Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

09
Dez 14

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          Foi há 25 anos que sendo pároco de São Lourenço de Carnide (Lisboa), o saudoso padre Filipe, se deslocou a esta paróquia alfacinha o cardeal D. António Ribeiro para benzer a igreja de São Lourenço que fica na zona histórica do lugar.

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          Era Dia da Imaculada, e ao tempo, também, Dia da Mãe. Passados que foram 25 Dezembros, a data foi ontem festejada com Eucaristia solene presidida pelo Padre Milícias, coadjuvado pelo pároco  Padre José António, também da Ordem Franciscana.

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          Antecipada de uma procissão de curto trajecto, esta celebração que aos domingos e dias santos, ali decorre às 09h30, que teve inicio junto à porta do Centro Social e contornando o pequeno lago do adro deu entrada no antigo templo que já foi sede de paróquia, cemitério, e até corte de gado, além do mais que a Republica gerou.

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          No fim da celebração foi feita a consagração a Nossa Senhora seguida de uma sessão de slides, onde se pode ver o estado miserável em que  o templo foi entregue à Igreja, e comparar com aquilo que é hoje.

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          A igreja foi mandada edificar em 1342 pelo bispo de Lisboa, D. João (em honra de S. Lourenço), por Pedro Sanches, chantre da sua Sé. O bispo de Lisboa ofertou-a, depois, ao seu capelão João Dor. A Igreja de S. Lourenço era já Igreja paroquial no Século XIV.

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           Tive pena de não assistir, pois como noutro local deixei noticiado, ontem fui a São Domingos onde tive de ir e ali  calhou de honrar a Padroeira de Portugal, e encerrar a "Novena" que iniciei no dia 30 de Novembro. Mas o meu amigo Hugo encarregou-se de me arranjar fotos.O importante é não esquecer a Imaculada  

 

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 12:12

08
Dez 14

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          Hoje, dia 08 de Dezembro, celebra-se o Dia da Imaculada, festa que invoca a vida e a virtude da Virgem Maria, mãe de Jesus e nossa mãe, que foi concebida sem pecado original. É uma data de grande significado para a Igreja Católica, que já foi o Dia Mãe e em Portugal ainda é dia santo (feriado).É uma festividade religiosa que celebra um dogma católico definido como festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV.

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          Em tempo de Advento e da “Novena” que neste dia encerra fui assistir a uma solene Eucaristia à paróquia de Santa Justa e Santa Rufina (padroeiras dos oleiros), onde na igreja de São Domingos foi celebrada missa do 7º dia, por alma do saudoso António Rosado. Foi celebrante o pároco Victor Gonçalves que com especial carinho celebra e anima estes santos momentos.

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           Em 1646 (a 25 de Março), o rei D. João IV para agradecer a Nossa Senhora a Restauração da Independência em relação a Espanha, organizou uma solene cerimónia, em Vila Viçosa. Foi até à igreja de Nossa Senhora da Conceição, declarando-a padroeira e rainha de Portugal. Desde então até 05 de Outubro de 1910 mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, privilégio que passou a ser apenas para a Imaculada Conceição.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:04
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07
Dez 14

