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Agora só em Maio de 2017

por aquimetem, em 16.10.16

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No passado dia 14 decorreu mais um jantar-convívio dos ex-alunos da antiga Escola Primária Masculina, nº 61, do Altinho (Belém-Lisboa). Como de costume o ponto de encontro foi no inicio da Calçada da Ajuda, entre o Museu dos Coches e a Chique, na Pça. Afonso de Albuquerque. Por volta das 18h00 ali se começam a juntar os participantes, e os que têm transporte próprio, disponiveis para transportar os que não têm.

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 Cerca das 19h00 quem não chegou que chegasse e vai de arrancar que o jantar está à espera, e os que lá vão ter directamente também querem conviver. A escolha mais uma vez recaiu no restaurante da Associação Humanitária dos BV do Dafundo, que fica em Linda-a-Velha. Por condutor tive, o Tomé, um amigo de longa data que foi meu companheiro de trabalho nas OGME, hoje transformadas no moderno Museu dos Coches. 

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 A hora era de ponta e nos grandes centros é difícil circular para cumprir horários. Mas chegamos muito a tempo, mais tarde chegaram os irmãos Violas, o Nabeiro e o Borges, que desta vez não levou o pai, com 96 anos e que faz ainda uma vida normal, como se tivesse 50 anos. Mas desta vez antes quis ficar a ver televisão, havia bola. 

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Faltaram alguns, como o amigo Jaime, os irmãos Pintos, que também foram meus companheiros nas OGME, e mais um ou outro que não tenho presente.

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Mas os da pesada não faltaram, Dr. Pegado, o Nabeiro, o Dr. João Inácio, o Roger Gonçalves, o Cosmelli, o  António Dinis, que se deslocou da Alemanha, como o Dr. Pegado do Funchal, e eu…, como convidado, de São Lourenço de Carnide. Como de costume o frete de me trazer a casa foi do Dr. João Inácio, desde Belém, porque até ali, foi o amigo Roger Gonçalves. Agora só no próximo dia 5 de Maio.  

 O vídeo deixa apreciar melhor

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Agora só em Maio de 2017

por aquimetem, em 15.10.16

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No passado dia 14 decorreu mais um jantar-convívio dos ex-alunos da antiga Escola Primária Masculina, nº 61, do Altinho (Belém-Lisboa). Como de costume o ponto de encontro foi no inicio da Calçada da Ajuda, entre o Museu dos Coches e a Chique, na Pça. Afonso de Albuquerque. Por volta das 18h00 ali se começam a juntar os participantes, e os que têm transporte próprio, disponiveis para transportar os que não têm.

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 Cerca das 19h00 quem não chegou que chegasse e vai de arrancar que o jantar está à espera, e os que lá vão ter directamente também querem conviver. A escolha mais uma vez recaiu no restaurante da Associação Humanitária dos BV do Dafundo, que fica em Linda-a-Velha. Por condutor tive, o Tomé, um amigo de longa data que foi meu companheiro de trabalho nas OGME, hoje transformadas no moderno Museu dos Coches. 

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 A hora era de ponta e nos grandes centros é difícil circular para cumprir horários. Mas chegamos muito a tempo, mais tarde chegaram os irmãos Violas, o Nabeiro e o Borges, que desta vez não levou o pai, com 96 anos e que faz ainda uma vida normal, como se tivesse 50 anos. Mas desta vez antes quis ficar a ver televisão, havia bola. 

DSCN0136.JPG

Faltaram alguns, como o amigo Jaime, os irmãos Pintos, que também foram meus companheiros nas OGME, e mais um ou outro que não tenho presente.

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Mas os da pesada não faltaram, Dr. Pegado, o Nabeiro, o Eng. João Inácio, o Roger Gonçalves, o Cosmelli, o  António Dinis, que se deslocou da Alemanha, como o Dr. Pegado do Funchal, e eu…, como convidado, de São Lourenço de Carnide. Como de costume o frete de me trazer a casa foi do Eng. João Inácio, desde Belém, porque até ali, foi o amigo Roger Gonçalves. Agora só no próximo dia 5 de Maio.  

