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Parabéns ao pai do Alvarito

por aquimetem, em 21.07.18

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Hoje fez anos o meu genro Luis Gottschalk Silva e para festejar o evento os meus compadres ofereceram o almoço servido na sua vivenda em Santo Amaro de Oeiras. Por volta do meio dia tinha aqui à porta o trio, constituído pelo aniversariante, a Gisela e o Alvarito que nos vieram buscar e conduzir ao respectivo destino.

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 Um almoço servido com carinho maternal e com o esmero de quem sabe e tem gosto de pôr à prova a arte de bem cozinhar, em paralelo com a de competente professora aposentada de língua inglesa. Dia muito bem passado, e sempre rico em aprendizagem dado que naquela casa se recolhe lições do mais diverso género, uma foi quando já a meio da tarde entendi levantar-me e perguntar se também foi para o jantar que nos tinham convidado.

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Logo perceberam a minha brincadeira para dizer que só estavam à espera que o Luís acabasse de pintar a parede de um quarto da mansão. O ser arquitecto ou advogado nesta família serve apenas como instrumento que facilita arranjar trabalho, para trabalhar.

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Outra coisa curiosa que descobri foi ver o “Iety” , um cão que à sete anos mantive em minha casa durante meses até que chegasse a ocasião do Luís oferecer ao pai como prenda de aniversário, e não é que hoje o bicho se não me conheceu deu sinais disso pois não se afastou de mim, nem da minha mulher. Quase com a mesma ternura como lida com quem diariamente o acarinha. Os animais por vezes tem gestos que faltam aos humanos.

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publicado às 20:41


Os políticos e as regiões

por aquimetem, em 19.07.18

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Sempre muito atenta ao todo que um qualquer texto de transmontano surja nas páginas suas preferidas, a mondinense Maria da Graça Matos à dias telefonou-se muito curiosa a perguntar quem era um tal Relvas que Barroso da Fonte citava  em  artigo seu na página Tempo Caminhado. Com franqueza também eu não sabia e pouco sei desse  apelido, senão daquele que foi proprietário da Casa dos Patudos, em Alpiarça. E de seu nome José Azevedo de Mascarenhas Relvas, este republicano, nasceu na Golegã, a 05 de Março de 1858; e faleceu em Alpiarça, a 31 de Outubro de 1929. Só pode ser este Relvas, pensei, o citado, já que foi um dos ribatejanos que na 1ª Republica ocupou o cargo se senador por Viseu, antes de depois ser nomeado embaixador em Madrid. Da Província da Beira Alta que foi criada em 1832, passaram a fazer parte as comarcas de Viseu, Lamego e Trancoso. Esta veio substituir a antiga província da Beira, com a capital em Viseu. Em 1835 o pais passou a ser dividido por distritos, e a Província da Beira Alta foi então restaurada, como unidade estatística e de referencia regional, e os seus limites correspondentes ao distrito de Viseu. Em 1936, já com Salazar, agora além do distrito de Viseu, também o da Guarda foi integrado na mesma. Esta nova divisão em províncias baseou-se num estudo geográfico das regiões que dividia, Portugal Continental, em 13 “regiões naturais”, entre as quais a Beira Alta e a Beira Transmontana ( que englobava todo o distrito da Guarda, exceto o concelho de Vila Nova de Foz Côa). Dos geógrafos por norma não são consultados, e por isso Orlando Ribeiro,  uma sumidade em Geografia, já na reforma de 1936 considerou tratar-se de um erro crasso, mas os políticos não atendem, eles é que são os sabichões ...

 

Mas também não é deste Relvas que se trata, mas é sim do Miguel Relvas, que no governo de Durão Barroso tentou reformar as divisões administrativas com a criação de um novo mapa regional onde constam as três principais categorias: Grandes Áreas Metropolitanas, Comunidades Urbanas e Comunidades Intermunicipais. Foi esta que ficou conhecida por “Reforma de Relvas” a que Barroso da Fonte fez referencia e nem eu nem a minha conterrânea nos recordavamos.

Mas agora já ficamos a saber, e mais: que ontem como hoje, cada um cuida de si e Deus de todos. Do povo que no campo, na fábrica, no escritório, na escola ou nos serviços labora, diz quem governa: aguentem porque os euros não chegam para satisfazer toda a gente; e primeiro nós. Esta é uma história que mete politicos e regiões no mesmo saco esfarrapado.

