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Uma tarde de gargalhada

por aquimetem, em 31.03.15

 

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          Já me não recordo desde quando, onde e qual foi o ultimo espectáculo teatral ou cinematográfico a que assisti. De tantos anos a pisar o palco, ainda que na condição de amador, quando um dia me afastei dele foi quase radical. Sempre gostei de estar de corpo e alma naquilo que faço, mas quando vejo que não tenho hipóteses de o fazer, desisto. Assim aconteceu um dia. E a partir de então o Jaucop deixou de fazer magia, embora com saudades de quando pisou palcos, como o do Coliseu de Lisboa, do São Luís, do Casino da Figueira, do Casino Estoril, dos Fenianos Portuenses, do Belém-Club de Lisboa e tantos outros mais por esse país fora. Por isso é com certa emoção que hoje ao entrar numa sala de espectáculos revivo esses tempos que já lá vão.

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          Num destes últimos fins de semana fui influenciado por um casal amigo a ir ao Politeama ver PORTUGAL À GARGALHADA, um musical de revista à portuguesa que o encenador e empresário Filipe La Feria com muita sabedoria e arte colocou ao dispor do grande público.

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          Sempre que oiço falar neste nome vem-me à memória os seus parentes próximos e meus saudosos amigos Dr. José Avelino Marques e António José La Feria de quem guardo gratas recordações. Daí a sentir-me redobradamente feliz naquele ambiente agradável que a acolhedora sala do Politeama sob gerência de Filipe La Feria oferece a quem ali entra e goza da encenação deste inigualável mestre da cena nacional.

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          Na Linha Azul do Metropolitano de Lisboa, acompanhei e fotografei o casal que esteve na origem de uma tarde de gargalhada que vivi naquele dia.

 

 

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publicado às 09:25


Festa do Coração de Jesus

por aquimetem, em 29.03.15

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(Sé de Vila Real, a igreja mãe da diocese)

          Teve inicio hoje, Domingo de Ramos, a Semana Santa que culmina com o Domingo de Páscoa, a festa mais importante da cristandade pois é o epicentro da nossa fé ao fazer reviver a morte e ressurreição de Jesus Cristo.

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(Igreja paroquial de Vilar de Ferreiros)

          Neste domingo, oito dias antes da Páscoa, na freguesia de Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto) é tradição secular fazer a festa do Coração de Jesus cuja origem desconheço, mas que já na década de 40 era muito concorrida e participada me lembro eu. Precedida de tríduo e confissões, com mais ou menos participação, esta festa continua a realizar-se anualmente no domingo anterior ao da Páscoa da Ressurreição do Senhor. Com procissão de ramos que forma na capela de São Sebastião, onde são benzidos, segue em direcção à vizinha igreja paroquial de São Pedro de Vilar de Ferreiros, culminando com a missa solene dessa manhã. Mais uma vez foi a Sr. Padre Guedes a quem o pároco, Sr. Padre João, confiou a tarefa de orientar esta festividade que pelos vistos corre o risco de ser extinta em favor do 12 de Junho, o dia da festa litúrgica do Sagrado Coração de Jesus.

 

 

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publicado às 23:10


Adália na Nazaré

por aquimetem, em 29.03.15

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          Li algures que ter uma figura notável no rol das amizades distingue quem goza dessa honraria. Por isso muito honrado me sinto por ter, no meu, o nome de Adália Alberto, uma conceituada artista que de cinzel e martelo retira dum bloco de pedra as imagens que sua imaginação e génio sabem alojadas ali. Esta escultora portuguesa que tem trabalhos públicos em diversas terras é natural da Bajouca (Leiria), onde nasceu a 07/11/1973, e tem o seu atelier no Juncal-Porto de Mós

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          Em post que publiquei no blog Terrasdolis, em 07/09/2011, comentei "Num dos hotéis de São Pedro (Mar e Sol) estava patente uma exposição com trabalhos da Adália; em honra desta artista bajouquense, entramos para deliciados regressar à capital do barro leiriense, onde certamente esta escultora se inspirou antes de se notabilizar na transformação da pedra bruta em arte pura".  Aqui, todo babado, o pai e um irmão da escultora. Dos muitos trabalhos  seus, destacamos: em Alcobaça, com “Afectos”; em Pombal, com “ Laços”; em Porto de Mós, “Calçada Portuguesa” em homenagem à Industria extractiva e transformadora da pedra; no Carregado-Lisboa, “Cumplicidades”; em Santarém, “Pega de Caras”; Porto de Mós, “Calceteiro”; Santarém, “A Toureira”; e Bajouca, “Santo Aleixo”. Os seus trabalhos constam há muito representados em Museus, Câmaras Municipais e Galerias de Arte e espalhados pelos quatro continentes em colecções de arte: Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Irlanda, Bélgica, Suíça, Suécia, Rússia, Cabo Verde e Estados Unidos da América.

