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Chaves

por aquimetem, em 29.02.16

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 De Chaves são conhecidos vestígios da presença humana na região que remontam à época do Paleolítico, bem como de civilizações proto-históricas, nomeadamente muitos castros, género do da Curalha. Mas é da época da invasão romana que ficou o mais notável testemunho dessa presença em terras transmontanas. Elevada à categoria de Municipio, no ano 79 d.C., quando governava Tito Flávio Vespasiano Augusto, para proteger o burgo logo foram construídas muralhas e para atravessar o rio fizeram a ponte de Trajano. Desta pontes nos diz a Infopédia:“Erguida em sólido e duro granito transmontano, a antiga Ponte de Trajano, sobre o leito do Rio Tâmega, ligava ambas as margens da importante civitas romana de Aquae Flaviae, correspondente à moderna cidade de Chaves. Esta ponte romana foi uma importante obra de engenharia do eixo viário que estabelecia a ligação entre Bracara Augusta (Braga) e a cidade espanhola de Astorga. Obra notável foi também o aproveitamento das medicinais águas termais, com a construção de balneários, dando fama à terra que então passou a ser conhecida por Aquae Flaviae, e ainda hoje os habitantes de Chaves são conhecidos por flavienses.Terra fidalga cujo porte e a magia salutar das suas águas ferventes que dos romanos aos nossos dias capta forasteiros vindos de toda a parte à procura de cura, desporto e lazer, alarga os seus domínios a outros lugares de sonho e de nobreza como, por exemplo, Vidago, afastado de cidade apenas por uns escassos 15km. 

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Atravessada pela estrada nacional nº2, que ligava Chaves a Faro, a vila de Vidago além das suas famosas águas alcalinas que excede a alcalinidade de Vichy, na Europa só em Uriage (França) se dão injecções intramusculares, de água viva, para a cura de eczemas, coriza hidroreica, urticária, bronquites, asma e outras moléstias. Mas é no seu Palace Hotel que Vidago se mostra senhorial aos olhos do visitante que sabe apreciar o luxo de um hotel, e o encanto natural de um parque centenário. Aqui, sim, mesmo só visto. Edifício tão nobre, que deve o seu projecto ao Rei D. Carlos, pois desejava ver construída uma estância termal de luxo com projecção internacional. Aí a temos desde 1910, e com altos e baixos reabriu agora, em 2010, cem anos depois da sua inauguração

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O espaço, a gastronomia, o campo de golfo e o monumental Palace Hotel ali escondido na floresta secular, são atractivos que enobrecem e dão prazer visitar na região, onde no antigo bispado de Chaves pastoreou o bispo Idácio.

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publicado às 21:02


Bragança

por aquimetem, em 27.02.16

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Capital de distrito e sede da diocese de Bragança/Miranda, esta cidade transmontana é das mais importantes da antiga província de Trás-os-Montes e Alto Douro. Dos seus monumentos históricos ressai pela originalidade o Domus Municipalis que com a igreja de Santa Maria enriquece o interior da amuralhada cerca do castelo. Obra do século XII ainda que muito se tenha dito dele, sobre a sua finalidade continua a não existir consenso entre os estudiosos. Certo é que serviu como cisterna de água, e que em tempos mais próximos chegou a ser utilizado como “Casa Municipal”, pela Administração Municipal de Bragança, ou seja Paços do Concelho. Importante é que desde 1910 está classificado como Monumento Nacional.

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Dos seus notáveis se destaca um Dom Mendo Alão que foi senhor da então Vila de Bragança; um Abade de Baçal, insigne arqueólogo, historiador e genealogista português; um Cavaleiro Ferreira que foi Ministro da Justiça, e outros como o filólogo e gramático Augusto Moreno, ou um Abílio Beça, que na qualidade de governador civil e de deputado honrou a cidade, o distrito, a província e o país. Este o burgo que o regente D. Pedro, em 1442, elevou a sede de ducado concedido a seu irmão D. Afonso, 8ºconde de Barcelos, que fora genro de D. Nuno Alvares Pereira, e D. Afonso V, que em 1446, elevou  à categoria de cidade. Que quem for ao extremo nordeste de Trás-os-Montes, nas margens do rio Fervença, não perca oportunidade de subir ao alto do seu castelo e dos muros apreciar à distância as serras de Montesinhos e de Sanabria, a norte; a de Rebordões, a nordeste; e a de Nogueira, a oeste. Vale apena visitar Bragança.

