Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

18
Mar 15

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      Capela de São José do Fojo-Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto)

          Dia de São José é festa grande para toda a família josesiana que tem no pai adoptivo de Jesus o seu patrono. Nos mais diversos recantos do mundo cristão e deste nosso Portugal, São José é festivamente festejado com mais ou menos fervor, mas com muito carinho e devoção. A nível de Igreja o glorioso São José é festejado em todas as paróquias, mas de forma mais viva onde tem honras de padroeiro. Mas também fora do circulo de Igreja São José tem devotos que neste dia se reúnem em convívio para celebrar a festiva data. É toda essa família josesiana que até não há muito o ex- Grupo Onomástico dos Josés de Portugal congregava, e hoje os muitos Josés espalhados pelo pais, em suas terras se juntam para assinalar o seu dia que é o de São José. Neste caso lembro os Josés de Alcains, de Castelo de Vide e de Abraveses que sei são ferrenhos josesianos. Mas de todos porque sou Vilar-ferreirense, o São José do Fojo é o que destaco em primeiro lugar, pois no dia 19, vai ser festejado na sua capelinha vizinha das Fisgas de Ermelo, com Missa às 17h00 celebrada pelo padre João Castanheira Pinto, pároco de Vilar de Ferreiros-Mondim de Basto que sobre ela tem jurisdição. Não faltem lá se puderem, que São José recompensa.

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          Se na vossa terra se esqueceram do Dia do Pai, e o querem recordar festivamente, podem fazê-lo também visitando Santarém.

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          Da mesma forma o pode fazer quem vive nos arredores de Algueirão. Eu vai ser em Lisboa, com Missa na paróquia de São José.

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:52

17
Mar 15

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          Cada vez me convenço mais que o ex-PM, José Sócrates meteu o pé na poça. E vir os seus defensores oficiais alegar que por ter metido o pé enquanto Primeiro Ministro devia ter tratamento diferenciado é que discordo inteiramente. Como eu, por certo todos os portugueses que querem uma lei que não privilegie uns em detrimento doutros. Neste caso, que já se arrasta desde Novembro pp, com José Sócrates sob prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Évora, suspeito de fraude fiscal qualificada, corrupção e branqueamento de capitais, as provas devem ser tantas que até ao momento nenhum dos tribunais para quem têm recorrido a pedir a libertação, discordou da decisão do Juiz que o mantém em prisão. Como o Supremo Tribunal de Justiça que ontem rejeitou o mais recente pedido de ( habeas corpus), esta terça-feira foi o Tribunal da Relação de Lisboa a chumbar o recurso de libertação do ex-primeiro ministro. Que a coisa está negra, está; e que nada tem a ver com politica, também me parece que não, mas que mexe com políticos, mexe; e até com o génio dos defensores oficiosos do processo, que tratam mal os jornalistas e por isso um, do Correio da Manhã, vai apresentar queixa contra o advogado João Araújo, que o mandou tomar banho, e não só. Quem muito alto sobe, de mais alto cai.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:01

16
Mar 15

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          Estamos quase na Primavera, e se a meteorologia não nos enganar vai ser uma primavera com entrada molhada. A chuva também faz bem e muita falta; pois é sangue da terra, caído das nuvens. É curioso como as condições atmosféricas mudam assim tão rápido de um estado para outro. Pensando um pouco chega-se à conclusão que existência das coisas e do ser humano é muito semelhante, para não dizer igual. Hoje estamos alegres, cheios de energia, e logo, ou tempos depois, tristes e desalentados como as folhas outonais que o vento sacode. Vem a-propósito de uma palmeira que vi plantar, crescer e morrer, com uma doença que pegou nestas árvores e as está a dizimar. Foi cortada pelo tronco, e agora até o tronco já foi retirado do local ajardinar. 

          Esta manhã ao passar por ali fiz um vídeo que envolve a zona em referência: Estação do Metro de Carnide.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:07

15
Mar 15

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          Todos os meses há um dia em que os bajouquenses são convidados a dar um passeio pelos caminhos da freguesia. Em maior ou menor número aparecem sempre atletas de todas as idades para participar. 

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          Hoje, foi um dia desses e pelos vistos a Bajouca Centro fez-se representar e com lanche à maneira como vi em foto no facebook. Gente danada, esta que sabe tratar da saúde e do estômago. Se lá estivesse não digo que fosse no passeio, mas no lanche só se não me convidassem.

