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De novo em terra nossa

por aquimetem, em 26.09.17

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De novo em terras de Viriato e mais enriquecido com o que recolhemos em terras visitadas nas margens do Reno, entre Colónia e Linz, na companhia dos meus familiares mais próximos. O dia 11, o da despendida, foi a conta - relógio, ainda que a passo lento. Já com as malas preparadas de véspera,  por volta das 12h30 (11h30, em Portugal) foi só abandonar o apertamento e apanhar transporte até ao centro de  Bad Godesber, onde nos fomos encontrar com Gisela, ali em serviço.

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Deliciei-me a ver monumentos e paisagens de território que as tribos de úbios e gatos povoaram e cujas imagens do que vi trouxe comigo na retina. Como um passeio fluvial pelo Reno e a subida em trem ou funicular ao monte Drachenfels, motivos que mais me impressionaram nesta viagem. Mais ainda, a educação e o civismo deste povo que logo notei ao entrar nos transportes públicos,  a prontidão com que jovens e pessoas menos idosas se levantam para dar  o seu lugar a um idoso ou a uma criança. Coisa que também não vi, foi passageiros com os pés em cima dos bancos, como no Metro em Lisboa.

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Perde-se nestas deslocações a países que não sabemos falar a língua dos seus habitantes muito daquilo que vemos mas desconhecemos a sua historia. O meu caso.  Valeu-me a filha que tenho e pai do meu neto. E aqui tivemos ocasião de notar a pouca importância que dão à língua de Camões, onde em português só encontrei um desdobrável na Catedral de Colónia escrito na nossa língua. Alem do alemão só o inglês é língua internacional .....

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Ali todos juntos almoçamos com a filha  na sua hora de almoço, e eu até aproveitei para provar a famosa cerveja alemã, que não tinha ainda apreciado. Preferi o vinho branco da região, muito bom. Tinto foi do francês, italiano e até do português. Nisto sim, os alemães não fazem distinções...

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Feita a meia parte do tempo que desde a manhã decorreu até à hora de almoço, seguiu-se dali a viagem para o aeroporto de Colónia-Bona, onde um avião da TAP que partiu às 16h35 nos trouxe para Lisboa e nos largou às 17h35. Nunca mudo a hora quando saio do pais. Quer isto dizer que me oriento pela nossa hora. Na Alemanha é uma hora a mais. 

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Agora com o esmágo satisfeito vai de deixar a filha e com o neto, pai e os avós regressar donde partimos no dia 2 de Setembro. 

Viagem de electrifico e comboio demorou cerca de uma hora a chegar ao aeroporto, onde  se deve estar duas horas antes. Assim fizemos. 

 

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publicado às 17:53


Festa da Luz de 2017

por aquimetem, em 25.09.17

 

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À volta das festividades em honra de Nossa Senhora da Luz que anualmente decorrem em Setembro, surge a feira com o mesmo titulo, e remonta aos séculos XVI e XVII. Como era tradição, as feiras ligadas a festas religiosas começavam com a venda de comes e bebes, artigos religiosos, até que foram aparecendo os louceiros, vendedores de fruta e por fim os compradores de gado. No caso da Luz chegou a ter feira de gado quinzenal, no 2º domingo de cada mês

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Não da feira, mas da Senhora da Luz, devoção muito portuguesa que surgiu numa altura em que Portugal andava empenhado nas viagens marítimas e na conquista da África. A origem desta devoção deve-se a Pero Martins, natural de Carnide (Lisboa), que feito prisioneiro em África pediu a intercessão da Virgem Maria que lhe apareceu em sonho. A qual lhe recomendou  para lhe fazer uma ermidazinha que  ele fez no sítio onde testemunhou um fenómeno de luzes,  junto à fonte do Machado.

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Nasce assim a devoção a Nossa Senhora da Luz e surge a feira do mesmo titulo. Ainda hoje tanto a feira anual como a devoão mariana atrai ali inumeros forasteiros e feirantes durante todo o mês de Setembro. Começa no primeiro domingo, e termina no último com a Procissão de Nossa Senhora da Luz.

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Nesta procissão incorporam-se devotos que vêm de longe cumprir promessas e pedir favores à Mãe de Jesus, e nossa Mãe. 

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Sou há muitos anos participante no cortejo, só este ano é que me fiquei pela apalaçada casa do Conde de Carnide. As pernas não deixaram.

