Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

22
Out 14

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          Que pena tive não poder partilhar da alegria deste casal familiar e amigo que na terça-feira, dia 21, festejou com pompa e circunstancia as 18 primaveras da sua filha Luísa

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          Na incerteza se vinha nesse dia para Lisboa, obrigou-me a declinar o amável convite a que já me habituei sempre que eventos festejáveis naquela casa acontecem. Mas festa brilhou na mesma, e pela cara do seu mano Diogo, nota-se que a Luísa tem jeito para partilhar. Tem a quem sair.

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          Desta vez não foi na Bajouca Centro, mas fora das fronteiras bajouquenses, pois que a data merecia trato especial.

           Parabéns Luísa, por muitos 21 de Outubro; mantendo sempre em alta, o bom nome da família Afonso, da Bajouca.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:31
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21
Out 14

 

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No domingo, dia 18, fui cumprir aquela tradicional promessa de sempre que venho à capital do barro leiriense descer à Praia do Pedrógão a ver o mar e calhando tomar o meu cafezinho de após almoço.

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Com o tempo enganador que tem estado, saí de casa encasacado a pensar que à beira mar a brisa convidasse a fazer uso do agasalho, mas ao sair do carro que me transportou notei que a temperatura do ar era quente, e o melhor era deixar parte da indumentária arrecadada e caminhar à verão…

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Num café da Rotunda das Pedras escolhemos mesa e demos dois dedos de conversa que em família é sempre agradável promover e alimentar.

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 Patrão fora, dia santo na loja. A ti Beatriz deu folga ao pessoal de serviço e até a Prazeres foi à praia.

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 E o David numa mesa ao lado a ver o ambiente. Rica tarde e bom domingo.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 09:14

20
Out 14

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 Uma família unida vale por todo um país cujo calor da fraternidade não aqueça o coração e alma. Diria até que nestas circunstâncias o coração e a alma se os têm é só para fazer peso…Não acontece assim com o clã do Casal dos Afonsos que como pinha verde formam uma força em chama à volta da mãe, da avó e da bisavó Beatriz Rata, que faz gosto ver; e muito mais, ainda, de sempre que se pode, partilhar.

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Na sexta-feira, dia 17, parte do todo, reuniu à volta da lareira, para com um familiar magusto, proporcionar à anfitriã um bom e alegre momento de fim do dia, que para as mães não há melhor do que terem os filhos juntos de si e velos também alegres e felizes.

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 Por coincidência tinha chegado, em deslocação de fim de semana, e como é habitual fui convidado, e claro: fui às castanhas…

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:48
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19
Out 14

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O ter mencionado o termo “poldras” no recente post que fiz sobre Compostela fez-me recordar o que acerca desse bucólico lugar da minha freguesia escrevi em Junho de 2006, e mais tarde, 11 de Abril de 2007, mereceu do comentador António Nunes o que segue: “Pondras, poldras. Achei interessante este tema porque ando precisamente a preparar um post sobre uma zona da Beira Alta a que um escritor Samuel Maia (da minha terra natal), no princípio do séc.. passado, se refere a umas "poldras" através das quais faziam a travessia do Rio Vouga, a cavalo. Tenho já umas fotos que tirei quando fui lá agora na Páscoa.

Um abraço

António”.

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 Este blog surge em atenção a um álbum que casualmente descobri na Página de <zealves.do.sapo.pt> com imagens duma caminhada, desde a Senhora da Graça até às Fisgas de Ermelo, e promovida pelo autor da respectiva página, o biólogo José Alves M. da Silva, um amante da natureza e das viagens a todo - o - terreno ( V T T, caminhadas).

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Foi seduzido com ver e recordar aquelas pedras colocadas de margem a margem, as pondras ou alpondras, que no rio das Mestas, tantas vezes na minha infância atravessei, me nasceu agora o desejo de, em Dia de São João, baptizar este blog com a designação de Mestas, em homenagem a um bucólico lugar da freguesia de Vilar de Ferreiros que outrora deve ter sido importante local relacionado com pastores, já que o termo "mesta" significa corporação de pastores de gado transumante.