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:27

12
Mar 15

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É dos sítios mais belos que São Cristóvão de Mondim de Basto tem de seu, para mostrar ao forasteiro que se fique apenas pela vila. A li, numa colina das traseiras da igreja paroquial e do cemitério donde se colhe uma sedutora panorâmica de todo o amplo espaço que envolve o Tâmega, o Cabril e Bouro, fica a linda capela consagrada a Nossa Senhora da Piedade. Os mondinenses com uma Junta de Freguesia empenhada no manter aquele relevo paisagístico devidamente zelado e atraente fez aos habitantes da vila um apelo que quer ver concretizado no próximo dia 21 de Março.

A Freguesia de Mondim de Basto vai organizar a 1ª Edição da Primavera “Valorizar o monte da Srª da Piedade”, uma iniciativa dedicada à valorização deste Monte motivando a sociedade para promover hábitos para a sensibilização de estilos de vida mais saudáveis perto de ambientes mais atractivos. A presente edição irá decorrer no dia 21 de Março, com a colaboração do Corpo Nacional de Escutas 1237 e o Conselho Económico Paroquial de Mondim de Basto. Pretendemos que os cidadãos desta freguesia adiram a esta acção e dediquem um pouco do seu tempo nesse dia na Valorização da sua localidade no esforço de acções de sensibilização e consciencialização da população, em especial das camadas mais jovens, para a importância de termos um ambiente mais saudável e sustentável.

 Neste sentido, vimos convida-lo(a) a participar nesta iniciativa que em muito irá ampliar e enobrecer na conduta cívica e ambiental dos cidadãos. 

 Mondim de Basto, 09 de de 2015

 O Presidente da Freguesia de Mondim de Basto

 Fernando Maria Dinis de Carvalho Gomes”. São iniciativas destas que dignificam os autarcas e as autarquias, parabéns à Junta de Mondim. Um convite de louvar.

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:29
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10
Mar 15

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           Quando a arte sobressai, os apreciadores são atraídos e perdem-se na contemplação. Aconteceu agora com a exposição do pintor António Carmo, na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia! Era até ao fim de Fevereiro que estava agendado se mantivesse ao dispor dos apreciadores do modo de desenhar e dar cor às coisas materiais e imateriais que só os eleitos sabem fazer. Mas derivado a essa afluência de visitantes o mestre António Carmo  foi convidado a manter os trabalhos em exposição por mais todo este mês de Março. Os nortenhos têm assim mais este mês que dá inicio à Primavera para se deliciarem com as cores vivas, como que em movimento, deste conceituado pintor alfacinha, cuja fama há muito ultrapassou fronteiras. E um quadro deste artista, em nossa casa, marca a diferença.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:31
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09
Mar 15

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          A ultima vez que tinha estado no Cento de Convívios  Almansor foi em 2008, como em post de 14 de Abril desse ano, relatei no blog Portugal, minha terra. Voltei lá este ano, e como então pelo mesmo motivo: fazer um retiro espiritual. Se não tivesse outro interesse estes registos valiam só por marcar a diferença destes dias que de 05 a 08 de Março passei com sol radiante em Montemor-o-Novo, em relação à ultima vez que foi : “Entrei com sol, no pátio da quinta, no dia 10,  e saí pelo mesmo portão,  no dia 13,  com chuva, que neste tempo é ouro para todos os lavradores, mas sobretudo para os alentejanos que no Verão carecem dela”.  

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          Já me não recordo quem nessa ocasião foi o director, nem sacerdote que doutrinou no retiro; mas desta vez sei que foi o Dr. Jorge Ribeirinho Machado, e o sacerdote, o Padre Rosa da Silva, pároco de Nossa Senhora da Porta do Céu-Telheiras (Lisboa). Tanto na direcção como na formação foi um retiro frutuoso como todos em que tenho participado. Hoje, com o propósito mais firme de não duvidar da minha força de vontade, como na altura deixei transparecer, assim: “Pela Rua Horta das Almas regressei ao normal da vida corrente, mas com as baterias agora mais carregadas, vamos a ver por quanto tempo... Fora e junto aos muros do Almançor, um grande empreendimento urbanístico, prova de um Montemor-o-Novo que não quer envelhecer”.

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          O que não parou no tempo foi o progresso e desenvolvimento da terra berço de São João de Deus cujos empreendimentos urbanísticos que deixei vistos em construção dão hoje da cidade um aspecto de modernidade na zona vizinha da Praça de Touros e do Centro de Convívios Almansor. Dá gosto visitar a esta urbanizada zona da cidade. No exterior vizinho, uma torre do castelo parece ser atalaia vigilante da quinta que dá nobreza ao lugar.

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          Muito mais ainda se aproveitar o Centro para repousar e enriquecer o cérebro doutrinalmente com o salutar conteúdo que um retiro espiritual dá a quem procura dele beneficiar. Só quem dos seus benefícios já experimentou sabe o bem que faz não apenas ao espírito, mas também ao corpo que precisa de repousar e reflectir. No interior do Centro é neste oratório que as actividades mais nobres do retiro ocorrem.