 O vídeo deixa apreciar melhor

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publicado às 20:12

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Hoje fui até à zona ocidental de Lisboa na mira de visitar o palácio de Belém, que conheço muito bem, mas onde já não entro portas dentro desde a presidência de Costa Gomes. A noticia, desta manhã, de que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa abria, neste sábado, as portas do palácio a quem quisesse lá ir, e de que se disponibilizava para contactar com os visitantes, despertou-me o desejo de ir matar saudades da zona alfacinha que primeiro conheci ao escolher a capital para terra de opção. Não foi tempo perdido, mas entrar no palácio neste dia só quem fosse muito cedo e com tempo disponível e pernas em bom estado para se meter na longa fila e aguardar uma ou duas horas até chegar à entrada.

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Passei no autocarro disposto a parar frente aos Jerónimos, mas não sai porque a cauda da bicha quase chegava ali. Continuei e fui até Algés, terra que nestes últimos anos sofreu uma transformação tão marcante que já nem identificar sítios que conhecia bem sou capaz. Ia disposto a tomar um café porém onde o autocarro finda a carreira, não encontrei café .

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 Como havia tempo e a tarde estava convidativa decidi regressar a Belém para tomar o cafezinho lá. A bicha continuava longa, e tentar entrar no palácio era quase impossível àquela hora. Então nada melhor do que em troca da entrada no palácio, entrar no Pasteis de Cerveja, tomar um café acompanhado do pastel da ordem, e aproveitar para dar uma abraço ao seu proprietário, o amigo Fernando, que já não via há muito tempo, há anos. Situado na Rua de Belém, nº. 15 e 17, os Pasteis de Cerveja são únicos e inconfundíveis, não é o pastel de Belém, mas antes os pasteis  de cerveja. A fábrica abriu em 1943, e eu conheci muito bem o seu fundador, creio que chamado Aníbal, dos pasteis. Também tinha pastelaria na rua da Junqueira. E acompanhado do meu conterrâneo Zé Borges regressar a casa sem ver o palácio, mas com o nosso propósito cumprido e uns pastelinhos para adoçar a boca a quem ficou em casa e não nos quis acompanhar.

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publicado às 23:31


Em Outubro lá estaremos todos

por aquimetem, em 25.04.15

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          Mais uma vez integrado num grupo de ex-alunos da antiga Escola Primária Masculina, nº 61, fui recordar os tempos em que apareci na Rua da Junqueira (Belém-Lisboa) e conquistei a amizade dessa juventude de então que nessa escola aprendeu as primeiras letras e cultivou amizades que hoje os cabelos alvos ou cabeças calvas como a minha, mantém afectuosamente, a lembrar os afastados tempos do Matateu e de seu irmão Vicente. Como no anterior convívio ficou assente, apontou-se o próximo para o dia 24 de Abril, e assim aconteceu. Sem qualquer conexão política, não deixou no entanto de me trazer à memória imagens dos 25 ( de Abril e Novembro) de 1974, vividas e colhidas no espaço por onde passei ontem e que guardo religiosamente na memória. A sede das OGME, que agora foi destruída para acolher, em moderno imóvel, o Museu dos Coches, é uma das baixas do património construído que vejo desaparecida e me deixa saudades pois foi nessa casa que iniciei a minha carreira na função pública.

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          Até o Palácio de Belém que dantes só abria o “portão da rampa” quando havia cerimónias protocolares, entrou também na banalidade e lá se foi uma tradição das que Belém vai perdendo e eu ainda conheci.

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          Mas é do já tradicional jantar-convívio dos ex-alunos, da também ex-Escola Primária Masculina do Altinho que quero fazer referência pois não tendo sido condiscípulo de escola de nenhum deles tive o privilégio de conhecer estes “jovens” e conquistar a sua amizade à mais de meio século. E aqui temos em primeiro plano três dos alunos em destaque o Roger Gonçalves, de canadianas; o Dr. Pegado, com muita atenção a ouvir, e o Tomé de olhos postos na objectiva.

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           Dos diversos participantes que se foram juntando à porta do restaurante aqui temos o Nabeiro a olhar para o ar, a ver se chove; e de encarnado o Jaime, apreciando o porte do camarada.