 

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publicado às 15:50


Memórias de tempos idos

por aquimetem, em 15.07.18

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No inicia da década de 60 desci do norte e só parei em Lisboa. Vinha com carta de apresentação do Abade Miranda para o seu sobrinho Joaquim Ribeiro Bouça, figura conceituada na construção civil e residente que foi na Estrada de Benfica (paróquia de NS do Amparo). Só anos mais tarde lhe fiz entrega da carta que depois de ler ma devolveu uma vez que não precisei da ajuda dele para arranjar trabalho. Precisei foi do DN onde coloquei um anuncio a pedir emprego. Demorou apenas um dia e lá me calhou a Rua da Junqueira ser o meu novo ninho, agora vizinho dos “velhos do Restelo”.

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Por aqui me fiquei e logo nessa passagem de ano, tive um convite do saudoso ator José  Pedroso de Carvalho para como ilusionista actuar no Belém Clube. Nessa actuação ganhei logo mais dois amigos que já  tenho na terra  da verdade: O ilusionista Rollão e Luís Filipe Salreta . Tinha Santa Maria de Belém a meu lado e os seus devotos na mão. Pelo meio ficam muitas histórias por contar, como é norma de quem as vive e não as sabe contar ou não tem disponibilidade.

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(Chão salgado onde Marquês queimou os Mascarenhas)

Mesmo em Belém isso vi acontecer. Que diferença para os dias de hoje, para estes dias que dizem são modernos ou  de modernices fui encontrar uma juventude sã e muito dinâmica que também na política se meteram, e pela igreja começaram com o Padre Felicidade por timoneiro. O Reis que foi do MRPP, e soube há pouco, já faleceu; o saudoso  António Janeiro, que foi deputado do PS; e dos mais não falo porque nem tudo se deve dizer, senão no confessionário.

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Sem nunca perder a fé que minha mãe me incutiu e eu ainda que vagamente arrebanhei, nunca me arredei muito desse tónico espiritual que nos segura quando em dificuldades não temos onde nos agarrar. E se bem que já nessa ocasião os maus ventos sopravam carregados de bactérias e micróbios pocinhentos, a verdade é que ainda havia muita gente sã que vinha dos tempos em que como era ensinado ninguém se deitava nem levantava sem dar as boas noites ou os bons  dias  aos país, nem de saudar a pessoa por quem se passava na rua. Mesmo em Belém isso vi acontecer. Que diferença para os dias de hoje, para estes dias que dizem são modernos ou de modernices

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Na casa onde almoçava conheci o Dr. Primo Casal Pelayo, pessoa de poucas conversas e muita leitura. Não fora um dia passar pelo meu local de trabalho a pedir para lhe deixar colocar um aviso relativo ao seu colégio jamais se aproximava dos convivas. Um dia, um militar meu conhecido, o tenente Coelho, que foi aluno do Colégio dos Pelayos, em Vila do Conde, ao ver-me tomar café no antigo Quiosque de Belem à mesa com o Dr. Pelayo, confidenciou-me: Em Vila do Conde ninguém tinha essa honra que o Costa Pereira tem. Mas mal sabia ele que por meu intermédio crescia o numero de alunos no Externato Latino Coelho. Pagou bem com o fecundo trabalho que sobre a Ermida de Nossa Senhora da Graça, em Vilar de Ferreiros, publicou, e dedicou a D. António Cardoso Cunha, então bispo da diocese de Vila Real. Memórias de tempos idos

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Gente Mondinense como eu

por aquimetem, em 14.07.18

 

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Na sexta-feira, dia 13, tinha uma consulta médica marcada para as 16h00, na Av. da Republica. Lá fui. No fim e já na rua, lembrei-me que uma vez perto do Campo Pequeno, era uma boa ocasião para passar pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro e adquirir a Antologia de Autores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana. Assim fiz, na companhia de minha esposa que me tinha acompanhado à consulta. Quando já em minha casa, dei uma vista de olhos por este excelente trabalho que saiu a par do IV CONGRESSO de Trás-os-Montes e Alto Douro que no Pavilhão do Conhecimento Centro de Ciência Viva do Parque da Nações, em Lisboa, decorreu nos dias 25, 26 e 27 de Maio deste 2018.