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          Outro local nobre é um salão rectangular onde decorrem as palestras, leituras e os intervalos das actividades agendadas com uma moldura da Virgem no centro das atenções….

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          Foto dum pátio interior  do  Centro, tirada duma janela do 2º andar.

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          As instalações são acolhedoras e convidativas ao fim a que se destinam, e além do mais didácticas quanto à geografia alentejana, a cada quarto é atribuído o nome de uma vila ou cidade da província, a mim calhou-me Campo Maior. E na parede do corredor do 1º andar lá estava uma linda imagem para ser contemplada.

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           Em retiro não é aconselhável que nos deixemos distrai com o que nos levou a procura-lo, primeiro porque não aproveitamos bem os frutos de que carecemos e depois porque prejudicamos os companheiros que connosco estão em grupo e querem tirar proveito. Não é por mero acaso que percorrendo os vários cantos da quinta, nos aparece um sinal de alerta, a desviar do mundano. Tanto pode ser um tanque com peixes ou árvore florida como uma imagem a seduzir os olhos e a alma.

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          Neste caso é uma bela imagem que já conheço à cerca de três décadas e que creio ser a imagem mais antiga da quinta, e hoje muito bem cuidada é com Nossa Senhora do Quito, um dos atractivos de quem visita este Centro de Convívios afecto ao Opus Dei.

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           Ao fundo da quinta e no espaço vizinho do campo de jogos e da piscina fica a pequena ermida de Nossa Senhora do Quito, com sua maravilhosa imagem. Nos intervalos das actividades é habito das pessoas em retiro ir até lá e rezar um terço.

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          Imagem ofertada a São Josemaria Escriva, em 1974, numa viagem que fez ao Equador. Em 2001, D. Javier Echevarria, Prelado do Opus Dei, ofereceu-a à ermida do Centro de Convívios Almansor, em rezou diante dela, em 26 de Julho de 2002, durante uma curta visita ao local.

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          Também este trio que me acompanhou em retiro, rezou comigo no interior da ermida se deixou fotografar para que conste e mais amigos nossos façam como nós um bom retiro.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:45

06
Mar 15

 

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Igreja paroquial de São Martinho de Vale de Bouro (Celorico de Basto)

          A superstição existe onde a insegurança campeia e o desconhecido seduz, subjugando a inteligência humana. Não é uma fatalidade, mas um facto que teve origem no inicio da nossa civilização e com ela há de morrer. Engana-se quem pense que só as pessoas incultas acreditam no impossível. Não. A crendice povoa a mente de todas as pessoas e classes sociais. Até aqueles que dizem não ser supersticiosos de vez em quando lá vão fazendo uma figa, ou então, como adorno, usam ao pescoço um amuleto, nem sempre de bom gosto. Mas vamos ao tema que escolhi para este post, começando por pedir ao autor de "Um Buraco no Inferno" que rectifique a naturalidade do heresiarca João Pinto que é São Martinho de Vale de Bouro, sim, mas do concelho de Celorico, e não de Mondim de Basto. Fora isto há que louvar quem da região do Oeste de Portugal vem arrancar da poeira do tempo, pedaços de história que adormecidos no baú do esquecimento dizem respeito à sedutora região Basto.

De forma romanceada, o autor descreve-nos a história de um lavrador de Vale de Bouro que em meados do século XVIII engendrou uma cosmovisão e uma escatologia que conquistou simpatizantes seduzidos pela promessa de penetrarem nos mistérios insondáveis do após a morte, mas ainda mais, no descobrir os lendários tesouros que a serra dos montes Farinha escondem.

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Aldeia de Vilarinho – Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto)

          Para rampa de lançamento das suas teológicas convicções messiânicas, o feiticeiro João Pinto, escolheu um lugar afastado da sua terra e dos olhares de quem pusesse em causa o seu poder sobrenatural. Vilarinho, uma aldeia encravada nas abas da "montanha sagrada de Basto" foi o sítio azado para se afirmar. Aqui lança as raízes do que prometeu ser uma nova doutrina de que se dizia encarregado de propagar; e a verdade é que conseguiu cativar aderentes na comunidade local. Planou durante algum tempo com a magia das suas promessas e fantasias sobre a cabeça crendeira dos seus iludidos aderentes que teve, entre outros, num Diogo Francisco, num António Gaspar, num Manuel da Silva Carvalho, e numa Maria José Alves e sua irmã Francisca.

