13 de Novembro de 2018

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Por morrer uma andorinha não acaba a Primavera, diz o poeta e com muita verdade. No dia 10 e 11 de Novembro houve na Bajouca Centro a tradicional “matança” que junta todo o pessoal fixe do lugar à volta do evento. Desta vez foi-me impossível tomar parte na festança, mas lá estive muito presente em espírito, e como prova, aqui dou sinais disso mesmo. O Zé João tudo fez no sentido de me ajudar a estar presente, chegando até a encarregar o seu tio José Vitória a me dar boleia, só que anteriormente já me tinha comprometido com outras obrigações, e como palavra dada se deve respeitar, a deslocação ficou sem efeito. Há mais mares que marinheiros.

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O tempo esteve chuvoso, mas a casa é do tamanho da generosidade dos proprietários e por isso cabe lá o mundo todo. Fotos foram muitas e cada qual a mais elucidativa a dar a imagem do que foi a festança. Sei que perdi uma rica oportunidade de reviver um tradição que embora um pouco “macabra” , me faz reviver uma história que se passou comigo em Fermil de Basto.

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Desde miúdo que nunca gostei de ver fazer mal aos animais ditos irracionais, dai que num dia da matança, em casa do meu padrinho de baptismo, ao ser encarregado de uma actividade – que não me lembro – recusei alegando que tinha pena de ver matar o reco. Fui desculpado e dispensado do trabalho. Quando depois à mesa apareceram os rojões, as febras e tudo o mais que de bom o porco depois de morto dá, é que foram elas, com esta sentença discriminatória: Se tens pena de ver matar o porco, também deves evitar comer da carne dele. E assim me aconteceu! Nunca mais caí noutra!

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No sábado foi a matança, e como de costume cada participante levou uma posta de bacalhau para o respectivo almoço desse dia, dado que ainda não há carnuça para esse fim.

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Entretanto já com o porco morto e chamuscado, aberto e limpo como se diz, e pendurado para escorrer o sangue, e assim fica até ao dia seguinte. A lavagem das tripas e depois  vai de fazer o jantar com os “miúdos” do que nesse dia se tirou do porco ou porca tanto faz. É mais um dia destinado a quem se dispõe vir mais para trabalhar.

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 Já no dia 11, a conversa foi outras até porque este ano calhou no dia de São Martinho. Foi de arromba, e até o Sr. Padre Davide, honrou o convívio com a sua presença e os sons do seu acordeão. Além do desmanche do porco foi fazer os torresmos, as morcelas e as febras que deram muito trabalho e barriguinhas fartas.

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Esta gente merece e estes encontros são muito salutares, nesta terra de gente muito unida e generosa. Parabéns a todos quantos com a sua energia animam e dão força a iniciativas como esta. As minhas felicitações, e muita pena por não ter ido também.

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Aqui todo bem disposto, o meu amigo e pai da Fernanda Soares. Os anfitriões da "matança".

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10 de Novembro de 2018

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Estava desde Abril comprometido para este almoço-convívio que os ex-alunos da antiga Escola Primária Masculina, nº 61, do Altinho (Belém-Lisboa) anualmente organizam. Desta vez a concentração foi na Rua Alexandre Sá Pinto, local que já há muitos anos não visitava, mas do qual guardo gratas recordações. Logo à entrada dei de caras com a Provedoria da Casa Pia, onde muitas vezes fui prestar serviço e ganhar uns cobres  que bem jeito faziam naquele meu tempo de menino e moço.

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Mais a diante a Escola Industrial Marquês de Pombal que tantos profissionais preparou, e após o 25 de Abril, os politiqueiros que temos com a mania das “doutorices” lhe deram o golpe mortal, em prejuízo da boa formação técnica do operariado português.  

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No Café Pires, já nos esperavam além do Rogger, também o Dinis, surgiu o Tomé, e pouco a pouco foram aparecendo todos até que veio o Dr. Inácio, mais o Dr. Pegado que são os meus fieis companheiros nestes encontros.  

