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Muitos parabéns.

por aquimetem, em 16.02.18

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No próximo domingo, dia 18, vai haver festa rija no Casal dos Afonsos e que pena tenho não poder ir à capital do barro leiriense para nela participar e dar um abraço de parabéns ao meu sobrinho Paulinho. Paulo, pois que já é um adolescente em fase adiantada!…. São 14 anos! Que no tempo da minha infância há mais de 6 anos que se trabalhava no campo ou nos montes a guardar o gado. Ainda bem que esse tempo passou à história.

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Não vou, mas estou a ver os teus pais todos babados a presentear-te com festa a teu gosto e companhias amigas como tem sido timbre nas anteriores celebrações.

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Dessas conservo ainda uma fotografia que creio ao tempo utilizei em post, mas com franqueza não sei se sim. Paulo, o facto de não ir, não impede que na primeira oportunidade pagues, ou mandes pagar por ti, um cafezinho ao tio Costa, ou então como estamos em tempo de Quaresma, guarda para a tua Renuncia quaresmal. Em troca vou pedir ao meu anjo da guarda que peça ao teu para nunca te deixar resvalar para os abismos que na nossa caminhada terrena são mais que muitos e por vezes sedutores. Colabora com ele que  serás feliz e mais felicidades dás aos pais e aos verdadeiros amigos. Muitos parabéns.

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publicado às 17:00


Desfile Carnavalesco

por aquimetem, em 13.02.18

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Desta vez faltei à chamada, mas pelos vistos perdi uma tarde de Domingo Gordo com desfile carnavalesco animado e com muita graça e engenho. 

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A concentração foi no adro da igreja e dali foi o cortejo para a cerca do Salão da ABAD (Pisão), onde perante numerosa assistência os diversos participantes que representaram os vários lugares e associações da capital do barro leiriense se deixaram apreciar por um júri que os classificou. Algumas das imagens que recolhi de quem assistiu e me informou gostou de ver e até de participar:

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Para o ano se por lá ou cá estiver – e Deus me deixar – também quero assistir ao desfile carnavalesco

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publicado às 20:47


Bastou por agora

por aquimetem, em 09.02.18

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Vamos então a saber: no sábado dia 03 por volta das 08h30 tinha à porta o tem-coronel Afonso e e Drª Gabriel que de Mafra vieram buscar os tios que tinham um compromisso no domingo dia 04 na capital do barro leiriense. Era um almoço em casa de parentes amigos.

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Pela A8 aí vamos nós em direção a terras do Lis, onde na Tornada notei o veículo se desviar para o lado direito e fugir das portagens. Como quem o guiava conhece tão bem como eu, ou melhor o trajeto a fazer, não tossi nem mungi, aguardei pelo desfeche desta decisão.  Tinha que ser, a ideia foi a de tomar um cafezinho na terra do afamado pão de ló de Alfeizerão. Já há muito que não paro no centro desta simpática povoação, onde conservo um amigo intimo ali residente, o agente de seguros Sr. Rodrigues que com muita pena não pude visitar. Não ia por minha conta e havia horários a respeitar.

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Depois das voltas que o nosso condutor deu e estavam na agenda dele, chegou a hora de almoço já por volta das 14h00. Com mesa marcada na Isabel dos 13, ali fomos ter também agora conduzidos pela Helena. Se não são uns são outros, em casa é que não se fica!

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A tarde foi de abate galináceo e estreia de forno em casa do Virgílio Alberto, aqui com a cunhada Gabriela na orientação dos trabalhos enquanto a Ângela se treina na varredura e David na contagem dos abates. Quero com isto dizer que em minha casa não se fez jantar.

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Um sábado, 3 de Fevereiro em cheio. Daqueles dias que dá prazer levantar da cama e no fim da jornada dar graças a Deus por tão bem o ter passado. Quem nos levou se encarregou de nos trazer de volta à Bajouca Centro, onde só no domingo, dia 4 acordamos para ir à Missa do Pai Nosso que nesse domingo se celebrou, às 09h00.

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Com o pároco Sr. Padre Davide por celebrante e animada pelo coro Som e Luz, que o grupo do 3º Ano da Catequese composto por bajouquenses ainda muito jovens se fez destacar nas leituras e serviços de igreja que muito prestigiam os seus catequistas e orientadores nesta celebração.

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No fim da missa fiquei sem esposa, a minha mulher juntou-se às sobrinhas e à prima Lígia Afonso  e aí vão elas até Fátima prontas para trazer o Sr. Padre Abel de visita à terra que paroquiou certa de 18 anos. Uma forte constipação impediu que o deixassem sair da Casa do Clero Leiria/Fátima onde está a residir, mas em sua representação veio a D. Rosa que aqui se vê em bate-papo com a minha cara-metade.

