Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

16
Jun 16

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Na aldeia a abundância de motivos com que a natureza nos presenteia, podia bem evitar que se gastasse tempo em falar da vida alheia dos vizinhos e gozar desses dons que se nos oferece ver a cada instante que se estiver atento. Ainda não há muito tempo, talvez um ano, germinou, no meu meu quintal, sem ser plantada uma planta que se deixou desenvolver livremente até que se conhecesse o género. Só nos finais do ano passado se certificou tratar-se da planta de sabugueiro ( Sambucus nigra), nativa da Europa, oeste da Ásia e norte de África.

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Arbusto denso e muito ramificado é das plantas medicinal mais antigas e apreciadas, remontando aos primórdios da Humanidade. Testemunhos arqueológicos dão como certo ser muito popular e aparecer associada a diferentes mitologias e a numerosas lendas. Da flor à baga tudo é aproveitado para bem da saúde de quem disso faz uso.

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 Em Portugal esteve quase extinta devido a uma lei do Marquês de Pombal que proibia o cultivo de sabugueiro para evitar o uso da baga que os lavradores utilizavam de modo a dar cor aos vinhos mais fracos, que depois vendiam como Vinho do Porto. Pelo menos na região do Douro a lei era mesmo rigorosa.

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 De novo esta planta-arbusto voltou a se poder cultivar e no Vale da Varosa, até quem chamou a si a comercialização da baga de sabugueiro produzida pelos agricultores foi precisamente a Adega Cooperativa de Castanheiro do Ouro (Tarouca). E de fato há mesmo quem chame a esta produção um verdadeiro negócio de “ouro negro” destas gentes, já que em certos casos é mais rentável que o cultivo de outros produtos, inclusive a vinha. Os alemães são os principais clientes a consumir a produção de baga que aplicam no fabrico de tintas, doçaria, e industria farmacêutica.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:38
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14
Jun 16

 

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No passado dia 13 foi feriado em Lisboa, é dia de Santo António. É dos feriados que por norma a maioria dos alfacinhas não desperdiça senão em louvor do seu mais insigne conterrâneo e dos mais famosos santos da Igreja Católica. O ano passado esqueceram-se de celebrar o dia, com a tradicional procissão pelos bairros que certamente Fernando de Bolhões trilhou, antes de mudar o nome para António e de ser frade agostinho e depois passar a franciscano.

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Mas não só os alfacinhas, como também todos os portugueses, mesmo aqueles que não levam a sério os ensinamentos e praticas cristãs que Santo António propagou e fez delas oficio de santidade.

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Uma multidão de fieis participou nas cerimónias a que presidiu o Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente. Do todo da festividade só não faltei à procissão que teve inicio às 17h00, com saída da casa-igreja e regresso por volta das 19h00.

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Como é dever dos fieis fui e levei amigos comigo, e ganhamos todos, eu pelo menos aprendi um caminho novo para chegar à Sé e à igreja de Santo António: apanhar o Elevador do Castelo e pela Rua de São Mamede ir à procura do Chafariz do Caldas/antigo Chafariz das Mouras do Lumiar.

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Melhor dito, Largo do Correio-Mor. Local típico da freguesia de Santa Maria Maior, da cidade de Lisboa.

 

 Para melhor apreciar a devoção a Santo António

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:07
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13
Jun 16

 

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Li em livro da Colecção Éfeso, sobre virtudes humanas, de Juan Luis Lorda, que “ O sentido de serviço é especialmente importante nas tarefas públicas. O critério fundamental da honestidade no desempenho da função publica é a de servir ao bem comum. Isto tanto se quando se está atender ao publico detrás de um “guichet”, como quando se está a governar um sector da vida urbana. Os homens públicos devem impregnar-se do sentido de serviço que legitima a sua actuação. Se não sucede assim, torna-se, por outro lado, muito difícil não se deixar levar pela ambição das honras, o que faz andar sempre à procura da promoção; ou ainda pela sedução do dinheiro, que tão tentadora e facilmente se oferece, com frequência, por caminhos pouco honestos”.

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 Vale só pela forma como descreve, e a mestria com que expõem o tema, uma vez que a essa conclusão chega qualquer cabeça pensante. Mas infelizmente é pratica que pela negativa a maioria dos servidores do Estado, em Portugal, não usam exercer. No entanto pelam-se por ser funcionários públicos.Também fui e servi cerca quarenta anos, e posso garantir que cumpri as minhas obrigações o melhor que pude, e é normativa de quem quer ser funcionário publico, servir e não se servir….Não é fácil, e por vezes até muitos dos colegas deixam de ver com bons olhos aquele que cumpre as regras. Isso nunca me incomodou e as pessoas até acabam por valorizar. O que acontece até é desculpável, porque o exemplo vem de cima, e hoje a corrupção e a prática dos maus exemplos vem da escumalha social que o eleitorado escolhe para chefes da quadrilha.

