Neste blog, vou passar fazer todo aquele trabalho que habitualmente tenho vindo a distribuir por vários blogs. Dar descanso aos velhos....

13
Mai 19

Por: Costa Pereira
Mais uma das festas tradicionais do Monte Farinha (Nossa Senhora da Graça) vai acontecer é a primeira das três principais que têm ali lugar anualmente. E, quanto a mim, é aquela que em antiguidade deve ser a mais antiga. A sua origem deve remontar ao tempo em que começaram a cristianizar as práticas pagãs de que são testemunho os vestígios arqueológicos patentes em covinhas e outros motivos dispersos por toda esta “montanha sagrada” e por guilhos e marretas violada. É mais uma peregrinação do Arciprestado do Baixo-Tâmega com o tradicional programa de partir da Fonte Salgueiro até ao Largo de São Paulo (Garganta) e dali partir depois em procissão às 10h00, onde às 11h00 no cimo do Monte Farinha se celebra a Solene Eucaristia. Encerra com procissão para o santuário e o adeus á Virgem por volta das 12h15. 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:25

02
Mai 19

Por Costa Pereira:
Não sei quem seja, só sei que fez um excelente comentário no Facebook, na manhã de 02 deste mês de Maio, em que Centeno diz que a elevada carga fiscal se deve à subida de impostos do anterior Governo. Mas logo um Paulo Silva aparece, chamando-lhe : “Mentiroso” e de pronto vem o Sr. Antonio Goncalves com toda a dignidade adiantar: “Já cheira mal tanto culpar o anterior governo! Incapazes de governar sem fazer um saque diário aos contribuintes com uma carga fiscal que nada tem a ver com a aplicada durante a troika com uma descaradeza que mostra bem o nojo que certas pessoas mantêm na cara quando assumem cargos para os quais não estavam preparados! Saca-se e ponto final! Mesmo que não queiras aguenta ! Isto é a total falta de vergonha!! Culpar os outros sabe bem e a eles faz lhe jeito!!!”.
Já lá se foi mais um 01 de Maio. Este ano nem tempo tive para tomar parte nas manifestações. Com a idade perde-se a vontade de estar presente nos acontecimentos barulhentos e onde a folia dos mais jovens sobressai e abafa a dos mais idosos. É um dos ciclos da nossa existência humana. Goza-lo é frutuoso e nem todos têm o prazer de gozar dele. Dou graças a Deus por ser um dos privilegiados que deste “canteiro da existência” gozei, já com 80 deles em cima.
Mas a razão de não ter partilhado no Dia do Trabalhador, e do patrono São José, teve a ver com o falecimento de um meu vizinho, o Sr. Domingos Patrício Ferreira 0sório, um velho amigo e amigo idoso que com 88 anos nos deixou. Sem dele me despedir, ainda o vi com vida na 3ª-feira quando o INEM o veio transportar e levar com vida para o hospital, mas passado pouco o seu coração parou. Homem do norte, portista de corpo e alma, mas que também por Lisboa se enamorou. Vai hoje a sepultar com missa de corpo presente, na igreja de São João de Deus, na Praça de Londres, às 16h00. Paz à sua alma.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:57

30
Abr 19

Por: Costa Pereira

Hoje fez anos o David Pedrosa, tantos como 60. Sem contar após lhe dar os parabéns, veio um convite para almoçar no Casal dos Afonsos, e como é meu habito nunca me nego a convites destes. Ás 13h00 lá estava mais a minha esposa à porta para darmos ao dente. E que tarde bem passado foi a deste 29 de Abril de 2019 !!!No fim de almoço foi um cafezinho, desta vez na Lage do Casal Novo, e depois um lanche no Carriço, quase em frente da igreja paroquial, mas na EN.nº.109. Rica petiscada. 
Continuando foi um passeio pela Mata Nacional até à Lagoa da Ervideira, em busca de umas casinhas turísticas que nas Cavadas do Grou-Monte Redondo, alguém teve o bom gosto de mandar construir. Foi um trabalhão para dar com elas, mas descobriram-se. Mas vamos ao aniversário do David, que não estava em carteira dele partilhar, pois hoje mesmo tinha intenção de regressar a Lisboa, mas face ao memorável evento decidi transferir a partida para o dia seguinte. 
Foi por isso mesmo que também nos convidaram e nós entendemos ficar. E devo dizer: era com muita pena que vinha embora sem tomar parte no aniversário deste dileto sobrinho, já que no dia 26 estive no da esposa, a Helena, e logo que cheguei tinha estado na Eira. Este Casal dos Afonsos tem muito que se lhe diga, e muito que contar, desde os tempos dos saudosos Zé Afonso e da ti Beatriz Rata. 
Ficava manca esta minha visita, se não tomasse parte e desse os parabéns ao David, no dia próprio, mesmo sem cortejo nem grande reboliço, que com muita pena deixo para outros fazerem. Parabéns ao David, mas também à Helena pelo delicioso manjar com que presenteou o marido, mas também os tios Costa e Saudade. Muito obrigados

