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Com o poder a seu lado

por aquimetem, em 31.01.17

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Pena é que a Justiça seja tão morosa para decidir sobre causas de grande porte e para os casos de calibre inferior por vezes nem tempo dê a que o acusado se defenda, quando é preciso dinheiro para recorrer ou pagar a advogados. A “Operação Marquês” é bem o espelho disso e mostra quanto pode fazer o dinheiro perante a inoperância da Justiça, obrigada a deixar correr a bola, até que entre na baliza ou saia para canto .....

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Depois de mortos aparecem os milhões e ninguém pode dizer que também lá tem parte sua e de todos nós. Ninguém acredita que o Juiz Carlos Alexandre ordenasse a prisão de um ex-primeiro ministro sem estar seguro de que ele tenha metido o pé na poça. E com ele uns tantos outros que de Armando Vara a Carlos Silva,sem esquecer Ricardo Salgado se aproveitaram da maré alta e que é asada para quem gosta de fazer surf na orla marítima....

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Quando o pontapé é certeiro a bola entra na baliza, e é golo. Também quando se pratica desporto náutico e o mar deixa ver o peixe, as boas pescarias são uma tentação... E dão para toda a família e amigos. Depois se alguém surge a pedir contas, nega-se e arranjam-se advogados para limpar a sujeira. Para alguma coisa servem as luvas e as prendas recebidas.Pobre de quem for honesto que tem de pagar para esta palhaçada de corruptos, com o poder por seu lado.

 

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publicado às 10:00

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A freguesia do Pinhal Novo pertence ao concelho de Palmela e goza desse estatuto desde 10 de Fevereiro de 1928. Com uma área de 55, 84 km2, e uma população a rondar os 30. 500 habitantes, a sua densidade populacional é de 447, 8 hab./km2. Pelo Decreto-Lei Nº 45/88, de 19 de Abril de 1988 elevada à categoria de vila, Pinhal Novo é um dos importantes aglomerados do distrito de Setúbal, e atrai numerosa quantidade de industrias e serviços que seguram, ali, e alimentam uma grande parte dessa população laboriosa e dinâmica.

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Como centro ferroviário que é advinha-se que não demore a merecer a categoria de cidade pois assim faz supor projetos como o futuro Aeroporto Internacional de Lisboa, a construir na zona do Campo de Tiro de Alcochete; e outos como o Transporte de Alta Velocidade (T.G.V.), com ligação a Lisboa (Chelas-Barreiro) e a Madrid.

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Não foi por acaso que o coleccionador Luís Cangueiro tomou a iniciativa de construir nessa área o seu museu, expondo 600 peças do séc. XIX à década de 30 do séc. XX, e no Museu da Música Mecânica disponíveis para serem admiradas.

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Durante o tempo que vai de 21 de Janeiro ao Dia do Pai, 19 de Março, além das peças museológicas dignas de apreciação, lá tem patente também uma exposição de pintura do consagrado pintor plástico António Carmo para admirar.

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 Amigos meus, vão lá ver, dentro do horário de 3ªfeira a domingo, das 14h30 ás 18h00. O Museu da Musica Mecânica é digno de visitar.

 

 

 

 

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publicado às 10:15


Do Advento ao Batismo do Senhor

por aquimetem, em 22.01.17

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 Com as comemorações da Epifania e do Baptismo do Senhor encerra o ciclo das festas natalícias que anualmente o Igreja celebra com inicio no Advento. Este ano a Epifania recaiu no dia 8 e o Baptismo do Senhor no dia 9, segunda-feira. Todavia foi no domingo, dia 8 que o Papa Francisco por ocasião do Angelus destacou uma dessas festividades em alocução que deste modo iniciou: “Hoje, festa do Baptismo de Jesus, o Evangelho (Mt 3, 13-17) apresenta-nos a cena ocorrida na margem do rio Jordão: no meio da multidão penitente que caminha rumo a João Baptista para receber o baptismo encontra-se também Jesus. Estava na fila. João gostaria de o impedir, dizendo: «Eu devo ser baptizado por ti!» (Mt 3, 14). Com efeito, João Baptista está consciente da grande distância que existe entre ele e Jesus. Mas Jesus veio exactamente para preencher a lacuna entre o homem e Deus: se Ele está inteiramente da parte de Deus, está também totalmente da parte do homem, reunindo o que estava dividido. É por isso que pede a João que o baptize, a fim de que se cumpra toda a justiça (cf. v. 15), ou seja, que se realize o desígnio do Pai que passa através do caminho da obediência e da solidariedade para com o homem frágil e pecador, da vereda da humildade e da plena proximidade de Deus aos seus filhos. Porque Deus está muito próximo de nós, muito!”. 

