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Festa da Luz de 2017

por aquimetem, em 25.09.17

 

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À volta das festividades em honra de Nossa Senhora da Luz que anualmente decorrem em Setembro, surge a feira com o mesmo titulo, e remonta aos séculos XVI e XVII. Como era tradição, as feiras ligadas a festas religiosas começavam com a venda de comes e bebes, artigos religiosos, até que foram aparecendo os louceiros, vendedores de fruta e por fim os compradores de gado. No caso da Luz chegou a ter feira de gado quinzenal, no 2º domingo de cada mês

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Não da feira, mas da Senhora da Luz, devoção muito portuguesa que surgiu numa altura em que Portugal andava empenhado nas viagens marítimas e na conquista da África. A origem desta devoção deve-se a Pero Martins, natural de Carnide (Lisboa), que feito prisioneiro em África pediu a intercessão da Virgem Maria que lhe apareceu em sonho. A qual lhe recomendou  para lhe fazer uma ermidazinha que  ele fez no sítio onde testemunhou um fenómeno de luzes,  junto à fonte do Machado.

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Nasce assim a devoção a Nossa Senhora da Luz e surge a feira do mesmo titulo. Ainda hoje tanto a feira anual como a devoão mariana atrai ali inumeros forasteiros e feirantes durante todo o mês de Setembro. Começa no primeiro domingo, e termina no último com a Procissão de Nossa Senhora da Luz.

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Nesta procissão incorporam-se devotos que vêm de longe cumprir promessas e pedir favores à Mãe de Jesus, e nossa Mãe. 

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Sou há muitos anos participante no cortejo, só este ano é que me fiquei pela apalaçada casa do Conde de Carnide. As pernas não deixaram.

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As fotos desta procissão que da igreja da Luz saiu pela Rua da Fonte, Rua Maria Brown, Largo do Jogo da Bola, Estrada da Correia, Rua Neves Costa, Travessa  do Pregoeiro, Azinhaga das Carmelitas, Largo da Luz (Volta a  Feira da Luz) e Igreja da Luz, compensam a minha caminhada. Os Bombeiros Voluntários de Caneças e a Banda de Musica dos  Bombeiros Voluntários da Povoa de Santa Iria, deram o brilho e animação a esta Festa da luz de 2017.

 

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publicado às 22:10


Há dias do tudo ou nada

por aquimetem, em 17.07.17

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Há dias do tudo ou nada. Quando no sábado regressei a casa vindo da igreja de N.S. do Amparo, a minha mulher comentou que tinha acabado de recusar  um convite para almoçarmos no domingo, dia 16.

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Motivo? Já se tinha comprometido com outro feito pelos nossos vizinhos que da terra tinham chegado, e como sempre com sabores culinários de terras beirãs. Como no aproveitar está o ganho, nada se perdeu. 

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E no fim do lauto almoço, ficou ainda espaço para dar uma saltada à festa do Hugo que no dia 13 fez 33, e só tinha pagado um cafezinho no Caravela. Foi um domingo bem passado em sociedade e amizade.

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  É isto que dá alegria e fomenta a fraternidade, sem a qual é vã a nossa fé.

 

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publicado às 19:10


Parabéns ao Hugo

por aquimetem, em 13.07.17

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 Hoje fez anos o Hugo, e com os país e a avó Gravelina foi pagar um cafezinho no Caravela. 

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Todo feliz da vida que já dura há 33 anos, e se vão prolongar tempo fora, o Hugo deu prova da sua generosidade, e a quem estava no café-restaurante, ofertou uma bebida. Até ao marido da que foi sua ama, e que por casualidade apareceu no café, pagou uma mine.

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 Aqui a avó materna, toda orgulhosa do neto, observa. Por muitos anos e sempre bem disposto como é habito do Hugo. Parabéns

 

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publicado às 21:02


Por muitos anos !

por aquimetem, em 13.03.17

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No sábado, dia 11, o meu conterrâneo J.F. Borges Lopes fez 7+1. Lá fui dar-lhe os parabéns em sinal de fraternal amizade e em família festejar o registo de uma data que também há já uns anecos passei por cima desse número.

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Amigo sempre disponível para ajudar quem ao seu lado careça dos seus préstimos, também no amor à terra compete com os mais destacados bairristas. Devo-lhe a colaboração na oficialização do GFRV (Grupo Folclórico e Recreativo de Vilarinho), bem como no lançamento do seu Boletim Informativo, que durante cerca de dez anos foi editado, mensalmente.

