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A.B.A.D e o Pisão

por aquimetem, em 15.11.17

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Estou a recordar a fundação da A.B.A.D e a sua primitiva sede na casa da saudosa ti Maria Rata, até que cresceu e deu origem à  importância que a ASSOCIAÇÃO BAJOUQUENSE PARA O DESENVOLVIMENTO tem hoje nesta zona da região leiriense. Já lá vão 25 anos, foi a 28 de Abril de 1992 que o pontapé de saída foi dado. Sem intervir ou fazer parte na fundação, tenho e sinto-me profundamente ligado a um feito que atempadamente dei a saber que faltava na Bajouca. Em artigo que então  publiquei em O Mensageiro de Leiria, com o titulo Pisão da Bajouca, mostrei os horizontes que o ensilvado espaço escondia à  espera de ser arroteado.

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Pouco demorou a ser. Hoje Parque Natural do Pisão, é uma área cultural e social que integra além da zona de lazer, com bar e parque de merendas, também o salão da FEIRIARTE, esta um certame  que ocorre anualmente no 3º fim de semana do mês de Julho. Local muito convidativo e visitado muitas são as iniciativas que contribuem nesse sentido, como noites de fado, festival das sopas e datas festejáveis do género da mais recente, o São Martinho. Confirmo:

"O Parque Natural do Pisão, é sem dúvida, um espaço de rara beleza da região, que proporciona a qualquer pessoa ou grupo, um agradável passeio por entre as muitas árvores e arbustos de varias espécies! E considerado por muitos o cartão-de-visita da Bajouca"

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publicado às 14:50


Rico Dia de S. Martinho.

por aquimetem, em 12.11.17

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Dizia eu em post anterior que "amanhã continua, mas...no Bernardino". 0u seja a castanhada continuava na ordem do dia e o sábado, dia 11, estava já assegurado com a minha presença no tradicional magusto da Bajouca Centro, donde venho agora mesmo. Farto e satisfeito com o amparo do caritativo bem-aventurado São Martinho.

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Este ano em que poucas coisas têm corrido certas em terras lusitanas, entre as excepções temos o dia de São Martinho de Toures que calhou ao sábado, dando oportunidade a que se saboreasse com tempo e vagar as castanhas e vinho que são e foram com febras e outras coisas mais os mimos desta tarde no barracão do ti Bernardino Afonso.

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0 dia festejou-se com muita alegria e animação, mas também o santo teve as honras devidas, com missa de festa ás 19h15 que o Sr. Padre Davide celebrou, e depois veio juntar-se aos comensais das castanhas e das febras que a equipa de trabalho começou a preparar a partir das 17h30.

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As bocas eram mais que muitas, e todas com muito bons dentes. Da organização aos colaboradores, além da anfitriã, a Lí­gia Afonso mais o Chico; do Zé João, Fernanda e  filhos; do Zé Soares e Fernanda Capitão, aos Serradas, António, sua esposa Idalina, Arménio, e ao Hilário Estrada, toda a minha gente deu ao dedo, como o Paulo Ferreira e a Bela, no montar mesas, fazer lume, assar e pôr a jeito de se comer; sem eles não havia magusto.

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Só quem toma parte em eventos destes na Bajouca é que pode avaliar o que de interessante se faz nesta Bajouca Centro - nos outros lugares da Bajouca certamente ainda é melhor, mas eu falo daquilo em que tomo parte - e que tanta animação dá ao sítio onde se concentram as sedes da paróquia e da freguesia. Como cliente que  procuro ser dos eventos mais notáveis que tem lugar aqui, este foi mais um dos que me obrigou a prolongar a estadia deste fim de semana, e não me sinto arrependido.

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Valeu a pena, pelo convívio e a amizade desta gente que à  volta do Dia de São Martinho, rezou, cantou e animadamente festejou à  maneira, o militar que foi monge, bispo e santo da Igreja Católica, e se tornou famoso pela sua generosidade e caridade para com os desprotegidos da sorte.