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:55

21
Abr 19

Mais um Tríduo Pascal aconteceu e na aldeia do saudoso oleiro ti Luís Santo, o vim uma vez mais passar. Recordo este nome, porque a ele se deve o relançamento desta arte, que teve no médico Dr. Rui Paiva de Carvalho e Torres Marques os principais dinamizadores. Ainda me lembro de quando se passava em Monte Redondo no frontal do atual café –restaurante vizinho da Farmácia Higiene, constar estes versos: “Português ou estrangeiro/Que mais em corrida louca/Não passes sem ver primeiro/ Estas louças da Bajouca”. E sinto-me muito honrado por ter tido dois destes senhores por meus amigos pessoais, tanto o Dr. Paiva de Carvalho, como o oleiro ti Luís Santo.

Mas vamos ao Tríduo: Começou na Quinta-feira Santa, com a cerimónia do Lava-pés e da instituição da sagrada Eucaristia. Tudo se dá à volta do Ultima Ceia, sinal que marca o inicio do sacramento eucarístico, e depois o lava-pés sinal de verdadeira humildade de Jesus, que lavou os pés aos discípulos, para que eles fizessem o mesmo aos seus semelhantes. Teve inicio ás 19h30.
Vem depois a Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão do Senhor. Jesus é preso, julgado, crucificado e morre por nós na Cruz. Por isso a Cruz é o sinal dos Cristãos. As leituras e neste dia andam todas à volta da Cruz e por isso Jesus abandona o Sacrário e refugia-se para um canto do templo, como que a pedir para que o procuremos. Com inicio às 20h30.
Finalmente surge o Sábado do Santo e dá-se o ato de sepultar o corpo de Jesus Cristo, que tem duas figuras José de Arimatéia e Nicodemos. Aqueles que nunca andaram nas grandes manifestações publicas com Jesus, mas que na hora em que parte desses o abandonaram, lá estavam eles presentes para servirem e darem a cara. É neste dia que se renova o fogo da Fé, com a Luz do círio e benzer a água batismal. As cerimónias começaram às 22h00 e terminaram com a Ressurreição do Senhor já perto da meia-noite, e com um chazinho no adro

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 23:07

16
Mar 19

No domingo, como estava para deixar terras de Leiria lembrei-me passar pela Praia do Pedrogão afim de ver o andamento das obras e dos preparativos para a receção dos veraneantes da aproxima época balnear. Sobretudo no que respeita aos arranjos daquilo que as ultimas tempestades se encarregaram de destruir e eu desejava ver pronto e acabado.

Pois que deixaram a praia irreconhecível por ocasião da tempestade Lislie, e agora pelo que vi estou convencido que já posso avisar os meus compadres, que gostam muito de almoçar no Quebra Mar, do pé em que está a situação.Apenas passei de fugida, todavia pareceu-me que as obras estão em bom ritmo, e que vamos ter Pedrógão a valer. Gostei do que vi, desde a Rotunda da Cáritas até às Pedras, toda a Av. Sociedade de Defesa e Propaganda da Praia está em busca de bem se enfeitar para receber os numerosos veraneantes que de norte e do sul, costumam aqui gozar suas férias.