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 O Advento é um dos tempos do Ano Litúrgico em que os cristãos preparam a vinda do Senhor. É tempo de espera e dura quatro semanas.

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Termina a 25 de Dezembro, dia de Natal, que é centro das festividades das festas natalícias, e para os cristãos de louvor e adoração. Melhor dito, na véspera, com a inauguração do Presépio, no fim da "missa do galo".

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Festas que como foi dito se prolongam por cerca de doze dias, até ao domingo em que a Igreja festeja a Epifania e o Baptismo do Senhor.

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E neste descrever vem a-propósito abordar o que se diz do presépio que nesta quadra é o principal emblema. 

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Atribuído à imaginação de São Francisco, que representando ao vivo ninguém duvida tenha sido, no entanto antes dele já os cristãos festejavam o nascimento de Jesus.

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 Atesta-o a existência de um “oratório da Natividade, representando o presépio do Natal, na basílica de Santa Maria Maior, em Roma, desde o séc. V”. Além que para São Francisco o conhecimento do presépio não devia ser estranho, dado que em 1220, passou pela Palestina, onde por certo visitou a gruta da Natividade em Belém. Neste estábulo que acolheu Maria e José, desde o nascimento do Deus Menino nunca deixou de haver presépio.

 

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publicado às 13:51


Mundo louco este em que vivemos

por aquimetem, em 19.01.17

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 Mundo louco este em que vivemos e do inicio do Séc. XXI dá imagem. Longe já vai o 20 de Julho de 1969 em que Neil Armstrong e mais dois companheiros pela primeira vez alunaram e se pensou que a tecnologia avançada vinha trazer a felicidade aos habitantes do planeta azul, mas tudo como dantes. Mais facilidade de circulação, sim; mais comodidades para quem delas pode usar, também, mas também mais aumento de desemprego e de miséria social, a nível global. A corrupção apoderou-se das sociedades e em todas as classes e continentes tem praticantes. Também a falsidade e a lealdade que foi apanágio dos homens com H grande, rareia em nossos dias, e com isto a moral e os valores cívicos e sociais, andam pela hora da morte. Levar a sério esta introdução era estar vencido e não acreditar na capacidade do ser humano para dar a volta aos acontecimentos e corrigir o pior. É preciso explorar o lado bom que todo o ser humano tem, e não é possível fazê-lo sem haver contactos e dialogo franco e aberto entre as partes litigiosas ou discordantes

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 O que não se tem verificado até aqui, mas pelo contrário fomentar o desentendimento e a discórdia muitas vezes de forma drasticamente desumana, gerando revolta e miséria. Não foi com esse fim que os verdadeiros cientistas fizeram e fazem as suas descobertas. É tempo do homem se convencer que a vida neste munto são dois dias, e que de cá só leva o que de bom fez por si e pelo seu semelhante. Tempo é também da arrogância dos políticos acabar, dando lugar à serenidade e respeito pelo eleitorado e compromissos assumidos quando na governação. Evitar atitudes litigiosas ou promessas que sabem não podem satisfazer. O próximo presidente norte-americano toma posse já no dia 20, e ainda isso não aconteceu e já andamos todos preocupadíssimos com o que ele vai fazer e os perigos que Donald Trump trará para a democracia. Esperem para ver. De principio estou à vontade, porque a minha experiencia diz que promessas de político são só para inglês ver…  

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Numa primeira oportunidade a chanceler alemã, Angela Merkel irá encontrar-se com ele e a cimeira do G7 é em Maio, na Itália; e o G20, em Julho, na Alemanha. Muito tempo para acertar as agulhas e amigos como dantes…Quanto à afirmação de Donald Trump lançada em entrevista de que “ outros países irão deixar” a UE à semelhança do Reino Unido, eu não acho assim tão disparatada. Então a nossa “geringonça” governamental não está a funcionar com dois partidos que pedem isso mesmo? Haja quem denuncie, mas com coerência, e nada de oportunismo. Bem fez o Dr. Passos Coelho em não se deixar enrolar na TSU….Quem não o quis e lhe roubou a governação agora que se entenda com os parceiros escolhidos.

