Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

18
Jan 15

 

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          Começou hoje, Domingo, dia 18, em todo o mundo cristão a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Prolonga-se até ao próximo  domingo, dia 25, data que recorda a Conversão de São Paulo. O tema da Oração deste ano consiste em “ Unidos nos ensinamentos dos apóstolos, na comunhão fraterna e nas orações (cf. Actos 2,42) e preparada pelos cristãos de Jerusalém”.

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          Um tema que recorda e apela ao regresso às origens da primeira Igreja de Jerusalém, ao reencontro com o essencial da fé, e pondo em evidencia o modo como esses  cristãos viviam unidos. É graças a essa unidade e das muitas dificuldades vividas, que hoje o apelo à unidade tenha mais razão de ser,  que não passe de simples palavras, mas orientando-nos para viver em harmonia e no ajudar da construção da Jerusalém celeste. Tem havido muitos progressos por esse mundo fora, e ocorre-me lembrar o acordo que cinco igrejas cristãs assinaram, em Lisboa, de reconhecimento mútuo do Baptismo. Documento que foi rubricado em cerimónia ecuménica nacional, na catedral Lusitana da Igreja Anglicana de São Paulo, no dia em que encerrou a semana de oração pela unidade dos cristãos, em 2013.

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          Presente esteve o que em breve  será designado por Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente.  e fez notar:Nós somos diferentes denominações, mas no baptismo de Cristo somos a Igreja de Cristo e, por isso, vamos caminhando para uma unidade que só Deus sabe qual é. Com certeza não significará uniformidade, porque entretanto desenvolveram-se nas várias tradições cristãs aspectos interessantes e positivos que importa manter, mas vamos-nos unindo naquilo que é comum e, começando pelo baptismo, começamos pelo início”.

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          Sobre a oração à volta da unidade dos cristãos no ponto 632, da Forja, São Josemaria Escrivá, recomenda: “Pede a Deus que na Santa Igreja, nossa Mãe, os corações de todos, como na primitiva cristandade, sejam um só coração, para que até ao fim dos séculos se cumpram de verdade as palavras da Escritura: "multitudinis autem credentium erat cor unum et anima una", a multidão dos fiéis tinha um só coração e uma só alma.- Falo-te muito seriamente: que por tua causa não se lese esta unidade santa. Leva isto à tua oração!” Em todas as dioceses do Mundo, os cristãos são convidados para uma oração mais intensa na semana de 18 a 25 de Janeiro, festa de São Paulo.


 

 

 

 

 

 

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16
Jan 15

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          O dia é 20 de Janeiro, mas o mais provável será no próximo domingo, dia 18, que nas terras onde habitualmente lhe fazem fasta São Sebastião este ano sai à rua em procissão. Com rica capela a dois passos da igreja paroquial São Sebastião tem culto muito antigo em São Pedro de Vilar de Ferreiros, e sempre toda a paróquia o festejou com carinho e devoção. Com mais ou menos brilho todos os anos costuma ser festejado, este ano não vai fugir à regra, e no próximo dia 25, domingo, tem festa rija em Vilar de Ferreiros. Como paroquiano da diáspora recordo o evento e o santo. Dantes quando todas as casas coziam pão era mais fácil arranjar a tradicional broa de pão e outros produtos do lavrador e fazer cestos com as ofertas que depois no alpendre da capela, o sacerdote benzia antes do inicio da missa. E no fim era o leilão.

 

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          Originário de Narbonne e cidade de Milão, São Sebastião (256 d. C. - 286 d.C.) , foi um mártir cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável. É advogado contra a peste, a fome e a guerra. Como anda o mundo presentemente há que todos nos agarrar a São Sebastião e aos demais santos, que pela parte dos homens a coisa está feia. Vão até Vilar e vivam a festa

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:45

14
Jan 15

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          Na que foi inicialmente designada por Praça Mouzinho de Albuquerque, hoje identificada como Rotunda de Entrecampos têm os alfacinhas um dos seus monumentos públicos, mais belos e também mais ignorado. Ao contrário do Marquês de Pombal cuja rotunda foi arranjada à medida do patrono, o Monumento ao Povo e aos Heróis da Guerra Peninsular ( 1908 – 1933) ficou-se pelo simples monumento que diga-se não carece de publicidade pois pela arte e simbologia vale por muitos. Fica no topo da Av. da Republica e no inicio do Campo Grande, ao lançamento da primeira pedra presidiu o Rei D. Manuel II, a 15 de Setembro de 1908.