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O local de encontro era a Espinheira (Bajouca Centro ) agora com mais um fogo que tem por habitantes 4 moradores. Até ver… Ali se juntou em almoço um grupo de amigos do casal que foram recebidos com as devidas honras pelos anfitriões e seus jovens  herdeiros Benedita e Rodrigo. Da minha parte mereceu no mesmo dia um post que publiquei em Falar disto e daquilo

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Amigo não empata amigo, diz o ditado. De tal modo que o n/Ten-Coronel  tendo que vir a Lisboa, nos deixou, encarregandos ao cuidado da irmã Sãozita e do cunhado Virgílio de nos transportar. Tudo resolvido sem fazerem ondas que se notassem. Chegada a hora de arrancar aproximaram-se dizendo, ti Costa vamos de regresso que amanhã é dia de pica boi. Pegaram em nós e na D. Rosa em direção a Fátima, para a deixarar  ali, e podermos cumprimentar o Sr. Padre Abel. Depois pela A1 vieram-nos deixar em Lisboa. Em Mafra festejava-se um aniversário de sobrinha, para lá se dirigiram. Para os tios já estavam bem haviados, com fim e o inicio duma semana farta do bom e do melhor. Bastou por agora.

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publicado às 21:13


“Estes almoços devem-se repetir !”.

por aquimetem, em 04.02.18

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Desta vez foi o Paulo Ferreira e a Bela Sousa que me atraíram à Bajouca em ligeiro fim de semana. E cuja deslocação vi favorecida com transporte de ida e volta, por um amável casal de sobrinhos que de Mafra se disponibilizaram vir a Lisboa buscar e trazer os tios. Informo que não o fazem com o sentido na fortuna, que não a tenho e se tivesse também já tenho herdeiros. É o que se chama amizade e que hoje em dia tão raro se vê, e muitas vezes até no seio das respectivas famílias.

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O simpático casal que agora na Espinheira se alojou, tinha prometido convidar as pessoas mais íntimas com quem no ex - Café Sousa travou relações de amizade, para um almoço e visita à sua casa acabada de construir e habitar. E como o prometido é devido assim aconteceu connosco, neste domingo dia 4 de Fevereiro de 2018. 

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Entre os convidados constava o Sr. Padre Abel, que por motivo de doença não pode vir. Mas veio a D. Rosa. A  encarregada  de os transportar foi a condutora de serviço, a Saozita, e como acompanhantes  a Saudade Rata, a Helena e a Lígia Afonso. 

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É sempre agradável conviver com amigos, mas os deste género suplantam todas as expectativas, o padre Abel marcou e deixou marcado o seu nome no coração dos bajouquenses. Desta vez não pode, mas na próxima vai poder e lá estaremos.

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Mas como a D. Rosa mais convidados  apareceram na Espinheira (Bajouca Centro), entre eles  destaco  os pais da Bela aqui todos pimpões.

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O Fernando Ladeira e a esposa D. Rosa que da sua lavra graciosamente forneceu a "pinga" saborosa que deu o empurrão à saborosa vitela confeccionada à moda da Bajouca.

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 Também a Lígia, o Xico e seus herdeiros não faltaram, nem podiam faze-lo como parentes próximos que são.

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 O mesmo dizer da Helena Afonso

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Ou da mana Sãozita, aqui no meio da baralha, que foi quem no fim de almoço me veio trazer da Espinheira a Lisboa, isto é que são sobrinhas.

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Mas também este simpático casal meio português, meio francês merece realce pelo parentesco à Bela e muito mais ao Paulo Ferreira. Tem casa na Bajouca, mas o francês é francês e quem quiser entende-lo que estude. Faz muito bem.

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 A Madalena e o Arménio não são da família, mas são mais que familiares, são daqueles amigos que se amam de verdade pois estão sempre disponíveis para todas as ocasiões. São daquelas raridades hoje em dia. Em conclusão, foi um fim de semana gozado à felizardo e com felizardos meus amigos. Não é o caso, mas faz-me lembrar uma piada que Ramalho Ortigão numa das suas farras em casa de amigos seus disse brincando : “Estes almoços devem-se repetir !”.  

 Ora vejam que dá gosto ver.