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E tantas outras provas mais de amizade à terra e às pessoas. Esta é a prenda que entendi oferecer a um meu conterrâneo, que por natureza não gosta de se ver publicitado, mas desta vez não escapou. Por muitos anos

 

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Os passaros de arribação e não só

por aquimetem, em 02.03.17

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Ver na cidade aves que por timidez se desviam dos aglomerados populacionais é para mim motivo de curiosidade e admiração. É certo que resido num ponto da cidade, onde ainda há uns 20 anos atrás, as “carraceiras” e outras aves de arribação, em passagem, pousavam no espaço que deu lugar ao Centro Comercial Colombo, e à Quinta do Bom Nome, que deu origem a um excelente bairro residencial e demais reviravoltas urbanísticas.

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Aqui para além dos pardais e das pombas da cidade, também as gaivotas vêm do Tejo sobrevoar a zona , e dos Montes Claros algumas espécies da avifauna que na Quinta da Granja e do Conde de Carnide ainda encontram ambiente para repousar.O Gaio que é uma das aves com muita capacidade para reproduzir sons, e muito apreciado pela sua plumagem, de vez em quando faz a sua visita mais destemido. 

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Nos momentos de lazer ponho-me á janela para ver no largo em frente, o que tem a natureza para me ofertar. E não raro lá surge uma das agradáveis surpresas como foi o caso de um dia destes, numa das “tipuanas” do largo, um pombo bravo pousar e demoradamente se deter num dos seus galhos. Foi para mim motivo de admiração pois aves destas só me recordo de ver em quantidade quando, por atalho, vinha de Vale de Bouro, por Muxões, em direcção a Fermil de Basto.

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Mas como o gaio e o pombo bravo, outras aves me fazem “regressar” á minha madre-aldeia, pois aqui se vêm regalar e regalar-me sempre que lhes apetece fazê-lo. Entre outros  também o melro destemido faz parte dos visitantes que me alegram com a sua cor negra de jardineiros que são das hortas e quintais das zonas verdes das principais localidades.

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O que estava mal feito....

por aquimetem, em 08.02.17

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 Com o titulo “água para refrescar.” Publiquei no blog Portugal, minha terra, de 28.08.16. um post que iniciei assim: “Este domingo, a meio da tarde, tive uma surpresa à entrada da porta, melhor dito, à saída, pois foi quando me preparava para ir à rua que dei com um daqueles repuxos provocados por um arrebentamento da conduta de água da EPAL que serve os prédios da zona, e me fez suspender o que tinha programado fazer”. De pronto transmiti por e-mail ao Sr. Presidente da Junta de Freguesia, Fábio Sousa a dar conhecimento do sucedido, o qual não demorou em acusar a recepção e a responder assim:

“Caríssimo morador Costa Pereira,
Espero que este e-mail o encontre bem!
Muito obrigado pelo seu e-mail.
Já enviámos esta questão para a EPAL.
Solicitamos que envie também um e-mail à EPAL com o nosso conhecimento.
Continuação de excelente semana e muito obrigado, uma vez mais, por nos ajudar a construir mais e melhor Carnide!
Com os melhores cumprimentos,
Fábio Sousa”.

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- Fiz como me foi solicitado, mas da EPAL nem resposta deu. Dias depois apareceu uma equipa de trabalhadores encarregada de reparar os estragos provocados pelo rebentamento da conduta, mas deixou o trabalho pessimamente  feito.

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Só agora, 07/02/17, a Junta de Freguesia veio corrigir os estragos do rebentamento no passeio.  E com muito menos gente.

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Tal como apontar o que não agrada, também louvar o que de bem se faz merece ser apontado, daí o nosso bem haja à Junta de Freguesia de Carnide e aos dois tarefeiros seus, e respetivo encarregado, que hoje vieram melhorar o que estava mal feito.