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 Quando se viu, neste país, ser um PR a andar a estender a mão aos credores, mais para sustentar um “governo” do que aliviar as dificuldades de muitas famílias que a governação “socratense” criou?! E hoje o mau da fita é um primeiro-ministro, Passos Coelho, que honestamente evitou que Portugal entrasse em banca rota, para onde agora com os governantes que temos não demorará muito volte acontecer. A ratoeira está armada onde a inspiração diabólica quer: destruir a família, gerir a formação escolar, retirar aos pais a liberdade de escolher a educação que querem para os seus filhos, e às instituições de ensino particular negar, por mero capricho, a normal cooperação na formação da juventude. É mesmo diabólico, e mostra bem os objectivos da esquerda em Portugal.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:04
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12
Jun 16

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O Jardim Zoológico de Lisboa é dos mais importantes atractivos da capital, creio que mais considerado pelos provincianos que pelos alfacinhas que gostam mais de fado. Hoje pela manhã vi chagar ali vindo de Oliveira dos Frades um autocarro cheio de pequenos e graúdos que em passeio social e cultural vieram fazer ao Zoo. Iniciativas de louvar pois além de servir de prémio a quem ainda jovem carece de incentivos fortes, é também uma maneira de ajudar o Jardim a sustentar as despesas com aquela quantidade de animais que ali se encontra para alegria e curiosidade dos visitantes. Dos responsáveis pelo acompanhamento do grupo fazia parte a D. Maria de Lordes Santos, parente do meu saudoso amigo Padre Ângelo, da Prova, que sempre que desce de terras de Lafões, tem que vir carregada. Bem haja, e um abraço ao Sr. Antero e outro à menina “Augustinha”,

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 00:00

10
Jun 16

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 Veio-me ter à mão mais uma daquelas peças moldadas a tinta de imprensa que só o Ginho com a sua capacidade e engenho sabe materializar, e que me trouxe da montanha, onde tenho as minhas raízes, uma perfeita imagem histórica, etnográfica e paisagística, com o titulo: Mondim de Basto.

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 Enriquecida com imerecida dedicatória, uma ilustrada monografia da vila e do concelho a quem D. Manuel I deu carta de foral e manteve até tarde terras regalengas, este guião turístico leva-nos a usar da perspicácia para quando no terreno entender a linguagem das pedras, dos carreiros e atalhos, dos rios e fontes, da arquitectura urbanística e dos montes e vales, deste concelho escondido da vista, mas que no coração palpita. Começa bem, com:
“Um cibo de terra roubado,/A um mar de pinheiros sem fim, /Um Monte e um Rio ao lado,/E lá no meio – Mondim !!!”.

Das “origens” às “histórias & lendas” e dos “factos” aos “ romanos”, nos dá, Luís Jales de Oliveira, em álbum muito bem ilustrado com imagens, prosa e poesia exemplificativa do que de Mondim de Basto só um mondinense do seu calibre á capaz.

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 Temos assim em verso e prosa, ilustrado com imagens, todo um desfilar da história de um concelho rural da região de Basto, que por ficar na margem esquerda do Tâmega e nas faldas do Marão, - onde pontifica o Rio, mas também o Monte Farinha e as Fisgas de Ermelo - é território transmontano, na zona de transição com o Minho, por Celorico e Cabeceiras de Basto (Braga) .

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Repetindo o convite com que o autor, Luís Jales de Oliveira, faz ao leitor, transcrevo: “ Dizia o povo que quem bebesse da água do Barrio ficaria enfeitiçado e jamais haveria de partir. Venha beber da nossa identidade e deixe-se enfeitiçar por Mondim”. Muitas vezes lá bebi, mas, por aldoes da vida, resisti ao feitiço...

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Uma forma original para encerrar este atraente cardápio turístico, com um convite ao leitor do livro a se deter na ementa e escolher a seu gosto. Tem muito por onde, e diversificado. Do património cultural ao construído, do desporto profissional ao amadorismo e de lazer, não falta em Mondim. Sem pretensões de historiador fecundo, mas muito sabedor do que escreve, o Ginho, desce pela mão dos entendidos às remotas origens históricas da nossa terra, mais para varrer poeira que ao longo de séculos se acumulou, para desviando-a facilitar as gerações futuras e actuais a conhecer o que agora Mondim ainda tem de maravilhoso para mostrar. Leva-nos serra fora, desde o "castroeyro" à " cruz do Jugal", e pela cumeada até às grutas de Campanhó. E ao Ermelo, para nos mostrar as Fisgas.

