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Efeitos dos políticos que temos

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 15.09.18

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Da política ao desporto. Fiquei contente em saber que Rui Rio se atirou com razão ao ministro da Defesa que teima em não dar as informações que os portugueses, como eu, certamente gostavam de saber sobre o roubo o material de Guerra que em Tancos aconteceu. Mas que logo o sôr ministro entendeu tratar-se de mera “chacota” o que Rui Rio lhe pede.

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Lá tem o sôr ministro as suas razões e eu as minhas para dizer que não concordo com o senhor. Assunto terminado e pela minha parte finito. Já no desporto fiquei satisfeito com o fim da novela que decorreu sobre Alvalade e teve Bruno de Carvalho por figura principal  durante algum tempo. Acabou no dia 8, com a eleição do Dr. Frederico Varandas, distinto médico e desportista que foi do Sporting do qual agora é presidente eleito.

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As férias chegaram ao fim para uma grande maioria de quem as tem e os políticos também têm direito a elas. Pelo centro de Portugal andou o nosso Presidente que na Região Centro acampou, e por lá tomou banho com muitos beijinhos à mistura. Muito simpático é ele, mas sempre ouvi dizer que uma remocada de vez enquanto pode fazer a diferença. Dos governantes quase se não ouviu falar, apenas de greves dos professores, e aumentos da gasolina e transportes, de desporto e de turismo. Quem por lá também andou o ano passado foi António Costa a dar apoio ao tal presidente de Pedrogão Grande, seu amigo e partidário.

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E de crescimento económico? Nada que tenha jeito. A confusão parece instalar-se e em termos políticos é o melhor para que deseja ganhar eleições. Também fiquei a saber que Portugal perdeu um talento no golfe, para ganhar o presidente Jorge Sampaio, mas quem pagou as favas foi Santana Lopes, por ele demitido. Efeitos dos políticos que temos, por meterem o bedelho onde não devem.

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publicado às 21:52


O Zezito "Rato" deixou-nos

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 13.09.18

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O Zézito “Rato” pregou-me uma partida ou foi a parca que lhe pregou a partida a ele. De seu nome completo José Sousa Afonso, este bajouquense, apenas  com 67 anos, deixou o mundo dos vivos no passado dia 11 e foi hoje, dia 13, a sepultar, pertinho da casa onde nas Lameiras da Bajouca nasceu. Deixou saudades pela sua simplicidade e espirito muito aberto e franco. Gostava de me encontrar com ele sempre que calhava, pois tinha sempre um ar da sua graça para criar bom  ambiente. Desta vez não o vi nas festas de Sto. Aleixo, e também jamais o volto a ver partilhar nelas, nem ele também a mim. Não somos de cá, embora muitos pensem que sim e se portam como tal. Dos quatro irmãos já só o Ramiro e Soisita, são vivos. Alice já há muito que faleceu. O Zezito era mais novo dos quatro, e também um dos mais asados para cuidar dos terras e dos seus pinhais. Ficou mais pobre a família dos Afonsos da capital do barro leiriense. Deixa de luto além do mais, seus diletos filhos: Dulcineia, José Carlos, Leonardo e Adélia. Residia no Vale de Cima, o seu funeral constituiu uma verdadeira prova de como o saudoso finado era estimado pela comunidade local e arredores  ao ver associarem-se tanta gente às exéquias que tiveram inicio ás 17h00 na igreja paroquial e culminaram com o cortejo fúnebre para o cemitério da Bajouca. Que descanse em paz.

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publicado às 21:24


Paragem obrigatória.

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 07.09.18

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Estas fotos foram na despedida e nem me recordo onde as tirei, sei apenas  que foi na despedida das ultimas férias. Levaram-me ao LAGAR, tomei um café e uma macieira, e pela Guia regressei ao local de partida, onde antes visitei um dos filhos da saudosa ti Maria Nova. São passeios que marcam a nossa vida e a nossa passagem por este espaço terrestre que nos acolhe e consome o corpo e desgasta a alma, já que o espirito é imortal e está confiado a Deus. Antes passamos pelas Piscinas da Bajouca, também local de paragem e bem frequentado. Sítios que com a Isabel dos 13, são pontos de paragem obrigatória.

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Uma especie de retorno...

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 03.09.18

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Pronto a Helena ficou satisfeita, quis agradecer ao Sr. Padre Abel o convite que lhe fez por ocasião dos 50 anos de sacerdócio que no dia 15 de Agosto completou e no dia 19 desse mesmo mês festejou. E vai de retribuir com um convite para almoçar na irmã Prazeres que em Leiria tem restaurante ao lado da livraria Boa Leitura, por acaso também propriedade sua e do marido José Carlos.