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 Agora que cada vez há menos adegas caseiras, os pipos são menos, e os provadores mais habituados a outros paladares que não o sumo da uva, mas a fidalga cerveja e o coca-cola. Mas aqui ainda há quem o cultive como o Fernando Ladeira, mas é para ele e os amigos. E desta vez nem esperou pelo dia para o fazer, pois teve de sair na madrugada de S. Martinho com destino a França. Mas ficou a Ramiro e esposa até mais tarde.

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Como quer que seja a festa fez-se e o adagio foi respeitado no dizer : "No dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho". Foi de "cartucho", mas com castanhas e febras, seja água-pé, seja tinto ou branco tudo serve para ajudar à  festa... Rico Dia de S. Martinho.

 Um dia para não esquecer, pela positiva

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publicado às 00:08


Mondinenses que a história local ignora

por aquimetem, em 11.11.17

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Tive à  dias a visita de um conterrâneo meu que não via há anos, pese de vez em quando nos comunicarmos telefonicamente. Falo do Mário do Ervedeiro, um mondinense da velha guarda que não sendo da classe dos bachareis, é do grupo dos que prezam as origens e os valores históricos e culturais da terra onde nasceram e se mantêm ligados de maneira carinhosa. Natural de São Cristóvão de Mondim de Basto, onde no lugar do Ervedeiro nasceu, a 5 de Dezembro de 1948, o Mário que tomou por alcunha o lugar de nascimento, tem costela materna na minha freguesia, pois a mãe Beatriz Gonçalves Miradouro, de saudosa memoria viu, pela primeira vez, a luz do dia no "Bordalém" ( Bairro de Além) em Vilar de Ferreiros. Conheci-a  muito bem,  assim como o marido, Joaquim António Machado, natural de Atei, quando caseiros do Abade Miranda, em Vilar .Mas é do Mário e do motivo que o moveu desta vez para me visitar que vou falar. Vinha munido de papéis e empurrado pelo desejo de ver realçado o nome de quem se destacou na defesa daqueles que ficaram nos seus postos de ocupação, ora mais perto, ora mais afastados do cenário de guerra onde se desenrolaram as operações militares da 1ª Grande Guerra Mundial, como foi o caso do soldado Alfredo Machado que combateu em França. Este combatente que foi "prisioneiro de guerra", era natural de Atei, onde nasceu a 27 de Dezembro de 1895 no lugar da Barroca. Era filho de Bento Machado e de Maria Amélia Portela de Figueiredo, residentes nesse local. Alistado a 16 de Agosto de 1915, embarcou para França em 23 de Setembro de 1917; após regressado ao país foi licenciado a 30 de Agosto de 1919, passando entretanto à reserva activa a 31 de Dezembro desse mesmo ano. Em França combateu e batalhou por forma a merecer ser distinguido com a "Medalha Militar de Cobres", 1917/1918. Terá sido também um dos combatentes da batalha de 9 de Abril em La Lys, onde o nosso transmontano "Milhões" se notabilizou. Certo é que se trata de um daqueles mondinenses que honraram a terra e a gente deste concelho e da região de Basto, sem fazer alarido, mas apenas guiado pelo dever de cidadania e nobreza de carácter típico do povo honrado e laborioso. Foi dado como morto, na guerra e por isso tinha na terra o alcunha do "morto vivo".