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publicado às 10:15


Só Deus sabe o dia de amanhã....

por aquimetem, em 22.11.16

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A Casa Santa Maria nasce com o objectivo de oferecer um conjunto de serviços integrados – Residência para Idosos, Cuidados Continuados Integrados, Reabilitação, Centro de Dia, Ambulatório – aos profissionais dos Hospitais de Santa Maria e Pulido Valente, da Faculdade de Medicina de Lisboa e da Escola Superior de Enfermagem de Calouste Gulbenkian, bem como, aos respectivos cônjuges e familiares. A Casa Santa Maria, foi construída pela Associação de Apoio a Profissionais do Hospital de Santa Maria, num terreno com a área total de 18.000,00m2, cedido em direito de superfície pelo Município de Loures, e localiza-se em Camarate.

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Mais exactamente dito: na Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, onde fui ontem, dia 19, fazer pela primeira vez uma visita in loco. Lugar airoso e ambiente acolhedor. Gostei de ver e apreciar donde a ponte Vasco da Gama e o aeroporto da Portela se deixam distinguir: uma pela imagem, e outro pelo ruído rotineiro dos aviões...

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Ao Sr. António e à D. Ilda devo o favor de me conduzir até lá pois quem não conhecer o local custa descobri-lo com tantas rotundas e ruas novas no trajecto.

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"Com uma área de construção de 8.716, 96m2, a Casa Santa Maria é uma Associação de Apoio a Profissionais do Hospital de Santa Maria que tem em funcionamento: Uma Estrutura Residencial para Pessoas Idosas com 77 camas; uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Média Duração e Reabilitação com 40 camas; uma Unidade de Cuidados Integrados de Longa Duração e Manutenção com 36 camas; um Centro de Dia para 60 utentes; Centro Médico e de Enfermagem (Ambulatória); Fisioterapia e Ginástica de Manutenção (Ambulatória)". Tenho a minha casa, mas... só Deus sabe o dia de amanhã.

 

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publicado às 14:23


Até sobrou para domingo

por aquimetem, em 31.10.16

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Só empurrado e muito bem acompanhado é que saio para assistir a uma peça de teatro, não porque tenha deixado de ser um grande apreciador, mas porque a vontade de sair nem sempre ajuda. Todavia, quando calha haver alguém que desperte e acorde o desejo adormecido aí estou eu disponível e afoito para dar o meu sim, e acompanhar. Assim foi neste fim de semana, como se vai ver.

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Depois de pousarem a trouxa e de jantados vais de apanharem o Metro, em Carnide, onde tirar bilhete foi um castigo com a máquina a papar moedas 

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Mas após o aborrecimento, também meu, tudo passou e posso dizer: Da capital do barro leiriense veio uma forte embaixada até à capital do Imperio que Deus haja, com destino ao Teatro Politeama, situado na Rua das Portas de Santo Antão, um teatro que se deve a um homem apaixonado pelas artes, o empresário Luís António Pereira, que nuns terrenos que adquiriu em plena baixa alfacinha lançou a 12 de Maio de 1912 a primeira pedra para sua construção e a 06 de Dezembro de 1913 foi inaugurado com a opereta Valsa de Amor.

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Hoje dirigido pelo conceituado empresário e encenador português Filipe La Féria, a revista, os musicais e o teatro ligeiro têm nesta casa um ponto de referência e por isso de atracção que honra e valoriza a arte de representar e de quem dá trabalho aos artistas, sempre com elencos notáveis na interpretação dos papeis.

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Desta vez, em cena, temos a peça As Árvores Morrem de Pé, de Alejandro Casanova e os interpretes são: Eunice Muñoz, Ruy de Carvalho, Manuela Maria, Carlos Paulo, Maria João Abreu, João D´Avila, Hugo Rendas, Ricardo Castro, Paula Fonseca, Rosa Areia, João Duarte Costa, Patrícia Resende, e os jovens actores João Sá Coelho, Pedro Goulão e Francisco Magalhães.

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A peça começa por dar alarde a uma organização que pretende fazer o bem com poesia e criatividade.

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"Chega um dia ao escritório um velho com um pedido surpreendente: tinha um neto que se tornou num rufia, mas a avó não sabe. Ao longo de vários anos o marido chega, mas acaba por morrer no afundamento de um navio. O velho lembra-se então de pedir à organização que coloque na sua casa um casal, fingindo que se trata do neto e da mulher”. Encerra com a frase: "Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores". No fim aproveitei para felicitar o empresário e falar-lhe dos meus saudosos amigos, que foram seu primo, o locutor António José La Féria, e seu tio Dr. Avelino Marques.