 

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publicado às 12:54


Vila Real em postal

por aquimetem, em 26.02.16

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Capital de Distrito e sede de Diocese, Vila Real foi capital da antiga província de Trás-os-Montes e Alto Douro. Situada na Região Norte e sub-região do Douro, a outrora designada “Corte de Trás-os-Montes”, devido às suas muitas casas brasonadas, é hoje uma cidade em franco desenvolvimento graças à sua Universidade, Regimento de Infantaria 13 e dinamismo de todos os seus habitantes.

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Terra-berço de Diogo Cão e acolhimento de Camilo Castelo Branco que na sua adolescência aqui viveu, daqui é também natural o herói Carvalho Araújo, ainda que casualmente tivesse nascido no Porto, devido a uma sua avó estar em tratamento na Invicta e os pais a fazer-lhe companhia. Ficou celebre por ao comando do caça-minas NRP Augusto de Castilho proteger o vapor São Miguel de ser afundado pelo submarino alemão U-139, comandado pelo ás dos ares dos submarinos Lothar von Arnauld de la Perière, a 14 de Outubro de 1918.

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O barro de Bisalhães é famoso e muito apreciado, dentro e fora do país. Pelo São Pedro realiza-se a “Feira dos Pucarinhos” muito concorrida e animada. É a feira da louça do barro negro. Do cancioneiro Popular de Vila Real recolhemos estes versos:


“Se fores a Bisalhães,
à terra dos paneleiros,
dá por lá uma vista de olhos
à sombra dos castanheiros”.

 

 

 

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publicado às 20:12


Uma poupa no meu quintal

por aquimetem, em 24.02.16

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 A vida citadina por norma oferece-se aos seus habitantes condições sociais que os residentes da aldeia não desfrutam. Mas em contrapartida os aldeões gozam de privilégios que só as zonas rurais têm para oferecer. A flora e a fauna são parte desses privilégios, que com o tradicional património sócio-económico, cultural e humano, faz da aldeia um paraíso terreal. Lembro-me dos primeiros anos de adolescência passados na minha aldeia e da aprendizagem adquirida acerca dos utensílios agrícolas, dos nomes das plantas e dos animais domésticos e selvagens. Assim como da perda desse conhecimento que um prolongado afastamento desse meio ambiente acaba por gerar em nós. Com uns sete ou oito anos não havia pássaro, nem ninho que não soubesse identificar, desde a águia do Marão ao pica-peixe do Cabril. 

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Mas a troca das margens do Tâmega pelas do Tejo resultou no perder de vista o voo da rainha das aves para me acostumar ao das citadinas gaivotas. Daí que sempre que posso saio da cidade e vou até à capital do barro leiriense, onde procuro gozar um pouco da liberdade que a vida do campo nos oferece, e observar o que embora raro ainda por vezes se vê. Foi ontem, dia 23, que dei com um pássaro no meu quintal  que há muitos anos não via: uma poupa. É ave que dantes gostava de ver, mas não de mexer porque tinha fama de fazer o ninho com detritos mal cheirosos de animais. Só mais tarde vim a saber tratar-se de uma calunia como todas as que levantaram contra as corujas e os mochos, de que dizem iam de noite ás igrejas beber o azeite das lamparinas, quando na verdade iam era lá caçar insectos. Também a poupa (Upupa sp.) que em Portugal pode ser observada em todo o território continental e no arquipélago da Madeira recebeu por ignorância do povo um rótulo que como podem ver não lhe assenta bem: “A principal característica dos ninhos das poupas, construídos em cavidades de árvore, é talvez o seu cheiro fétido, extremamente desagradável. O mau cheiro não se deve a falta de higiene no ninho, pois é sabido que a fêmea o limpa cuidadosamente de todos os detritos, mas representa uma estratégia contra predadores. A fêmea e os juvenis desta espécie possuem uma glândula uropigial, capaz de segregar o líquido responsável pelo mau cheiro, que é expelido em caso de ameaça”. Fica uma resenha desta ave que dizem os entendidos: “algumas populações são nómadas, porem o seu estatuto de ave residente ou migratória é ainda indefinido”.