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publicado às 15:42


Dia Internacional do OBRIGADO

por aquimetem, em 15.01.17

 

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 Tudo quanto até hoje foi divulgado sobre Vilar de Ferreiros, está documentado e mencionado ainda que de forma sucinta em A Ermida do Monte Farinha, de Primo Casal Pelayo; e com mais pormenor descrevo em “Vilar de Ferreiros – na história, no espaço e na etnografia”, trabalho monográfico meu. Pela leitura sabemos que antes de ser a freguesia actual, foi sede de município (mesmo que rudimentar), terra regalenga e que gozou das mesmas regalias municipais dos seus vizinhos de Ermelo. Localizada a 5km. da margem esquerda do Tâmega, uma vez mais recordo este pedaço de terra transmontana de Basto, onde nasci, e do pico do Monte Farinha dei liberdade ao meu pensamento para voar . ...

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Em tempo de guerra ( a 2ª Mundial), foi começar por calcorrear toda a montanha, desde Vilar a Lamas-de-Olo, de Adoria a Macieira ou  nas margens ribeirinhas do rio sagrado “tameobrigus”, percorrer tudo quanto de caminhos e atalhos livres de Fermil a Ribas permitiam passar de canastro de trigo ao ombro. Assim foi até vencer e dobrar as cimalhas do Marão e da Lameira, e deixar para traz as terras de Santa Senhorinha e em liberdade poder viajar…. Mas antes foram as aldeias todas da minha freguesia a serem bem conhecidas: Campos, Cainha, Covas, Pedreira, Vila Chão, Vilar de Ferreiros e Vilarinho. Ali aprendi a conhecer a flora e a fauna da região, e já mais tarde a ser ferrenho defensor da sua história e do seu património natural e construído.

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O povoamento deste território iniciou-se muito cedo, remontando a épocas pré-romanas, como atestam os vestígios arqueológicos espalhados a esmo por toda a montanha e evidentes em fortificações castrejas localizadas, estrategicamente, nos montes Farinha, Palhaços e Palhacinhos”. Estes dois ultimos nomes  correspondem ao “Meão Grande” e “ Meão Pequeno”, títulos porque também os conheci e conheço. O orago desta acolhedora freguesia é S. Pedro, cuja festa se celebra, a 29 de Junho. E das figuras notáveis a quem deve vénia merece memória o Abade de Miragaia, o Padre Joaquim Maria Rodrigues de Morais, o Padre Manuel António de Morais Miranda, o Padre António Gomes Ribeiro, o Dr. Primo Casal Pelayo, D. António Valente da Fonseca, D. António Cardoso Cunha, D. Joaquim Gonçalves e o Padre Manuel Joaquim Correia Guedes. Lembrei-me fazer este arrazoado, no passado dia 11, por ser o Dia Internacional do OBRIGADO.

 

 

 

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BAJOUCA – Uma freguesia com história.

por aquimetem, em 11.01.17

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A prenda de Natal que recebi de minha esposa em 2016 foi uma publicação intitulada: BAJOUCA-Uma freguesia com história. O autor é, como eu, filho adoptivo da capital do barro leiriense – o baptismo tem direitos de autor .... – só com a diferença do Dr. José Mota Tavares ter conhecido a zona muito antes de mim, e por sangue materno ter o estatuto de bajouquense. Estatuto bem diferenciado do de José A da Costa Pereira, que o adquiriu por casamento com uma prendada bajouquense.

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 Publicação monográfica muito bem escrita e ilustrada que veio trazer à terra um arrolamento de coisas e loisas que faziam falta ao vulgar leitor e a futuros estudiosos interessados em pesquisar dados históricos da terra do Padre Jerónimo que a poeira do tempo tapou e não tem deixado enxergar. É nessa base que logo na pág 11, o autor não só alerta que é preciso tempo e saber, como incentiva os mais jovens a dar continuidade à obra, deste modo: “um maior aprofundamento e investigação me obrigariam a muitas horas e dias nas bibliotecas e organismos oficiais de Leiria, Alcobaça, Coimbra, Lisboa….E eu resido com a família em Lisboa e tenho … um “moio” mais uma vintena de setembros! Entrego a tarefa aos jovens! “. A escassez de vagar disponível para pesquisar, acrescido da distância de residência, como muito bem diz o Dr. Tavares, não facilitam quem neste área bibliográfica se queira meter. Além de nos obrigar a recorrer a terceiros, que podem ou não ser os mais inteirados no que contam.