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Na rubrica de Mondim de Basto muito pobre quando é tão rica de autores com raça, quer em prosa como em verso, mas que desta vez por um ou outro motivo não responderam à chamada. Como a todos também a seu tempo foi-me solicitado um inédito que sobre a minha aldeia de Vilar de Ferreiros alinhavei e agora pude ver muito bem enquadrado na obra que alberga os mais distintos escritores do “Reino Maravilhoso” que Torga designou e teve por berço seu. Feliz fiquei também por saber que tinha dois ilustres mondinenses que desconhecia e se tornaram notáveis e que são: o Professor e comendador Albano Parente e o arquiteto Joel Dinis. O comendador Albano Parente, foi e é no Brasil que se fez notável, como grande benemérito, já o arquiteto Joel Dinis foi como aluno da UMinho e com um trabalho muito bem conseguido à volta do castro do Crastoeiro,que lhe valeu o prémio Secil Universidades-Canal Superior, em 2017.

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Não sabia, desta gente ilustre que já nasceu depois de mim. Por isso parabéns ao Dr. Hirondino Isaías, presidente da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Lisboa, e ao Professor Doutor Armando Manuel Gomes Palavras, o coordenador da Antologia, pois foi mediante a notável iniciativa cultural que promoveram que falei do meu torrão natal e fiquei a saber coisas que não sabia de gente mondinense como eu. E deixo aqui um apelo ao Sr. Presidente da Câmara, Humberto Cerqueira que na biblioteca municipal mondinense não deixe de figurar um exemplar desta obra que retrata Mondim nas décadas de 30 e de 40 do século passado.

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publicado às 10:20


Mas primeiro que tudo a FEIRIARTE.

por aquimetem, em 10.07.18

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É já nos próximos dias 13, 14 e 15 que na área do Pisão da Bajouca se vai realizar a XXV Feiriarte que teve inicia em 28 de Abril de 1992. No que consta de objetivos económicos a Feiriarte prima por promover as atividades económicas da região, aqui com destaque para a Olaria, já que para mim a Bajouca é considerada a “capital do barro leiriense”. Mas também além do artesanato, a maquinaria moderna ali aparece exposta, a par da gastronomia que tem fama nesta terra. Vale a pena visitar o Bajouca nesta ocasião e se o tempo prometer, como parece, ir também com tempo para não sair sem visitar o "parque das merendas", pois é dos mais acolhedores do concelho de Leiria. Mas primeiro que tudo,  a FEIRIARTE.

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publicado às 13:18


Miguel Franco-Um leiriense esquecido

por aquimetem, em 08.07.18

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Vamos ao prometido. Em post de 29/05, fiz aqui promessa de voltar a falar acerca do Centenário do Nascimento de Miguel Franco, notável actor, encenador e dramaturgo leiriense, apontando o fim de Agosto para o fazer, mas entretanto achei por bem fazê-lo no inicio de Julho para despertar o interesse dos prováveis interessados a tomarem parte no que o cardápio cultural tem para nos ofertar nos meses que vão para além do dia 28 de Julho que anteriormente dei a saber. No cinema, este esquecido filho da “rainha do lis”, ficou bem presente nos filmes Nova Vaga, O Cerco, Lotação Esgotada, A Fuga e os inesquecíveis Rei das Berlengas e Manhã Submersa. Tem um teatro com seu nome inserido no Mercado de Santana, uma acolhedora sala de espectáculos muito confortável e com boa acústica.

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Trata-se de um espaço que nasceu da reabilitação de um edifício do inicio do século XX, da autoria de Ernesto Korrodi, criado para albergar o Mercado Municipal. Depois de passar por utilizações varias, em 2002 passou a constituir um centro cultural. Aqui aproveito para corrigir o que no dito post disse em relação às actividades festivas que de 14 de Abril a 28 de Julho o Ciclo de Cinema preencheu, e eu situei no Teatro José Lúcio da Silva, quando afinal foi no Teatro Miguel Franco. Muito há ainda para saber e recolher da vida deste homem que se distinguiu ao serviço da arte de representar e transmitir cultura, que inspirou e apegou o vírus cultural a sua dileta filha, esta também famosa, mas nas artes plásticas e nos meios culturais do país e além fronteiras. Dela me falou há pouco com muita admiração o seu colega António Carmo também pintor consagrado.

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Trata-se da consagrada pintora Maria João Franco que a propósito da filmagem de O Rei das Berlengas – ou a independência destas, peça de Artur Semedo que em parte foi filmada no Castelo de Leiria, e pelos vistos coincidiu com 25 de Novembro de 1975. Ela nos conta: “que se gerou uma grande confusão” pois na cena tinha de entrar um helicóptero e daí tiveram de provar que não tinham nada a ver com os militares, mas sim e só com arte e cultura. A 2ª fase está pronta e a promessa cumprida. Na galeria Manuel Artur Santos, do Mercado de Santana, esteve patente uma exposição biográfica, e também a Legenda do Cidadão Miguel Lino, anunciada para 29 de Setembro e 08 de Outubro, às 15h00, na igreja da Misericórdia, se pode integrar no Centenário da Nascimento de Miguel Franco. Tudo merece ser tomado como tónico e também como preservação das figuras com direito a serem homenageadas pelos seus concidadãos. Sejam de que cor política ou credo religioso forem. Não devemos é servir-nos dos méritos de quem quer que seja para arrecadar os louros da vitória. Só assim seremos livres e libertadores. É que na política hoje são muitos os que se servem disso, trepar à custa dos outros. 