Também com um belo Parque de Campismo, e a vizinha lagoa da Ervedeira, de água doce, a dois passos, os veraneantes encontram nesta tradicional aldeia piscatória motivo para se deliciar, e tem nos Amigos do Pedrógão precisos apoiantes.

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:30

22
Fev 19

Por: Costa Pereira

São mais as vozes do que as nozes do Outeiro (Bajouca-Leiria)
Certo é que a freguesia da Bajouca se tornou menina querida da edilidade leiriense e razão tem para ser amada e acarinhada por quem dirige os destinos do concelho. Mas vamos á descrição do que se passou e a história regista:
A todos os títulos louvável, menos em um que me escuso destacar, mas o certo é que de fato a Bajouca ganhou em mudar de cor partidária. O saneamento básico, em andamento, o campo das Pedras que mais parece um estádio, e agora a recuperação da Escola do Outeiro pontinha e inaugurada, no passado dia 15 é um caso para louvar esta mudança de ares partidários que durou desde o 25 de Abril até às ultimas eleições. Pronta e benzida pelo pároco Sr. Padre Davide Gonçalves, que esteve presente desde início do festivo ato, e com a freguesia em peso como é tradição nestes eventos solenes.


Merece ser comentado, e vou comentar foram 45 gostos e mais uns posinhos, que se dignaram tecer ao meu post sobre a reconstrução da escola do Outeiro-Bajouca. Começou pelo meu amigo António Martins, Saudade Carreira, Fernando Rodrigues Ferreira, Zeca Costa, Lígia Afonso, Maria Helena Coelho, General Franco Charais, António Pereira, Raul Silva, Ilda Gaspar, Catarina Isabel Gaspar Silva, Cristina Bailão, Susana Natália, António Aires, Idalina Carreira, António Manuel, Pedro Pedrosa, Rosineide Tomé, Linita Pedrosa, São Santana, Helena Estrada, Marta Gaspar, Susana Tomas J, Carlos Domingues, Ana Paula Bento, Sílvia Carreira, Virgínia Alberto, Sílvia Ferreira, Maria do Rosário Soares, Nuno Pedrosa, Isabel Jerónimo, Maria Helena Silva, João Miguel Pereira, Gracinda Pedrosa, Nati Ferreira, Arménio Carreira, David Cabecinhas, Cláudia Santana, Tp Pedrosa, Aldina Pedrosa, Teresa Lisboa, Lucília Carvalho e Nazaré Figueira. Isto para demonstrar que do Minho ao Algarve, de Portugal às Astúrias, onde o meu amigo e conterrâneo Zeca Costa por casamento assentou arraiais. De Fafe, o meu sobrinho António Pereira, e da Povoa de Varzim, onde se fixou após regresso do antigo Ultramar, o meu amigo Fernando Rodrigues Ferreira, e dos Algarves, a terra escolhida para viver por Franco Charais, a todas chega a voz de quem por muitas vezes prega no deserto. Mas já agora também os comentários de quem concorda e discorda do que muitas vezes digo, e quantas vezes com razões suficientes para discordarem. Começo pelo Hugo Alberto:

“Belo texto mas com uma grande confusão partidária amigo...
1- Viaduto: Anterior cor partidária.2- Complexo Desportivo: Anterior cor partidária.
3- Saneamento Básico: as obras já decorriam antes da mudança partidária.
4- Escola Primária: As obras já decorriam antes da mudança partidária. Os primeiros desafios desta nova cor partidária que lidera a freguesia é ver a oposição que conseguem ter perante a exploração de gás e que projectos conseguem trazer para a freguesia, que até ver não tenho conhecimento.

Fernanda Soares Haja quem relembre a quem depressa esquece.
José Augusto Costa Pereira A prova é que se não esqueceram. Mas fizeram bem relembrar. Também não duvido que com os governantes que temos se não fosse em nome de cor sua, as obras ficariam na prateleira. Mas todos quantos comentaram têm a sua razão. Obrigado por me lerem.