Aqui, não será o caso, mas já no capitulo das “ Personalidades desaparecidas”, pág. 213, ficou por citar o “Senhor Dinis” que foi dos primeiros “enfermeiros” a trabalhar na Bajouca, e que também dali sacudido, acabou por se formar em Medicina, chegando a ter consultório em Pombal. Dele ouvi falar-se muito, logo que conheci a Bajouca, em 1972, e na taberna do ti Zé Rato da Capela, parava entretido com as histórias, muitas vezes inventadas, do ti Zé Ascenso da Gaspara, onde se juntavam o ti Zé Ladeira, o ti Rei, o ti Estrada, e sempre de pífaro na mão, o Toino Abel. O dito enfermeiro foi durante muitos anos muito amigo do ti Zé Rato. Outro dos que também deu muitas injecções, com autorização do médico, foi o Zé Portela, José Pereira da Silva, genro da ti Maria Rata, sempre disponível para servir a paróquia, e a sociedade civil como Cabo de Ordens que foi durante muitos anos. 

Ainda no referente a toponímia, ficou por mencionar na microtoponímia, entre outros sítios bem conhecidos das pessoas mais antigas: a Portela, a Espinheira, o Pereiro, e sobretudo o Cabeço da Bajouca de Baixo, que bem merecia ser citado, pois tem dado alcunha a muitos bajouquenses, como por exemplo à ti Emília do Cabeço, filha da também "endireitta" de ossos, ti Maria do Cabeço. No que consta de artesãs de capachos e esteirões, feitos de bracejo e junco, em trabalho que, com o titulo “Terras do Lis e de Santo Aleixo da Bajouca” engendrei e datilografei em 1974, e que mais tarde divulguei no Elo da Bajouca, destaquei então os nomes da : ti Custódia Valenta, ti Angelina Santa, ti Júlia Lavradora e ti Maria da Boiça, nomes que ao tempo me foram indicados pelo ti Valente, que trabalhava na casa da ti Rata.

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Ainda que fora do contexto das mencionadas artesãs, também o nome da ti Maria Nova, Maria do Carmo Pedrosa, aqui merecia figurar, pois foi moleira, e chegou a "picar" as pedras do moinho. A ela própria devo a informação. Mas adiante, o certo é que temos agora mais uma rampa por onde os futuros estudiosos se podem lançar à conquista de novas descobertas tanto de cariz sociológico e histórico, como arqueológico e etnográfico que tudo aponta existir em abundância. Evitar ao máximo que não seja nos Lagoeiros que uma boa parte da história conhecida da Bajouca acabe sepultada, e haja quem atempadamente faça dela arrolamento. Os Lagoeiros além do cemitério, envolve  uma área rural e urbana que das proximidades da Fonte Caixeira se distende até junto á casa da ti Idalina Soares.

Termino com os meus parabéns ao Dr. José Tavares que nesta sua monografia mostra não ser apenas um conhecedor profundo de relojoaria mecânica, que todos conhecemos, como também na arte de descrever a história, os costumes e as tradições dos bajouquenses se distinguiu. Que não seja o “moio” alfacinha, medida correspondente  a 60 alqueires, com mais a “vintena” da Bajouca em cima, a impedi-lo de continuar a sua tarefa de pesquiza e arrolamento.
Que entretanto o seu apelo seja bem acolhido por aqueles a quem mais é destinado. Até porque hoje com uma juventude universitária bastante razoável é possível que dos muitos e diversificados ramos do saber surjam bajouquenses peritos nos temas de que carece a Bajouca para se revelar tal como foi, é e deseja continuar a ser : Bairrista, Franca e Laboriosa.

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publicado às 17:10


Há 115 anos, fez agora

por aquimetem, em 09.01.17

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O falecimento de D. Javier Echevarria, obriga à convocação de um congresso que elegerá um novo prelado do Opus Dei. Logo no dia 22 de Dezembro, D. Fernando Ocáris, vigário auxiliar do Opus Dei, tornou publica a convocação do congresso que elegerá o novo prelado. Estando já determinado que “A partir do dia 21 de Janeiro reunir-se-á o plenário do Conselho para as mulheres da prelatura, que deve apresentar ao congresso as suas propostas de candidatos. As primeiras votações do congresso electivo serão no dia 23 de Janeiro. Nestas ocasiões é costume fazer-se palpites sobre quem será a personalidade eleita para carregar com o peso universal desta porção de povo de Deus ao serviço da Igreja e das almas.

