Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

11
Nov 14

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         Passo quase todos os dias na Estação do Parque ( Metro - Lisboa), mas raras vezes piso o sua gare. Calhou hoje e recordo que já lá vão uns anos bons passei aqui a correr na esperança de receber um fato ofertado pela casa Cardoso da Saudade, mas na condição de participar num programa do António Sala e Olga Cardoso. Ganhei e foi no Pavilhão de Desportos (ao Parque) que se vê no topo da rua.

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           Um exame medico na Rua António Augusto de Aguiar está na razão de sair no Parque e recordar coisas passadas. Mas o dia que está a decorrer é de festa e dela vamos a falar.

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         Hoje é dia de São Martinho, São Martinho de Tours. Da sua história de militar e da capa que repartiu com um pobre já todos ouvimos contar. Fala-se do cavaleiro que repartiu a capa, mas da caminhada que lhe permitiu levar a Igreja a reconhecer o direito dele figurar nos altares, como modelo cristão, pouco se adianta. Porém é tradição que São Martinho, nem cristão era, e só o foi porque sua esposa já o era, e a promessa da conversão, caso obtivesse uma vitória numa batalha contra os alamanos, acabou por fez o resto.

         Deste santo que foi, militar, monge e acabou bispo, fica a sua acção missionária e pedagógica importantíssima na cristianização da Gália (ou Pais de Gales), donde a fé cristã irradiou para outras províncias ou regiões ocidentais do Império Romano. E não esquecer que foi dos fundadores do monaquismo na Europa Ocidental. O festejar com vinho e castanhas o Dia de São Martinho não é reprovado pela Igreja, e até por certo que louva essa manifestação popular. Mas não vá os fieis suporem que São Martinho conquistou a santidade metido nos soutos e nas adegas.

          Um grande santo, tão grande e tão venerado que o templo onde o seu corpo jazia recebeu o nome de “capela”, termo que dali se generalizou. Os excessos sempre reprováveis nas revoluções não medem as atitudes que tomam, assim foi com a Revolução Francesa ao demolir a sua basílica, mandando fazer uma rua sobre o seu túmulo, com o objectivo de fazer desaparecer o seu nome. Loucuras humanas, destes tristes “revolucionários”. Já no séc XIX apareceu um aristocrata francês, conhecido como “o santo homem de Tours” que promoveu por toda a França uma cruzada para a sua reparação e consegui. E Tours continua a ser um local de peregrinação e romagem

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:45
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10
Nov 14

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          São dois mondinenses conhecidos de quem está atento ao que de bom e mau se diz da terra que tem Nossa Senhora da Graça por vigilante. Não tenho presente o que naquela ocasião os dois publicistas dialogavam, após o termo de uma peregrinação no Alto do Monte Farinha, mas que era assunto relacionado com os interesses da terra, não tenho dúvida. Ambos, cada um a seu jeito, não sabem falar doutra coisa senão do que dê satisfação às populações do concelho, prestigio à região e nobreza ao património natural com que foi cinzelado orograficamente no bloco granítico do Marão e na bacia do Tâmega mergulhado.

Um careca, "embarrigado",

Da sua terra, zelador.

Outro, todo engravatado,

Da montanha, defensor.

Um Pereira, outro Carvalho,

São árvores de estimação.

Mas nem sempre o seu trabalho,

Tem do todo, aprovação.

          .....Também mau era que tivesse; era sinal, mau sinal, que a razão estava toda encostada para um lado só….São reminiscências de momentos que sem registo histórico a mente guarda, mas não datou. Fica a foto.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:55

08
Nov 14

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          Como em post, intitulado O Mês da Almas, referi, não visitei nenhum cemitério no passado dia 02 do corrente, Dia dos Fieis Defuntos, porque primeiro devemos tratar dos vivos. Foi o que então fiz, levar um abraço a um amigo acamado.

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          Mas como também prometi a visita não ficaria por fazer e o desejo de receber a indulgencia plenária satisfeito. Hoje era o ultimo dia para lucrar dessa graça que a Igreja concede aos fieis. Pode-se lucrar indulgência plenária desde o dia 1° até dia 8 de Novembro. Impondo-se como condição: a visita a um cemitério, rezar pelos falecidos, oração pelo Papa, confissão e comunhão mensal. Levei um amigo e mesmo com tempo chuvoso lá fomos, cientes que da morte ninguém escapa. Não vale a pena ter medo

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          Escolhi o cemitério de Benfica, e aproveitei para fazer uma visita à campa do Dr. Primo Casal Pelayo, autor de A Ermida do Monte Farinha, um saudoso amigo que Deus tem. Uma vez neste cemitério, nunca perco a oportunidade de visitar ali o jazigo do Padre Cruz e pedir pela causa da sua canonização.