Arménio Neves É de louvar o facto de estarem a pôr em prática os projectos já existentes, era uma necessidade para a N/ Freguesia, o que está em causa não é a cor política, é a coragem das pessoas que lideram, achei mal, irem a sufrágio como independentes e agora afirmarem-se PS, é caso para dizer, enganaram o povo!!!!!!!!!!!
José Augusto Costa Pereira Não sou eleitor em Leiria, nem na Bajouca por isso boca caladinha, da minha parte.
Arménio Neves José Augusto Costa Pereira Eu percebi caro Amigo Costa, sempre aquele abraço...


Hilário Estrada É fácil cotar fitas e dar continuação as obras mas o mérito do inicio destas não são de longe nem de perto desta junta pois as obras do saneamento e da escola assim como os passeios já estavam projectadas e iniciadas quando a tomada de posse desta junta .Agora aguardamos pelos fins destas obras e pelos novos projectos desta junta .

David Soares Estrada Completamente de acordo contigo Mano tem que se dar
os elogios a quem os merece!!! Abraços felicidades

Armindo Pedrosa Ainda bem que alguém está atento aos tempos”.

Merece ser comentado
Por: Costa Pereira

Restauração da escola do Outeiro (Bajouca-Leiria)
Certo é que a freguesia da Bajouca se tornou menina querida da edilidade leiriense e razão tem para ser amada e acarinhada por quem dirige os destinos do concelho. Mas vamos á descrição do que se passou e a história regista:
A todos os títulos louvável, menos em um que me escuso destacar, mas o certo é que de fato a Bajouca ganhou em mudar de cor partidária. O saneamento básico, em andamento, o campo das Pedras que mais parece um estádio, e agora a recuperação da Escola do Outeiro prontinha e inaugurada, no passado dia 15 é um caso para louvar esta mudança de ares partidários que durou desde o 25 de Abril até às ultimas eleições. Pronta e benzida pelo pároco Sr. Padre Davide Gonçalves, que esteve presente desde início do festivo ato, e com a freguesia em peso como é tradição nestes eventos solenes.


Merece ser comentado, e vou comentar foram 45 gostos e mais uns posinhos, que se dignaram tecer ao meu post sobre a reconstrução da escola do Outeiro-Bajouca. Começou pelo meu amigo António Martins, Saudade Carreira, Fernando Rodrigues Ferreira, Zeca Costa, Lígia Afonso, Maria Helena Coelho, General Franco Charais, António Pereira, Raul Silva, Ilda Gaspar, Catarina Isabel Gaspar Silva, Cristina Bailão, Susana Natália, António Aires, Idalina Carreira, António Manuel, Pedro Pedrosa, Rosineide Tomé, Lenita Pedrosa, São Santana, Helena Estrada, Marta Gaspar, Susana Tomas J, Carlos Domingues, Ana Paula Bento, Sílvia Carreira, Virgínia Alberto, Sílvia Ferreira, Maria do Rosário Soares, Nuno Pedrosa, Isabel Jerónimo, Maria Helena Silva, João Miguel Pereira, Gracinda Pedrosa, Nati Ferreira, Arménio Carreira, David Cabecinhas, Cláudia Santana, Tp Pedrosa, Aldina Pedrosa, Teresa Lisboa, Lucília Carvalho e Nazaré Figueira. Isto para demonstrar que do Minho ao Algarve, de Portugal às Astúrias, onde o meu amigo e conterrâneo Zeca Costa por casamento assentou arraiais. De Fafe, o meu sobrinho António Pereira, e da Povoa de Varzim, onde se fixou após regresso do antigo Ultramar, o meu amigo Fernando Rodrigues Ferreira, e dos Algarves, a terra escolhida para viver por Franco Charais, a todas chega a voz de quem por muitas vezes prega no deserto. Mas já agora também os comentários de quem concorda e discorda do que muitas vezes digo, e quantas vezes com razões suficientes para discordarem. Começo pelo Hugo Alberto:

“Belo texto mas com uma grande confusão partidária amigo...
1- Viaduto: Anterior cor partidária.2- Complexo Desportivo: Anterior cor partidária.
3- Saneamento Básico: as obras já decorriam antes da mudança partidária.
4- Escola Primária: As obras já decorriam antes da mudança partidária. Os primeiros desafios desta nova cor partidária que lidera a freguesia é ver a oposição que conseguem ter perante a exploração de gás e que projectos conseguem trazer para a freguesia, que até ver não tenho conhecimento.