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          Mas só a 08 de Janeiro de 1933 é que foi inaugurado com a presença das mais altas individualidades de então. Claro que Salazar já estava no poder, e negar patriotismo e honestidade ao “António da Calçada” é ser português ingrato. Tem 12 metros de altura, e é formado por dois patamares, unidos entre si pela base comum. A sua composição sugere uma leitura épica que não é constante em todas as sua faces. Na face frontal ressai o tumulo de Vasco da Gama, sobre o qual se encontra um grupo de frades, populares e militares. Na face nascente aparece um pórtico, encontrando-se na extremidade o tumulo de Camões, coroado com diversos versos de Os Lusíadas.

Na face poente apresenta um grupo, onde se vê uma jovem ajoelhada aos pés de uma figura masculina. Em cima para além dos 12 escudos das povoações intervenientes na guerra, observa-se o grupo de bronze, onde se destaca a figura da Pátria, de cinco metros de altura, para além de soldados, de espingardas em riste ameaçando a águia napoleónica. Foram seus autores os irmãos Francisco e José de Oliveira Ferreira, arquitecto e escultor portuenses respectivamente. E o objectivo foi invocar o centenário da vitoria de Portugal sobre as tropas napoleónicas, prestando homenagem a todo um povo que se manifestou arduamente contra os ataques de França, nas três invasões em que fora derrotada.

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           Se à Maria Bispo fui buscar ajuda até aqui, agora devo também a essa deslocação que fiz para os lados daquela zona que no tempo da Antiga Feira Popular era visitada por todos quantos forasteiros não, faziam gosto em ser clientes daquele famoso recinto de lazer e animação lisbonense, em parceria com o Jardim Zoológico. Interesses de mais “valias....” com trocas e baldrocas de terrenos, lá se foi a Feira Popular, como também foi o Século que lhe de inicio; e vai de correr de lá com os comerciantes e feirantes que tinham ali seu negócio e emprego. Obra dos autarcas de cúpula alfacinha, onde à custa do Zé povo, têm liberdade para decidir, mesmo asneirando. Depois da asneira, a imagem que tenho daquele espaço é de abandono e lixeira. Por isso a minha surpresa, quando nesta recente passagem a caminho da Estação do Metro de Entrecampos, vejo ao inicio da Av. das Forças Armadas, uma das antigas entradas da Feira toda iluminada, e o mesmo sucedendo com uma gigante Roda de Girassol a fazer lembrar outros tempos…Ó tempo volta para trás

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:00
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12
Jan 15

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          A grande impressa já fez a divulgação destes eventos, mas registá-los em colonas menos espampanantes, que os valorizem e recate, para melhor saborear o conteúdo da noticia, convida-me a referenciar dois casos importantes que marcaram o ultimo domingo, 11 de Janeiro, e esta 2ª-feira, 12. No domingo foi a monumental homenagem às vítimas do atentado contra o Charlie Hebdo, perpetrado pelos irmãos Said e Chérif Kouachi, que reuniu cerca de dois milhões de pessoas nas ruas de acesso à Praça da Republica, em Paris. Sem medo e pela liberdade foram as palavras que mais soaram na manifestação de repudio pelo atentado feito por falsos muçulmanos no dizer de muitos que o são mas que desejam viver em paz e harmonia com todos os povos. Nenhuma religião manda matar e desprezar o seu semelhante, quando isso acontece por trás estão forças ocultas que não servem a Deus e muito menos ao ser humano. Há que tirar conclusões e aprender com o que aconteceu. Todos tem direito à vida e à liberdade, mas isso implica também uma cota parte de parcialidade ou seja: em nossa casa mandamos nós. Quem entra tem que respeitar os usos e costumes. E mais não digo.

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          Para suavizar este terrível atentado que não atingiu só a França, mas o mundo livre sem excepção, os pés e sobretudo a cabeça dourada do Cristiano Ronaldo levou ao rubro os corações dos portugueses amantes ou não do Desporto Rei, ao conquistar mais uma vitória do melhor jogador de futebol do mundo, a Bola de Ouro, com que a FIFA anualmente distingue um jogador. É já a terceira, e o genial madeirense está a trabalhar para no próximo ano se apresentar em Zurique, Suíça, e trazer a quarta bolinha. Na Selecção Nacional e no Real Madrid, vai continuar a ser o seu campo de preparação. Valha nos ao menos a Bola de Ouro!!!