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Foi isso que fez o neto vir ter comigo para me falar do seu avô. E não só, do avô, também de um tio paterno que no Brasil se tornou figura estimada e reconhecida pelo seu espírito empreendedor e generoso. Cedo emigrou para o Brasil, tendo-se fixado em Tauá, um município brasileiro do estado de Ceará, na região nordeste do país. Começando por vendedor de pão, de Portugal levava umas luzes de carpintaria em que foi iniciado. Isto lhe foi muito útil pois além do jeito para o comercio de merceeiro, e de negociante em ferro-velho, o Sr. Alfredo Machado - tinha o nome do pai - foi um apaixonado por projectos de construção que sempre conciliou com as demais actividades. A sua coroa de glória surge em 1976 quando vê a construção da igreja de Nossa Senhora de Fátima, na estrada do Dendê, obra que planejou e foi director responsável. Faleceu a 31 de Outubro de 2015. Ao Mário Machado, neto de um Alfredo e sobrinho doutro, os meus parabéns por se lembrar de mondinenses que a história local ignora mas que por onde passaram marcaram e honraram destacadamente as suas origens. 

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publicado às 13:39


Não é costume

por aquimetem, em 10.11.17

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O ano não tem sido dos melhores para o que foi sustento que a batata veio substituir quando chegou à Europa. A seca que neste 2017 tantos problemas já causou aos portugueses, desde incêndios dramáticos, à  falta de água nas barragens e também nos lençóis subterrâneos, até os frutos do castanheiro atacou já que com sede a castanha não se desenvolveu e os ouriços ficaram por abrir. Mas nem por isso deixei de comer castanhas quentinhas e boas que em magusto caseiro fui na 5ª-feira comer ao Casal dos Afonsos a convite do David e da Helena. Fruto que veio de Viseu e a pinga não sei de onde, mas que era boa, era.

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Hoje, é outro dia, e amanhã continua, mas... no Bernardino. Vai ter reportagem especial. Em dia normal foi comer por minha conta e depois o tradicional café na Isabel. Desta vez até a São e Manuel "jardineiro" desceram aos 13.

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Também da Bajouca Centro a Bela desta vez foi com mais vagar. Não é costume

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publicado às 16:20


Ficaram só quatro

por aquimetem, em 09.11.17

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O cafezinho do fim de almoço na Bajouca faz parte da ementa diária, um vício que em Lisboa só aos domingos acontece no fim da Missa em São Lourenço de Carnide. Um grupo feminino em que a minha cara-metade se integra, por volta das 13h30 sai da Bajouca Centro a caminho do Largo dos 13 para abancar na Isabel ou nas Piscinas e ali além do cafezinho aproveitarem para desenferrujar a lingua. Por norma vou também, mas opto por ir de po-pó, pois assim mo pedem as pernas, e eu faço-lhes a vontade. No dia 7, 3ª-feira, havia funeral às 15h00, e como na Bajouca quem está disponível não falta nestes eventos ou outros que mexam com o sentimento comunitário, o grupo habitual decidiu não tomar café. Só que dos Pousos-Leiria  veio ao funeral um casal de sobrinhos, que decidiu convidar os tios a ir ao café das Piscinas, tomar a respectiva dose e eu fui. Com a Maria Emília, no Centro  Dia, que fica ao lado, foi passar por lá e convidá-la a fazer-nos companhia.

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Hoje já  tudo voltou ao normal e parte do grupo se reconstruiu, e até a Bela e mana Gina por ali passaram de fugida. Nem tempo deu para retratar....Ficaram só quatro

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publicado às 15:14


Sentidos pêsames

por aquimetem, em 07.11.17

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Faleceu, com 88 anos, a Srª Lurdes Pereira Jerónimo, viúva de António Gaspar ou "Marinha", e o seu funeral, após missa de corpo presente às 15h00, na igreja paroquial da Bajouca,teve lugar no cemitério da respectiva freguesia. Presidiu o pároco Sr. Padre Davide Gonçalves, e o Sr. Padre David Pedrosa, membro da familia concelebrou. Afecta a uma prestigiada família bajouquense, a saudosa extinta era mãe de Maria Adelina, Maria do Céu Jerónimo Gaspar, Maria da Conceição Pereira Gaspar da Silva, Victor, Jerónimo, António, Maria Otília e Natalina Pereira Gaspar. A todos os familiares desta saudosa bajouquense que foi residente na Rua do Vale-Bajouca, apresento os meus sentidos pêsames, em particular a sua cunhada Lucília Sousa, irmã Madalena e ao cunhado Sr. António Mestre. 