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Já na rua à espera que as 19 pessoas do grupo se juntassem, foi o regresso ao ponto de partida, agora para um chazinho muito animado, mas ali já eram 22 amizades. Uma alegria para os anfitriões, e por certo também para os visitantes. Mas no fim da sessão ainda foi um passeio pela Baixa. Foi bom de ver,se duvidam,observem bem o rosto desta gente feliz e alegre.

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Até sobrou para domingo, hão de ver....

 

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publicado às 22:32


Até sobrou para domingo

por aquimetem, em 30.10.16

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Só empurrado e muito bem acompanhado é que saio para assistir a uma peça de teatro, não porque tenha deixado de ser um grande apreciador, mas porque a vontade de sair nem sempre ajuda. Todavia, quando calha haver alguém que desperte e acorde o desejo adormecido aí estou eu disponível e afoito para dar o meu sim, e acompanhar. Assim foi neste fim de semana, como se vai ver.

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Depois de pousarem a trouxa e de jantados vais de apanharem o Metro, em Carnide, onde tirar bilhete foi um castigo com a máquina a papar moedas 

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Mas após o aborrecimento, também meu, tudo passou e posso dizer: Da capital do barro leiriense veio uma forte embaixada até à capital do Imperio que Deus haja, com destino ao Teatro Politeama, situado na Rua das Portas de Santo Antão, um teatro que se deve a um homem apaixonado pelas artes, o empresário Luís António Pereira, que nuns terrenos que adquiriu em plena baixa alfacinha lançou a 12 de Maio de 1912 a primeira pedra para sua construção e a 06 de Dezembro de 1913 foi inaugurado com a opereta Valsa de Amor.

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Hoje dirigido pelo conceituado empresário e encenador português Filipe La Féria, a revista, os musicais e o teatro ligeiro têm nesta casa um ponto de referência e por isso de atracção que honra e valoriza a arte de representar e de quem dá trabalho aos artistas, sempre com elencos notáveis na interpretação dos papeis.

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Desta vez, em cena, temos a peça As Árvores Morrem de Pé, de Alejandro Casanova e os interpretes são: Eunice Muñoz, Ruy de Carvalho, Manuela Maria, Carlos Paulo, Maria João Abreu, João D´Avila, Hugo Rendas, Ricardo Castro, Paula Fonseca, Rosa Areia, João Duarte Costa, Patrícia Resende, e os jovens actores João Sá Coelho, Pedro Goulão e Francisco Magalhães.

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A peça começa por dar alarde a uma organização que pretende fazer o bem com poesia e criatividade.

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"Chega um dia ao escritório um velho com um pedido surpreendente: tinha um neto que se tornou num rufia, mas a avó não sabe. Ao longo de vários anos o marido chega, mas acaba por morrer no afundamento de um navio. O velho lembra-se então de pedir à organização que coloque na sua casa um casal, fingindo que se trata do neto e da mulher”. Encerra com a frase: "Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores". No fim aproveitei para felicitar o empresário e falar-lhe dos meus saudosos amigos, que foram seu primo, o locutor António José La Féria, e seu tio Dr. Avelino Marques.

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Já na rua à espera que as 19 pessoas do grupo se juntassem, foi o regresso ao ponto de partida, agora para um chazinho muito animado, mas ali já eram 22 amizades. Uma alegria para os anfitriões, e por certo também para os visitantes. Mas no fim da sessão ainda foi um passeio pela Baixa. Foi bom de ver,se duvidam,observem bem o rosto desta gente feliz e alegre.

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Até sobrou para domingo, hão de ver....

 

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publicado às 20:13


Boa viagem!!!

por aquimetem, em 25.09.16

 

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Foi tempo de pouca dura, o mês passou-se quase sem dar por isso, de modo que lá se vai, parte, da família mais próxima, de regresso ao local de trabalho, em terras da América Central. É já amanhã.

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Mas é um prazer que os filhos dão aos pais quando nesta situação os mimam desta forma ou outra que satisfaça o sentimento paternal. Muito bem aproveitado com eventos marcados pelo aniversário do Alvarito, uma semanita na Praia do Pedrogão e as casas dos avós, paternos e maternos, a transbordar de alegria com as gracinhas do neto. Não tardem com a vossa visita, e entretanto, votos de muitas felicidades e de boa viagem!!!!

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publicado às 20:01


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