Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

25
Mar 16

 

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Começou ontem, quinta-feira, o Tríduo Pascal, com a cerimónia de “lava-pés”, a recordar o exemplo que Jesus deu ao fazê-lo aos seus apóstolos na ultima ceia que teve com eles pela festa da Páscoa.No fim de lavar os pés aos seus discípulos disse lhes: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”. É com este exemplo que Jesus se despende dos discípulos antes de Judas o entregar para, crucificado, morrer por todos nós. 

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Para tomar parte nestas cerimónias, mais uma vez vim até à capital do barro leiriense, onde sempre que posso gasto os meus tempos de lazer. Este ano sem a presença amiga do Sr. Padre Abel, presidiu à cerimónia Sr. Padre Baptista, administrador paroquial da Santo Aleixo da Bajouca.

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 É com aquele  exemplo que Jesus se despende dos discípulos antes de Judas o entregar para, crucificado, morrer por todos nós. Hoje, Sexta-feira Santa, a Igreja assiná-la esse doloroso acto, com a aclamação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 18, 1-19, 42, que narra, entre o mais, que: “naquele tempo Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 

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Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse: A quem procurais? – A Jesus, o nazareno. – Sou eu. – Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retiram”. E a narrativa continua até ao “ Tudo Está consumado “ e o “ inclinar da cabeça e entregar o espírito”. Foi hoje  que com Via Sacra às 19h30  teve inicio a cerimónia da  morte e Paixão de Jesus Cristo, presidida pelo Sr. Padre Melquiades, e na qual toda a comunidade bajouquense fervorosamente participou. Mais uma etapa, a 2ª do Tríduo Pascal.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 23:14

 

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Nasceu este nosso saudoso amigo na freguesia de Molares, concelho de Celorico de Basto, a 17 de Maio de 1922, tendo falecido no hospital de Arnoia, a 13 de Abril de 1981 e sepultado no cemitério de Britelo, no dia seguinte.
Foi empregado da Caves do Campo, na sua terra–natal; e de funcionário da Casa do Povo de Fermil de Basto. Mais tarde desempenhou o cargo de fiscal de obras, na barragem da Venda Nova, tendo acabado por se dedicar ao ensino oficial na qualidade de Regente Escolar, missão que desempenhou em São Mamede de Coronado (Santo Tirso) e em Guilhufe (Penafiel).
Desiludido com a remuneração atribuída ao professorado primário de então, resolveu regressar ao seu concelho que muito amava, deixando, entretanto, muitos amigos e admiradores por toda a parte aonde passou.
Tendo casado, no Porto, com D. Maria Eugénia Rodrigues Lopes fixou residência no lugar de Carril, Celorico de Basto, depois de ter vivido algum tempo em Molares.
Com uma vocação extraordinária para a poesia e prosa são inúmeros os trabalhos dispersos que José Lopes deixou publicados por jornais e revistas do País e cuja recolha e reunião em volume no todo ou em parte é uma divida que Celorico de Basto tem para com este seu filho que poeta nasceu e poeta morreu….
Autor com António Senra - outro poeta da região - da letra da Marcha de Vilar de Ferreiros e de um poema consagrado ao Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho, publicado no nº 3 dessa associação, o “Pascoal de Molares”, José Lopes, jamais será esquecido do povo que "tendo o Marão por encosto e da Virgem o grácil rosto no alto Monte Farinha". A minha homenagem de saudosa memória por ocasião dos trinta e cinco anos do seu passamento.

 

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Também foi dos que acreditou no 25 de Abril, como manifestou por imagem…e versos com que me presenteou pelo Natal de 1974. Hoje duvido que tivesse a mesmo sentimento, uma vez que tudo se mantem como dantes, ou pior.

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Mas vamos aos versos:
Boas Festas de Natal
Ao Amigo Costa P’reira
São meus votos sem igual
Pela festa que se abeira !
Neste postal ilustrado
Pelo seu significado
Vê-se a virtude altruísta:
Um democrata aguerrido
Mostra o código temido
Ao seu amigo fascista!
Haja paz, haja concórdia
Também haja misericórdia
Nesta festa de Natal.
Pois Deus também perdoou
Àquele que o matou
E nunca a ninguém quis mal !
José Lopes

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:25

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