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Encarregada de com o  David, seu marido, ir buscar os convidados a Fátima, para connosco almoçarem, quando por volta das 13h00 lá chegamos já os quatro: Padre Abel, D. Rosa, David e Helena estavam assentadinhos na esplanada, frente ao leito do Lis, com uma taça de azeitonas e pão caseiro muito entretidos a conversar. 

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A hora de almoço estava aproximar-se e não demorou que a Prazeres nos mandasse entrar aconselhando que déssemos a prioridade aos mais velhos, acima dos 60 anos. Simpatia da casa. Além do Sr. Padre Abel e da D. Rosa, havia uma convidada especial que muito preso, a D. Lúcia, uma senhora que mora nos Pousos e tem por marido o Sr. Albano. É colega de trabalho da Sãozita, e muito minha amiga e eu dela e de seu dileto marido.

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Eu tinha uma recordação para lhe oferecer, um ursinho de vidro cheio de ginja que numa recente visita que fiz à Pia do Urso comprei para ela e seu marido. 

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Não sei se gostou, mas gostei eu e por isso fiz a oferta. O resto é como todos sabem, um almoço, onde se fala de tudo e de todos. As fotos falam por si, e eu falo por mim.

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Findo o almoço a Helena, mais o David foram levar os convidados a Fátima, a D. Lúcia ainda muito antes foi trabalhar no escritório, e nós regressamos à capital do barro leiriense, donde por volta das 12h30 havíamos saído. Reportagem feita, sem outros pormenores.

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publicado às 19:57


Como é timbre cá neste jardim à beira mar plantado

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 15.08.18

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Conheço mal Monchique, visitei as Caldas e a Fóia  por duas ou três vezes, antes e depois do 25 de Abril. Na altura, era o Coronel Andreia que estava como administrador das Caldas de Monchique. Que é das zonas mais bonitas do Algarve não tenho dúvida, mas que a maioria dos veraneantes que se deslocam em busca das suas praias partem sem conhecer também não duvido nada. E perdem de conhecer além da paisagem, uma vila muito bonita, sede de um município do distrito de Faro, e subdividido em três freguesias. Limita, a norte, com Odemira; a leste, com Silves; a sul, com Portimão; a sudoeste, com Lagos, e a oeste Aljezur. Foi criado em 1773, e desmembrado de Silves. Nesta altura tem por presidente o autarca Rui André.

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Desde Sexta-feira que o fogo flostal se apoderou de Monchique e desbasta toda a sua serra da Fóia ( 2.959 pés), um paraíso de fauna e flora que se perde. E as acusações por parte de quem conhece o terreno e as circunstâncias vem dos produtores florestais do Barlavento Algarvio que cita: «há cerca de sete meses” que está parado no Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICFN) um plano de prevenção e combate aos incêndios». De acordo com o Presidente da Associação dos Produtores Florestais do Barlavento Algarvio (Aspaflobal), Emílido Vidigal, todos sabiam que “a serra de Monchique era a próxima a arder”.

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 “Há mais de um ano que todos sabiam que Monchique estava no topo da lista das zonas com maior risco de incêndios florestais”. Hoje terça-feira, 7 de Agosto, sabemos que o incendio continua a destruir património vegetal, fauna e bens públicos e privados, e um governo impávido e serena confiante na chuva que há de vir e dar uma ajudinha á nossa Proteção Civil. Que para evitar mais estragos até pediu à EDP, por questões de segurança, que cortasse o abastecimento de eletricidade em algumas zonas de Monchique, como a Caldas e Fóia. Será que se lembraram que cortando a luz, onde a água dos poços ou furos é tirada a motor deixa de haver água em casa? Proteção, mas com regra, como é timbre... cá neste jardim à beira mar plantado.garve

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publicado às 13:14


Descance em paz

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 10.08.18

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Foi hoje a sepultar no cemitério da Bajouca, o Pedro Miguel Marques Ferreira, irmão dos bajouquenses Gilberto Carlos e Marco Jorge Marques Ferreira, o saudoso extinto faleceu no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça, onde se encontrava internado vitima duma deficiência motora. Familia muito estimada e querida pela comunidade o seu funeral que após Missa de corpo presente, ás 17h30, celebrada pelo Sr. Padre Davide, foi disso testemunho com muitas pessoas presentes no ato religioso e no cortejo fúnebre. O Pedro Miguel tinha 43 anos e foi morador na Rua dos Bronzes-Vale da Bajouca (Bajouca-Leiria). A toda a família em luto, mormente seu pai Manuel Carreira Ferreira e demais familiares os meus sentidos pêsames.