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          Dos habituais nestes convívios, faltou o Engº. João Inácio, porque certamente lhe foi mesmo impossível vir. Quem não falhou, e de mais longe veio, foi do Algarve, o Carlos Violas; e como sempre do Funchal, o Dr. Pegado. Para evitar a rotina decidiram escolher novo local de convívio, deixou-se a marginal para subir a Linda-a-Velha e abancar no restaurante da Associação Humanitária dos BV do Dafundo. Gostei e as imagens que seguem mostram o que eu não consigo descrever:

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          Na hora da despedida, o Tomé apreciando o trabalho do Roger Gonçalves onde tem arquivados comentários e fotos dos convívios anteriores, e o Dr. Pegado no trono de recebedor e de pagador ao restaurante. Foi um convívio dos melhores e com direito a vídeo.

           O próximo jantar ficou marcado para 16 de Outubro, oxalá já o amigo Roger tenha largado as canadianas e apareça o Engº. João Inácio para poupar o frete como aconteceu agora de me conduzir a casa e ter de regressar de novo a Belém. Até porque o Engº. Inácio no regresso a sua  casa passa perto da minha residência e por isso perde menos tempo. Vamos a enrijar e em Outubro lá estaremos todos, os de ontem e os demais que não puderam vir.

 

 

 

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41 ano depois

por aquimetem, em 24.04.15

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          Hoje o Tiago está no Carmo a recolher e coordenar testemunhos do 25 de Abril de 1974, e convidou-me para ir lá contar o que vi e sei desse histórico acontecimento. Entendi declinar o convite porque certamente ia dizer ali coisas que alguns telespectadores não gostavam e por isso não vou. Dei-lhe algumas dicas do pouco que sobre o assunto escrevi e divulguei por diversos jornais, e ultimamente até online já abordei o assunto

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         Para dizer que  “Toda história está deturpada, há-de reparar que logo ao falar-se do dia 25 de Abril ninguém fala do Coronel Rameiras, o Comandante de Cavalaria 7, que saiu com os blindados para o Terreiro do Paço e acabou por não fazer uso da força. Regressando ao quartel.Se o tivesse feito era um banho de sangue, ainda voltou ao quartel e só depois foi detido por um alferes. Era um grande amigo de Costa Gomes e  por isso nunca lhe perdoou o não o ter informado. Só que o Costa Gomes à data devia sabia tanto como eu. Nada. Mas ninguém fala nesta passagem porque não assistiram a ela. Eu assisti por casualidade e fui o único além dos intervenientes na operação. Isto, porque nesse dia, e a essa hora, (umas 06h20) tinha me comprometido a ir a Santa Apolónia esperar um meu conterrâneo que vinha da terra, e ao chegar à porta de Cavalaria 7, Calçada da Ajuda, dei a baixo com aquele espectáculo dos blindados a sair para a rua e comandante a barafustar, deixou-me passar por ser conhecido, mas da Praça do Império não passei porque não houve transportes”.

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          Também por ocasião do falecimento do Marechal Spínola que foi o XVº Presidente da Republica Portuguesa, escrevi e relatei como vi e vivi o 25 de Novembro: “Nasceu em Estremoz  a 11 de Abril de 1910 e faleceu em Lisboa a 13 de Agosto de 1996. Autor de "Portugal e o Futuro", o Marechal Spínola é quem dá os primeiros sinais de que está para breve a queda do nosso domínio em território ultramarino. O que também lhe valeu por isso ser escolhido pelos "capitães de Abril" para seu "escudo" na hora das aflições... Mas por pouco tempo, dado que  Vasco Gonçalves tinha no então General  Costa Gomes mais confiança e fé...Na véspera em que Spínola tomou posse como presidente passei pelo Palácio de Belém e dei do ilustre militar as melhores referências a quem as pediu e com ele ia trabalhar. Era civil, não era o meu amigo General Manuel Monge. Do 25 de Novembro só recordo que o facto de hoje estar vivo é um autêntico milagre, que o diga quem ao meu lado, no 2º Escalão das OGME, na Calçada da Ajuda, assistiu à tomada do Quartel de Lanceiros 2, pelos briosos soldados do Coronel Jaime Neves, e que no ataque só por sorte me não atingiram mortalmente, que nada tinha a ver com a intervenção. Não foi por isso, mas  muito cá para nós, talvez por isso, eu tenha ficado satisfeito quando mais tarde fui condecorado com a medalha de D. Afonso Henriques, Patrono do Exercito. Se o 25 de Novembro se não tivesse dado, Portugal não seria o mesmo que é hoje, se melhor ou pior deixo ao critério dos leitores". O meu testemunho 41 ano depois

 