Fernanda Soares Haja quem relembre a quem depressa esquece.
José Augusto Costa Pereira A prova é que se não esqueceram. Mas fizeram bem relembrar. Também não duvido que com os governantes que temos se não fosse em nome de cor sua, as obras ficariam na prateleira. Mas todos quantos comentaram têm a sua razão. Obrigado por me lerem.

Arménio Neves É de louvar o facto de estarem a pôr em prática os projectos já existentes, era uma necessidade para a N/ Freguesia, o que está em causa não é a cor política, é a coragem das pessoas que lideram, achei mal, irem a sufrágio como independentes e agora afirmarem-se PS, é caso para dizer, enganaram o povo!!!!!!!!!!!
José Augusto Costa Pereira Não sou eleitor em Leiria, nem na Bajouca por isso boca caladinha, da minha parte.
Arménio Neves José Augusto Costa Pereira Eu percebi caro Amigo Costa, sempre aquele abraço...


Hilário Estrada É fácil cotar fitas e dar continuação as obras mas o mérito do inicio destas não são de longe nem de perto desta junta pois as obras do saneamento e da escola assim como os passeios já estavam projectadas e iniciadas quando a tomada de posse desta junta .Agora aguardamos pelos fins destas obras e pelos novos projectos desta junta .

David Soares Estrada Completamente de acordo contigo Mano tem que se dar
os elogios a quem os merece!!! Abraços felicidades

Armindo Pedrosa Ainda bem que alguém está atento aos tempos”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 19:11

16
Fev 19

Uma boa jogada esta de Assunção Cristas forçar o BE e o PCP a se aliar ao PS, e obrigar Rui Rio a demonstrar se quer ou não ser oposição ao PS, ou melhor se esta interessado na queda da “geringonça”. Se isto se não der quem acaba por ganhar é o CDS por ter a coragem de desafiar toda a oposição que se diz contraria a conjuntura política que na AR domina desde 2015. O momento é favorável, pois em luta está o professorado, a enfermagem, funcionários das finanças, do lixo, escolas encerradas por falta de pessoal, tudo quanto é necessário para condimentar um bom debate no Parlamento. Acrescido da noticia de que o PSD citava a noticia em que festa no interior da Cadeia de Paços de Ferreira organizada por detidos, se  não vislumbrava nenhum guarda prisional ali por perto. De notar que por certo Assunção Cristas está consciente que entre o PS, PCP e PEV, existe um acordo em que estes partidos estão obrigados a examinar conjuntamente qualquer moção que vise derrubar o Governo, e é por isso mesmo que ela apresenta a moção para os ver retratados, penso eu.
Que me não queria na pele de António Costa é uma verdade, nota-se que envelheceu nestes três anos que bem melhor faria se não tivesse tirado o lugar ao Dr. Passos Coelho, não ganhou nada, e os portugueses também não. É uma balburdia com reclusos a fazer festas e a partilhar no Facebook, e como resultado mais uma demissão, a directora da cadeia de Paços de Ferreira, Drª. Maria Fernanda Barbosa. Um pagode meus senhores, um pagode !!!

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:48

10
Fev 19


Achei graça e piada a um comentário do Doutor Armando Palavras, à cerca de algo que alguém redigiu sobre Flávio Vara, e que pelos vistos esse alguém a dosou bem com piri-pin a respectiva transcrição. Adiantando que só podia ter sido a mondinense Maria da Graça, que nos foi apresentada pelo ilustre mondinense Costa Pereira, mas que nutre um amor extraordinário pela terra da esposa – a BAJOUCA, no concelho de Leiria.Sim senhor ! Em boa verdade sou conterrâneo e amigo da Maria da Graça Matos, por quem nutro muita amizade e admiração além de dever muitas atenções e até favores pela sua divulgação a meu respeito junto das figuras proeminentes das letras nacionais. Já que se trata duma apaixonada pelos autores transmontanos e beirões das margens do rio Douro. O nosso conhecimento virtual nasceu ao pedir-me para num dos meus blogues fazer a divulgação da obra do saudoso escritor transmontano Nelson Vilela, que foi seu professor em Mondim de Basto, quando ainda era muito jovenzinha. Mas toda esta nossa amizade mantém-se por via virtual, e só quando surgem convites que justifiquem lá vamos travar um bate-papo com co-provincianos nossos na Praça do Campo Pequeno, nº 50-3ºEsq, onde a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro tem a sede da colónia alfacinha, dos transmontanos da diáspora. Assim foi o que no dia 6 do corrente aconteceu e mereceu do Doutor Armando Palavras tão curioso comentário. Que aqui transcrevo: Armando Manuel Gomes Cá vai um piri-piri: Aí está mais uma leitora de Flávio Vara, único neste tipo de poesia. Só podia ser a caríssima Amiga, a mondinense Drª Maria da Graça que nos foi apresentada pelo ilustre mondinense Costa Pereira, mas que nutre um amor extraordinário pela terra natal da esposa - a BAJOUCA, no concelho de Leiria. 