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        Da consagrada escultora recebi mais um honroso convite para assistir a mais uma inauguração das suas exposições, esta no Forte de São Miguel Arcanjo (Sítio) na Nazaré, a ter lugar às 16h00 deste 29 de Março, e que se irá manter aberta ao público até ao dia 20 de Dezembro de 2015.

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          Antes de passar por São Pedro de Moel fomos lanchar ao Pedrogão, como então também no mesmo post comentei:"Na Praia do Pedrógão paramos para na companhia dos pais e demais familiares da conceituada escultora Adália Alberto tomarmos um lanchezinho no Pão Quente. Aqui  enquanto a Adália e mãe, juntas, observam atentas, o mano Virgílio mais a filhota Ângela cuidam de si....".

          Na sua biografia lê-se “Adália Alberto ensaia/experimenta, não pretende ficar presa ou marcada com um estilo. As esculturas podem ser de cariz introspectivo, humorado ou provocatório. A artista considera que a arte é a visão critica e provocatória da sociedade em que vivemos, conjugadas numa harmonia estética capaz ou não de provocar emoções por vezes difíceis de explicar”. Não percam a ocasião de visitar esta exposição que durante o resto do ano vai estar patente no Sítio - Nazaré.

 

 

 

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publicado às 00:29


Estão todos convidados

por aquimetem, em 27.03.15

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          O Grupo PARALELO foi criado em 1974, por doze artistas, nove pintores e três escultores, a saber: Adão Rodrigues, Alberto Gordillo, Álvaro Perdigão, António Carmo, António Trindade, Cipriano Dourado, Estêvão Soares, Guilherme Casquilho, Hilário Teixeira Lopes, Ribeiro Farinha, Rogério Amaral, e Virgílio Domingues. A eles aderiram posteriormente vários outros artistas plásticos, entre os quais Boavida Amaro, João Duarte, João Hogan, Jorge Vieira, António Flores, Luís Ralha, Maurício Penha, Noémia Cruz e Querubim Lapa.

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          40 anos depois da sua fundação, vem agora o GRUPO PARALELO em conjunto com o MAC-Movimento Arte Contemporânea inaugurar uma exposição colectiva em memória desse evento de quem Álvaro Lobato de Faria deixa esta alusão: “Felicitem-se pois, os excelentes artistas que fazem parte do Grupo PARALELO, pela sua persistência e pela grande qualidade de obras com que sempre nos presentearam, certo de que muitos deles têm sido, ao longo dos anos, responsáveis por obras sem as quais a própria cultura portuguesas, dentro e fora do país, não seria conhecida”. A exposição que será inaugurada no próximo dia 02 de Abril, às 18h30, irá manter-se aberta ao publico até ao dia 30 desse mês, na Av. Álvares Cabral, 58/60,em Lisboa. Estão todos convidados

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publicado às 15:16


Os êxitos da Âncora

por aquimetem, em 26.03.15

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          Pessoa amiga mandou-me uma mensagem na terça-feira, dia 24, a segredar: “o Dr. Barroso da Fonte vem amanhã a Lisboa, para assistir à apresentação de um livro de Carneiro Chaves. Vem e vai de comboio no mesmo dia”. Logo procurei averiguar a hora e o local onde pudesse ver e dar um abraço ao amigo e barrosão ilustre. Procurei entrar no site da Âncora Editora que de pronto me deu a noticia desejada: apresentação do livro A Última Estação do IMPÉRIO, de António Chaves, com a participação do Dr. João Barroso da Fonte, pelas 15h00, no IASFA-Cooperativa Militar, Rua de São José, 24, Lisboa.

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          Como é de calcular aquela hora lá estava eu naquele selecto espaço, já meu conhecido, aguardando que o distinto transmontano que tem Guimarães por segunda terra berço aparecesse e lhe dar um amistoso abraço. Também para mim não foi o melhor dia, às 17h00 tinha forçosamente que abandonar a tertúlia e por isso sem hipóteses de fazer companhia ao prezado amigo uns momentos mais.Mas valeu a pena esta minha deslocação ao centro da capital, onde para além do abraço que dei ao Dr. Barroso da Fonte, fiquei a conhecer pessoalmente o Dr. António Carneiro Chaves, e o Coronel Golias, outro daqueles nomes que honram a região transmontana e Portugal

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          No livro que tem a colaboração de Barroso da Fonte, António Chaves faz uma descrição histórica, séria e imparcial do que foi guerra colonial em Angola, onde estes dois notáveis barrosões foram militares. Trata-se de um trabalho digno de ser conhecido e divulgado pois nos dá uma visão mais clara do que foi a chamada descolonização portuguesa. António Chaves é um barrosão fervoroso que nasceu na aldeia de Negrões, concelho de Montalegre, a 20/11/1943. É licenciado em Economia, e obteve o grau de mestrado em Economia Europeia no Instituto de Estudos Europeus da Universidade Livre de Bruxelas. Durante a sua permanência na Bélgica foi correspondente da RTP e do jornal O Público.