C:\Users\utilizador_2\Documents\Gisela\Património

          Foi com satisfação que na 5ª-feira anterior ao abrir o meu correio electrónico fui surpreendido com os caracteres que constituem o titulo de A Voz de Trás-os-Montes. Abri de pronto e dei com um jornal que após uns dias de repouso surge enérgico e renovado pronto para continuar a caminhada. Gostei, e apresento-lhe os meus parabéns que vão acompanhados dos votos de um Santo Natal e Feliz Ano de 2015 que vem aí, e desejamos a todos favoreça sem distinção. As suas “férias” sem aviso prévio obrigaram-me a ser indelicado quando a seu tempo escrevi: “Fiquei decepcionado com a noticia que acabo de ler online no Jornal i, do passado dia 08, que assim de chofre anuncia: “Semanário “ A Voz de Trás-os-Montes” fechou”. Desde meados da década de 40 que este jornal, sediado em Vila Real, se vinha impondo como porta-voz das gentes transmontanas e alto durienses residentes ou espalhadas por todo mundo. Enquanto a competência, a dedicação e o dinamismo de um Padre António Maria Cardoso prevaleceu, este jornal com uma equipa de generosos colaboradores e amigos da imprensa regional brilhou e ganhou leitores e assinantes. Com o abrandar da sua energia física e o passar de serviços para pessoas com outras atitudes, o jornal ressente-se. E temos aqui o resultado. Publicação de índole cristã, mas aberta a todos quantos criteriosamente quisessem expor as suas ideias e pensamentos, além de noticioso A Voz de Trás-os-Montes era um jornal atento às lacunas sociais que identificava e combatia. Fui durante muitos anos seu colaborador e deixa-me muitas saudades. São Vicente de Paulo, não merecia esta desfeita, e Vila Real também não, muito menos Padre Maria Cardoso de ver perder a menina dos seus olhos: “A Voz” de Vila Real”.

C:\Users\utilizador_2\Documents\Gisela\Património

          Não foi por mal, foi pelo muito carinho que o n/jornal me merece e o respeito que tenho por todos quantos o fazem chegar à mão do leitor. E parabéns à nova gerência.

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:06

06
Dez 14

C:\Users\utilizador_2\Documents\Gisela\Património

          Hoje dia do meu santo fiz 76….Da parte da manhã fui a São Domingos, onde me deliciei numa Eucaristia celebrada pelo Sr. Padre Victor Gonçalves, durante a qual uma neófila que tomou o nome de Leonor veio de Sacavém à Baixa Chiado receber o baptismo cristão, e assim passar a fazer parte dos verdadeiros filhos de Deus. Uma coisa me surpreendeu: o Padre Victor Gonçalves consegue atrair os fieis por onde quer que passe. Sacavém caiu em peso na missa das 11h00, por causa da Leonor, mas também daquele que foi seu pároco e Santa Justa lhes retirou.

C:\Users\utilizador_2\Pictures\2014-07-09 s.nicola

          Dia do meu santo, serviu para na homilia se falar dessa figura generosa que no Séc. IV foi bispo de Mira ( Lícia) antiga região da Ásia Menor. Nasceu em Patara, no sec. III, onde faleceu a 06 de Dezembro de 342. Padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega. Ele é também o padroeiro dos guardas nocturnos da Arménia. Tem uma paróquia a ele consagrada, em Lisboa, onde não fui hoje porque fiz questão ir a São Domingos, onde era costume encontrar-me com o meu saudoso amigo António Rosado, e hoje era dia de pagar um cafezinho. Tomei por ele.

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           Em ambiente muito familiar foi um almoço com muito carinho confeccionado pela minha esposa, e depois um lanche, onde o casal de conterrâneos e vizinhos Ferreira Lopes nos veio dar animação à tarde e cantar os parabéns ao cada vez mais afastado da década de trinta. Bem hajam.

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          E ladeado pelo Borges Lopes e pela D. Gravelina, aquimetem com mais um ano. 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:16

05
Dez 14

 

          A Igreja festeja no dia 5 de Dezembro três figuras notáveis do episcopado que se celebrizaram como bispos de Braga: São Martinho de Dume, São Frutuoso e São Geraldo. Recorda-los é um dever dos cristãos pois foram os pioneiros da evangelização em terra que mais tarde de chamou de Santa Maria.

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           E vamos a começar pelo primeiro: São Martinho de Dume. Nasceu na Panónia (Hungria) e chegou à Galiza em meados do século VI com a missão de evangelizar o noroeste da Península. Tornou-se depois bispo de Dume e de Braga, onde realizou dois Concílios em 561 e 572. Foi o grande apóstolo dos Suevos que se converteram do arianismo ao catolicismo. Escreveu diversos livros versando as mais variadas matérias. Teve como grande modelo o seu homónimo S. Martinho de Tours. S. Isidoro elogia a sua fé e cultura. Morreu em 579. .