 

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publicado às 15:24


O Minho em postal

por aquimetem, em 23.02.16

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Como o Bom Jesus do Monte, também o santuário de Nossa Senhora do Sameiro é um dos principais pólos de atracção cristã com que a cidade de Braga está presenteada. Este seu santuário mariano que teve inicio a 14 de Julho de 1863 por iniciativa do Padre Martinho António Pereira da Silva que em 1871 mandou colocar no cimo da montanha uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, tornando-se no fundador de um dos maiores centros de devoção mariana, depois do Santuário de Fátima. Condiz e honra a cidade que o arcebispo D. Diogo de Sousa no século XVI arquitectou para enobrecer a “Roma Portuguesa”, Braga.

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O santuário da Penha é dos centros de peregrinação mais importantes do norte de Portugal, ali afluem muitos fieis sobretudo durante o Verão. Situado no Monte da Penha ou Monte de Santa Catarina, para além do santuário, o ponto mais elevado da Penha está assinalado com uma estátua do Papa Pio IX. Devido às características naturais, a Penha constitui sem duvida um dos principais pólos de atracção da cidade de Mumadona Dias, Guimarães.

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 Antes de ser elevada a cidade, em 20 de Janeiro de 1848, a hoje designada Viana do Castelo, chamava-se apenas “Viana” ou também “Viana da Foz do Lima” ou “Viana do Minho” para a distinguir de Viana do Alentejo. Capital de Distrito e sede de Diocese, desde 1977, Viana do Castelo é actualmente um cidade notável pelo seu património paisagístico, histórico e de lazer, bem patente no Monte de Santa Luzia, em igrejas, como a sé, no rio e no mar que lhe dão valor e granjeiam admiração.

 

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publicado às 22:14


Sabores de Portugal rural em Lisboa

por aquimetem, em 21.02.16

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 No sábado, dia 20, fui ao Largo da Luz fazer um visita ao seu santuário mariano e depois passar pelo jardim para apreciar uma feira de produtos regionais que ali assentou banca, expondo, em tendinhas representativas das diferentes regiões, o que de melhor se produz nas nossas aldeias. Desde a ginja d’Óbidos ao licor de Lamego, do fumeiro transmontano ao alentejano, do queijo da Serra às alheiras de Mirandela, tudo de bom e saboroso os bons apreciadores encontram no local. Só até hoje, domingo.

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 Acompanhou-me, ou eu a ele, o meu vizinho Sr. António Rodrigues com quem festejei a caminhada tomando uma ginja em vasilha de chocolate à moda de Óbidos. Isto no fim da volta por todas as tendinhas da feira que em fotos deixo a reportagem:

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publicado às 16:38


O Vinho de Douro e o Porto

por aquimetem, em 19.02.16

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Em frente à Sé do Porto ergue-se a estátua de Vimãra Péris, um cavaleiro do século IX que no processo da Reconquista Cristã deixou o seu nome ligado a conquista do Porto aos muçulmanos, ao que se seguiu o repovoamento do burgo e demais terras a sul do Douro. O nome Portucale supõem-se tenha surgido então e compreendia todo o território a sul do Rio Minho.

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Antiga Praça da Universidade, onde se localiza um edifício dos princípios do século XIX , onde hoje funciona a Reitoria da Universidade do Porto, um projecto de Carlos Amarante, em estilo neoclássico, financiado com o Subsidio Literário, imposto sobre o vinho, em 1803. Em 1911 albergou a Faculdade de Ciências . Além da Reitoria, está ali instalado o Museu de História Natural da Universidade do Porto