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As fotos desta procissão que da igreja da Luz saiu pela Rua da Fonte, Rua Maria Brown, Largo do Jogo da Bola, Estrada da Correia, Rua Neves Costa, Travessa  do Pregoeiro, Azinhaga das Carmelitas, Largo da Luz (Volta a  Feira da Luz) e Igreja da Luz, compensam a minha caminhada. Os Bombeiros Voluntários de Caneças e a Banda de Musica dos  Bombeiros Voluntários da Povoa de Santa Iria, deram o brilho e animação a esta Festa da luz de 2017.

 

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publicado às 22:10


Vamos a ver dia 1…

por aquimetem, em 18.09.17

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 Povo civilizado até na política onde se não vê os adversários acusar uns aos outros do que respeita à  vida privada de cada um. Se algum acto é merecedor de reparo, o povo julga-o nas urnas ou ele tem o bom senso de se demitir antes que seja o eleitor a manda-lo trocar de oficio. Não é por mero acaso que a Alemanha sofrendo duas grandes guerras que a deixaram destruída tenha hoje a economia mais forte da Europa, fruto do trabalho, formação e educação do seu povo. Os alemães também gostam de futebol e da cerveja que produzem, assim como dos produtos cultivados em todo o seu espaço arável e muito bem aproveitado e zelado, diga-se, mas não misturam política com desporto. A política é coisa muito séria, e gente corrupta lá não tem cabidela. Também cá deviam ser saneados de cargos políticos e administrativos todos quantos na política arranjaram emprego. Assim como gente mentirosa. Só desta maneira um país consegue dar emprego, saúde e formação aos seus patrícios, e os progenitores ou seus tutores a educarão aos filhos. Só desta forma Portugal será capaz de dar trabalho aos seus naturais e a outros que nos procurem para trabalhar connosco.Temos as eleições autárquicas que são de 4 em 4 anos. É muito. Deviam ser no máximo de  2 em 2 anos. 

Portugal só vê as obras publicas mexer e os buracos tapados nas vésperas dos actos eleitorais, o tempo que decorre entre um espaço ao outro é para ir deixando cair e depois reconcertar. Mas o curioso é que nós, os portugueses, até gostamos de ser ludibriados, votando na pessoa mais simpática sem reparar na cor do fato que veste. Por um lado até é bom, comemos do que gostamos, mas por vezes sem olharmos à saúdes...

 

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publicado às 18:04


Em terras de Angela Merkel

por aquimetem, em 03.09.17

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Em Lisboa

No passado dia 02 cerca do meio dia cheguei à  Portela para apanhar um avião da Eurovings com destino a Bona. Partiu exatamente á s 14h40 e aterrou em Colonia-Bona às 17h10, hora portuguesa. Mas ainda deu para admirar o asseio e trato com que os alemães cuidam o seu património rustico e urbano

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Colonia-Bona

A deslocação do aeroporto para a cidade foi em autocarro que aos sábados só de hora a hora acontece, por isso demorou mais a chegar ao destino, com a agravante de haver uma hora de diferença para mais em relação a Portugal. Na cidade foi um jantar á  luz da vela, em restaurante muito bem frequentado, onde o rigor no servir como no respeitar horários são  lição a recolher. Tivemos por isso de procurar o tal das velas. Uma vez, não são vezes. Bona é uma cidade não grande com cerca de 300 mil habitantes que entre 1949 e 1989 foi a capital da Alemanha. É a cidade mais católica deste país que tem por presidente Angela Merkel. 

 

 

 

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publicado às 21:30


Os que pensam só na barriga deles.

por aquimetem, em 02.09.17

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Chegou ao fim o mês de Agosto, em medição comparativa corresponde à  duração do mês de Março que nas tardes já se nota bem. Daqui a dias temos o Outono a batermos à  porta. Foi um Verão marcado por catástrofes de diversa ordem, com destaque para incêndios e incendiários que destruíram vidas e floresta. Depois as enxurradas para ajudar à catástrofe. Um Portugal onde só  desporto e o turismo vale alguma coisa, o resto é só miséria.

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Em política tem sido uma pouca vergonha com os partidos a maldizerem uns dos outros quando a final à mesa ... se juntam todos. Só  o Zé, este sim, alinha porque não tem outra solução.

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É tempo do povo, que dizem ser soberano, estar atento e nas próximas eleições provar que o está. Faço  votos que se não deixem influenciar pelas obras apressadas que só de 4 em 4 anos se fazem notar. Nem das promessas enganadoras feitas nessas ocasiões.

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Entretanto vou passar uns dia à  terra da Sª. Merkel para ver a diferenças entre a dela e a do Sr. Costa e companhia... Mas entretanto tenho que prestar homenagem ao que foi um dos PM mais nobres de Portugal, ainda que muitos portugueses entendam que não. Os que pensam só na barriga deles.