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          São Frutuoso, de origem espanhola (Galiza), foi primeiro bispo de Dume, antes de ser transferido para Braga, onde morreu em 665. Homem de grande santidade mas também de grande cultura, tendo fundado diversos mosteiros que irradiavam simultaneamente evangelização e civilização e ainda acção social, funcionando alguns como refúgios.

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          São Geraldo era um monge francês da Ordem de Cluny. É eleito bispo de Braga em 1095 ou 1096, tendo desenvolvido uma grande acção pastoral e evangelizadora, preocupando-se com o clero e com o povo simples. Faleceu durante uma visita apostólica a Bornes (Vila Pouca de Aguiar) em 5 de Dezembro de 1108. Três santos, bispos de Braga

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 18:04
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04
Dez 14

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Nas procissões da cidade, o Sr. Rosado, carregava sempre com a cruz

          Faleceu na passada 3ª-feira, vitima de doença prolongada, o Sr. António Joaquim Fernandes Rosado, pessoa muito estimada por todos que de perto com ele privavam ou tinham vulgar relacionamento. Conheci-o casualmente quando um dia, já distante, travei conversa com ele no inicio de uma palestra a que ambos fomos assistir no Colégio Planalto. No final trocamos impressões à volta do tema a que assistimos, e a partir daí ficamos amigos para sempre. Natural de Alfundão (Ferreira do Alentejo), onde nasceu a 07 de Fevereiro de 1936, este alentejano de gema casou na Baronia (Alvito), terra de sua esposa e que passou também a ser a sua, embora muito cedo Lisboa fosse a terra escolhida para residência do generoso casal.

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           Daqueles alentejanos que fazem luxo em não deixar as esposas irem sozinhas à igreja, o Sr. Rosado serviu não só a comunidade cristã do seu bairro, mas também aquelas por onde passou e o seu labor generoso e voluntário deixou rasto. Na Baronia, serviu como membro da Comissão Fabriqueira, na paroquia de Santa Justa (Baixa Chiado) como ministro da Comunhão que durante muitos anos vi exercer todas as manhãs na igreja de São Domingos.

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          Fervoroso devoto de São Josemaria Escrivá, esteve comigo no Vaticano aquando da sua canonização. Momentos bons que com este saudoso amigo desfrutei, aquela visita à Baronia, as “romarias” ao Cabo Espichel, a Fátima, o 2º domingo de cada mês, em que havia recoleção, são peças soltas que hoje recordo e certamente devem ter servido de escada, com o sofrimento que com resignação aceitou, para neste Advento e “novena” da Imaculada mais rápido entre no reino.

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           De louvar o acompanhamento moral e espiritual que o Padre Vitor Gonçalves deu a este amigo, que na igreja de São Domingos, onde ele é pároco, o Sr.António Rosado com muito zelo e empenho foi voluntarioso colaborador. Não sendo a sua paróquia, nem por isso os afazeres ao serviço da Igreja e dos fieis, impediram o Sr. Padre Vitor Gonçaves de arranjar um bocadinho de tempo para que ao Sr. Rosado não faltasse a sagrada comunhão, durante a semana, assim como agora, no dia do adeus terreno, vir ao Bairro da  Serafina, celebrar missa de corpo presente e encomendá-lo para Deus. Acto bonito, de amigo. Também perdi um amigo na terra, mas ganhei-o em bom lugar. Um homem de fé.

À esposa, D. Joaquina; às filhas, Ana Bela e Silvéria Rosado e demais família em luto, os meus sinceros pêsames.