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Mas antes o Dr. Pegado ainda se disponibilizou para me levar a ver a Rua do Matateu, que fica junto aos restos do que foi o antigo Campo das Salésias, do Belenenses.

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E não só, deu-me também a conhecer o estoque de garrafas com marca de bebidas que já deixaram de aparecer no mercado e no café onde nos concentramos existem para ornamentação. Apenas uma amostra, aqui deixo.

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Por volta do meio dia saímos de Belém direitos ao Quartel Restaurante, dos BV do Dafundo, onde já se encontravam os demais companheiros do repasto e vai de satisfazer o estômago  à grande e à francesa.

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Tinha que me vingar pois por causa deste almoço faltei numa matança em terras de Leiria. A mania de escolher as festas na mesma data, é no que dá. Bem a próxima deste grupo já ficou marcada para 13 de Abril de 2019. E assim se deu mais um convívio que bem merecia ter continuadores por esse país fora e por isso digno de constar como exemplo de camaradagem hoje tão mal cuidada e respeitada. No próximo lá estarei se Deus deixar, e o Dr. Inácio me der boleia. 

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Creio que também a visita aos cemitérios, quando feita fora dos dias 1 e 2 de Novembro, sendo com o propósito de cumprir o preceito determinado pela Igreja, mas que por questão de facilitar o serviço paroquial for  transferida para data diferente, tem o mesmo valor, e portanto direito a ganhar as mesmas indulgências reservadas pela Igreja. Mas não estou avalizado para garantir se sim ou não. Entendo que o melhor será continuar a ganha-la, fazendo a visita nos dias determinados e que são o 1º e 2º dia de Novembro de cada ano. E depois repetir, se for o caso, a visita nos dias em que calhar melhor ao pároco da freguesia, pois nunca serão muitas as visitas que se fazem em vida, nem pagam o carinho com que os pais, os familiares e as amizades dos que já deixaram ali os seus restos mortais.  Lá fui ontem, dia 4, visitar a sepultura de gente familiar e amigos dos quais guardo saudosa memória: os meus sogros, cunhados, primos, sobrinhos e parentes, por parte da minha esposa. 

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Uma infinidade de memórias e recordações ainda consegui ver desfilar na mente, o que dá origem a render homenagem a muita dessa gente santa e boa que Deus lá tem, e por certo acarinha. Com missa presidida pelo pároco Sr. Padre Davide Gonçalves, concelebrou o Sr. Padre Melquiades, mais o diácono-permanente João Paiva. Missa celebrada às 08h45, mais cedo um quarto de hora do que o habitual, pois também noutra freguesia, o pároco tinha de celebrar missa às 10h30. Ainda dizem que a vida de padre é uma vida regalada. Está-se mesmo a ver que sim ! Por isso escasseiam as vocações, é pelo que tem de boa. Mesmo assim não faltam os homens de barba rija para se entregaram de alma e coração ao serviço das causas santas que são servir a Igreja de Jesus Cristo e de modo geral  a humanidade. Recordei os meus cunhados Zéfonso da Beatriz Rata, primos de carne e osso que foram e já ambos estão na terra da verdade. 

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E como nem só de pão vive o homem, no fim – tinha que ser – lá veio mais um convite para almoçar. Local ? – O Casal dos Afonsos, em plena Bajouca Centro. Já eram poucos foram mais dois para completar a mesa. Frango caseiro, vinho do melhor, cafezinho e até a bagaceira do Fernando Ladeira apareceu.  Calhei de encontrar umas fotos que tirei hoje e vão servir para ilustrar este post que deixo em honra dos saudosos fundadores deste casalinho vizinho da igreja paroquial de Santo Aleixo. Aqui ficam assinalar mais um dia de Fieis Defuntos, na Bajouca

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 11:45

03 de Novembro de 2018

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(Druidas=sacerdotes celtas). Da enciclopédia livre Wikipédia.