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publicado às 19:00


Olhem para Santa Marta de Ribarteme

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 09.08.18

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O que na romaria de Santa Marta de Ribarteme ( Galiza-Espanha) aqueles que um dia viram a vida ameaçada de morte, e os levou  a serem agradecidos, e fazer a promessa de amortalhados irem vivos, dentro de um caixão para participar na  romaria que naquela terra galega para o efeito se realiza. Foi coisa igual ou semelhante que se fazia, e eu vi fazê-lo, na minha freguesia de Vilar de Ferreiros ( Mondim de Basto),  no alto da Senhora da Graça, nos meus tempos de menino e moço. Nós somos assim, demos cabo das tradições pagãs , e por arrastamentos vão as puramente cristãs também. Os nossos vizinhos nisto são mestres e dão-nos lições a nós que somo o país mais antigo da Europa com fronteiras bem  delimitadas. Desconheço se esta romaria tem aprovação episcopal ou não, mas dá a entender que sim quando convida: Bem vindo ao site oficial da Peregrinação de Santa Marta de Ribartene. A longa história da peregrinação de Santa Marta, através dos séculos, seus factos diferenciais, seu poder de convivência e sobrevivência de formas ancestrais, despertam a curiosidade de locais e de estranhos. Desta janela aberta ao mundo, convidamo-lo a conhecê-lo em seus perfis materiais e espirituais, com o respeito que os sentimentos humanos merecem”. 

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E encerra com esta oração a Santa Marta de Ribarteme: “Deus doto-poderoso, teu filho aceitou a hospitalidade de Santa Marta e ficou em casa; Concede-nos, por intersessão desta Santa Mulher, servir fielmente a Cristo em nossos irmãos e ser recebido, como recompensa, em Sua Casa do Céu. Através de Jesus Cristo. Nosso Senhor. Amém”. Na Senhora da Graça já nem pela “Caveira do Ermitão” se procura no Monte Farinha, e dantes era vulgar acontecer. Em Lisboa até na igreja dos Mártires ( ao Chiado), se vê uma em redoma de vidro. Há tradições que  não devemos deixar morrer. Olhem para Santa Marta de Ribarteme.

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publicado às 17:17


Também os pássaros são semeadores

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 07.08.18

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Disse-o já por mais que uma vez, ser meu habito trazer das terras por onde passo em visita, uma recordação de algo que possa plantar no meu quintal-jardim. Até de Angola trouxe uma cana de açucar que por tanto inçar a minha mulher encarregou o jardineiro de lhe fazer a poda. E o certo é que praticamente já desapareceu do quintal.  O mesmo fez em relação ao  “matrus” planta que primeiro conheci na minha freguesia e se destinava a chá para matar as lombrigas, ás crianças quando eu também ainda era. Só anos muito mais tarde me foi apontado no passeio da Carnide ( Lisboa) por pessoa minha conterrânea e que acabei por trazer um pé para o meu jardim e que também içou.

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Mas com os insecticidas ou lá o que tenha sido sumiu-se e nunca mais apareceu. Curioso foi agora aqui no meu jardim e mesmo em frente ao meu quarto de dormir, quando venho à Bajouca, ter aparecido duas espécies de plantas que ninguém plantou. E ambas muito apreciadas por quem gosta de bebidas com sabores tropicais, uma conhecida por Maracujá.

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A explicação que me deu o Sr. Manuel, jardineiro, foi de que teriam sido os pássaros que trouxeram a semente para ali, e a boa terra fez o resto. O mesmo em relação a outra que designada por Fisális, dá um precioso fruto que dizem contem importantes propriedades nutritivas e pode ser servida em saladas ou acompanhada com carnes. É mais que sabido: também os pássaros são semeadores.