 

 

 

 

 

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03
Dez 14

C:\Users\utilizador_2\Pictures\Fotos para divulgar

          Outro dos lugares históricos que já visitei foi Sepphoris, um espaço arqueológico em exploração da cidade que foi capital da Galileia ocidental, e diz a tradição nasceu Nossa Senhora pois seriam dali Santa Ana e São Joaquim, avós de Jesus Cristo. Dada a sua situação estratégica estava sempre a ser invadida por exércitos que procuravam o controle da região. Durante uma tempestade de neve, no Inverno dos anos de 39-38 a.C., Herodes, o Grande, ocupou a cidade, quando ia a caminho da conturbada Jerusalém. O que resultou após a sua morte a cidade se revoltasse contra a ocupação romana e acabasse por ser destruída. Mais tarde seu filho, Herodes Antipas reconstruiu-a, mas os romanos voltaram a ocupa-la  durante a primeira e segunda revolta dos judeus. Afastada uns 8 km. da Cidade de Nazaré, é um local de visita obrigatória a quem vai à Terra Santa.

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          É de lembrar que no tempo de Jesus Roma dominava a maior parte dos reinos do mundo, semelhante ao império persa, no período de Daniel. Como então Dario respeitava cada povo e permitia o culto aos seus deuses, César permitia que também as províncias tivessem a sua religião e organização social. Havia varias regiões em Israel que eram comandadas por governadores, havia representantes locais do império que tinham função de liderança sobre os judeus. Herodes, o Grande, e seus sucessores tinham essa função. Herodes não era um nome mas um titulo, assim como César, imperador romano. Houve pelo menos quatro, o “Herodes” o que mandou matar as crianças de Belém não foi o mesmo que mandou degolar São João Batista. Herodes Ântipas que dominava parte da Judeia e localidades vizinhas do rio Jordão, foi quem se incompatibilizou com São João Batista que vivia naquela região.

         Quanto a competências, Herodes resolvia as questões de ordem religiosa e de organização social. O governador Pôncio Pilatos tratava apenas dos impostos e rebeliões armadas contra Roma, logo Herodes era submisso ao imperador romano, representado por Pôncio Pilatos. Por aqui se compreende o porquê de Pilatos enviar Jesus para Herodes, o “delito” era de âmbito religioso e não político. Mas também por isso lavou as mãos, em vez da consciência. 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:19
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02
Dez 14

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          Cheguei agora dos Lagoeiros, onde no cemitério da Bajouca foi a sepultar a saudosa bajouquense D. Maria Rosa Carreira Ferreira Duarte, esposa dileta do Sr. José Duarte Gaspar, e mãe das jovens Tânia Cristina e Ana Rita Ferreira Duarte, residentes na Rua Pinhal da Guia-Salgueiros-Bajouca. A estimada bajouquense, de 53 anos de idade, faleceu no passado sábado, na Ponte Pedra, onde trabalhava; e só ontem, 2ª-feira, pelas 19h00 o seu corpo regressou à terra, onde na capela mortuária esteve até às 14h00 de hoje, para depois de missa de corpo presente, concelebrada pelo Srs. Padre Abel, pároco, e Padre Melquiades, vigário paroquial, ir a sepultar. O seu funeral muito participado foi a demonstração do carinho e amizade que todos tinham por esta excelente mulher, esposa e mãe. A toda a família, mas em particular ao José Duarte, e às suas filhas, os meus sentidos pêsames. Jesus aos amigos de vez em quando paga-lhes com estas… Santa Teresa, costumava dizer: por isso tem tão poucos.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:01
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01
Dez 14

 

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          As vezes que ultimamente tenho ido à capital do barro leiriense não tem sido asadas para participar em convívios comunitários como agora aconteceu. E pelo que estou a ver vou faltar ao da Comunidade que tem lugar anualmente no dia da Imaculada, 08 de Dezembro. Mas participei neste da Bajouca Cento que vale por muitos. E como dele já disse foi coisa de se ver, embora se tratasse de roubar a vida uma uma reca que creio deixou descendência. Aos que lhe trataram da "saúde" ,  para  da nossa também cuidar, a minha homenagem.