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          Jazigo muito bem cuidado, até se pede para que não coloquem velas acesas junto às paredes e em vez disso que dêem de esmola para a causa da canonização. Dever cumprido

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:21

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 Da conceituada EditoraHEXIS recebi um honroso convite para assistir ao lançamento do livro “BRASÕES DE ARMAS-Armorial Histórico da Casa da Torre de Gracia d’Ávila-Raízes e Vínculos Além-mar”, que no dia 12, às 17h00, do corrente mês vai ter lugar no Museu Histórico Nacional – MHN, no Rio de Janeiro. Lançamentos similares da obra estão também confirmados para o dia 13, às 17h00, no Instituto Geográfico da Bahia, em Salvador(BA); e dia 15, no Castelo da Torre de Gracia d’Ávila, na Praia Forte, às 17h00, com palestra do autor e sessão de autógrafos. Claro que foi apenas por mera gentileza que me convidaram, mas que teria imenso prazer em assistir e dar um fraternal abraço ao insigne historiógrafo brasileiro e meu dilecto amigo Dr. Christovão de Avila, seguramente que sim. Vocacionada para comunicação empresarial e edições de livros, a HEXIS foi fundada em 2009 e aposta na área de Humanidades, especialmente no que satisfaça o publico diletante e universitário, interessado em Ciencias Humanas , Filosofia e Letras

 

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No que respeita ao autor da obra, de seu nome completo, Christovão Dias de Avila Pires Júnior, já dele dei a saber no meu opúsculo “Nossa Senhora da Graça-Na Fé dos Mareantes”, pois lhe devo o empurrão que deu origem à publicação. Vale ainda recordar que pelos seus trabalhos de resgate histórico e patrimonial, Christovão de Avila hoje é portador da Ordem do Mérito do Patriarca São Bento e, dentre outras comendas e títulos, foi nomeado Comandante da Real Guarda de Honra Catarina Paraguaçu Princesa do Brasil, pela Real Guarda de Honra de Castelos, Panteões e Monumentos Nacionais de Portugal. Nesta obra de formato 20,2x26,6cm; miolo:184 páginas, e 512 imagens, com esmerado acabamento e encadernação em capa dura, prima a qualidade e o bom gosto. Uma obra para consultar e possuir.

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De realçar o facto deste livro de arte, apresentar o Armorial Histórico da Casa da Torre de Garcia d'Ávila, declarado internacionalmente uma das mais importantes colecções de Brasões de Armas, não somente do Brasil, mas de todo o Novo Mundo; além de que homenageia a Índia Catarina Paraguaçu, batizada Katherine du Brésil em Saint Malo na Bretanha, considerada a mãe das mães brasileiras, um símbolo de congraçamento racial, completando há pouco 500 anos do seu nascimento e 500 anos da chegada do português Diogo Álvares, o Caramuru, instituidor do primeiro núcleo europeu contínuo e formou a primeira família brasileira documentada, a mais antiga raiz genealógica da Casa da Torre no Brasil.Diogo Álvares Carreia (Viana do Castelo, Portugal, c.1475 - Tatuapara, Salvador, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os indígenas da costa do Brasil e que facilitou o contacto dos primeiros viajantes europeus com os povos nativos do Brasil. Recebeu a alcunha de Caramuru (palavra tupi que significa lampreia) pelos Tupinambás. É considerado o fundador do município baiano de Cachoeira (Bahia)

Fontes: Wkipedia e EditoraHEXIS

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 12:08

04
Nov 14

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          Chega-se ao fim de Setembro a afluência de visitas ao Santuário de Nossa Senhora da Graça, abranda; e logo, também, os meios de apoio e acolhimento ao peregrino ou forasteiro, perde de densidade, no que respeita a celebrações de igreja, e mesmo na restauração. No primeiro caso, Missa só no inicio do próximo mês de Maio, voltará à normalidade, com Eucaristia todos os domingos, às 16H00, se entretanto o plano dos anos anteriores não for alterado.