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Sabedoria que o povo constrói

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 05.08.18

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A “Festa do Bodo” que se realiza em Pombal, anda ligada a uma lenda associada à capela que foi chamada de Nossa Senhora de Jerusalém. E relacionada com uma procissão de preces que ali terminara nesse incerta ocasião. Motivo: o de pedir a interseção de Nossa Senhora para acudir a uma “praga de gafanhotos” que se tinha instalado na região e dava cabo das produções agrícolas que eram o sustento daquele povo laborioso. Contam que era tão grande a praga que obrigou o povo a ir à igreja de São Pedro da que então era a matriz de Pombal iniciar a dita procissão. Logo foram atendidos, e no ano seguinte foi D. Maria Fogaça, assim se chamava a senhora, que tomou a seu cargo fazer o dispêndio da festa religiosa. Uma vez reconhecido o milagre celebrou-se nova missa solene. Muito do que foi a história consagrada a este evento já desapareceu ou está abafada pela crosta poeirenta dos anos . Do forno onde se cozia o bolo do bodo, nem pedra dele existe. Deram cabo dele logo após a implantação da Republica, em 1910. Também anos depois, o Bispo de Coimbra contribui-o ao proibir a entrada na cerimónia religiosa do “homem do forno”, não apenas em Pombal, como noutras terras da região: Santiago de Litém, Abiúl e Avelar. O "homem do forno" era aquele que depois do forno aquecido e pronto para cozer a fornada do bodo, entrava dentro do forno e dava uma ou duas voltas lá dentro, antes de se enfornar o pão. Hoje quem na ultima semana de Julho vai às festas do Bodo a Pombal, já só de Nossa Senhora do Cardal tem noticia. Da capela de Nossa Senhora de Jerusalém, da igreja de São Pedro, do seu castelo e do mais que a história antiga de Pombal tem para pesquisar, e  que vem do tempo dos Templários, já pouco ou nada se conta. E é pena, porque a história faz-se precisamente destes pedaços de sabedoria que o povo constrói.

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publicado às 23:25


Parabéns ao Diogo Afonso

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 05.08.18

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O dia ficou – me marcado com uma queda que dei da cama a baixo – vejam bem. Eram duas horas e ao virar-me na cama dei  uma volta tão rápida que parei no chão, e feri a cabeça com uma raspadela na esquina da mesinha de cabaceira. A minha aflição foi a de sujar as fronhas e os lenções da cama com sangue e vai de correr para o quarto de banho, e procurar que o sangue estancasse. Demorou a estancar e acabou por parar de correr. Foi nesse espaço que pensei com o travesseiro, neste caso a almofada, como faz falta uma mulher ao lado do marido, se não tivesse deixado a minha ir sozinha  na companhia do neto passar uns dias à Praia do Pedrogão e ficar por minha conta e risco a cerca de 16km.afastado deles, por certo não cairia

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É que foi precisamente do lado em que ela dorme que dei o tombo. Ou ela ou eu, ou os dois ao mesmo tempo estávamos a pensar um no outro. Só que a queda calhou-me a mim. Mas tudo isto foi um aperitivo para iniciar uma viagem a terras de Ansião na companhia da Sãozita do Virgilio Alberto, que às 09h30 já me estavam a bater ao ferrolho e eu prontinho como que nada tivesse acontecido lá fui.

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Levava comigo um opusculo meu que intitulei Nossa Senhora da Graça – Na Fé dos Mareantes, para ofertar a uma sobrinha daquela saudosa centenária que conheci quando pela primeira vez visitei a simpática localidade, mas não se proporcionou. Em Monte Redondo (Leiria) o almoço, no Bom Papo, esperava por nós. Feitos azeiteiros que nas Galgas, em Vale do Boi, São Tiago da Guarda, em Ansião, fornece quem gosta de bom azeite puro e saboroso, partimos de regresso à Bajouca.

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Depois de ter passado por Torre de Vale de Vale de Todos, onde encontramos o “Rafa” em repouso de fim de semana. Depois do almoço ainda havia a Missa vespertina que às 19h15 o Sr. Padre Davide celebrou, e em seguida e ainda na Bajouca Centro, para encerrar a festa do aniversário do Diogo Afonso, 17 anos bem festejados, com aquela alegria e animação que só os pais, o Chico e a Lígia Afonso sabem imprimir nestes festins.

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E como não há uma sem duas, nem duas sem três, eis que a minha cara-metade aproveitou uma boleia da sombrinha Helena, e arrancou da praia para minha inesperada surpresa e no fim de Missa surge no adro da igreja, e com o Sr. Padre Davide por testemunha. Foi mais uma convidada a cantar os parabéns ao Diogo para o qual aqui deixo meu abraço de amizade e votos de muitos anos de vida e bem vividos. Felicidades e muitos dias de São Tiago, 25 de Julho.

 

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publicado às 15:56


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