Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

18
Mar 16

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 Sobrinhos maravilhosos, que sempre que veem à capital na sua “casa-caracol” nos visitam e connosco convivem uns bons e animados momentos!!! Hoje mais uma vez se repetiu a visita que teve o seu epílogo no Colombo, com um cafezinho antes do regresso a terras do Lis.

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Como habitualmente, sempre que possível trazem consigo a Maria Emília “Rata” pois faz questão de também aproveitar para se encontrar com a irmã Saudade. Dormiram na roulotte de ontem para hoje, mas caladinhos para não incomodar quem cá está. Só por volta do meio-dia e já almoçados é que deram sinal, mas até nisso, demasiado cerimoniais, usando o telemóvel em vez de bater ao ferrolho. Só depois do cafezinho. São bajouquenses e basta.

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 Os nossos agradecimentos. Em breve vamos retribuir a visita. A Pascoa está aí, e nós vamos viver a Pascoa.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:16

14
Mar 16

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Vitima de doença que não perdoa faleceu ontem a saudosa bajouquense Isabel Pedrosa, apenas com 50 anos, deixa viúvo o Sr. António Marcelino, e órfãos de mãe dois filhos, o Lucas e o Igor. Família muito conceituada na Bajouca e em toda a região leiriense, ainda não há muito tempo, em 27 de Setembro ultimo, também a propósito do passamento de seu pai, fiz uma noticia neste blog sob o titulo “ Homens destes não morrem” onde constava ainda o nome desta filha dilecta do saudoso ti “Zé das Matas”. Da agora extinta D. Maria Isabel Pereira Pedrosa, guardo a recordação do ultimo momento em que a vi, na festa da catequese, que decorreu no salão paroquial da Bajouca, no passado dia 19 de Dezembro. Porque não me é possível estar presente nas cerimónias fúnebres que vão hoje decorrer aproveito para apresentar os meus sinceros e sentidos pêsames a toda a sua família enlutado, deixando aqui um particular agradecimento à pessoa amiga que ontem me alertou para esta noticia online que consta na pág. de José Pedrosa : “Venho por este meio informar que a minha irmã Isabel Pedrosa faleceu hoje, dia 13/03/2016 e o corpo chega amanhã às 11h, à casa mortuária da Bajouca. O funeral será às 16h, na Igreja da Bajouca”. O que disse de seu pai, aplica-se a esta sua filha: as almas boas e sofredoras também não morrem, são modelo para quem fica…..

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:48

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 Foi-me enviado de Lamego a 20 de Julho de 1971, da própria cidade em referência. O remetente foi o saudoso Padre Guedes. Na legenda consta : “Nª.Sª dos Remédios, Santuário visto do Jardim Camões”. Este santuário que começou a ser construído em meados do século XVIII e foi concluído em 1905, está localizado onde anteriormente existia uma ermida dedicada a Santo Estevão. Diminuída a devoção a este bem-aventurado, nasce e cresce ali a devoção mariana, tornando esse espaço famoso e concorrido sob égide de Nossa Senhora dos Remédios, principalmente durante a primeira semana de Setembro.

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Terra historicamente notável, quer no património cultural, económico, artístico e paisagístico, tem na Fonte Monumental, junto ao Jardim da Republica, um dos mais belos adornos da sua sala de visitas da cidade. Construída em 1824, devido a obras de urbanização foi sendo deslocada do sitio inicial até que em 1928 se fixou onde hoje pode ser apreciada. São duas imagens alusivas a uma duriense cidade que muito admiro pelo seu encanto e importância como sede de concelho e de Diocese. O remetente foi o mesmo do anterior e na sua mensagem dizia, então: Lamego, 20/07/70, “Meia-Noite! Tomo a postal para escrever… estou eu e mais cerca de trinta sacerdotes da Diocese de Vila Real”, em retiro certamente.