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A transumância que hoje praticamente já não existe em território Nacional, era a passagem periódica, que os rebanhos faziam, das planícies para os montes e vice-versa. Também aos locais onde se tosquiavam as ovelhas e contava o número de reses de cada rebanho, se dava o nome de Mestas, e não "Mestras" como é vulgar pronunciar-se.

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Fica deste lugar, onde numa pequena represa tem inicio a levada de Pisqueiredo, um tosco retrato, e o convite para que quem goste de sítios e lugares bucólicos deste nosso Portugal, visite as Mestas, em Vilar de Frerreiros-Mondim de Basto. Levem farnel.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:18

18
Out 14

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Sumbe é uma cidade angolana, capital da província do Kwanza-Sul que até 1975 os portugueses batizaram e conheciam por Novo Redondo. É constituída pelas comunas de Sumbe, Gangala, Kicombo e Gungo. Foi na peugada de um missionário da diocese de Leiria/Fátima, o Padre Victor José Mira de Jesus, que vim dar aqui e arranjar tema para fazer este post. A origem está no facto desta manhã, na igreja da Senhora da Vitória ( à Baixa-Chiado), ver distribuir uma pagela com uma oração. que é lida diariamente no fim da Eucaristia, a pedir pelo êxito do Sínodo Missionário de Lisboa 2016.

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Procurei informar-me sobre esse próximo evento e logo deparo com a noticia que diz:

Leiria é a terra onde se fez Padre, mas o Gungo é a Missão do seu coração, o seu primeiro amor como Presbítero. Tem voado muitas vezes entre Portugal e Angola e é alma da ‘Geminação’ entre as Dioceses de Leiria-Fátima e Sumbe. Lançou as bases de uma Missão com grande presença laical e tentou pôr o coração de todos os Diocesanos de Leiria a bater ao ritmo deste projecto missionário”.

Do Gungo é bom saber: ”Fica situado nas montanhas a sul do Sumbe, fazendo fronteira com a Diocese de Benguela. A guerra passou por ali com muita intensidade e deixou um rasto de destruição. Os acessos ao interior estão intransitáveis. A equipa missionária de Leiria-Fátima viveu até 2007 num apartamento no Sumbe e fazia visitas regulares e difíceis às áreas da Missão: a sede da Missão fica a 130 Kms do Sumbe, dos quais 50 kms de picada. No tempo da chuva, a média mais elevada era de 5 km/h num jipe com guincho, precisando de 12h para lá chegar”. Ser missionário não é pera doce, é preciso ter um coração grande e santo, como o deste leiriense nascido em Carvide, em 06-06-1967.

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 12:06
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17
Out 14

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          Na 2ª-feira dia, dia 13, tive que me deslocar à Av. de Roma, utilizando como transporte o Metro, que é sem dúvida o mais económico e rápido para quem tem de se movimentar em Lisboa.

          O pouco tempo de que dispunha impediu-me de procurar fazer uma visita de cortesia ao meu ilustre amigo Dr. José Vicente, distinto Director da Roma Editora, cuja sede fica precisamente no nº 129-r/c-E, dessa mesma avenida. Mas quando o nosso anjo da guarda para corresponder aos nossos bons desejos actua, tudo corre às mil maravilhas. Foi o caso.

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           Sem contar, no dia seguinte, recebo esta mensagem, do meu amigo:

Convite

           A Presidente da Fundação Francisco e Jacinta Marto, Irmã Ângela de Fátima Coelho, e o Director da Roma Editora, Dr. José Vicente, tem a honra de convidar V.Ex.ª para a sessão de lançamento do livro e DVD de música com imagem “À JANELA DA ETERNIDADE” – S. João Paulo II Peregrino de Fátima” , da autoria da Professora Leonor Leitão-Cadete.

          As obras serão apresentadas pelo Doutor Marco Daniel Duarte, Director de Estudos e Difusão do Santuário de Fátima.

          A sessão terá lugar na Casa das Candeias – Rua S. Pedro, 9 – em Fátima, às 21h00, no próximo dia 22 de Outubro, festa litúrgica de S. João Paulo II.

À luz das duas candeias, Francisco e Jacinta Marto, aguardo-vos com o maior carinho”.

            A Autora, grande pianista, foi colaboradora do Santuário, durante 20 anos, tocando na capelinha das Aparições nas peregrinações internacionais. É autora do livro e do CD Fátima Revisitada e Música, bem como de várias bandas sonoras para Cd que acompanham livros infantis.