Não há fumo sem fogo, nem palavra sem articulação linguística, diz o nosso povo. Mas a verdade é que também muito do fumo e do fogo, assim como daquilo que se diz nem sempre corresponde à verdade dos factos, nem da verdade se aproxima. O caso do Dia das Bruxas que se diz ser tradição vinda dos Estado Unidos, quando a sua origem remonta ao tempo dos celtas, e tinha por objetivo festejar o fim dum ciclo astral que os celtas festejavam. Este povo que habitava na zona da Bretanha, adorava a natureza e os deuses que a controlavam. O fim das colheitas era celebrado no primeiro dia de Novembro. Era uma festa que marcava o fim  desta estação cheia de sol e calor, e o inicio da nova fase do ano, marcada pela escuridão e pelo frio. Quando os romanos invadiram a região passaram a existir duas celebrações na mesma ocasião: para além do  Samhain dos celtas, também os festejos em honra de Pomona, deusa da abundancia e dos pomares, entrou na dança. Sempre moderadora, a Igreja, após a evangelização cristã, sem desfazer o vinculo cultural e civilizador consagrou o dia 1 de Novembro, como Dia de Todos-os-Santos. E assim se tem mantido, sem carecer de bruxas para antecipadamente o anunciar. Já quanto ao bolinho a história tem a ver também com uma tradição celta, que consistia em se vestirem de branco e com a cara tapada, de forma a espantar os espíritos malignos que segundo as crenças populares, rondavam a terra antes do Dia de Todos-os-Santos.

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Também aqui a Igreja Católica acabou por adaptar a tradição, criando o souling, que é visto como origem da “ doçura e travessura”. Na véspera do Dia de Todos-os-Santos, as crianças batiam de porta em porta a pedir os chamados soul cakes ( bolinhos das almas), em troca de orações pelos seus amigos e familiares. Já curiosa é a história da assustadora abóbora, que se dizem ter origem num conto de JackO’Lanter. No qual descreve um personagem que fez um pacto com Diabo, onde este lhe prometeu que não o queria no inferno. Assim foi, só que depois de morrer também não teve acolhimento no Céu, pois se negou a merece-lo. Foi então que o Diabo lhe deu uma lanterna feita com um nabo e Jack continua, ainda hoje, a vaguear entre o bem e mal, apenas com a luz desta lanterna. Também da tradição celta. Americana, sim, são as aboboras, porque quando os imigrantes irlandeses chegaram aos EUA, ao não encontrar nabos suficientes para fazer as lanternas todas, da véspera do Dia de Todos-os-Santos, tiveram por isso que se socorrer doutra alternativa: as abóboras. Esta sim, é uma tradição que, alterada, regressou ao Velho Continente. O dia a seguir, dia 2, é consagrado aos que já partiram ,e é designado por Dia de Finados, em homenagem a todos aqueles que já nos deixaram e esperam por nós. Festa cristã e na qual a Igreja concede indulgências plenárias aos fieis que nestes dias visitem os cemitérios e rezem o determinado para as merecer. 

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30 de Outubro de 2018

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 Do padre Manuel Couto que foi pároco de Celorico de Basto encontrei post seu que aproveito para divulgar junto dos meus leitores. Este distinto sacerdote que foi fundador do Noticias de Basto e da Rádio Basto vive na Povoa de Varzim, mas na qualidade de confessor e pregador notável presta serviço no santuário de Fátima, como confessor. Ao que transcrevo seu e como acrescimo deixo as orações que o Papa Francisco convida que se passem a rezar todos os dias no fim do terço. E que são: " À vossa proteção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas nas necessidades: mas livrai-nos sempre de todos os perigos, Virgem gloriosa e bendita. V/. Rogai por nós Santa Mãe de Deus. R/. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo". " Oração a S. Miguel Arcanjo: São Miguel Arcanjo! Defendei-nos neste combate; sede nossa guarda contra as maldades e ciladas do demónio. Instante e humildemente pedimos a Deus sobre ele impere, e vós, príncipe da milícia celeste, com esse poder divino precipitai no inferno a Satanás com os outros espiritos malignos, que vagueiam pelo mundo para perdição das almas. Amen ".