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publicado às 20:37


Paz à sua alma.

por aquimetem, em 28.01.18

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Com 62 anos faleceu no sábado dia 27, o bajouquense Sr. Fernando Quitério Estrada, popularmente conhecido pela alcunha de “Coelho”.  Figura muito conceituada e estimada pelo seu bairrismo e disponibilidade para colaborar em todas as actividades que tivessem por fim a promoção da capital do barro leiriense. O Coelho era dos primeiros a dar a cara nos eventos festivos e desportivos do GAU, onde muitas vezes testemunhei a sua presença. Recordo deste amigo a muita estima e amizade que mantivemos depois de há muitos anos nos termos conhecido por intermédio do meu saudoso cunhado Raul dos Prazeres que sabendo-o internado no Hospital de Jesus, em Lisboa, pediu para o ir visitar. Assim fiz e nunca mais esquecemos esse facto. A parca veio agora retira-lo do mundo dos vivos, deixou saudades e por isso o recordo e a seus irmãos, sobrinhos e restante família apresento os meus sinceros pêsames. O seu funeral com as repetitivas cerimónias fúnebres realiza-se hoje, domingo, dia 28,às 16h00, da igreja paroquial para o cemitério da Bajouca. Paz à sua alma.

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publicado às 14:40


Paz à sua alma.

por aquimetem, em 28.01.18

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Com 62 anos faleceu no sábado dia 27, o bajouquense Sr. Fernando Quitério Estrada, popularmente conhecido pela alcunha de “Coelho”.  Figura muito conceituada e estimada pelo seu bairrismo e disponibilidade para colaborar em todas atividades que tivessem por fim a promoção da capital do barro leiriense. O Coelho era dos primeiros a dar a cara nos eventos festivos e desportivos do GAU, onde muitas vezes testemunhei a sua presença. Recordo deste amigo a muita estima e amizade que mantivemos despois de há muitos anos nos termos conhecido por intermédio do meu saudoso cunhado Raul dos Prazeres que sabendo-o internado no Hospital de Jesus, em Lisboa, me pediu para o ir visitar. Assim fiz e nunca mais esquecemos esse facto. A parca veio agora retira-lo do mundo dos vivos, deixou saudades, e por isso o recordo aqui e aos seus irmãos, sobrinhos e restante família apresento os meus sinceros pêsames. O seu funeral com as respetivas cerimónias fúnebres realiza-se hoje, domingo, dia 28,às 16h00, da igreja paroquial para o cemitério da Bajouca. Paz à sua alma.

 

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publicado às 13:46


Vejam o que mostra o vídeo.

por aquimetem, em 22.01.18

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Enquanto dura a nossa passagem por este mundo carecemos de alimentação para viver e se falta apressamos a nossa partida. Melhor ou pior é uma exigência biológica extensiva a todos os seres vivos, passando pelos vegetais. Foi nesse quadrante que depois de ter ido à Bajouca para assistir às exéquias fúnebres do meu sobrinho Raul Afonso, decidi aproveitar a deslocação feita para no dia seguinte, domingo 21, participar no V Festival das Feijoadas que decorreu no Salão da ABD-Pisão. Fi-lo também a pensar no Raul que se fosse vivo lá estaria connosco a conviver e dar alegria à nossa mesa.

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Coube aos escuteiros da Bajouca a organização deste festival que ocorre para celebrar os 17 anos de vida que o Agrupamento 1226 este ano completa, e que foi o primeiro em que assisti e garanto fiquei cliente. Já tinha participado ali num outro que a ABD organiza consagrado às sopas e tanto aquele como este são eventos que captam muita adesão quer de bajouquenses quer de forasteiros que de longe se deslocam para nestas ocasiões se deliciarem com a famosa culinária da capital do barro leiriense. 

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Rica em eventos desta natureza, também a parte recreativa e cultural são lema que a ABD usa e constantemente põe em destaque. O mais próximo vai ser no dia 27 do corrente com uma Noite de Fados. Tem inicio às 2Oh30 com jantar onde o "Bacalhau à Bajouca" é rei. Para os não sócios são "17,50 guitarras", mas vale a pena, pela ceia e pelo espiráculo.

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Mas vamos ao que da feijoada ficou na retina e as imagens recolhidas pela objectiva documentam. Nesta mesa ficou o casal Mestre onde também o Sr. Padre Davide almoçou. As diversas panelas, com sabores diferentes aqui surgem perfiladas com os escuteiros a servir. 

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Muitas caras minhas conhecidas até minhas amigas do facebook que ali vi e saudei.

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 Duas delas aqui apresento sempre prontas para pôr um "gosto" ou calar quando não têm bem para dizer.

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Também o nosso Ten-Coronel Afonso, mais a Gabriela se fizeram presentes

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Aqui o casal da Bajouca Centro, Xico, Lígia e a prol dão a cara. 

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 Também estes jovens escuteiros não ficam atrás. 

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Aqui a mesa dos "bons da festa" que a Helena Afonso elegeu. Como sempre a fotógrafa de serviço, no anonimato.

 Foi uma tarde agradável que vim terminar na  capital do Império Português. Vejam o que mostra o vídeo.