Pena não ter adquirido um exemplar do tão interessante trabalho de Flávio Vara, mas tinha ido apenas para tomar parte na apresentação do Romanceiro da Castanha, de Jorge Lage. Da ocasião ficou-me também na mente o excelente testemunho que deu publicamente o Dr. Guilhermino Pires ao se manifestar ser salesiano e de São João Bosco ter falado sem complexos para toda a assembleia. A ponto de relatar um feito do Santo fundador, relacionado com a castanha, fazendo recordar um facto que um dia aconteceu e provocou admiração a quem assistiu. Era o saquinho das castanhas, e o magusto tradicional dos salesianos, onde naquele dia a castanha escasseou. Mas logo o milagre se deu e as castanhas de um pequeno saquito se reproduziram. Esqueceu-se foi de dizer que São João Bosco é


Achei graça e piada a um comentário do Doutor Armando Palavras, àcerca de algo que alguém redigiu sobre Flávio Vara, e que pelos vistos esse alguém adosou bem com piri-pin a respetiva trancrição. Adiantando que só podia ter sido a mondinense Maria da Graça, que nos foi apresentada pelo ilustre mondinense Costa Pereira, mas que nutre um amor extraordinário pela terra da esposa – a BAJOUCA, no concelho de Leiria.

 

 


Sim senhor ! Em boa verdade sou conterrâneo e amigo da Maria da Graça Matos, por quem nuto muita amizade e admiração além de dever muitas atenções e até favores pela sua divulgação a meu respeito junto das figuras proeminetes das letras nacionais. Já que se trata duma apaixonada pelos autores transmontanos e beirões das margens do rio Douro. O nosso conhecimento virtual nasceu ao pedir-me para num dos meus blogs fazer a divulgação da obra do saudoso escritor transmontano Nelson Vilela, que foi seu professor em Mondim de Basto, quando ainda era muito jovenzinha.Mas toda esta nossa amizade mantem-se por via virtual, e só quando surgem convites que justifiquem lá vamos travar um bate-papo com co-provincianos nossos na Praça do Campo Pequeno, nº 50-3ºEsq, onde a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro tem a sede da colonia alfacinha, dos transmontanos da diáspora. Assim foi o que no dia 6 do corrente aconteceu e mereceu do Doutor Armando Palavras tão curioso comentário. Que aqui transcrevo: "Armando Manuel Gomes Cá vai um piri-piri: Aí está mais uma leitora de Flávio Vara, único neste tipo de poesia. Só podia ser a caríssima Amiga, a mondinense Drª Maria da Graça que nos foi apresentada pelo ilustre mondinense Costa Pereira, mas que nutre um amor extraordinário pela terra natal da esposa - a BAJOUCA, no concelho de Leiria".