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Por aonde já andei

por aquimetem, em 19.11.14

C:\Users\utilizador_2\Pictures\Fotos para divulgar

(Porta de entrada e saída na igreja da Natividade (Belém)

          Ao aproximar-se o fim de mais um Ano Litúrgico, e o Advento que dá inicio a um novo circulo, fez me recordar o que não pode fazer, quem visita a Terra Santa: regressar sem visitar a igreja da Natividade, na cidade de Belém. Tive esse privilégio quando em 2012 fui em peregrinação a Israel, e ali me desloquei emocionado com a paisagem e a história daquela cidade palestina situada na parte central da Cisjordânia, nas proximidades de Jerusalém. A sua população é formada por cristãos e muçulmanos que pacificamente se têm comportado muito bem. A maioria já foi cristã, mas actualmente dizem que tem perdido influencia em relação aos muçulmanos. A culpa também pode ser por nós cristãos, nem sempre testemunhar que o somos.

C:\Users\utilizador_2\Pictures\Fotos para divulgar

(Na Basilica da Natividade uma estrela assinala o local do nascimento de Jesus)

          Depois da visita à igreja de Galicante ( Jerusalém) parti para a parte nova da cidade, onde, junto ao Santuário do Livro, apreciei a maquete gigante da cidade antiga; tal como era no tempo de Jesus. E dali segui em direcção a Belém, onde , na área do Campo dos Pastores, almocei, para na cidade de David  ir concluir a jornada, em demorada visita, na sagrada Basílica da Natividade. Cidade ocupada pela Jordânia, durante a guerra israelo-árabe em 1948, o mesmo de seguida sucedeu por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.

           Presentemente Belém está estrangulada pelo muro de segurança israelense. Entretanto embora Israel controle as entradas e saídas de Belém, a administração quotidiana está sob supervisão da Autoridade Nacional Palestina desde 1995. Há coisas que só se conseguem ver bem através da fé; quem não goza desse dom, vê tudo muito turbo. No caso da Gruta da Natividade, como na Gruta do Leite , anda muita ornamentação à volta do todo, o que contrasta com o verdadeiro relato dos evangelhos e portanto de como ali foi recebida a Sagrada Família e se deu o nascimento de Jesus. Mas não nos deve surpreender nada que hoje tudo ali seja brilhante e multicolorido pois Jesus nasceu para nos tirar das trevas e fazer brilhar os corações dos crentes. E ali não só os cristãos, mas outras Confissões rezam em comum ao mesmo Deus e à Virgem Maria.

 

 

 

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publicado às 13:39


Já fiquei convidado

por aquimetem, em 24.10.14

C:\Users\utilizador_2\Pictures\2014-10-25 daf\daf

O ponto de encontro é sempre na Chique de Belém, onde a Calçada da Ajuda começa. E dali para o Dafundo, onde no parque do Aquário Vasco da Gama, ficam os carros. Um passeio a pé pela marginal e entrar no restaurante que já tem a mesa posta. Um regalo. Mas vamos à descrição.....

C:\Users\utilizador_2\Pictures\2014-10-25 daf\daf

 Mais um daqueles jantares-convívio que os ex-alunos da antiga Escola Primária, nº61, do Altinho-Santa Maria de Belém, costumam fazer, teve lugar na passada sexta-feira, dia 24. Como em anteriores ocasiões, servido no mesmo restaurante da marginal do Dafundo, em animado recordar os tempos já alongados da “menina dos cinco olhos”.

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Dá prazer tomar parte num convívio destes em que alguns “jovens” alunos já na casa dos bons “entas” , vem dos mais diversos locais, onde residem, juntar-se neste convívio para lembrar e manter viva a amizade feita nos bancos da sua antiga escola primária.

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Se falta um que por força maior não pode aparecer, outro que por circunstancias idênticas faltou no anterior, lá está agora a preencher a falta, foi o caso do Salgueiro, do Carlos Violas, que veio do Algarve, e do António Dinis, da Alemanha, e como sempre, do Funchal vem a todas, o Dr. Manuel Pegado.E para me dar boleia até casa, vem de Azóia o Eng. João Inácio, já que de Belém até ao restaurante desta vez foi o Roger Gonçalves quem fez o frete.

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Jantar comido, convívio na rua, agora para marcar o outro, já está, no próximo dia 24 de Abril de 2015. E já fiquei convidado.

 

 

 

 

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