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A vila, a montanha e as suas aldeias, os ribeiros e ribeiras, a fauna e flora do Alvão, as festas e romarias, a música, o folclore, as tradições, os artistas da pedra, da madeira e do ferro, são motivos a juntar a uma gastronomia, onde impera o “verdasco” de muita qualidade, a famosa carne maronesa, o pão cozido nos fornos a lenha, e moído nos típicos moinhos de rodízio, depois de cultivado pelo lavrador nos campos e lameiros de entre Tâmega e Lamas de Ôlo. Mais um diamante lapidado com gosto e muita arte por Luís Jales Oliveira.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:58

07
Jun 16

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No domingo, dia 05 de Junho, fui até ao Parque Eduardo VII, onde está instalada a 86ª edição da Feira do Livro. É um certame anual que desde 1930 se realiza em Maio na cidade de Lisboa e tem o apreço duma grande parte dos alfacinhas que ali acorrem para dar apoio e valorizar um dos mais importantes eventos culturais da capital.

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É um certame anual que teve inicio sob o patrocínio da Associação de Classe de Livreiros de Portugal, hoje denominada Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, começou na Avenida da Liberdade, depois passou pela Praça de D. Pedro IV, Rua Augusta, Praça do Comercio até que nestes últimos anos se fixou no Parque Eduardo VII.

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Com muitos stands e pavilhões de apoio aos visitantes e livreiros, a Feira do Livro deste ano, ainda que muito participada, pareceu-me prejudicada com os muitos taipais que roubam visibilidade ao sedutor espaço e aos stands do certame.

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Nestas deslocações, como nas "romarias" de Maio, nunca se deve ir sozinho, pois os amigos são para as ocasiões, e como os amigos carnais, os livros, quando formativos de verdade, são também amigos verdadeiros, semelhantes ao cão que não morde…. Como muleta levei comigo um amigo beirão, de Carregal do Sal, e um transmontano de Basto, como eu, para me ajudarem a trazer a carga…Pequena, mas proveitosa visita

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 20:48

05
Jun 16

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 A Beira Baixa a quem alguns geólogos consideram a Beira Transmontana, a terminar nas margens do Tejo, tem na cidade da Covilhã ponto referencial. Situada na Região Centro, e na sub-região da Cova da Beira, distrito de Castelo Branco e na antiga província de Beira Baixa, esta cidade e sede de município ergue-se á porta da Serra da Estrela onde pelas Penhas da Saúde atinge  Nave de Santo António e pela freguesia de Unhais da Serra estende-se até à Torre, o ponto mais alto de Portugal Continental. Na sua área urbana fica a freguesia de Tortosendo, onde se situa o primeiro seminário do Verbo Divino estabelecido em Portugal. – Este postal foi por mim enviado para a minha esposa, em 27/09/75.

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 Vizinho da Covilhã é o município da Manteigas, embora já do Distrito da Guarda. Ali se situa o Poço do Inferno uma curiosa catarata donde a água cai a mais de 10 metros e se precipita com ímpeto num pequeno poço provocando uma espécie de música terapêutica que neste bucólico recanto da serra é muito apreciado. Fica num desvio junto ao Viveiro das Trutas, à saída de Manteigas, de quem vai pelo vale do Zêzere para a Nave de Santo António. Creio que já dei noticia noutro local, mas repito: um dia estando nas Fisgas de Ermelo de passagem da minha aldeia para Lisboa, travei conversa com um casal, também de visita às Fisgas. A certa altura veio à baila o Poço do Inferno que segundo ele era muito semelhante às quedas do rio Olo. Fiquei muito surpreendido, e porque quis confirmar, em vez de seguir directo a Lisboa aí vou eu apontado a Manteigas. Bem. Não foi uma desilusão porque tudo quanto são motivos paisagísticos desta natureza merecem admiração, mas considerar uma catarata que ronda uns 10 metros de altura, com as Fisgas de Ermelo é mesmo de quem sofre de miopia. – Mais um postal, com a mesma data e para a mesma criatura, enviado da Covilhã.