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 22:24

11
Jan 15

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          A quadra natalícia acabou hoje. Começou a despontar com o Advento para dar entrada no Natal, depois foi a Epifania, e com o Baptismo do Senhor, voltamos a entrar na normalidade, deixando por algum tempo em paz, as festividades que alegram mas também nos desgastam sem darmos por isso. Menos descanso, açucares a mais e o certo é que já comecei a sentir num joelho, logo no Dia de Reis, o resultado dessas avenças, mesmo sem ter andado a Cantar os Reis, nem as Janeiras.

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          Este domingo após participar no ato mais importante do dia, a Eucaristia, que foi no Oratório de São Josemaria, regressei a casa com o propósito de fazer um post que desse conta do Baptismo do Senhor, mas também do tradicional Cantar dos Reis ou das Janeiras que anda associado à festa da Epifania. E a razão de falar à volta destes cantares, está saber o porquê de se chamar "Reis" ou "Janeiras". Na minha meninice e região de Basto sempre conheci por "Cantar os Reis", aquelas arruadas que pelas festas natalícias grupos de cantadores e tocadores faziam de porta em porta com intenção de angariar alguma recompensa por parte do dono da casa. Mais tarde, e por outras terras, ouvi chamar por "Cantar as Janeiras" à mesma tradição popular. Como a língua portuguesa é rica em vocabulário nunca mais liguei ao assunto. Porem como ano novo exige vida nova, procurei colher informação a esse respeito e fui buscá-la ao Site de José Francisco Lopes que diz:

"Há quem entenda que “Cantares de Reis” deve aplicar-se apenas para a noite de 6 de Janeiro, designando-se por “Janeiras” os cantos que começam em 1 de Janeiro e em alguns casos vão até ao final deste mês".

- Aqui deve estar o motivo porque não conheci o termo "janeiras", na minha terra, onde não se cantava para além do dia de Reis.

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:07

09
Jan 15

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          Faz hoje 113 anos que nasceu em Barbastro (Espanha), São Josemaría Escrivá. Foi a 09 de Janeiro de 1902; e foi ordenado sacerdote em Saragoça, em 1925.  A 2 de Outubro de 1928, por inspiração divina, fundou o Opus Dei, em Madrid,  caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres quotidianos do cristão. Na Filiação Divina e na Santa Missa têm os fieis da Prelatura o centro da sua vida corrente.  

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          Canonizado por João  Paulo II, a  6 de Outubro de  2002, este santo que foi o primeiro peregrino de Fátima a subir aos altares, repousa em Roma, na igreja prelatícia de Santa Maria da Paz - viale Buozzi, 75. Recordá-lo é recordar um santo devoto de N.S. de Fátima e amigo de Portugal, que muitas vezes visitou.

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          Fernão de Magalhães Gonçalves é uma figura que vai ficar no panteão dos escritores e poetas transmontanos mais famosos. Nasceu em Jou (Murça) a 06 de Janeiro de 1943 e faleceu em Seul (Coreia do Sul) a 08 de Junho de 1988. Poeta, escritor, investigador e ensaísta, esta credenciado homem de letras iniciou a sua carreira com o pseudónimo de Fernando Gil no Diário de Lisboa e na Republica. Depois de passar pelo Seminário dos Franciscanos em Braga, Leiria e Lisboa, e de ter concluído que não tinha vocação sacerdotal. Sem perder a fé, mas antes a reforçar com doutrina e formação cultural, Fernão Magalhães Gonçalves desce ao encontro do que outros similares seus têm de engenho e arte para fazer reluzir com ele o que de belo a poesia tem para dar brilho à humanidade. Os valores morais e cívicos que herdou na cepa mantiveram-se e frutificaram com escritos à volta de humanistas e democratas como Hemingway, Aznavour, Francisco de Assis, Nuno de Montemor, Aquilino Ribeiro, e os nossos Trindade Coelho, Guerra Junqueiro, Miguel Torga e João de Araújo Correia. Uma vez abandonado o seminário, o dever militar entra em acção, e a guerra no Ultramar exige dele a sua intervenção que vai cumprir em Angola, na qualidade de oficial mil.º de Transmissões. No regresso matriculou-se na Faculdade de Letras do Porto, onde se licenciou em História. Concluída a sua formatura entrou na actividade do professorado, que iniciou em Murça; depois Vouzela, Porto e Chaves. Aqui se manteve por uma dezena de anos. leccionando nas escolas Fernando de Magalhães e Dr. Júlio Martins. Em 1983 é nomeado leitor de Português na Universidade de Granada (Espanha), onde se mantém até 1987.