Apenas deixou de planar, e aterrou, quando se começou a perceber que o buraco de inferno…., em vez do Monte Farinha, era o "quintal" da mulher de um alfaiate da localidade. As cosmovisões atraiçoaram-no e a descrença abre as portas à denuncia inquisitória, encabeçada por Francisco Penteado e Matias Pires, irmãos da Maria José. Do logro saiu ensombrada uma parcela da freguesia de São Pedro de Vilar de Ferreiros, quando era pároco o abade Manuel Paulo da Silva, e em São Cristóvão de Mondim de Basto, o cura era o padre Manuel João dos Reis. Ambos eram conhecedores das actividades do heresiarca João Pinto, mas não foram os denunciantes. Uma história que assustou a pacata aldeia de Vilarinho e que teve o seu epilogo a 21 de Maio de 1759, com 08 dos "congregados" a decidir apresentarem-se à Mesa do Santo Oficio.

A 05 de Novembro o processo estava aprontado e o Tribunal do Santo Oficio com a sua tarefa praticamente cumprida, com dois dos condenados à pena de tortura, João Pinto e Maria José. Deste episódio de que se perdeu memória veio agora o licenciado em história António Ribeiro fazê-lo ressuscitar, e assim pôr-nos ao corrente dum acontecimento que naquela altura ensombrou os meus conterrâneos daquela aldeia e nós hoje podemos citar aqui. Não me consta que reminiscências orais desse episódio paire tão pouco no subconsciente de algum conterrâneo meu, mas o uso temerário em conversas de lareira do vocábulo "degradado", e na microtoponímia da povoação aparecer um enjeitado lugar denominado Cabo do Mundo, podem muito bem ser vestígios derivados ou alusivos ao que se passou nesta aldeia em meados do século XVIII. Os nossos antepassados tinham o bom costume de silenciar a voz acerca do que não era merecedor de ser louvado. E deve ter sido o que aconteceu com a história do heresiarca de Vale de Bouro.

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:54

03
Mar 15

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Na sequencia do post anterior faltou acrescentar que também o comes e bebes fez parte integrante da tarde desportiva dos Escuteiros da Bajouca, com doces preparados pelos familiares e generosamente ofertados para render alguns "lobitos" de que o Agrupamento carece. E a pesar da chuva quase ao fim das actividades surgir, nem por isso as febras e a doçuria deixaram de se comer. Com a banca montada à entrada do Casal dos Afonsos, perto do adro e da igreja paroquial, o local estratégico para caçar os consumidores.

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 A seguir ao espeto e banca dos comes e bebes ficou o ponto de partida dos destemidos corredores de carrinho de madeira. Aqui em preparação para o arranque.

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 Junto à eira do saudoso Zé Afonso e da ti Beatriz Rata ficou o posto de controle com o Rui Cabecinhas por responsavel e também pela locução .

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 Nas diversas formas de apoiar a organização estiveram os elementos femininos e masculinos do Agrupamento 1226. Que assim puseram em pratica a sua boa acção do dia.

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Partida dada aqui vai um lançado rampa abaixo até ao Pereiro.

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Mais outro

 

 

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 E logo outro. Tantos que só no fim da prova se pôde ver uma boa parte, no carrossel que  uma caminheta rebocou para junto do ponto de partida. E um vídeo mostra.

 Não sei se houve vencedores, mas nestas competições não devem existir. É uma familia e em familia o pão é repartido por igual.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:39

01
Mar 15

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          É escusado. Encontrar terra como a Bajouca para acarinhar iniciativas que tenham por fim apoiar ou valorizar o património sociocultural da freguesia não há semelhante. Hoje foi uma tarde desportiva com jogos tradicionais e uma corrida de carros pilotados pelos construtores que levou ao Casal dos Afonsos grande parte da comunidade bajouquense interessada em ver e aplaudir os muitos concorrentes.

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          Desta vez foi o Agrupamento 1226 da Bajouca que motivou este participado evento onde pais, familiares e amigos, a par dos Responsáveis deram a sua generosa colaboração, como sempre das mais diversas formas e maneiras. Este Agrupamento com cerca de 70 elementos está ramificado por toda a freguesia e raro será a familia  que não tem um membro nos Escuteiros.

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          Dai não faltar os voluntários, em alguns casos sempre os mesmos, que para animar e dinamizar os muitos eventos festivos que esta comunidade organiza dão a cara e o corpo. Dos muitos ressai os Pedrosas, Carlos e Pedro, que quando há porco aí os temos a desfazê-lo em febras. Outro, dos que está em todas, é o Rui Cabecinhas que ao microfone faz o relato dos acontecimentos nobres que na freguesia acontecem.

           Foi uma tarde bem passada e que animou o Casal dos Afonsos, a fazer lembrar os tempos do café da avó que a ti Beatriz Rata oferecia. Mas vamos às corridas para ver que nem só no barro os bajouquenses são ases  

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:58

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