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Sem se afastarem muito da hipótese de vir a ser Mons. Ocáris, uma vez que as anteriores sucessões se tem orientado por esse critério. E pode continuar assim, só que na entrevista que deu a 22 de Dezembro, o vigário auxiliar , recordou: “Nas eleições anteriores verificou-se, efectivamente, essa circunstância. Penso que terá sido devido às personalidades e biografias singulares dos dois primeiros sucessores, que foram formados directamente por S. Josemaría. Os eleitores votaram em consciência nessas pessoas. Não foi um processo automático. Pareceu-lhes que o melhor era eleger aqueles que tinham trabalhado mais perto do fundador”. E mais acrescenta: “Algumas circunstâncias mudaram desde então: o novo prelado já não será uma pessoa que tenha trabalhado de um modo tão directo com o fundador como tinha acontecido com o Beato Álvaro del Portillo e D. Javier Echevarría, ainda que talvez o tenha podido conhecer e lidar com ele”. Tudo no Opus Dei gira á volta de muita oração e presença de Deus, e no neste acto electivo parece evidente a actuação do Espírito Santo, já que a eleição decorrerá em tempo muito especial dentro da Igreja: Oitavário de orações pela unidade dos cristãos. Anualmente comemorado pelos cristãos desde o dia 18 ao dia 25 de Janeiro ( festa da conversão de São Paulo). Disso nos dá conta Mons. Ocáris ao fazer saber: “Quem tem a responsabilidade de uma eleição deste tipo põe a sua segurança na “corrente” do Espírito Santo, como nos animava a fazer o Papa Francisco há uns dias, quando se lhe falou do futuro imediato do Opus Dei”. São milhares de fieis da prelatura que espalhados por todo o mundo em oração aguardam pela eleição do novo prelado que seja quem for prosseguirá as linhas traçadas pelo fundador, São Josemaria Escriva, que nasceu em Barbastro, a 09 de Janeiro de 1902. Há 115 anos, fez agora

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publicado às 22:26


A visitar até 20 de Janeiro

por aquimetem, em 09.01.17

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Integrada na “ ROTA DAS FREGUESIAS” a freguesia da Bajouca vai estar patente na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, Lg, Cândido dos Reis, 6 – Leiria, desde 7 a 20 de Janeiro, com uma mostra etnográfica e cultural digna de ver e apreciar.

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 Com a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raul de Castro que deu as boas vindas às forças vivas bajouquenses, ali representadas pelo Sr. Presidente da Junta de Freguesia, Hilário Estrada, e do Pároco, Sr. Padre Davide Gonçalves. 

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 De realçar a presença de artesãs do barro, do bracejo e junco, bem como da resinagem que da Bajouca são distintivo antigo. Artes aqui sucessivamente representadas pelos artistas Alcino e Céu Pedrosa, na roda de oleiro; e no calcar do barro, a Céu Soares. No bracejo e no junco as duas  bajouquenses primas e com os mesmo nome de Rosa (Cabecinhas); e na resinagem, o Arlindo Barreira. 

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No meio desta adesão toda se fez notar também a presença dos bajouquenses que à frente de organismos autárquicos, associativos ou empregadores mais têm pugnado pelo desenvolvimento e prestigio desta simpática freguesia do concelho de Leiria. Ora na Junta de Freguesia, na Paróquia,  na Industria e Comercio, no associativismo, aqui com destaque para o GAU, ABAD, SAMB, Academia Rithmos, e demais instituições como Centro Social e Posto Médico

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Na musica, além da Filarmónica de Santo Aleixo, sob direcção do maestro Nelson Caetano, também o Jone e o Jerónimo deram cartas na concertina e tambor;  como na gaita de beiços, o Arlindo Barreira no acompanhamento do par dançante Mila e Zeca, do Ranho Folclórico do Grupo Alegre e Unido da Bajouca.

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Na comédia brilhou a Fátima Fernandes e cunhado Agostinho Domingues, da Bouça, como na dança a Academia Rithmos. Evento bajouquense que merece ser realçado e a não esquecer pois que levou ao coração da cidade de Rodrigues Lobo a freguesia do Padre Jerónimo que Joaquim Paço dÁrcos imortalizou.