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 Este postal foi-me enviado a 01 de Setembro de 1991 por outro meu inesquecível amigo de saudosa memoria, o Dr. Primo Casal Pelayo, a noticiar: “ Daqui do Douro, em fins de vindimas , estou a endereçar-lhe um abraço acompanhado de votos de uma próspera saúde tanto sua como de Dª. Saudade e Gisela”. Era vila-condense, mas com gente amiga em São João da Pesqueira, onde costumava passar férias. Era um admirador da região duriense, mas se escreveu alguma coisa sobre ela, não li. Impressões acerca de São Salvador do Mundo, ermida e miradouro que fica na estrada de São João da Pesqueira para a barragem do Cachão da Valeira, sim; lembro-me de o ter ouvido fazer comentários. A montante da foz do Tua e a cerca de uns 08 km de São João da Pesqueira, do distrito de Viseu, a barragem da Valeira é uma das “banheiras” do rio Douro que entrou em funcionamento em 1976. 

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 E porque se trata de terras que têm Viseu por capital de distrito é de bom tom honrar a cidade de Viriato com um postal que se identifica nela. Escolhi a antiga Fonte Luminosa que pode ser admirada junto à igreja dos Terceiros, no Rossio.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 12:13

12
Mar 16

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Hoje fui até à zona ocidental de Lisboa na mira de visitar o palácio de Belém, que conheço muito bem, mas onde já não entro portas dentro desde a presidência de Costa Gomes. A noticia, desta manhã, de que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa abria, neste sábado, as portas do palácio a quem quisesse lá ir, e de que se disponibilizava para contactar com os visitantes, despertou-me o desejo de ir matar saudades da zona alfacinha que primeiro conheci ao escolher a capital para terra de opção. Não foi tempo perdido, mas entrar no palácio neste dia só quem fosse muito cedo e com tempo disponível e pernas em bom estado para se meter na longa fila e aguardar uma ou duas horas até chegar à entrada.

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Passei no autocarro disposto a parar frente aos Jerónimos, mas não sai porque a cauda da bicha quase chegava ali. Continuei e fui até Algés, terra que nestes últimos anos sofreu uma transformação tão marcante que já nem identificar sítios que conhecia bem sou capaz. Ia disposto a tomar um café porém onde o autocarro finda a carreira, não encontrei café .

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 Como havia tempo e a tarde estava convidativa decidi regressar a Belém para tomar o cafezinho lá. A bicha continuava longa, e tentar entrar no palácio era quase impossível àquela hora. Então nada melhor do que em troca da entrada no palácio, entrar no Pasteis de Cerveja, tomar um café acompanhado do pastel da ordem, e aproveitar para dar uma abraço ao seu proprietário, o amigo Fernando, que já não via há muito tempo, há anos. Situado na Rua de Belém, nº. 15 e 17, os Pasteis de Cerveja são únicos e inconfundíveis, não é o pastel de Belém, mas antes os pasteis  de cerveja. A fábrica abriu em 1943, e eu conheci muito bem o seu fundador, creio que chamado Aníbal, dos pasteis. Também tinha pastelaria na rua da Junqueira. E acompanhado do meu conterrâneo Zé Borges regressar a casa sem ver o palácio, mas com o nosso propósito cumprido e uns pastelinhos para adoçar a boca a quem ficou em casa e não nos quis acompanhar.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 23:31

11
Mar 16

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  A denunciante do Zé Carroças

Não é dignificante para uma terra ter um habitante seu de mau porte, sobretudo ladrão. Mas pior ainda é ser ladrão e negar que não é; e ainda por cima ameaçar de morte, com roçadoura, as vítimas  que o temem. Isto acontece na aldeia de Vila Chão (Vilar de Ferreiros-Mondim de Basto) e quem o denuncia é uma minha conterrânea, a quem o mau vizinho em pouco tempo lhe roubou 25 litros de azeite, parte das peças de um alambique, um presunto e 550 euros em notas. Tem cerca de 50 anos e neste “oficio” o Zé Carroças, já é conhecido há mais de 10 anos, altura em que pela primeira vez foi apanhado num assalto a uma casa, relata também, ao CM, a Srª. Teresa Fraga. No meu concelho os gatunos parece que gozam de protecção especial, ninguém os agarra. Arrombam cofres de igrejas, roubam imagens e sinos de capelas e as autoridades se se incomodam ninguém dá por isso….Não vamos agora atirar tudo para cima do Zé Carroças, mas isto das varias queixas dos moradores de Vila Chão na GNR, acabarem  sempre na mesma cantilena de que  “não existem dados suficientes para provar que o Zé Carroças roubou” deixa muitas dúvidas a quem está por fora do sistema. É tempo de acabar com as condescendências, porque senão leva-nos a supor que até este meu conterrâneo também faz parte da "elite" dos corruptos, a que Portugal já se habituou.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:12

