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Vejam o que mostra o vídeo.

por aquimetem, em 22.01.18

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Enquanto dura a nossa passagem por este mundo carecemos de alimentação para viver e se falta apressamos a nossa partida. Melhor ou pior é uma exigência biológica extensiva a todos os seres vivos, passando pelos vegetais. Foi nesse quadrante que depois de ter ido à Bajouca para assistir às exéquias fúnebres do meu sobrinho Raul Afonso, decidi aproveitar a deslocação feita para no dia seguinte, domingo 21, participar no V Festival das Feijoadas que decorreu no Salão da ABD-Pisão. Fi-lo também a pensar no Raul que se fosse vivo lá estaria connosco a conviver e dar alegria à nossa mesa.

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Coube aos escuteiros da Bajouca a organização deste festival que ocorre para celebrar os 17 anos de vida que o Agrupamento 1226 este ano completa, e que foi o primeiro em que assisti e garanto fiquei cliente. Já tinha participado ali num outro que a ABD organiza consagrado às sopas e tanto aquele como este são eventos que captam muita adesão quer de bajouquenses quer de forasteiros que de longe se deslocam para nestas ocasiões se deliciarem com a famosa culinária da capital do barro leiriense. 

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Rica em eventos desta natureza, também a parte recreativa e cultural são lema que a ABD usa e constantemente põe em destaque. O mais próximo vai ser no dia 27 do corrente com uma Noite de Fados. Tem inicio às 2Oh30 com jantar onde o "Bacalhau à Bajouca" é rei. Para os não sócios são "17,50 guitarras", mas vale a pena, pela ceia e pelo espiráculo.

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Mas vamos ao que da feijoada ficou na retina e as imagens recolhidas pela objectiva documentam. Nesta mesa ficou o casal Mestre onde também o Sr. Padre Davide almoçou. As diversas panelas, com sabores diferentes aqui surgem perfiladas com os escuteiros a servir. 

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Muitas caras minhas conhecidas até minhas amigas do facebook que ali vi e saudei.

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 Duas delas aqui apresento sempre prontas para pôr um "gosto" ou calar quando não têm bem para dizer.

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Também o nosso Ten-Coronel Afonso, mais a Gabriela se fizeram presentes

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Aqui o casal da Bajouca Centro, Xico, Lígia e a prol dão a cara. 

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 Também estes jovens escuteiros não ficam atrás. 

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Aqui a mesa dos "bons da festa" que a Helena Afonso elegeu. Como sempre a fotógrafa de serviço, no anonimato.

 Foi uma tarde agradável que vim terminar na  capital do Império Português. Vejam o que mostra o vídeo.

 

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publicado às 12:54


1 comentário

De Anónimo a 24.01.2018 às 19:26

Costeira da Murta

O ser e o ter
Ora estimado repórter, depois um bom interregno, venho a terreiro.
Matéria não falta para alfinetar e comentar.
Mas vamos ao que une e deixemos para lá o que porventura desune.
Sobre o nosso muito considerado Raul já alguma coisa se escreveu e se ouviu e é a partir do festival das feijoadas que me sinto confortável também para o fazer.
Pela forma como convivia: Ele, se estivesse entre nós, lá estaria a marcar presença. Onde estivesse, fazia-se sempre notar pelos melhores motivos: Não incomodava ninguém, distribuía gratuitamente boa disposição e alegria e isso contagiava todos. Se algo não corresse pelo melhor, rapidamente saía de cena sem se fazer notar:
Pela cumplicidade e ajuda: A rotina do dia-a-dia, era quase sempre a mesma. De manhã cedo saia de casa de bicicleta com destino final no Ka-te-kero. Pelo caminho parava para saudar e meter conversa em todas as “capelinhas”. A primeira era na Catarina da Junta, para uma troca de mimos com humor à mistura. Seguia-se depois a Paulita Cabeleireira, que por vezes lhe aparava o cabelo. Nas traseiras buzinava e dizia umas larachas ao Zé Maria das bicicletas. Depois do talho do Ribeiro, uma saltada ao Bar das piscinas e por fim o café restaurante da “Isabel”. O dia ficava feito com pequenos recados que em quase todas estas paragens lhe encomendavam.
Pelo acolhimento no associativismo: O GAU era o seu quartel-general. Fazia parte da claque apoiante do clube dos “Unidos”, e não há notícia de que alguma vez tivesse ficado em terra, porque ninguém dispensava a sua companhia.
Como elemento agregador: Muitas pessoas do convívio próximo sabiam que mesmo sem ele se aperceber, a sua família nunca o abandou nem discriminou. Esteve sempre presente até ao fim e tudo fez para que nenhum apoio lhe faltasse. Na nossa terra há um punhado bom de Rauis e muitas famílias desdobram-se para os poderem apoiar, sabe Deus com que sacríficos. Talvez tivesse sido esta sensibilidade que reuniu tantas pessoas até à sua última morada e até o “nosso clero” com a presença muito serena do Sr Padre Melquíades, do Sr Padre David, nosso Prior, que presidiu e do Diácono João Paiva, seu familiar, dão força ao meu pensamento de que é reconfortante homenagear alguém que consegue agregar todos, por aquilo que é e não por aquilo que tem.
Saudações

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