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publicado às 17:56


Rico fim e inicio de nova semana.  

por aquimetem, em 31.08.17

 

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Tive um fim de semana em beleza, com familiares em casa, convívio no Sábado com um grupo de amigos nascidos em 1938, e no Domingo uma deslocação à  Redinha (Pombal) com o Carlos Afonso que foi buscar irmão Raul e juntos almoçamos na Isabel, dos 13.

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A minha gente transmontana deixou-me logo pela manhã, e por pouco nem me despedia deles. Ficaram na cama, quando saí para ir à  missa dominical das 09h00. Só voltei por volta das 10h00, ao regressar , andavam eles à  mais de meia hora aflitos para se despedirem de mim, sem missa. Mal cheguei, um beijinho e ai vão eles direitos a Vila Real, sei que por volta das 13h00 já tinham chegado ao seu destino, segundo informação da minha sobrinha Isabel Cristina, professora a leccionar na região de Paredes.

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No decorrer do almoço apareceu a Helena, mais a tia Saudade para tomarem o seu café da ordem. Já almoçadas, mas fez jeito pois faltava quem me apanhasse...à mesa.

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E pronto, o dia passou-se sem no entretanto esquecer uma visita surpresa ao Lar onde soube ia encontrar um sacerdote meu amigo ali hospedado. Agradeço o favor ao meu sobrinho David por me ter conduzido até lá.

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O Raul é figura muito estimada na sua terra e agora mais que nunca, os amigos quando sentem a sua presença na terra aproximam-se para falar com ele e saber do seu estado de saúde, até a Isabel, dona do Ka-Te-Kero se deixou fotografar a seu lado

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Lisboa esperava por mim, e hoje pela manhã aí venho eu da Bajouca para Lisboa, com muita chuva no trajecto ( A8), que nas proximidades do Bombarral caia a potes. Antes de sair fui à  igreja fazer uma visita, parando na sede de freguesia para cumprimentar a Catarina, uma funcionaria de cinco estrelas. Cheguei e agora estou à  espera que o meu neto "Alvarito" apareça para com os avós maternos passar a tarde; antecipadamente os meus vizinhos, Sr. António e a D.Ilda ofereceram o cafezinho que faltava no fim  almoço. Rico fim e inicio de nova semana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 15:54


Nuno Nozelos

por aquimetem, em 27.07.17

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Foi com tristeza que soube da morte do poeta e prosador Nuno Nozelos, um escritor transmontano e alto - duriense por quem tinha muita estima e admiração. Natural de Fradizela (Mirandela), onde nasceu a 15 de Novembro de 1931; faleceu agora, a 18 de Julho, em Torre de D. Chama, com 85 anos. De seu nome completo Nuno Álvares Pereira da Conceição Nozelos, este brilhante escritor foi além disso conceituado conferencista e destacado colaborador em diversos jornais e revistas, como Noticias de Trás-os-Montes e Sílex – Revista de Letras e Artes. Mirandela tinha por este seu filho, e vai manter e eternizar, uma profunda admiração a modos que em 2016 a Câmara Municipal instituiu o “Prémio Literário do Conto Nuno Nozelos”, ao mesmo tempo que Torre de D. Chama deu o nome do escritor a uma rua da vila. São atitudes de louvar, e que só dignificam quem as toma. “Gente da minha terra” foi uma das suas obras que li primeiro, a última foi Contos Nordestinos do Natal. Mas além de notável contista, o autor de "Iniciação" também na poesia se destacou. Com boa formação salesiana, Nuno Nozelos formou-se em Filosofia e posteriormente frequentou o Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Era funcionário no Ministério da Saúde, ligado à área jurídico-administrativa. Regionalista empenhado, com ele privei muitas vezes na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Lisboa, onde sempre que podia se deslocava. Após a sua aposentação os ares da terra natal levam-no ser ainda mais transmontano e poeta que até da prosa fazia poesia. A ultima vez que me encontrei com ele foi no dia 29 de Maio de 2015, na Livraria Ferin, Rua Nova do Almada, na apresentação do livro Memórias e Divagações, do nosso comum amigo e comprovinciano João de Deus Rodrigues. Ficou mais pobre Mirandela, a nossa região, e dum modo geral a literatura portuguesa. A modos de Jorge Lage, digo também : “ Até sempre Nuno amigo, vais continuar com todos os que admirávamos o teu talento e a tua humanidade e simplicidade”. Que Deus te guarde.