Pena, tenho eu, não ter adequirido também um exemplar do tão interessante trabalho de Flávio Vara, mas tinha ido apenas para tomar parte na apresentação do Romanceiro da Castanha, de Jorge Lage.Da ocasião ficou-me também na mente o excelente testemunho que deu publicamente o Dr. Guilhermino Pires ao se manifestar ser salasiano e de São João Bosco ter falado sem complexos para toda a assembleia. A ponto de relatar um feito do Santo fundador, relacionado com a castanha, fazendo recordar um facto que um dia aconteceu e provocou admiração a quem assistiu. Era o saquinho das castanhas, e o magusto tradicional, onde a castanha escasseou. Mas logo o milagre se deu e as castanhas  de um pequeno saquito se reproduziram. Esqueceu-se foi de dizer que São João Bosco é o patrono dos ilusionistas católicos.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 15:18

08
Fev 19


De Braga veio até Lisboa, o Dr. Jorge Lage para na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, sediada no nº 50-3º Esq. da Praça do Campo Pequeno, fazer a apresentação do mais recente trabalho que sobre a castanha escreveu. Deste fecundo estudioso, adiantou A.M. Pires Cabral : “Não poso ler qualquer referência a castanheiros que não pense em si e na sua obra”.Presente o conhecido antropólogo Doutor António Vermelho do Corral que invocando o castanheiro deu do seu concelho, Vila Nova de Foz Coa, uma visão muito exacta do seu estado político, religioso e social. Foi o 1º concelho, onde graças a ele, a “Antologia dos Escritores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana” foi apresentada.Depois foi a apresentação do distinto transmontano que nasceu em Mirandela e há muito está radicado na “Cidade dos Arcebispos”, à Drª. Elsa Moreira, que faz parte da direcção da Casa, calhou fazer a apresentação de Jorge Joaquim Lage, um mirandense que nasceu em Chelas, freguesia de Cabanas, em em 06/4/48. Seguiu a carreira militar integrado no Curso de Oficiais de Milicianos que em 1973 concluiu, em Mafra. Mais tarde, já coronel na reserva, meteu-se por outro caminho e na Universidade do Porto, se licenciou em História. Como de costume ao Doutor Armando Palavras coube a apresentação do livro que com a competência que todos lhe reconhecem começou por louvar a obra a todos os títulos muito bem escrita, lustrada e enriquecida com documentações recolhidas nas fontes de origem.
No inicio e no fim o Dr. Hirondino Isaías, presidente da Direção da CTMAD, agradeceu a presença dos todos os presentes, assim como o Dr. Jorge Lage que também fez o mesmo.
A apresentação terminou com um rico jantar de botelo, à transmontana, e com rasgados elogios a este excelente investigado que na área em que se meteu já está consagrado e por certo não tem rival a nível internacional. Dos presentes destaco a presença do cineasta mirandês Leonel Vieira, e ainda Guilhirmino Pires, de Murça, Flávio Vara (o poeta da Nata do Povo), de Rio Frio – Bragança, e outros cujo nome não recordo.

Parabéns Dr. Jorge Lage, fui lá por causa de si, e desafiado pela minha distinta conterrânea Maria da Graça, sem dúvida uma das principais divulgadoras dos poetas, escritores e artistas transmontanos e beirões da beira transmontana.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 16:05

25
Jan 19


Hoje ainda volto… à Bajouca porque entretanto recebi duas fotos a relembrar o que no domingo dia 13 se fez em homenagem aos que já partiram, mas que enqunto vivos deram o seu melhor pela terra e em particular pelo GAU. Estava e foi anunciada na missa dominica das 09h00; mas por razões muito especiais - a saúde nem sempre colabora – não participei na romagem ao cemitério que pelas 15h30 teve lugar.

Juntou-se muita gente que vi reunir-se no adro e depois uma minha sobrinha fez o favor de me enviar duas totos das quais me sirvo para ilustrar este post. E mais acrescento que ninguem dos prediletos foi esquecido, até os que repousam fora do espaço geografico da capital do barro leiriense foram visitados, pois deram o seu melhor ao GAU, caso do Manuel “ Chareu”, que repousa no cemiterio de Monte Redondo, e o Eduardo, no de Carnide-Pombal.

Na Bajouca foram lembrados 18 pessoas que já estão na terra da verdade, e uma rosa em cada das suas campas foi depsta; e para a Isabel Pedrosa, autora da letra do hino do grupo, a generosidade evidenciou-se com um merecido arranjo de flores. Povo generoso, o bajouquense.

publicado por aquimetem, Falar disto e daquilo às 13:41
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