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15 de Setembro de 2018

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Da política ao desporto. Fiquei contente em saber que Rui Rio se atirou com razão ao ministro da Defesa que teima em não dar as informações que os portugueses, como eu, certamente gostavam de saber sobre o roubo o material de Guerra que em Tancos aconteceu. Mas que logo o sôr ministro entendeu tratar-se de mera “chacota” o que Rui Rio lhe pede.

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Lá tem o sôr ministro as suas razões e eu as minhas para dizer que não concordo com o senhor. Assunto terminado e pela minha parte finito. Já no desporto fiquei satisfeito com o fim da novela que decorreu sobre Alvalade e teve Bruno de Carvalho por figura principal  durante algum tempo. Acabou no dia 8, com a eleição do Dr. Frederico Varandas, distinto médico e desportista que foi do Sporting do qual agora é presidente eleito.

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As férias chegaram ao fim para uma grande maioria de quem as tem e os políticos também têm direito a elas. Pelo centro de Portugal andou o nosso Presidente que na Região Centro acampou, e por lá tomou banho com muitos beijinhos à mistura. Muito simpático é ele, mas sempre ouvi dizer que uma remocada de vez enquanto pode fazer a diferença. Dos governantes quase se não ouviu falar, apenas de greves dos professores, e aumentos da gasolina e transportes, de desporto e de turismo. Quem por lá também andou o ano passado foi António Costa a dar apoio ao tal presidente de Pedrogão Grande, seu amigo e partidário.

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E de crescimento económico? Nada que tenha jeito. A confusão parece instalar-se e em termos políticos é o melhor para que deseja ganhar eleições. Também fiquei a saber que Portugal perdeu um talento no golfe, para ganhar o presidente Jorge Sampaio, mas quem pagou as favas foi Santana Lopes, por ele demitido. Efeitos dos políticos que temos, por meterem o bedelho onde não devem.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 21:52

13 de Setembro de 2018

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O Zézito “Rato” pregou-me uma partida ou foi a parca que lhe pregou a partida a ele. De seu nome completo José Sousa Afonso, este bajouquense, apenas  com 67 anos, deixou o mundo dos vivos no passado dia 11 e foi hoje, dia 13, a sepultar, pertinho da casa onde nas Lameiras da Bajouca nasceu. Deixou saudades pela sua simplicidade e espirito muito aberto e franco. Gostava de me encontrar com ele sempre que calhava, pois tinha sempre um ar da sua graça para criar bom  ambiente. Desta vez não o vi nas festas de Sto. Aleixo, e também jamais o volto a ver partilhar nelas, nem ele também a mim. Não somos de cá, embora muitos pensem que sim e se portam como tal. Dos quatro irmãos já só o Ramiro e Soisita, são vivos. Alice já há muito que faleceu. O Zezito era mais novo dos quatro, e também um dos mais asados para cuidar dos terras e dos seus pinhais. Ficou mais pobre a família dos Afonsos da capital do barro leiriense. Deixa de luto além do mais, seus diletos filhos: Dulcineia, José Carlos, Leonardo e Adélia. Residia no Vale de Cima, o seu funeral constituiu uma verdadeira prova de como o saudoso finado era estimado pela comunidade local e arredores  ao ver associarem-se tanta gente às exéquias que tiveram inicio ás 17h00 na igreja paroquial e culminaram com o cortejo fúnebre para o cemitério da Bajouca. Que descanse em paz.

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07 de Setembro de 2018

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Estas fotos foram na despedida e nem me recordo onde as tirei, sei apenas  que foi na despedida das ultimas férias. Levaram-me ao LAGAR, tomei um café e uma macieira, e pela Guia regressei ao local de partida, onde antes visitei um dos filhos da saudosa ti Maria Nova. São passeios que marcam a nossa vida e a nossa passagem por este espaço terrestre que nos acolhe e consome o corpo e desgasta a alma, já que o espirito é imortal e está confiado a Deus. Antes passamos pelas Piscinas da Bajouca, também local de paragem e bem frequentado. Sítios que com a Isabel dos 13, são pontos de paragem obrigatória.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:36

03 de Setembro de 2018

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Pronto a Helena ficou satisfeita, quis agradecer ao Sr. Padre Abel o convite que lhe fez por ocasião dos 50 anos de sacerdócio que no dia 15 de Agosto completou e no dia 19 desse mesmo mês festejou. E vai de retribuir com um convite para almoçar na irmã Prazeres que em Leiria tem restaurante ao lado da livraria Boa Leitura, por acaso também propriedade sua e do marido José Carlos.