 

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publicado às 20:42


Há dias do tudo ou nada

por aquimetem, em 17.07.17

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Há dias do tudo ou nada. Quando no sábado regressei a casa vindo da igreja de N.S. do Amparo, a minha mulher comentou que tinha acabado de recusar  um convite para almoçarmos no domingo, dia 16.

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Motivo? Já se tinha comprometido com outro feito pelos nossos vizinhos que da terra tinham chegado, e como sempre com sabores culinários de terras beirãs. Como no aproveitar está o ganho, nada se perdeu. 

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E no fim do lauto almoço, ficou ainda espaço para dar uma saltada à festa do Hugo que no dia 13 fez 33, e só tinha pagado um cafezinho no Caravela. Foi um domingo bem passado em sociedade e amizade.

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  É isto que dá alegria e fomenta a fraternidade, sem a qual é vã a nossa fé.

 

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publicado às 19:10


A culpa foi do pintor

por aquimetem, em 15.07.17

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 Como já disse, no dia 14 fui à Biblioteca Nacional de Lisboa a fim de visitar uma exposição artística e documental acerca dos 50 Anos de atividade do pintor António Carmo que ali está patente desde 17 de Maio e se vai prolongar até 1 de Setembro. Tive a sorte de ali me encontrar com o artista e por casualidade com uma conterrânea minha, a Maria da Graça, que sei admiradora do pintor e das cores e tons azuis que inspiram poesia nos poetas. 

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Deste pintor escreveu Baptista-Bastos: “A arte de António Carmo é uma pesquisa permanente e quase inovadora. Diria, não como definição, mas como processo de trabalho de pesquisa, ser uma arte que resume e sustenta uma particular visão do mundo, nascida de uma especial e pessoal experiencia. E é uma relação muito especial com a cultura porque estabelece uma distinção entre o modo de ver e o processo de realizar. O mundo de Carmo é um mundo de valores comprometido com a experiencia de vida e a maneira de a modificar”.

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Foi uma tarde cultural que passei parte com duas figuras ricas de saber e que me enriqueceram a ouvir falar daquilo de que têm conhecimento e arte no transmitir aos ouvintes. No decorrer da visita acompanhada pelo mestre António Carmo, aproveitei para tirar algumas fotos, onde aparece a minha distinta conterrânea ao lado do artista. 

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Só assim fui capaz de lhe tirar uma foto e obriga-la a mostrar a cara de grande senhora que é e a quem muito devem os poetas e prosadores transmontanos e não apenas. 

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Creio que não vai tomar a mal, e se dela receber alguma mensagem a condenar-me garanto-lhe que já tenho a resposta para dar: a culpa foi do pintor

 Em vídeo vê-se melhor como foi feita a visita

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Sondagens

por aquimetem, em 14.07.17

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 Gosto de alertar, mas longe de tomar partido, embora muitos pensem que sim. É certo que tenho a minha opinião e não me deixo levar na onda, até porque não sei nadar. Velho combatente, em defesa do que seja verdade e na imprensa escrita sempre defendi. Já lá vão mais de 50 anos a batalhar e a fazer noticia daquilo que me dá gosto fazer. Dos políticos tenho a pior das impressões pois nunca conheci nenhum que honestamente servisse a causa que dizem ser o interesse comum, mas antes arranjarem o seu tachinho e para familiares e amigos. Em Portugal, o único político a quem ninguém aponta essa nódoa, só a Salazar, que entretanto tinha outros defeitos que por não democráticos se não podem louvar. Mas corrupto é que não foi, nem consentia que alguém fosse. O povo nestas questões é um tanto ou quanto indiferente às ocorrências e o que lhe agrada é ver quem mais habilidade tem para o ludibriar, com promessas falsas e palavras bem gizadas. Vem isto na sequencia de noticias que circulam na imprensa escrita e virtual, onde se faz saber que no barómetro de Julho da Eurosondagem, “além dos socialistas, só a CDU” subiu de popularidade” . Curioso! Que a CDU em relação à “Geringonça” subisse umas décimas, não me admirava nada pois é aquele partido coerente consigo próprio , e não engana ninguém. Agora aquela dos socialistas perante o que aconteceu recentemente em Pedrogão Grande e em Tancos, aumentar em relação ao PSD e ao CDS, mostra bem que anda tudo a dormir na forma. Daí as armas desaparecer. O que seria se estas ocorrências tivessem acontecido com Passos Coelho na governação, e este se desse ao luxo de ir gozar férias e por lá se mantivesse alheio ao acontecimento? Aí Catarina, aí Jerónimo, a cair-lhes em cima. E com muita razão.

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publicado às 23:08


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