          Tem 85 anos! Uma bela ocasião para Fátima a homenagear.

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:09

16
Out 14

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Foi por volta do ano 814 que após uma visão de luzes do céu sobre o bosque de Libredón, presenciada pelo ermita Pelayo, se iniciou ali o culto a Santiago por entretanto ser descoberto no local o túmulo do Apóstolo, ladeado pelos seus discípulos Teodomiro e Anastácio. A fama do evento espalhou-se por toda a Europa e de toda a Europa o número de romeiros começa a aumentar e a convergir para Compostela, termo que em latim significa Campus Stellea, referente a campo de estrelas. Surgem daqui os propagados Caminhos de Santiago, vias por onde circulavam os romeiros vindos das mais diferentes procedências com destino a Compostela. As terras que mais tarde deram origem a Portugal não fugiram à regra, de tal modo que assim como o Monte do Gozo está para o Caminho Francês, assim o Monte do Agro dos Monteiros está para o Caminho dos Portugueses, ambos nos arredores da cidade de Santiago.

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Na idade média Viseu e Lamego eram duas cidades muito importantes, daí que os romeiros que vinham do sul chegados a Coimbra optavam por tomar a direcção da cidade do Viriato, para dali atravessando o Vouga, por Ribolhos, Castro de Aire, Lamego, Peso da Régua, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Vidago, Chaves, Verin e Ourense alcançarem Santiago. Esta seria uma das vias mais concorridas por passar em terras já então afamadas como, Chaves e Ourense

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Poldras das Mestas

Mas entretanto também já São Gonçalo de Amarante, Santa Senhorinha de Basto, São Torcato de Guimarães, a Sé de Braga e São Frutuoso de Montélios eram lugares de romagem. Razão porque no Peso da Régua muitos dos romeiros optavam por seguir por Mesão Frio, Amarante, Lixa, Felgueiras, Guimarães, citânia de Briteiros e Braga; como outros, em Vila Real, seguiam por Lodelo, Ramada, São Tiago de Lamas-de-Ôlo, Anta, Pioledo, Cavernelhe, Vila Chã, Mestas, Vilar de Ferreiros, Mondim, Santa Maria de Veade, Fermil, São Tiago de Gagos, São Tiago de Ourilhe, Lameira, São Gens (Fafe) e São Torcato, para se juntarem aos que foram por Amarante. E depois se juntarem  em Braga, aos que dali partiam por Valência do Minho, ou por São Bento da Porta Aberta, para continuarem a caminhada por Terras de Bouro ou pela Portela do Homem.

Eis alguns dos caminhos pouco divulgados e que ainda não foram incluídos a sério no roteiro dos romeiros de Santiago de Compostela

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:39

15
Out 14

Um pacotinho de açúcar que me veio à mão na mesa do café, onde constava um resumo etnográfico do traje da Nazaré, despertou-me a curiosidade de pesquisar figuras naturais daquela famosa praia portuguesa do distrito de Leiria. E vai daí descobrir o nome de um estudioso que sobre terras de Celorico e Mondim de Basto procura reconstruir a historia de um lavrador heresiarca e a Inquisição. Licenciado em História pela Universidade de Coimbra e de seu nome António Ribeiro, este estudioso nasceu na Nazaré em 1974.

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Em 2002 concluiu o Mestrado em História Moderna na mesma universidade com a dissertação UM BURACO NO INFERNO que tem como personagem principal um tal João Pinto, natural de São Martinho de Vale de Bouro (Celorico de Basto) e como palco onde se desenrola a cena, a aldeia de Vilarinho - São Pedro de Vilar de Ferreiros - Mondim de Basto. Foi novidade para mim tudo quanto consta neste trabalho de pesquisa que acabou por ser editado em 2006. Do facto histórico e apelidos citados ali não sei se ficou memória que chegasse ao tempo atual, que eu saiba não; tão pouco sei, se na zona geográfica, onde a história tem o seu epicentro, este livro é conhecido. Mas que é um trabalho curioso e que retrata a mentalidade de muito boa gente, retrata.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 10:50