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publicado às 17:43


O rapaz tem bom gosto.

por aquimetem, em 06.11.17

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Quase que nem se deu pela falta física do ZÉ e da Beatriz "Rata" que foram anfitriões do Casal dos Afonsos, tal o ambiente fraternal e harmonioso que notei neste familiar almoço que me fez recuar a anos que já não voltam. Para fazer a romagem que no Dia de Fieis Defuntos, a comunidade bajouquense não fez ao cemitério, pelo facto do dia 2 de Novembro ter calhado à  quinta-feira,  foi a mesma transferida para o domingo seguinte, dia 5. Resultou daqui os dez herdeiros vivos desse saudoso casal de cunhados meus se juntarem ali e à boa maneira dos tempos idos montar a mesa grande da alpendrada para almoçarem. 

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De Belas, veio a Maria do João Paiva, mais a "Bia", sua filha, e a Irene com o filho Pedro; de Mafra, o Carlitos e a Gabriela sua esposa.

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E de Leiria, a Prazeres e o Zé Carreira, proprietários do café restaurante COURTESY MARGIN, donde  carregaram com o almoço que ofertaram a todos os convivas. Os restantes têm residência na terra, só o Raul que  indirectamente também esteve na origem deste repasto é que temporariamente vive na Marinha Grande.

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Dá gosto apreciar o relacionamento amistoso e leal desta família numerosa de irmãos sempre que, aqui ou ali, é precisa a inter-ajuda para acudir a qualquer urgência de cariz social ou outro. Nessas ocasiões aqui os temos prontos a esforçarem-se na sua concretização.Pese por vezes a disponibilidade e a generosidade sobrecarregue mais uns do que outros. É lógico. A doença do Raul e o cuidar da limpeza da casa e das refeições do poeta João nos fins de semana, são bem a prova dessa fraternal união dos nascidos no Casal dos Afonsos. Faltou dizer que nas deslocações do Raul à  Bajouca, a visita à  Isabel dos 13 é obrigatória por imposição dele. O rapaz tem bom gosto.

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publicado às 13:34


O Pinhal de Leiria

por aquimetem, em 04.11.17

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Hoje enquanto a minha esposa foi com três sobrinhas enfeitar as campas dos ente queridos ao cemitério, para amanhã, dia 5, estarem asseadas ao receber a romagem que se não fez no Dia dos Fieis Defuntos, fui eu com outro sobrinho percorrer parte do Pinhal de Leiria que o fogo destruiu no mês passado. Ainda não tinha tido oportunidade de ver in loco os efeitos dessa tragédia que se abateu sobre esta faixa que de Pataias se estendeu até para além da Mata do Urso.

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Fiquei desolado com o que vi. E a pensar na pequenez do ser humano face à  força da natureza. Mas também na incúria que por vezes em nós se revela no cuidar daquilo que podemos fazer e não fazemos para atenuar os efeitos negativos dessas forças poderosas. A protecção a 100% das matas e das pessoas, coisa que não tem constado, nem consta no programa de nenhum governo,  por forma a que jamais dramas como o de Pedrogão Grande e o de Oliveira do Hospital se não voltem a repetir. 

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Mais de uma centena de vidas perdidas nestes dois incêndios é demasiado trágico e vergonhoso para um país que deu novos mundos ao mundo: Portugal. E o Pinhal de Leiria deu madeira para muitas das caravelas dos nossos famosos descobridores.