09
Mar 16

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Vila e sede de concelho notável pelo seu património cultural, económico e artístico, Celorico de Basto é hoje uma terra em franco desenvolvimento que tem nas vilas de Fermil e de Gandarela dois pilares importantíssimos. Mas é no castelo e no convento de Arnoia que o estudioso vai encontrar a rampa de lançamento que esta vila, de terras de Ribatâmega, a partir de um D. Múnio Muniz toma a sua actual identidade. Primeiro, com o nome de “Vila de Basto”, e situada nas proximidades do castelo, graças ao foral recebido de D. Manuel I, em 29 de Março de 1520; sendo transferida depois para o sítio de Outeiro Coelho, e finalmente, por provisão de D. João V, de 21 de Abril de 1719, para o lugar de Freixieiro, com a designação de “Vila Nova de Freixieiro”, hoje Celorico de Basto.

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A fundação deste Mosteiro ainda que incerta é por alguns atribuída a um descendente de D. Afonso Henriques, D. Múnio Muniz, nos finais do sec. X, que terá sido alcaide do castelo, e porque num tumulo vazio encontraram uma lápida com seu nome; outros defendem que foi D. Arnaldo Baião, nos finais do séc. IX quem fundou o Mosteiro de São João do Ermo de Arnoia. Certo é que este monumento histórico foi ocupado pelos monges da Ordem de São Bento até serem extintas as ordens religiosas, e só não teve a sorte de tantos outros porque ficou a cargo da Paróquia de Arnoia que numa das suas antigas alas fundou o então Hospital Civil de São Bento de Arnoia.

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Na vila, em frente ao antigo edifício da Câmara Municipal ergue-se a estátua de João Pinto Ribeiro, um dos celebres conjurados do 01 de Dezembro de 1640. Segundo se diz terá sido ele quem incentivou o então Duque de Bragança, D. João, a avançar para a conspiração. Ligado a Celorico devido à mãe possuir uma propriedade em Arnoia, e um seu sobrinho também outra, em Gémeos.

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 Praça Albino Alves Pereira, um generoso celoricense, nascido em Arnoia, mas que muito jovem foi para o Brasil, onde fez fortuna. Regressado a Portugal à procura de cuidados para a doença que o vitimou, ao saber que na sua terra havia um hospital carecido de meios económicos acabou por lhe legar toda a sua fortuna. Terra de gente generosa, que até o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa considera como sua, e eu também, porque em Fermil de Basto vivi parte da minha adolescência.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:49

08
Mar 16

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 Lá se me vai o “ alvarito” por mais uns tempos sem o ver. De novo vai com os pais até à ilha dos irmãos Castro passar mais uns tempos. 

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 Que tenham boa viagem e muita saúde para nesse país da América Central fazerem, por mais algum tempo, terra sua. E que o “alvarito” cheio de genica se sinta feliz junto dos pais e dos muitos amiguinhos cubanos que já lá tem. Um beijinho dos avós Costa e Saudade

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:10

07
Mar 16

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De Barroso da Fonte:

Esta segunda semana de Março vai ficar marcada pela mudança do Presidente da República. Depois de nove contra um, Marcelo Rebelo de Sousa, conseguiu ganhar, sem contestação, o mais importante cargo nacional. Antes do ato eleitoral afirmei numa crónica que votaria em Ramalho Eanes se ele se tivesse concorrido. Como não concorreu votei naquele que se adivinhava vencedor incontestado. Quando assim é não vale a pena contrapor. Para tão importante serviço público sempre se desejou uma espécie de super-homem que se imponha pela cultura geral, pelo seu civismo, pela simplicidade, pela coerência e pelo humanismo. Neste caso concreto a democracia mostrou as suas virtualidades. Com a sua eleição por 52%, sobre os seus nove concorrentes, evitou uma segunda volta que implicaria mais um mês de algazarra, de lavagem de roupa suja e, poupou, acima de tudo, mais alguns milhões de euros ao erário publico.
Depois do general Ramalho Eanes ter cumprido dois mandatos para que foi eleito com plena autoridade, justiça e isenção, seguiu-se Mário Soares que apenas se «salvou» das bocas do mundo pelo facto de gozar de uma auréola política que não correspondia aquilo que dele se esperava. Deu várias voltas ao mundo, gastou à tripa forra e até teve coragem de promulgar uma lei a favor dele e dos presidentes seguintes, deixando, - ostensivamente - de fora, o estatuto do seu antecessor, Ramalho Eanes. Foi terceiro na tabela dos Presidentes democratas, Jorge Sampaio que se diferenciou do camarada anterior por várias razões. Uma delas foi protagonizada pelo actual Parlamento quando veio alegar que as legislativas se decidem na Assembleia da República e não nas urnas. Ao demitir o governo legítimo de Santana Lopes que gozava da maioria de dois terços no Parlamento, Sampaio que não chegou a devolver o cartão de militante, enquanto foi chefe de Estado, foi prepotente, faccioso e antidemocrata.
O seu camarada António Costa veio confirmar esse despotismo ao invocar uma maioria de esquerda do Parlamento, fabricando um governo que o elevou a ser primeiro ministro, contra o resultado nas urnas.
Cavaco Silva foi o XIX Presidente da República. Tal como Mário Soares me enganou, ao votar nele, evitando a eleição de Salgado Zenha, também este me desiludiu dos pés à cabeça. Simpatizava com ele, pelas origens familiares, pelo ano de nascimento e pelo facto de sermos alferes do mesmo tempo.
Todos gastaram verbas astronómicas que contribuíram para avolumar a crise. Medalhou a torto e a direito, a mulher, os poderosos e os corruptos. Disso fui dando conta e apontando nomes. Confesso-me arrependido.
De resto, para avaliar, a propensão para o pagamento de favores caracterizou todos os quatro Chefes de Estado, democraticamente eleitos: O campeão foi Mário Soares com 2.509 medalhas; o vice-campeão foi Jorge Sampaio, com 2.368; Ramalho Eanes, em terceiro, com 2007 medalhas e, finalmente, Cavaco Silva com 1.522. Ainda não vi registado o custo e as implicações de vária ordem destas 8.406 medalhas. Nem no dez de Junho instituído pelo Estado Novo para distinguir os chamados «heróis» que morriam ou ficavam atrofiados, na I grande Guerra ou, entre 1961 e 1974, nos diferentes campos de guerra subversiva, medalhavam tantas e tantos. E esses eram heróis à força!...
O vendaval financeiro que assolou a frágil democracia portuguesa e que, em 40 anos de regime, arruinou as Finanças, licenciou a ignorância e destruiu a cidadania, em nome de modernidades, de valores inimagináveis, como os casamentos gays, o lesbianismo e a inversão dos valores absolutos.
Portugal medra hoje no lixo. Seja ele de natureza financeira, seja pelo rendimento per capita, seja pela fome real que grassa e que retirou a esperança aos jovens, antecipou a morte dos mais idosos e semeou a descrença, a falta de incentivos e a própria vontade de viver de quem entra na idade activa.
Não tem havido coragem para acabar com as excepções das classes sempre privilegiadas, como os advogados que são parlamentares, docentes universitários e comentadores residentes e, por isso, remunerados. Veja-se o caso de Pedro Bacelar de Vasconcelos que não tem pejo em assinar a facciosa crónica das quintas feiras. Não é caso único. Cito-o porque o leio semanalmente naquele matutino. Mas é indecorosa esta adjectivação profissional, ainda que legítima.
Claro que Marcelo também já terá passado pela mesma situação. Se o fez à base da acumulação de funções, censuro-o. Mas já deixou o ensino. E tudo ele deverá fazer para não garantir emprego aos filhos, como fez, por exemplo, Jorge Sampaio e, recentemente, João Soares.
Se nada fizer para que haja justiça distributiva, se mantiver o rumo dos antecessores, a medalhar a corrupção, os amiguinhos e as classes influentes, poderá não ser aquilo que prometeu e verá perigar a reeleição daqui a cinco anos.
Já tarda um Chefe de Estado que sirva de modelo humano, social e político.
Será através do exemplo de verdade, de coerência, de saber, de justiça e de equidade social que a democracia se exerce em plenitude.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:28