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publicado às 16:15

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Não tenho palavras para justificar a minha ausência no Pavilhão do Conhecimento do Parque das Nações, em Lisboa. Mas o facto é que não fui lá em nenhum dos 3 dias que lá decorreu o IV CONGRESSO TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO, promovido pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, sediada no Campo Pequeno, nº 50-3º Esq., e presidida pelo dinâmico transmontano Hirondino Isaías. Mas o carinho com que acompanhei e louvei a iniciativa por certo me desculpa a comparência que motivos maiores me impediram de poder assistir. Quando os anos começam a pesar e descarregam os quilos em cima das pernas e não só, dão nisto. Só levados ao colo ou então de carro até onde se precisa ir. Calhou mal porque faltou quem se prontificasse para me satisfazer essa vontade. Bem mais diferente aconteceu por certo com muitos daqueles que desempenados e ainda cheios de genica não compareceram num dos mais extraordinários eventos que nestes últimos anos a Casa dos transmontanos e alto durienses da colónia alfacinha promoveu.

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A ele se referiu com rasgado elogio, o Dr. Barroso da Fonte, como vi em Tempo Caminhado, de 16/6, onde relata: "Mas já escrevi que valeu a pena, mesmo que apenas estivessem membros da Casa Regional de Trás-os-Montes, com sede em Lisboa que foi a organizadora. Mesmo assim estiveram figuras representativas das instituições culturais, como da UTAD e do Politécnico de Bragança, autarcas de: Bragança, Miranda do Douro, de Freixo de Espada à Cinta, Vila Real, de Alfândega da Fé, de Mirandela, Carrazeda de Ansiães. Passaram por lá: o Secretário de Estado da Agricultura, o Director-Geral das Florestas, Isaltino Morais, Júlio Meirinhos, Abel Moutinho (de Valpaços), Armando Fernandes Presidente dos Caretos de Podence, Presidente da Associação de Agricultores, Guilhermino Pires, de Murça que fez história com a casa do Soldado Milhões, Jorge Valadares (de Chaves), António Chaves, (de Montalegre), Jorge Lage e Jorge Golias (de Mirandela), Coronel Martins Lopes (de Vimioso) e o Doutor Armando Palavras que ali aflorou laivos da sua Tese de Doutoramento sobre Arte Sacra em Santa Marta de Penaguião. O Secretariado do Congresso apressou-se – e bem – a redigir as conclusões em 9 páginas, que podem encontrar-se na Net. Serão estes alguns dos nomes e dos temas que vão ficar para a História dos quatro congressos Transmontanos, entre 1920 e 2018. Para além das conclusões temos a Antologia de autores”. E à volta desta descreve:  “A metodologia dos 145 autores de 35 concelhos da área geográfica que o Rio Douro irmana, onde as confrontações naturais não condizem com as normas administrativas, pode não agradar a todos aqueles que já leram ou vão adquirir e ler este grosso de volume da Antologia. Armando Palavras não se confinou aos 26 concelhos dos dois distritos de Bragança (12) e Vila Real (14). Armamar, Figueira de Castelo Rodrigo, Lamego, Meda, Resende, S. João da Pesqueira, Tabuaço, Tarouca, Vila Nova de Foz Côa e Sernancelhe são dez concelhos que pertencem à Beira Alta. Mas situam-se na margem esquerda do Douro. E as características do solo e do subsolo identificam-se mais com Trás-os-Montes (Terra Fria e Terra Quente) do que com a Beira Alta. A revisão administrativa de Relvas, em vez de reconciliar a história, respeitando-a e promovendo-a, destruiu a ancestralidade orográfica, histórica e moral das freguesias Portuguesas”. 

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Que estive atento e apontei nomes que também gostava de ver incluídos na Antologia, sabe o bem o Doutor Armando Palavras pois lhos apontei. Também não posso falar se constam ou não uma vez que ainda não vi a obra e apenas só pelas boas referências aqui a cito. Mas tem forçosamente que ser trabalho digno de figurar nas melhores bibliotecas garanto.