 

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A felicidade eterna

por aquimetem, em 21.01.18

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Raul Pedrosa Afonso ( N- 20/09/1960 - F- 19/01/2018)

Ao divulgar o festival da feijoada que no ultimo domingo decorreu no Pisão e ao responder a um comentário que me foi feito respondi: “Por acaso e com muita pena fico por Lisboa. Mas se lá estivesse não faltava, até pelo convívio. Um bom fim de semana”. Só que “Deus escreve direito por linhas tortas” e sem contar lá me vi na obrigação de neste fim de semana ir à capital do barro leiriense render a minha homenagem aos restos mortais do Raul Pedrosa Afonso que no dia 19 de Janeiro entregou a alma ao Criador. Vitima de doença que não perdoa, o Raul faleceu nos Cuidados Intensivos da Santa Casa da Misericórdia  da Marinha Grande, onde estava à cerca de 4 meses, depois de também ter passado pela Redinha - Pombal

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Figura muito estimada por toda a comunidade bajouquense, o Raul distinguia-se pela disponibilidade, simplicidade e honestidade com que punha o seu labor ao serviço daqueles que dele precisavam. Isso granjeou-lhe a simpatia e amizade de todos os seus conterrâneos, que até pelo seu característico buzinar oral era  sobejamente conhecido. O corpo foi levantado da capela mortuária para a igreja paroquial pelo diácono João Paiva, seu cunhado. 

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Após a missa de corpo presente a que presidiu o pároco, Sr. Padre Davide , e como concelebrante o Sr. Padre Melquiades, e o apoio do diácono João Paiva, o cortejo fúnebre constituído por uma multidão de familiares e amigos do Raul seguiu para o cemitério local. Antes porem o João Poeta, irmão do finado, declamou uns versos que dedicou ao mano: " A vida é uma passagem/ E com sentido e emoção/ Presto singela homenagem/ Ao meu fantástico irmão/ Foste um rapaz bem disposto/ E de agradável presença/ Mostraste sempre optimismo/ Mesmo durante a doença/ Tinhas um ar brincalhão/ Espontâneo e contagiante/ E para quem te conhecia/ Fica essa imagem brilhante/ Resta a saudade e a dor/ Neste instante derradeiro/ Até sempre Raulito / Descança em paz companheiro. Bajouca, 20/01/ 18". Ficou mais pobre o Casal dos Afonsos ao perder mais um dos 12 irmãos ali nascidos do também saudoso casal Beatriz Rata e José Afonso.  

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De realçar exemplos de dedicação e carinho para com o Raul que levaram ao encerramento do Café-Restaurante Ka-Te-Kero da Isabel dos 13 para tomar parte no funeral que ocorreu às 15h00 e como este também a Cabeleireira Paulita procedeu de igual modo. 

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É sempre gratificante ver um membro da nossa família ser honrado e reconhecido pela comunidade onde está integrado, o Raul gozou desse privilégio em vida e agora na hora da despedida, foram os familiares, mormente os irmãos, cunhados e sobrinhos  a testemunhar isso mesmo.  Um sobrinho que me deixa muitas saudades, mas feliz por ter convivido com ele. Que Deus te dê em abundância a felicidade eterna

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publicado às 22:14


Não faltem

por aquimetem, em 18.01.18

 

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Quem aprecie a boa feijoada à Bajouca que aproveite o proximo Domingo, dia 21, por “7,5 feijoadas”, com direito a pão, bebida, sobremesa e café. A organização é dos escuteiros do Agrupamento 1226 e o local é no Salão da ABAD – Pisão da Bajouca, às 13h00. Vão lá, almocem e  aproveitem para conviver e partilhar deste Festival das Feijoadas que já vai no quinto (V). Esta juventude e quem voluntária e generosamente lhe dedica atenção e fraternal carinho merece ser apoiada nas suas iniciativas. Não faltem

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O GAU no Jamor

por aquimetem, em 14.01.18

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Sabia que a secção de Atletismo do GAU vinha a Oeiras tomar parte na prova que no dia 13 a Federação Portuguesa de Atletismo levou a efeito em colaboração com a Câmara Municipal de Oeiras e com o Complexo Nacional desportivo do Jamor. Tratou-se das ultimas provas do campeonato nacional de estrada que na classe feminina foi ganho pela sportinguista Inês Monteiro, e na masculina pelo benfiquista Samuel Barata.

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Como associado que sou do Grupo Alegre e Unido da Bajouca (GAU) embora não tenha assistido à prova, nem tão pouco conheça qual foi a sua classificação só ver na net (facebook) caras conhecidas e afectas à capital do barro leiriense é já motivo de consolação para mim. E a certeza que estes bajouquenses com partida e regresso da zona do Jamor em prova pisaram terreno da Cruz Quebrada e Algés, bem meu conhecido desde os anos de 60.

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publicado às 20:59


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