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          Daqui é transferido para Seul (capital da Coreia do Sul) para exercer as mesmas funções na universidade local, e um ano depois em plena rua tombou deixando o nome de Portugal prestigiado e os transmontanos afamados. Hoje o seu nome é realçado graças a um Prémio de Poesia anual que sei instituído pelas Câmaras Municipais de Murça e Chaves, e criada uma pequena Editora (Tartaruga) que tem procurado dar a conhecer muitos dos nossos autores contemporâneos. À Drª. Manuela Morais que foi sua esposa e dinamizadora do prémio em causa, saúdo; e a quem me despertou para fazer esta memoria, agradeço. Não vou revelar o nome de quem foi, mas em letra garrafal lembro a razão e forma como foi feito, e o que pedia fosse noticiado. Sai hoje com a minha introdução:

OLÁ! ERA PORQUE FAZIA ANOS ONTEM!! OBRIGADA:ESPERO QUE TENHA CHEGADO BEM:::E QUE SUA ESPOSA ESTEJA MELHOR!!

Fernão de Magalhães Gonçalves, poeta, escritor, investigador e ensaísta, nasceu em Jou (Murça) a 6 de Janeiro de 1943 .

Leccionou em Murça, Vouzela, Porto, Chaves e nas Universidades de Granada (Espanha) e Seoul (Coreia do Sul).

Autor de uma quinzena de livros publicados e alguns outros ainda inéditos...

 (Excerto)

... Sidónia, 15 de Janeiro .

" Escrevo, escrevo tudo o que penso. Por um infinito respeito para comigo próprio, para com cada momento que vivo e cada intuição ou ideia que me assalta. Aterroriza-me que um só cabelo da minha cabeça se dissipe, perdido para sempre.

Tudo fica longe do Convento de Sidónia. Tudo o que aqui acontece, aqui fica e se evapora, mastigado por esta desolação cósmica que rói os homens até ao tutano. É verdade que nós, os frades menores, somos os benjamins do Senhor. Mas isso é um prémio de convicção. O meu pai continua a dizer-me: segue as minhas recomendações, firma as tuas convicções para poderes agradar aos Superiores e seguir o teu destino. Mas eu não me sinto ligado a qualquer espécie de convicção. Penso que o meu destino parte de outras convicções, por isso. Só dentro do seu destino pode cada um firmar e criar a sua liberdade. Esta leva sempre à eleição das suas normas. Sem lei nenhuma, luto contra o tempo. Mais nada. Não sei onde vou, não sei de onde venho. O Padre Mestre quase duas horas com a perfeição interior, com a perfeição interior... Mas, só para a adquirir, se perde todo o esforço dentro do indivíduo. E continuamos infelizes uns com os outros".

(...)

IN ASSINALADOS

 

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06
Jan 15

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          Ao passar pela página Alma Lusíada, detive-me na leitura de um trabalho da responsabilidade de António Viriato que influi-o no alinhavar da prosa que preparei para fazer a minha entrada no ano de 2015. E que inicio assim: Mais um ano se passou até que entramos em 2015, no passado dia 01 de Janeiro. A Júlio Cesar, imperador romano, se deve este forma de medir o tempo, tempo que passa a rodar; e tempo, também, que correndo, nós vamos um dia deixar de acompanhar ao longo desse seu rodar constante. Mas já antes do calendário romano, sumérios, caldeus e judeus se orientavam na contagem desse tempo que Deus, sem medida, a todos nós dá. Aos egípcios se deve o 1º calendário solar, criado em meados do III milénio antes de Cristo, que como hoje tinha também 365 dias.

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          A mudança do calendário de Júlio César (100-44 em 46 a.C.), deu-se a 24 de Fevereiro de 1582 por bula do  Papa Gregório XIII que assim põe termo ao calendário juliano e faz surgir o gregoriano, logo aceite pela maior parte dos países europeus. Começando de imediato por Portugal, Espanha, Itália e Polónia. Mas em certos casos a mudança foi mais morosa, visto que nos países onde o luterismo e o anglicanismo predominam demorou a ser aceite, exemplo da Alemanha (Baviera, Prússia e suas províncias) só em 1700, ou no Reino da Grã-Bretanha (Inglaterra, Países de Gales e Escócia), em 1752. Recorde-se que ouve casos em que a aceitação foi mesmo problemática, caso da Suécia, onde até gerou o dia 30 de Fevereiro. Também a Rússia ao aceitar se viu obrigada a eliminar 13 dias do seu calendário. Mas ao fim de três séculos, tudo se harmonizou de modo a que em 1912, a China aprovou; em 1916, a Bulgária fez o mesmo; em 1918, foi a Rússia; a Roménia, em 1919; a Grécia, em 1923, e a Turquia, em 1926. Para essa plena aceitação global pesou o interesse económico e as trocas comerciais que hoje abrange toda a sociedade universal que neste Dia da Epifania e ano de 2015, saúdo e desejo viva em paz e harmonia.