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Uma EXPOSIÇÃO a não perder de visitar, e que abriu no Sábado, dia 7, às 18h00, com musica, teatro e dança, acabando em animado convívio gastronómico com “Carneiro à Bajouca”. Pode ser visitada até ao próximo de 20. 

 Musica e teatro mostra o vídeo 

 

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publicado às 09:57


Riqueza honrada..

por aquimetem, em 06.01.17

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Começou no Lg. dos 13 com um cafezinho na Isabel, depois de almoço, e acabou por volta das 18h00, com visita ao Coimbrão, e pelas margens do Lis por Monte Real até à cidade sede  de concelho e capital de distrito. Uma tarde bem passada e aproveitada em passeio por terras de Leiria.

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Foi graças a um convite da Lígia Afonso que a viajem aconteceu, e sem ela, o mais certo era regressar a Lisboa sem nesta quadra natalícia visitar um casal de sobrinhos que na princesa do Lis afincadamente labutam.

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O mesmo acontecia em relação ao Chico da Lígia que ocupado com a sua actividade industrial de madeiras nem tempo disponível tem para aturar quem como eu tem mais vagar.
Foi uma boa experiência a que recolhi ao lado desta senhora industrial, pois deu para me aperceber que ser grande ou pequeno empregador não é aquela pêra doce como muitas pessoas pensam. Exige muita laboriosidade e dedicação ao ramo porque se optou, além de obrigar a um constante stress para equilibrar o negócio.

 

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No Coimbrão dei com o Chico envolvido com papeis e preocupado com a avaria de uma máquina que faz falta para preparar a madeira e satisfazer encomendas feitas. Lá vai a esposa que me conduziu a Leiria, em busca de uma peça para resolver o problema. Enquanto procurou fui eu visitar os meus sobrinhos e tomar mais um cafezinho para marcar presença e dar dois dedos de conversa de que já tinha saudades. 

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 Sediados na Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, Edifício Terraços Liz 1-lj 4, ali com três ramos comerciais distintos, muito afreguesados e convidativos, que são: a livraria BOA LEITURA, o café restaurante COURTESY MARGIN e roupas  LINGERIE INTERIORIDADES.

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Pouco demorou a que o telemóvel tocasse e vai de apanhar a boleia de regresso, agora com passagem e paragem na Gândara dos Olivais, e o stress a evidenciar-se já que a peça onde era normal encontrar se tinha esgotado. Por sorte encontrou-a aqui.

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 Foi deixa-la na serração do Coimbrão e arrancar para a serração do Grou onde se situa o escritório da firma Madeilfra, Lda

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E ainda com paragem em Monte Redondo para se aviar para a ceia, e eu ficar a conhecer a transformação que sofreu este espaço da vila. Acabou por me deixar à porta do Café Sousa, agora em cerrado para férias. Mantenho a minha: não é pêra doce, ter de se aplicar e dobrar a espinha  para ganhar uns patacos, e depois muitos daqueles que nada fazem chamar a isso riqueza e vida regalada. Parabéns a quem produz e faz pela vida, e pelo trabalho riqueza honrada..

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publicado às 12:07


Visitar Fátima

por aquimetem, em 03.01.17

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 Na 5ª-feira, dia 29 de Dezembro, tive de me deslocar a Lisboa, conduzido pelo Leonel do Zé Portela, um sobrinho sempre disponível para servir o próximo. Cumprida missão que lá nos levou, foi passar pelo Café Caravela, vizinho da Esquadra da PSP de Carnide, almoçar e regressar ao ponto de partida, mas com paragem no Altar do Mundo.

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  Ainda tinha estado lá na véspera, mas sem fazer a visita desejada à basílica do Santuário agora já prontinha para no próximo dia 12 de Maio receber o Papa Francisco. Está bonita de ver e acolhedora para em silencio se travar dialogo com Nossa Senhora e os três pastorinhos ali disponíveis para nos atender

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Há muito tempo que não parava nos parques traseiros da basílica, creio que a ultima vez foi por ocasião das primeiras peregrinações das crianças no dia 10 de Junho, em que o padre Guedes já também pároco do Bilho veio com 5 autocarros a Fátima, e fui eu de Lisboa encontrar-me com aquele mar de gente conterrânea minha. Depois disso vou muitas vezes ali, mas os parques vizinhos do Centro Pastoral Paulo VI ficam mais a jeito. É sempre uma novidade visitar Fátima

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publicado às 23:16

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