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Encarregada de com o  David, seu marido, ir buscar os convidados a Fátima, para connosco almoçarem, quando por volta das 13h00 lá chegamos já os quatro: Padre Abel, D. Rosa, David e Helena estavam assentadinhos na esplanada, frente ao leito do Lis, com uma taça de azeitonas e pão caseiro muito entretidos a conversar. 

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A hora de almoço estava aproximar-se e não demorou que a Prazeres nos mandasse entrar aconselhando que déssemos a prioridade aos mais velhos, acima dos 60 anos. Simpatia da casa. Além do Sr. Padre Abel e da D. Rosa, havia uma convidada especial que muito preso, a D. Lúcia, uma senhora que mora nos Pousos e tem por marido o Sr. Albano. É colega de trabalho da Sãozita, e muito minha amiga e eu dela e de seu dileto marido.

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Eu tinha uma recordação para lhe oferecer, um ursinho de vidro cheio de ginja que numa recente visita que fiz à Pia do Urso comprei para ela e seu marido. 

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Não sei se gostou, mas gostei eu e por isso fiz a oferta. O resto é como todos sabem, um almoço, onde se fala de tudo e de todos. As fotos falam por si, e eu falo por mim.

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Findo o almoço a Helena, mais o David foram levar os convidados a Fátima, a D. Lúcia ainda muito antes foi trabalhar no escritório, e nós regressamos à capital do barro leiriense, donde por volta das 12h30 havíamos saído. Reportagem feita, sem outros pormenores.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:57

15 de Agosto de 2018

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Conheço mal Monchique, visitei as Caldas e a Fóia  por duas ou três vezes, antes e depois do 25 de Abril. Na altura, era o Coronel Andreia que estava como administrador das Caldas de Monchique. Que é das zonas mais bonitas do Algarve não tenho dúvida, mas que a maioria dos veraneantes que se deslocam em busca das suas praias partem sem conhecer também não duvido nada. E perdem de conhecer além da paisagem, uma vila muito bonita, sede de um município do distrito de Faro, e subdividido em três freguesias. Limita, a norte, com Odemira; a leste, com Silves; a sul, com Portimão; a sudoeste, com Lagos, e a oeste Aljezur. Foi criado em 1773, e desmembrado de Silves. Nesta altura tem por presidente o autarca Rui André.

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Desde Sexta-feira que o fogo flostal se apoderou de Monchique e desbasta toda a sua serra da Fóia ( 2.959 pés), um paraíso de fauna e flora que se perde. E as acusações por parte de quem conhece o terreno e as circunstâncias vem dos produtores florestais do Barlavento Algarvio que cita: «há cerca de sete meses” que está parado no Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICFN) um plano de prevenção e combate aos incêndios». De acordo com o Presidente da Associação dos Produtores Florestais do Barlavento Algarvio (Aspaflobal), Emílido Vidigal, todos sabiam que “a serra de Monchique era a próxima a arder”.

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 “Há mais de um ano que todos sabiam que Monchique estava no topo da lista das zonas com maior risco de incêndios florestais”. Hoje terça-feira, 7 de Agosto, sabemos que o incendio continua a destruir património vegetal, fauna e bens públicos e privados, e um governo impávido e serena confiante na chuva que há de vir e dar uma ajudinha á nossa Proteção Civil. Que para evitar mais estragos até pediu à EDP, por questões de segurança, que cortasse o abastecimento de eletricidade em algumas zonas de Monchique, como a Caldas e Fóia. Será que se lembraram que cortando a luz, onde a água dos poços ou furos é tirada a motor deixa de haver água em casa? Proteção, mas com regra, como é timbre... cá neste jardim à beira mar plantado.garve

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:14

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