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          Começo pelos que de faca em punho deram inicio á festança, que teve inicio no sábado,  dia 29 do Novembro como em post anterior já fiz saber.

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             Aqui a confecção das febras para o almoço de domingo.

            Logo nesse dia, além do abate, um desenjoativo almoço de bacalhau com grão, deu inicio a um espectacular convívio de fim de semana,  muito bem preenchido com desmanche, aproveitamento das carnes e regadinho com o da terra e do de longe. Até a  Helena do David se fez acompanhar de um generoso caseiro de Vila Real que fez sucesso.

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         Antes do comer chegar à mesa, nos bastidores há muita gente anónima que pode fazer as refeições chegarem saborosas ou não a quem as vai comer. Se saborosas ou não isso também depende dos gostos de cado um, mas o certo é que há muito trabalho oculto que os comensais nem sempre valorizam. No caso deste convívio as cozinheiras e cozinheiros foram excepcionais. Niguém disse mal deles.

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           Por isso logo no sábado ao jantar tiveram especial bênção dos Srs Padres Abel e Melquiades.

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           Ora como disse, o prometido é devido. Ás 12h30 lá estava eu a entrar no portão desta hospitaleira casa, pronto para o que desse e  viesse.

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   E logo dei de caras com os anfitrião da casa que se dignaram pousar para a minha objectiva. Obrigados

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           De pau feito aos rojões, foram cerca de quatro horas que o dinâmico bajouquense José Ferreira Soares, esteve à volta da panela a mexer e a remexer  neles. Mas ao jantar foi um consolo.

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           Veio cá com a esposa no sábado, mas no fim de jantar regressou a Lisboa. No domingo acordou a sonhar com as febras e os rojões, e vai de voltar ao lugar do crime...E cá temos o Dr. José Vitória, mais o Nelson Ferreira a olhar para a fogueira, e no meio o Arménio a ver o Virgílio Sousa a descarregar um carreta de lenha. Tudo como eu gente de trabalho.

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           Estão prontos, mas só para o jantar

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           Mesas prontas vamos ao almoço dominical.

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           O Sr. Padre Abel deu o sinal de partida e aí vai o dar ao dente

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           Começou bem

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           Mesa bem composta

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           Quanto mais tarde, melhor o comer sabe... Certo?

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          Aqui o Paulo é quem mantém a ordem e a  Benedita observa

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          A juventude que daqui a 50 anos vai repetir e dar continuidade à tradição. Se ainda houver recos ou porcos nessa ocasião

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          O nosso Ten/Coronel Afonso, uma vez na Bajouca, foi mostrar o ambiente festivo da Bajouca Centro à ti Beatriz Rata já com poucas forças para o fazer sem ser ajudada. 

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          O Sr. Padre Soares, apercebendo-se que a Bajouca estava animada neste fim de semana, sem mais aquelas desce de Tortosendo e vem tomar parte na rojoada. A sua presença é sempre motivo de satisfação para os bajouquenses e de orgulho para a Bajouca Cento. 

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           Bem rodeado, sou o único que ainda deixei comer no prato. Com os restos dantes se engordavam os candidatos à salgadeira.

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           Um fim de semana em beleza. Já estou pronto para outro

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           Mesa bem composta, e gente laboriosa. 

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           No fim é que são elas. Quantos pratos se não partiram, além de uma porca que se perdeu!

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          Tal mãe, tal filho. Acabou-se a festa é hora de cruzar os braços porque amanhã, hoje, é outro dia. Pela minha parte um muito obrigado ao Zé João e à D. Fernanda pelo convite e parabéns pela iniciativa. Contem sempre comigo, que eu não sei dizer: Não, a convites desta natureza.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:50
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