14
Out 14

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Sou desde há muito um admirador da jornalista Laurinda Alves, que consta na lista do meu perfil publico no Sapo. Deliciei-me a ler as suas “Crónicas de Campanha”, até Março de 2009; e a “Substância da Vida”, até Janeiro de 2014. Ultimamente desapareceu destes seus blogs e fui dar com ela no Facebook. Nascida na data em que se comemora o Dia da Restauração, tinha por isso que ser uma grande senhora e patriota como Portugal pede. E ser patriota neste país, implica zelar e não deixar que se perca a memória histórica do passado. Ao fazê-lo na qualidade de patriotas e muito marianos, vamos logo encontrar razão, descenda à Fundação, com um  D. Afonso Henriques, devoto de Nossa Senhora da Oliveira; e por aí fora, até ao 01 de Dezembro de 1640, quando é D. João IV que deposita aos pés de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, a Coroa Real e Nossa Senhora passa a ser “ a verdadeira Rainha de Portugal”. Também este post, tem parte, numa oração que li de Laurinda Alves, e se não foi, parece ter sido feita para este 13 de Outubro que ontem decorreu, e que com a devida vénia transcrevo: “Neste dia de Nossa Senhora, em que tantas pessoas acendem uma vela, em que tantos cantam, rezam, pedem e agradecem tanta coisa, aqui em casa a minha mãe tem uma vela acesa à Nossa Senhora da Sabedoria, para que ilumine um dos seus netos num exame decisivo esta manhã. Que bom sentirmos esta protecção e este amor na terra e no céu”.

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Pesou também aqui uma palestra que no 1º Domingo deste mês, a distinta jornalista deu na Sé de Leiria, dissertando sob o tema “Cada família é uma nação” perante uma Assembleia Diocesana atenta e interessada. A sua experiencia de jornalista, de docente universitária, de mãe e de filha, pois seus pais vivem com ela, dá-lhe aquela autoridade para dizer “ Cada família é uma nação, um território sagrado, e só os valores podem unir-nos”. Logo ao iniciar avisou: “ Desculpem não vou fazer um tratado abstracto sobre o tema, mas apenas oferecer-vos algumas notas praticas da minha própria experiencia familiar”. E basta para quem como a Laurinda Alves tem facilidade de se expressar, também os dotes de inteligência lhe não faltam para prender um auditório por mais exigente que seja. Não estive presente, mas foi uma sobrinha minha, também admiradora desta conceituada mulher de letras e cultura, quem me deu primeiro a noticia, e ela sim foi assistir a essa conferência sobre a missão da família. Obrigado Helena

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:11
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13
Out 14

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De pessoa amiga recebi uma mensagem em que dizia ser Angola o primeiro pais do mundo a proibir a religião islâmica. Não sou defensor de radicalismos e muito menos partidário de atentados à liberdade de pensamento, sobretudo no que respeita a religião. Mas no caso da religião islâmica, a ser verdade a noticia, compreendo e louvo a decisão tomada pelo governo Angolano, pois já se apercebeu do perigo que constitui para um país abrir as portas a radicalistas islâmicos que em nome da sua religião invadem uma nação, subjugando o seu povo e destruindo a cultura tradicional.

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Claro que nenhuma religião manda que se pratique acções desumanas, porém a ambição humana está patente no coração de cada um de nós, e só combatida com uma boa formação moral e cultural se consegue desalojar de lá. A noticia pelos vistos apareceu no diário marroquino “ La Nouvelle Tribune” que cita a ministrara angolana da Cultura, Rosa Cruz e Silva, dizendo: “ O processo de legalização do islão não foi aprovado pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos (de Angola), e portanto as mesquitas em todo o país serão fechadas e demolidas”. Também o diário angolano O País informa que cerca de 60 mesquitas já foram fechadas, enquanto os representantes da comunidade muçulmana denunciaram que estas medidas foram tomadas sem consulta e que eles não se constituem em uma pequena seita. Mas o Governo de Luanda responde com muita clareza: “ Os muçulmanos radicais não são bem vindos no país que não está preparado para legalizar a presença de mesquitas em Angola”. Temos assim a primeira nação do mundo a proibir o Islão. São os africanos a dar lições aos europeus. E se fosse vivo o nosso Fernando Pessa, diria: “ E esta,hein?”

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:01
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