05
Mar 16

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Tem as suas vantagens, mas também os seus quês…Na troca de mensagens online com o meu distinto comprovinciano Barroso da Fonte calhei descobrir uma mensagem que por certo nunca pensou me viesse ao conhecimento, mas veio. O seu conteúdo prende-se com uma distinção que enobrece este insigne barrosão e de um modo geral todos os transmontanos e portugueses amantes da sua Pátria. Que me desculpe e perdoe esta abusiva atitude, mas ficava pesaroso se não torna-se púbica esta distinção. Parabéns.
“De: João Barroso da Fonte <barrosodafonte@gmail.com>
Data: 3 de março de 2016 às 12:32
Assunto: Re: LISTA ALTOS DIGNITÁRIOS
Para: Ordem de Ourique <ordemdeourique@netcabo.pt>
Distinto Amigo e Ilustríssimo Transmontano Dr. Abel de Lacerda Botelho: com as mais sinceras saudações venho acusar a recepção e agradecer a relação dos dignitários da Fundação a que preside e ao mesmo tempo manifestar-lhe a minha gratidão pela honra que me deram de ser incluído nessa honrosa lista com tão gratificante simbolismo. Nunca me passou pela cabeça ter um dia este dom de Grão-Prior, depois de ao fim de dez anos de seminário nem a tonsurado chegar. Agradecendo ex corde, tudo farei para cumprir as funções para que fui designado (penso que até eleito), mesmo sabendo que foi o meu Ilustríssimo Amigo a propor-me para esse Cargo.
A minha gratidão e solidariedade para com todos os Confrades da Ordem de Ourique. Barroso da Fonte.

ORDEM DE OURIQUE
Associação Promotora de Portugalidade – Ordem de Ourique
Sócios Beneméritos:
Fundação Lusíada
Sócios Honorários:
Sua Eminência Reverendíssima Bispo Emérito de Bragança – D. António José Rafael
Sua Eminência Reverendíssima Bispo de Beja – D. António Vitalino Dantas
Sua Eminência Reverendíssima Bispo Emérito de Lamego – D. Jacinto Botelho
Prof. Dr. Gerardo Mello Mourão – Brasil – (fal.)
Dr. Nestor Biglieri – Itália
Dr. João Barroso da Fonte
Câmara Municipal de Castro Verde”.
…………………….

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:37

04
Mar 16

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O Monte Farinha ou Alto de Nossa Senhora da Graça é o ex-libris, não só de Mondim, mas de toda a região de Basto. Com os seus quase mil metros de altitude, este especto paisagístico em forma de pirâmide é além de um espaço sagrado e de peregrinação, como vem desde há muitos anos a servir de palco para certas modalidades desportivas, com destaque para o ciclismo, parapentes, e também provas motorizadas. Com o Tâmega e as Fisgas de Ermelo, constitui o principal atrativo turístico do concelho de Mondim de Basto. Por isso assenta bem aqui o significado da expressão ex-libris, empregue a terras de Basto.

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São quatro postais com a sua história, o da vista parcial de Mondim de Basto foi-me enviado de Celorico de Basto pelo saudoso amigo Sr. Albano Borges, do Noticias de Basto, a 05 de Dezembro de 1973, com uma mensagem de parabéns para o dia seguinte, o do meu aniversário.

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Os outros três fazem parte de uma coleção que guardo de postais recebidos na minha troca de correspondência com saudoso Padre Guedes após iniciar o seu múnus paroquial na freguesia de Vilar de Ferreiros.

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Este foi me remetido a 20 de Abril de 1968. Dizia então: “os meus afazeres paroquiais não me permitem responder prontamente; mas no entanto eu concordo com a proposta acerca dos livros ”, e adiantava : “ Brevemente eu escreverei com mais espaço”. É em homenagem a este saudoso sacerdote, o “Padre da Senhora da Graça”, que divulgo estas imagens antigas.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:12

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