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publicado às 22:37


Um bom feriado e santos dois dias.

por aquimetem, em 01.11.17

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Hoje, dia 1 de Novembro, celebra-se o dia de Todos-os-Santos, solenidade em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. É uma festa que todos os fieis da Igreja Católica, vivem com muita devoção e respeito, e outras igrejas cristãs, como a Igreja Católica do Oriente, a Anglicana e Ortodoxa, e mesmo a Luterana também celebram. Assenta esta comemoração na decisão do Papa Bonifácio IV ter consagrado o Panteão romano (um templo dedicado a todos os deuses da mitologia) à Virgem Maria e aos Mártires, no ano de 609 ou 610 (13 de Maio). A data foi mudada para Novembro quando o Papa Gregório III dedicou uma capela em Roma a todos os Santos e mandou que fossem homenageados a 1 de Novembro.

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Noutros tempos tanto o dia 1 como o dia 2 de Novembro eram muito sentidos e vividos, o dia 1 por ser consagrado a todos os santos, inclusive os não canonizados e até os muitos que vivos caminham para a santidade; e o dia 2 por aplicado   aos Fieis Defuntos. São duas datas muito próximas, mas muito distintas uma da outra.  No dia 1 dia santo de guarda, festejam-se todos os santos, e no dia 2  é a visita ao  cemitério. Em muitas  paróquias há visitas com procissão aos "campos santos" e celebradas  Eucaristias por todos os falecidos. Deste dia, dizia Santo Agostinho: "Uma flor pelos nossos mortos, murcha;/ uma lágrima pelos mortos, seca; /a oração pelos nossos mortos, Deus recebe-a em Suas mãos ". Um bom feriado e santos dois dias.

 

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publicado às 00:15


O povo é pacifico e de má memoria.

por aquimetem, em 28.10.17

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Assenta bem no meu sistema de transmitir noticias para quem me lê e cuja formula mantenho   acerca de sessenta anos e que George Orwell, citado por Ray Kerrison no New Yok Post, como em Tempo Caminhado, de 18 do corrente li, retrata:  "Jornalismo é publicar o que algum não quer ver publicado. Tudo o mais são relações publicas ".

O ter jornais que defendem, ou pelo menos não denunciam uma situações gritantes que como o caso "Marquês" ou mantém um governo que governa sem ganhar eleições não pode considerar-se estar a ser servido por jornalistas empenhados na profissão que desempenham. São mais jornalistas corruptos e comentadores comprados. Diria em defesa de um governo medíocre. Um governo que foi preciso um puxão de orelhas do PR para vir a publico pedir desculpa aos portugueses, em especial as famílias de mais de 100 vitimas mortais que perderam a vida este ano nos incêndios que por incuria dos políticos que temos perderam a vida. Mas só o fez nestes termos arrogantes :  "Se me querem ouvir pedir desculpas, eu peço desculpa". Mais fundo viu o jurista Nuno Botelho quando comentou: " É  aí­ que, acho, impende uma espada a António Costa que necessariamente o vai levar a actuar. - Este "levar a atuar " refere-se ao Presidente Marcelo Rebelo de Sousa.  E adianta: que  "se quebrou a relação de confiança entre o estado e os cidadãos. Se pensarmos bem os actos terroristas, este ano, na Europa fizeram menos mortos que Pedrogão e o último domingo juntos". Pois, mas nesta altura ainda não existe na oposição que mereca a inteira confiança do eleitorado. Há-de aparecer, e bem falta faz.

Uma das artimanhas de António Costa tem sido descarregar as responsabilidades da governação para cima dos titulares das pastas ministeriais e das instituiçóes, como que ele, a fazer de primeiro-ministro, não tenha culpas nos erros que acontecem e dão de Portugal a pior imagem. O facto é que à  volta dos fogos e das mortes que provocaram foram criados mais uns postos de trabalho para os amigos da confiança de António Costa. Demite-se a Constância, entra o Cabrita, e atrás dele mais uns tantos camaradas em ascensão. O povo é pacifico e de má memoria.

 

 

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publicado às 21:52


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