 

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publicado às 18:26


Parabéns ao Sr. Padre João Paulo

por aquimetem, em 02.07.18

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Vilar de Ferreiros este ano saiu-se da casca e com esmero festejou o seu padroeiro, São Pedro. Há muito que já não era assim honrado com tanto brilho como este ano aconteceu, e que com muito agrado destaco aqui.

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Foram três dias de festa, que começou na Sexta-feira, dia 29, com Missa, às 21h00,  e procissão de velas. Já no sábado, dia 30, às 08h00 uma banda de Zés P’reiras andou a percorrer os lugares da freguesia, convidando todos a partilhar da festa. Pois que às 22h00 o conjunto “Tiago Maroto” ia actuar, e as 24h00 havia o fogo de artificio para encerrar a jornada.

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O  Domingo, dia 01 de Julho, ficou todo reservado para consagrar ao Padroeiro, com Missa solene às 11h15 seguida de procissão presidida pelo pároco, Sr. Padre João Paulo Castanheira, acompanhada pela Fanfarra de Antime (Fafe). E as 15h30 tarde recreativa animada com o Rancho Folclórico e Juvenil de Vilar de Ferreiros. A festa encerrou com a atuação do Conjunto “ CORDOSOM” que teve inicio às 22h00. Parabéns ao Sr. Padre João Paulo.

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publicado às 22:34


26 de Junho

por aquimetem, em 27.06.18

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Fez ontem 43 anos que são Josemaria Escrivá se foi juntar aos eleitos do Pai, e nos deixou o Opus Dei para lhe seguirmos o exemplo. Na igreja de Nossa Senhora de Fátima como vem sendo tradição se celebrou missa de acção de graças às 19h00 que foi presidida pelo vigário regional português, monsenhor  José Rafael Espírito Santo.

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Além desta celebração sempre muito participada também houve mais duas às 18h30, na igreja de Nossa Senhora da Porta do Céu (Telheiras) e no Oratório de S. Josemaria (Calçada da Palma), às 19h15. Fora de Lisboa, destacamos:

"Braga
26 de Junho, 19h00, Sé Catedral. Presidida por D. Nuno Almeida

Beja
26 de Junho, 19h00, Igreja do Patronato de Santo António

Caldas da Rainha
23 de Junho, 11h30, Igreja Matriz. Presidida por D. Nuno Brás

Cascais
26 de Junho, 19h00, Igreja de S.Pedro e S. João do Estoril

Coimbra
26 de Junho, 19h00, Sé Nova

Évora
27 de Junho, 18h00, Igreja do Calvário. Presidida por D.José Alves

Faro:
26 de Junho, 18h30, Carmelo de Nossa Senhora Rainha do Mundo (Patacão).

Guarda
22 de Junho, 19h00, Igreja da Misericórdia"

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publicado às 16:04


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

por aquimetem, em 27.06.18

 

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“Vilar de Ferreiros é uma freguesia portuguesa do concelho de Mondim de Basto, com 16,15 km² de área e 1 136 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 70,3 hab/km². A freguesia de Vilar de Ferreiros é constituída pelas aldeias de Vilarinho, Vilar de Ferreiros, Pedreira, Vila Chã e Covas, por ordem decrescente”.

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São noticias destas que me causam dó, pois revelam a falta de conhecimento de quem as dá ou a muita artimanha no fazê-las circular. Não sei tampouco onde e como a enciclopédia Wikipédia recolhe as noticias que formam o corpo virtual desta fonte de informação publica. Mas pergunto: Como se sorropiam duas das principais aldeias da freguesia que são Campos e Cainha, e logo as duas vizinhas da sede do concelho? Não digo que seja por mal, mas às vezes levam-me a supor que sim. Senhores encilopedistas da Wikipédia: Esta freguesia é constituída pelas aldeias de Campos (parte), Cainha, Covas, Pedreira, Vila Chã (parte), Vilarinho e Vilar de Ferreiros que dá o nome a esta freguesia ainda antes da Nacionalidade ter acontecido.

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Com São Pedro por patrono e a Senhora da Graça por companhia se não se festeja o São João que de Covas é padroeiro, ou Santo António de Vila Chã e Vilarinho, por certo que Vilar se não esquece daquele que anualmente encerra a quadra dos santos populares. Algo já foi corrigido, a foto da igreja paroquial, agora quando a pesquisa começa por Vilar de Ferreiros já aparece a nossa igreja, e não aquela que ainda se mantem na página da respetiva freguesia. Dança-se conforme a música

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publicado às 14:16


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