 27 de Outubro de 2006, afirmou na A. da Republica: «experiência que ser fizera em Coimbra, em 2003 e se repetira, em Faro em 2005, não iria acontecer mais em Portugal». Com o título «O anúncio: capitais nacionais da Cultura», acabam. Essa decisão foi anunciada pela então ministra na véspera do «anúncio», no Parlamento, onde foi falar do orçamento do seu ministério para 2007. Aí disse:«as CNC funcionaram apenas como um programa de animação cultural, mas não influenciaram o consumo cultural em termos de formação e alargamento de públicos; e demonstraram que, com este modelo, as cidades não se renovam com a cultura. Por isso o Governo abandonará definitivamente este modelo de CNC. Há um distanciamento da população residente e do público em geral».
Esta «cambalhota política» constituiu uma das maiores trapalhadas nacionais com essa «condenada iniciativa» da Isabel Pires de Lima. Volvidos oito anos, como bem refere a notícia do JN de 18 do corrente, esbanjaram-se 111 milhões de euros em megalomanias, dispersas pela cidade. Semearam-se elefantes brancos com compras de prédios que estavam condenados ao encerramento e, apenas para pagar favores. Exemplos: «a casa da memória», o edifício da Rua da Rainha, onde nasceu Alberto Sampaio; instalações do antigo Teatro Jordão; Edifício de Pimenta Machado, no Largo Toural... Tudo às moscas. Tudo a pedir rigorosa inspeção aos negócios, tudo para satisfazer clientelas e favores de natureza vária.
Paradoxalmente o último Presidente da República, Cavaco Silva, condecorou em 10 de Junho de 2014, na Guarda, com o grau de Comendador de Mérito, o então Presidente da Câmara, António Magalhães, que foi, nessa qualidade, um dos maiores coniventes com a derrapagem desse vultuoso investimento comunitário. Alguns dos seus mais próximos colaboradores - diziam à boca cheia - que ele era impune à justiça. Dentro e fora da imprensa, sempre me disponibilizei para dar o meu testemunho de cidadão Vimaranense na plenitude dos meus direitos e deveres. Não gostaria de morrer sem assistir ao julgamento, isento e livre, de quantos se serviram - mais do que serviram - nesta complexa e polémica edição da Capital Europeia da Cultura que encerrou em fins de 2012, mas que ainda tem muitos e graves rabos de palha. Mesmo assim, o seu maior responsável, terminou o seu mandato municipal, por limite de mandatos; e foi eleito Presidente da Assembleia Municipal. Nova façanha, sempre impunemente: «ordenou a construção do mais sumptuoso Gabinete presidencial». Tinha servido para todos os seus antecessores. Mas não servia para ele. Sabe-se que gastou nessa obra milhares de euros que vieram, não se sabe de onde. Ele sabe que o Ministério Público e a Polícia Judiciária não têm mãos a medir por causada raia miúda. Sempre o mexilhão a servir de pretexto à corrupção. Barroso da Fonte

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 12:06

 

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Ontem, dia 30, foi mais um daqueles dias em que dá prazer viver. No fim de almoço recebi um convite da Helena - e digam se não tenho razão para dizer que tenho umas sobrinhas maravilhosas ! – a desafiar-me para irmos a Fátima visitar a Sr. Padre Abel. Disse logo que sim e por volta das 15h30 aí vamos nós em demanda do Altar do Mundo. 

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 Quando lá chegamos eram horas de merendar e na Casa do Clero Diocesano de Leiria/Fátima, só merendam os residentes. Motivo que deu origem a convidar o Sr. Padre Abel e a D. Rosa a nos fazerem companhia até à Praia do Pedrógão e connosco merendar no Pão Quente da Rotunda das Pedras.

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  Aceitaram e aí viemos nós apanhar ares frescos deste mar encantador, onde também integrada no grupo vinha uma nossa companheira de viagem que a pesar de muito debilitada fez questão em ir connosco visitar a Sr. Padre Abel. 

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Lanche comido, companhia desfeita. De novo para Fátima, mas com passagem pela Bajouca para deixar em casa a ti Luzia do Virgílio, no Café Sousa, poupando-lhe a repetição e a demora de mais uma viagem connosco de ida e volta para levar o Sr. Padre Abel.

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Tanto mais que ao jantar ia haver festa rija nos seus aposentos, com uma filha e uma neta em festa de aniversário. À hora marcada lá estava eu também para confraternizar e cantar os parabéns regadinhos com champanhe.

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  Muitas bocas e as aniversariantes muito ocupadas, uma no topo da mesa, de copo em punho; outra a cortar e a servir os convidados. Para ambas, a Benedita Ferreira e a Bela Sousa, sua mãe, os meus amistosos parabéns. Por muitos anos  

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Foi um daqueles dias que dá prazer desfrutar e que feliz da vida gozei neste fim de semana por terras de Leiria.

Em vídeo a visão é mais abrangente

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 00:08

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