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 Embarque do Vinho do Porto que cultivado e tratado nas Quintas do Douro, a partir de Mesão Frio até Barca de Alva, só quando pronto para “vinho de embarque” é que desce dali com destino aos famosos armazéns de Vila Nova de Gaia para ser rotulado e comercializado. O curioso aqui, em que nem o “OPorto” é do Porto, cujo seu vinho é o verde; nem tão-pouco os armazéns que dantes o recebiam, transportado nos desaparecidos barcos rebelo, ficam situados na Ribeira do Porto; mas sim, na margem oposta de Gaia. Cria fama e deita-te na cama. Mas a respeito do delicioso Porto deixo esta transcrição: “Até cerca de 1756, a elaboração dos "vinhos de embarque", como na altura se apelidavam os Vinhos do Porto seguiam o chamado "processo antigo" de vinificação. A aguardentação (sempre em pequeno volume) só tinha lugar depois de terminada a fermentação, obtendo-se assim vinhos secos. No ano de 1820, surge o processo de aguardentação dito "moderno" em que se passou a provocar a paragem da fermentação, daí resultando vinhos com prova adamada. Este processo de elaboração só passa a ser generalizado em 1852, altura em que os vinhos começam a se assemelhar aos que hoje encontramos”.

 

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publicado às 17:52


Só visto porque contado não se percebe

por aquimetem, em 18.02.16

 

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Agora com computador quase novo vou procurar habituar-me ao seu funcionamento e começo por fazê-lo apresentando duas fotos antigas que tenho de dois santuários nortenhos de que sou admirador. Um deles é o Bom Jesus do Monte, de Braga cartão de visita.

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Outro é o de Santa Luzia, que a Viana do Castelo atrai devotos e turistas de todos os cantos da terra. Só visto porque contado não se percebe.

 

 

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publicado às 13:50


É tempo de largar as máscaras....

por aquimetem, em 10.02.16

 

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O Preço Certo é um programa da RTP que de 2ª a 6ª-feira o Canal 1 apresenta às 19h00. Teve inicio em 1990 e por apresentadores, entre outros um Nicolau Breyner, um Jorge Gabriel, e atualmente Fernando Mendes. Este ano, em dia de Carnaval calhei de ser convidado para integrado no grupo da concorrente Olívia Domingues, fazer claque.

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Foi cerca de nove horas vividas em alegre e animado ambiente festivo que se passaram, dentro dos estúdios, onde foram gravados três programas, os dois primeiros, para se divulgarem a seu tempo; e o ultimo, muito folclórico, foi o directo, como é norma.

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Com musica e a animação que a voz e o jeito do habitual animador brasileiro do programa, até nos faz esquecer o tempo que vai passando, sem quase nos apercebemos que o Carnaval estava nos fins e o Preço Certo do dia de Carnaval também.

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Fernando Mendes e Miguel Vital, in “Carnaval /16”

Mas foi bonito de ver, bem melhor do que ver em casa, pois como em tudo, ver ao vivo é outra coisa. As emoções não têm comparação. E não há dúvida que o programa apresentado pelo actor Fernando Mendes, e a voz-off de Miguel Vital, que já vem do tempo de Jorge Gabriel, constitui uma mais valia a justificar o motivo porque se trata do programa há mais de uma década em emissão continua na RTP1. Vamos às fotos:

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 Para que vejam que também houve carnaval bajouquense na RTP1!!! E sou testemunha. Agora é tempo de largar as máscaras....

 

 

 

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publicado às 16:41


Bom regresso a terras de Lafões.

por aquimetem, em 07.02.16

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O que disse do saudoso padre Ângelo Loureiro, a 08 de Janeiro de 2013, digo agora de sua irmã, a “menina Augustinha”, a quem se aplica a mesma observação que então fiz de seu irmão: “Em 11 de Setembro de 2009 ainda era ele quem impunha o ritmo do andamento, agora já custa mais, as pernas com a idade emperram”.

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Mas nem por isso deixa de ter presente as amizades e sempre que tenha oportunidade continuar a dinamiza-las mediante um amistoso relacionamento. Hoje disso deu mais uma prova, ao descer do seu torrão-natal até ás margens alfacinhas do Tejo, para se encontrar com alguns dos muitos amigos e parentes por cá residentes, entre os quais também me incluo.

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Com um casal de parentes, e mais duas companhias, sempre disponível para zelar pelo seu bem-estar e dar satisfação aos seus desejos, mais uma vez o Sr. Antero e, sua esposa, a D. Maria de Lurdes, fizeram o favor de me trazer a “menina Augustinha” de visita a esta casa que se sente muito honrada em os receber. Muito obrigado, a todos, e bom regresso a terras de Lafões.

 

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publicado às 22:27

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