          Também quanto ao restaurante, o mais seguro encontrá-lo aberto será aos fins de semana; aos outros dias só avisando de véspera. Aberto e sempre ao dispor dos visitantes está o Santuário, com Nossa Senhora e o Santinho, Santiago, para receber os fieis e os abençoar, e ao lado a Casa das Recordações, com muitas lembranças ao gosto do cliente, e a simpatia dos atendedores

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           Quando no principio de Novembro está assim em Lisboa, que será durante os meses que aí vêm, no cimo do Monte Farinha; com quase 1000 metros de altitude! Mas é quando os mais corajosos gostam de lá subir. Eu subo em pensamento.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 17:21

03
Nov 14

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Uma visita que fiz e divulguei ao Santuário de Nossa Senhora das Preces em Vale de Maceira-Aldeia das Dez (Oliveira do Hospital) motivou a recepção de vários e-mails por parte de pessoas da região e até de forasteiros que já visitaram aquele sedutor espaço geográfico. Dá gosto noticiar atitudes destas por contrastar com a indiferença quase generalizada que hoje se verifica em não reconhecer o trabalho de quem pela comunicação social divulga as terras e o seu património.

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E a ser um facto que o nível cultural de uma terra se mede pelo grau cultural dos seus filhos, algumas há que deixam muito a desejar. Mas como as terras, também as associações deixam reflectir essa imagem adormentada e sem dinâmica que paralisa e impede as coisas de progredirem e se desenvolver por forma satisfatória.

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Neste ultimo ponto parágrafo, incluo a distribuidora do opúsculo “Nossa Senhora da Graça-Na Fé dos Mareantes” porque em terras como Ansião, Sertã, Figueiró dos Vinhos, Nisa, Pombal, Cartaxo, Manteigas, Mondim de Basto, terras que com mais desenvolvimento são focadas no texto, não houve até ao momento a conveniente distribuição e divulgação. E mesmo Leiria, outra terra que como a cidade, o concelho e o distrito são tratados no corpo da obra, não fora a Livraria Boa Leitura, na Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, Edifício Terraços do Lis, ter requisitado o livro ninguém o tinha à mão. E só tomei disto conhecimento porque o vi na cidade a uma pessoa que não conheço  e perguntei onde foi que o adquiriu. E claro, para melhor me informar passei pela Livraria Boa Leitura.

 

 

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:46

02
Nov 14

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Hoje, Dia dos Fieis Defuntos, devia ter visitado um cemitério, como é tradição e aconselha a Igreja Católica.

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Não visitei, porque o tempo disponível, neste domingo, para o efeito, gastei-o na visita a um prezado amigo acamado e que achei prioritário levar-lhe o meu fraternal abraço. Para lá chegar, servi-me da Carreira 702, e depois foi só subir uma rua em escadaria, que conduz ao Bairro da Serafina.

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 Para ganhar as indulgências que a Igreja nestes dias concede a quem visita um cemitério e reze pelas intenções do Santo Padre, tenho ainda muito tempo de o fazer, durante estes primeiros dias de Novembro, o mês das almas.  Como também o tem quem ainda o não fez.

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:39
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Ontem Dia de Todos os Santos, participei nos preceitos cristãos afetos à festividade, tomando parte na Eucaristia, celebrada pelo Padre Victor Gonçalves, na igreja de São Domingos (à Baixa). Numa homilia muito bem desenvolvida à volta do significado e sentido dessa festa, o Padre Victor, perante uma numerosa assembleia de fieis, a todos se dirigiu em diversas línguas, atendendo ser a sua igreja frequentada por muitos turistas, dado a sua localização no coração da cidade. Gostei de ouvir, é sempre um prazer ouvir o Pároco de Santa Justa e Santa Rufina, falar das coisas de Deus. Do que ouvi e fixei foi aquela recomendação: “ Não tenham medo de serem Santos”.

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De tarde desloquei-me até à Rua Vera Lagoa, 5-C, 1600-028, onde às 17h00, o Senhor Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, no Auditório de São Josemaria, deu uma elucidativa palestra à volta do Sínodo, e da Sessão Extraordinária Sobre a Família que recentemente decorreu no Vaticano, onde também participou como presidente da Conferencia Episcopal Portuguesa. Ninguém adormece a ouvir D. Manuel Clemente, ou a ler os seus ensinamentos, por isso digo: foi um Dia de festa

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 14:27

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