 

 

 

 

 

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04
Jan 15

           A festa do Menino Jesus, deve ser das festividades mais antigas que se festeja na Bajouca, embora a mais importante e que atrai à capital do barro leiriense inumeros visitantes seja a do padroeiro Santo Aleixo, em meados de Agosto e que veio substituir a de NS da Piedade, em Setembro. Se bem me lembro foi este o primeiro ano em que assisti a esta festa que pelo que apreciei merece ser mais divulgada, uma vez que se realiza no 1º Domingo de Janeiro, quando ainda o tradicional Presépio da Bajouca está armado e a festa da Epifania, 06 de Janeiro, anda por perto. Festa muito simples, por pouco divulgada; constou de Missa Solene, às 14h30, presidida pelo Sr. Padre Melquiades, vigario paroquial, coadjuvado pelo pároco, Sr. Padre Abel, e do Diácono João Paiva. Finda a qual foi dado o Menino Jesus a beijar, pelo Sr. Padre Melquiades no Presépio grande do adro, como mostra o vídeo.

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            A tarde festiva continuou agora com o leilão das oferendas ao Menino Jesus e a exibição das classes jovens da SAMB na animação, com numerosa representação da comunidade bajouquense  que nestes eventos festivos dá testemunho do seu apreço pelos motivos artisticos e culturais da terra. As fotos que seguem dão disso mostra:

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03
Jan 15

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(N.25/12/1926 - F. 02/01/2015)

          Foi hoje a sepultar no cemitério da Bajouca, a bajouquense senhora D. Beatriz dos Prazeres Pedrosa, viúva de José Afonso e mãe de Maria José, João, José Carlos, Maria dos Anjos, Raul, Maria Helena, Irene, Maria dos Prazeres, Jorge, Maria da Conceição, e ainda de Isabel e Francisco Pedrosa Afonso, já falecidos. Figura muito querida e estimada por toda a comunidade e terras vizinhas, onde o bom nome da família era conhecido e respeitado, a ti Beatriz “Rata” gozava da admiração geral como esposa exemplar e mãe de família numerosa que com carinho educou e como contrapartida foi zelosamente acompanhada até ao terminar da sua passagem por este mundo, em direcção à morada celestial e eterna. Nascida a 25 de Dezembro de 1926 a ti Beatriz faleceu com 88 anos e embora muito debilitada ainda os festejou com satisfação no ultimo Natal na companhia de muitos familiares e amigos que como era tradição nesse dia passavam pelo Casal dos Afonsos para felicitar a generosa anfitriã em festa natalícia.

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Os seus restos mortais estiveram em câmara ardente na capela mortuária da Bajouca desde as 09h30 até aos 15h30 donde saiu para a igreja paroquial onde foi celebrada missa de corpo presente. Das filhas e filhos da saudosa ti Maria Rata da Bajouca, restam agora apenas duas, a Saudade e a Maria Emília. A Maria Emília que com quase 90 anos aqui se vê com cara de jovem ao lado de seu filho Leonel junto ao esquife de sua saudosa mana Beatriz.

  Muito participada o missa de corpo presente além do Sr. Padre Abel e do Sr. Padre Melquiades, que presidiu, contou com a participação do diácono João Paiva genro da saudosa extinta, assim como com a colaboração dos netos nas leituras e oração dos fieis, bem como nos cânticos e no órgão seu filho Carlitos cujo saber todos lhe reconhecem.

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          Não se pode dizer que um cortejo fúnebre seja coisa bonita, mas quando sabemos que uma alma parte em paz, com ela e com seus semelhantes é de louvar e admirar. E este funeral deu provas disso, com família, amigos e conhecidos felizes por ter vivido, convivido e conhecido a Beatriz do Zé Afonso. Eu dou-me por agradecido tê-la tido por cunhada e amiga de coração. Que guarde um cantinho para mim onde pela mão de Nossa Senhora Jesus a recebeu e guarda. À restante família, filhos, netos, bisnetos, e em concreto aos genros José Carlos Carreira, João Paiva, José Carreira, Virgílio Alberto, Rui Domingues e David Pedrosa, bem como às noras Gabriela e Olívia, os mais sentidos pêsames deste familiar e tio por afinidade.

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:45

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