Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

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Mar 16

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Freguesia do concelho de Tondela, Distrito e Diocese de Viseu, Campo de Besteiros é uma antiga paroquia que nos tempos medievais era designada “de santa Ovaya in termino de Balistares”. Sediada no sopé sul da serra do Caramulo, a freguesia projecta-se pela encosta até aos limites divisórios com a do Guardão, a que pertence aquela localidade, famosa pelos seus sanatórios, e Museu do Automóvel. Desta zona que por mais do que uma vez já visitei, pesando para tal o facto do meu progenitor ter falecido e ficar sepultado no cemitério do Caramulo. E também por em Campo de Besteiros ter por amigo o generoso Dr. João Almiro, fundador dos Laboratórios Almiro, ou Labestal Farma - Produtos Farmacêuticos, Lda. Terras digna de ser visitada, digna de especial demora a capela de Nossa Senhora do Campo, classificada como imóvel de interesse público. Postal recebido sem data

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Pinhão é uma freguesia do concelho de concelho de Sabrosa que foi das primeiras do distrito de Vila Real a ter iluminação publica, e a primeira a ter telefone público, correio e água canalizada. Localizada no coração da Região Demarcada do Douro, esta linda povoação duriense, tornada freguesia em 1933, vive essencialmente do turismo pois muitos são os visitantes que apreciam a sua gastronomia, costumes e tradições, as adegas e os socalcos das vinhas da região. Enviado pelo Padre Guedes, mas sem data, ainda eu morava no Lumiar, já lá vão uns bons anos

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Na EN.312-1 que de Mondim sai em direção a Lamas de Olo, passando por Vilar de Ferreiros temos no Bilhó a aldeia típica do Bobal, que no seu combativo filho Joaquim de Carvalho tem acérrimo defensor. Como o Bobal, também a vizinha aldeia da Anta merece ser referenciada pois consta em obras de Camilo, como por exemplo Doze Casamentos Felizes e Memórias do Cárcere. Aos povoadores de Ermelo e Bilhó concedeu carta de foral D. Sancho I, em Abril de 1196. Tem feira mensal de Gado, a 27. Outro postal enviado sem data.

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É com o Monte Farinha e as Fisgas de Ermelo um dos principais atractivos turísticos do concelho de Mondim de Basto. Também aqui a servir de linha divisória entre Trás-os-Montes e o Minho, o Rio Tâmega é a sedução dos jovens e dos mais idosos que sobretudo no Verão tem nele o melhor regalo para a pratica de natação e saudável lazer que as margens do Tâmega oferecem. Ali descem da montanha e de terras vizinhas de Basto forasteiros que escolhem este trecho vizinho da Ponte de Mondim, imóvel de 1882, para se banharem no rio, rio ao qual o poeta Jales de Oliveira já consagrou uma sua obra. Matar este rio é matar a beleza natural de Mondim. Mais outro sem data.

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Com a sua feira bimensal, os oito (8) e os dezanove (19), e a famosa e concorrida “Feira Anual” de “19 de Abril”, Fermil é uma das mais belas povoações da região de Basto. Após notória decadência comercial que sofreu, devido ao impedimento da venda e compra de animais de trabalho e abate, tudo indica que o pior vai passar. Quem o sugere é o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, que não escondendo essa decadência, ao mesmo tempo recorda e louva o labor dos actuais fermilenses, quando diz: “fizeram um trabalho digno permitindo uma alavancagem de uma feira que começava a perder-se. Esta moldura humana é sinal de que o trabalho foi bem feito. Continuaremos a trabalhar em parceria para voltar a dar a este certame os momentos áureos vividos em tempos, ”. E eu que bem os senti e vi in loco, na padaria do meu padrinho Esmeraldo Alves de Carvalho, ao pé da “feira dos porcos”, a “feira de baixo” como também se dizia. Hoje a terra do Barão de Fermil, agora Vila de Fermil, continua a ser, para mim, aquele “ Meu Fermil amado doce, abençoado....” da letra do seu hino. Este sim, foi enviado de Vilar pelo Padre Guedes, em 7/5/71. E aqui temos mais um passeio em postal por terras de Portugal, desta vez  do Caramulo a  terras de Basto

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:00

 

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Curioso. Quase que vi os primeiros banhistas do Pedrógão iniciar a transformação deste pedaço da orla em praia, até então, ignorado a sul da “rotunda das Pedras”, e aonde nunca tinha posto pé . Ao Parque de Campismo se deve o aparecimento deste acréscimo ao já por si extenso areal da famosa praia leiriense

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Foi ontem, dia 29, um convite para lanchar na “casa-caracol” que o casal “Neto e Silva” tem para fins de semana ou deslocações mais prolongadas gozar momentos regalados, levou-me a conhecer este recatado areal do Pedrógão que não imaginava tão extenso, nem tão bem cuidado e zelado como está.

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Agora compreendi e está explicada a razão porque os campistas na época de Verão só se vêm com mais frequência a norte das “Pedras” durante a parte de manhã, para vir ao mercado e aos correios; e de tarde muito menos. Não ficam por certo acampados no Parque, não.

  Não sei se ficarão lá muito satisfeitos com esta minha revelação, e digo-vos porquê: foi uma descoberta que fiz de mais um atractivo para quem vá de veraneio à praia que Aquilino Ribeiro imortalizou em Batalha Sem Fim. Está tudo dito

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:23

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