Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

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Nov 14

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A igreja que normalmente mais frequento em Lisboa é a de Nossa Senhora da Vitória, por ficar junto à estação de Metro (Baixa-Chiado) e o espaço muito acolhedor e convidativo à reflexão que deve ser a atitude de quem entra na casa de Deus. Desde que deixou de ser o saudoso Padre Rui a celebrar ali, nunca mais as eucaristias tiveram celebrante certo para lhes dar concretização, e ultimamente tem sido na maior parte das vezes três sacerdotes africanos que se rendem durante os dias de semana ( 2ª a 6ª-feira) e garantem a celebração da missa às 11h30.

Não sei o nome deles, apenas sei que um é angolano, que mostra sentir o que diz e que tem no Evangelho a base da sua doutrina e comportamento. São dois pontos em que um dia destes reflecti: um, a pensar que fomos nós, portugueses, a evangelizar aos nossos irmãos africanos; outro: que são eles quem hoje vêm em missão colaborar connosco na dilatação da fé e evangelização da paganizada sociedade. E foi desse padre angolano que ouvi com toda a sua convicção condenar aqueles que tentam infiltrar certas “modernices” na Igreja. Advertindo: “ O Evangelho está feito para nós e não nós para fazer o Evangelho”.

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Embora nada tenha a ver com a origem dos sacerdotes , mas talvez com a Paroquia de São Nicolau, há uns tempos a esta parte, no fim da eucaristia é lida uma pagela – distribuída no momento do ofertório e recolhida quando a missa acaba - , em que se pede pelo êxito do Sínodo Diocesano de 2016, uma iniciativa do Senhor Patriarca que “nasce como acolhimento e resposta” à Exortação Apostólica do Papa Francisco, “Alegria do Evangelho”, “O sonho missionário de chegar a todos”.

Recolhi a oração da pagela na net, porque na igreja é só para ler e deixar ficar.

ORAÇÃO OFICIAL

Maria, Mãe da Igreja,

ajudai-nos a dizer o nosso «sim».

Dai-nos a audácia de buscar novos caminhos

para que chegue a todos

o dom da beleza que não se apaga.

Virgem da escuta e da contemplação,

intercedei pela nossa Igreja de Lisboa,

em caminho sinodal,

para que nunca se feche nem se detenha

na sua paixão por instaurar o Reino.

Estrela da nova evangelização,

ajudai-nos a resplandecer

com o testemunho da comunhão,

do serviço, da fé ardente e generosa,

da justiça e do amor aos pobres,

para que a alegria do Evangelho

chegue até aos confins da terra

e nenhuma periferia fique privada da sua luz.

Mãe do Evangelho vivo,

manancial de alegria para os pequeninos,

rogai por nós.

15 de Junho de 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:12

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