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 E continuando por terras da Beira, vamos até Trancoso, cidade portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda e situada na região Centro, sub-região da Beira Interior Norte. Sede de município, confronta com os concelhos de Penedono, Meda, Pinhel, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Aguiar da Beira e Sernancelhe. O seu castelo que os Templários receberam por doação, e as muralhas que cercam o centro histórico da urbe está classificado por Monumento Nacional desde 08 de Junho de 1921. Este castelo conserva restos de uma torre que foi capela da cidadela sob invocação de Santa Maria Madalena. Trata-se dos mais importantes monumentos de Trancoso, que merece visita de quem aprecia terras com história. – Este postal foi-me enviado da Meda-Coriscada, em 21/07/1972, pela beirã Aldina Almeida. 

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 Descendo a Beira Alta de Trancoso até São Pedro do Sul aqui nos detemos por momentos a falar desta vila portuguesa que é sede de um município do Distrito de Viseu, região Centro e sub-região do Dão-Lafões. Limita com os concelhos de Castro Daire, Viseu, Vouzela, Oliveira dos Frades, Vale de Cambra e Arouca. Famosa pelas suas águas termais com mais de dois mil anos de história. As Termas de São Pedro do Sul dispõe de serviço de fisioterapia com profissionais excelentes e modernos equipamentos, assim como a localidade com espaços hoteleiros acolhedores e acessíveis. Para além do Palace S. Pedro do Sul Hotel, da INTEL, quem procura aquelas águas medicinais para tratamento de doenças do foro respiratório, doenças reumáticas e musculo-esqueléticas ou doenças metabólico-endócrinas, encontra naquela estancia das margens do Vouga tudo que de conforto precise. - E por este postal cuja data ignoro, fica realçado o Balneário antigo, o Hotel Vouga, o Hotel Lisboa, a Pensão Ultramarina e, no centro, uma nascente donde a água sai á temperatura de 68.7º C. Um país rico de motivos que nos convidam  a conhecer os encantos e recantos de Portugal

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:26

03
Jun 16

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Como tinha prometido, não faltei. Ontem, 02 Junho, às 18h00, estava junto à porta do Palácio Alverca ou Casa do Alentejo para numa das belíssimas salas do imóvel daquela associação regional assistir ao lançamento de mais um valioso trabalho da autoria do poeta e prosador João de Deus Rodrigues. Desta vez com o título: “Burros? Sim, mas só de NOME”. Muita gente admiradora e amiga do conceituado escritor e etnógrafo transmontano, enchia por completo o salão e uma plateia muito selecta e atenta, para ouvir uma filha falar com particular ternura de seu pai, e de um editor do livro que teceu palavras elogiosas ao povo transmontano. Com o autor, ladeado pela filha, Drª. Ana Sofia Luís Rodrigues, a apresentadora da obra, e pelo General José Ribeirinha Dinis da Costa, o prefaciador, na mesa de honra, pontificou ainda o Doutor Fernando Mão de Ferro, das Edições Colibri.

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Para estas cerimónias culturais nunca se deve ir sozinho, porque a cultura é para ser distribuída por todos e não só para privilegiados, assim procedi, fazendo-me acompanhar por pessoa que anonimamente presta aos cultores da poesia e da prosa serviços relevantes. Mas tive que aguardar pois quem trabalha, tem horários a respeitar e o movimento às horas de ponta na cidade é complicado. Bem o disse o autor, quando ao agradecer a presença dos participantes, recordou que muitos para ali estarem aquela hora fizeram-no com algum sacrifício. Mas valeu apena.

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Ouvir dissertar à cerca do que não sabemos e quando à volta de um animal que tanto serviço presta ao homem e tão mal tratado é, até no modo de se falar dos dotes que o caracterizam, foi para uma plateia muito atenta motivo de especial regozijo. Bem o antecipou no prefácio, o General Dinis da Costa, quando se refere ao interesse do autor por esta espécie: “Mas porque é que o “burro” merece tal destaque nas suas memórias? Talvez porque o “burro” é dos animais domésticos, com que ele viveu, que mais se aproxima e interage com todos os homens e mulheres das aldeias na vida diária dos campos, pela afabilidade, capacidade de trabalho e disponibilidade no uso diário”.

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Aquisição de mais um livro e uma humanista lição, de carinho, respeito e reconhecimento pelos animais domésticos foi ali leccionada por um distinto transmontano da diáspora, o qual com toda a sua sensibilidade, aludiu à importância deste animal na vida daquele “povo” que nas nossas aldeias cultiva os alimentos que come quem trabalha na fabrica, na oficina, na loja, nos escritórios, na escola, no hospital, os citadinos e vilões, como eu.

 O vídeo mostra melhor

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:48
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