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          Autor de diversos trabalhos da sua especialidade, e muitos divulgados em jornais, o Dr. António Chaves foi docente do ensino superior na área de Gestão e Marketing Internacional durante mais de duas décadas e trabalhou como consultor com as mais destacadas empresas de serviços na área de gestão e formação de gestores, directores e quadros superiores de empresas. Forma com Bento da Cruz, Barroso da Fonte e o Padre Lourenço Fontes um dos mais notáveis padrões da intelectualidade transmontana e em particular das figuras nascidas na região de Barroso.

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           Integrado no PROGRAMA FIM-IMPÉRIO que tem a chancela da Âncora Editora, este livro foi mais um exemplar dos que estão em mira e procuram fazer a história recente e passada do que foi o Portugal Imperial até ao 25 de Abril de 1974. Destaco aqui, louvo e  admiro, o dinamismo do administrador desta Editora, o Dr. António Baptista Lopes, pelo apoio que presta aos seus clientes, autores, acompanhando-os em momentos nobres como este. Nem todas as editoras tem homens destes, e por isso nem todas tem os êxitos da Âncora.

 

 

 

 

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publicado às 16:28


Amigos do livro

por aquimetem, em 24.03.15

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Quem gostar de “café com livros” e vive em Leiria ou arredores tem uma boa ocasião para o fazer em convívio cultural que de vez em quando por iniciativa do Livraria Boa Leitura na princesa do Lis acontece. O local é o Museu MiMo, Largo de São Pedro- Cerca do Castelo, e a hora, 15H15 do próximo sábado dia 28 de Março. Apareçam lá e levem um amigo convosco na certeza que vão sair dali mais enriquecidos depois de ouvirem o convidado deste “Café com Livros” de Março, o conceituado cronista e humanista Professor Santana Castilho afecto à Escola Superior de Educação de Santarém. O tema a partilhar com os participantes vai por certo andar à volta do seu livro “Crónicas de Dias de Desespero”, razão porque vale a pena não perder esta sessão cultural onde um café quente, um livro fresco e uma ideia nova vão selar mais uma tertúlia cultural aberta a todos os amigos do livro

 

 

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publicado às 19:56


Um Poeta que nos deixou poesia

por aquimetem, em 23.03.15

 

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Vilarinho da Samardã (Vila Real)

          Era daquelas pessoas a quem nos afeiçoamos mesmo sem com elas privar de perto. O seu nome começou a soar-me ao ouvido quando na década de 60 o litigio entre Vilar de Ferreiros e Mondim por causa da posse do Santuário de Nossa Senhora da Graça se assanhou e o tentaram meter na contenda. Desviou-se imaculado da questão.    

          Pessoalmente só o conheci quando um dia fui propositadamente de Lisboa a Mondim para assistir ao lançamento do primeiro livro publicado em poesia pelo consagrado poeta Luis Jales de Oliveira, que decorreu no edifício antigo da cadeia da vila. Também o Dr. Nelson me conhecia de nome, mas não me fazia assistente naquele momento cultural que Mondim estava a viver nesse dia. Já no fim do cerimonial todo, a curiosidade levou-o a perguntar quem era a cara estranha que ali se juntou. Alguém o elucidou, e quando já na rua pronto para ir embora, voltou atrás e veio ao meu encontro, cumprimentou-me e disse de voz firme: " Ó Costa Pereira, olhe que eu nunca tive nada a ver com a questão da Senhora da Graça!". E partiu. Foi em meados de 1993.

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          Só decorridos alguns anos mais tarde, nos voltamos a encontrar e então os laços de amizade se estreitaram e selaram com uma campanha que no blogue "Ao Sabor do tempo" ou seja http://aquimentem2.blogs.sapo.pt/, foi promovida por iniciativa dos seus antigos alunos do colégio de Nossa Senhora da Graça, em Mondim, com a Maria da Graça Matos como sua pioneira, no sentido de se prestar uma merecida homenagem ao ilustre transmontano que lecionou em Mondim de Basto, Nova Lisboa, Évora, Alcácer do Sal, Chaves e Braga. Em post que divulguei em 10 de Julho de 2008, com o titulo Nelson Vilela, foi tal o apreço pela iniciativa que bateu o record de comentadores: 115.

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          Deste mondinense, por casamento e afinidade, registei então : "Nelson Vilela, nasceu em Vilarinho da Samardã, em 1933, oitavo filho de uma família numerosa (14 irmãos). Cursou Teologia no Seminário de Vila Real. Aos 18 anos publicou o seu primeiro livro de poesia "Saudade", com autorização do Bispo D. António Valente da Fonseca que por ele nutria muito carinho e o encorajamento do ilustre filólogo Mons. Ângelo do Carmo Minhava. Que do Nelson fez saber : " Homem de raras qualidades, mas muito modesto, podia, se outro fora o seu temperamento, impor-se no arraial das letras..." - Em Portugal só quem for aventureiro é que trepa… Nunca tendo exercido qualquer ónus eclesiástico, pediu e obteve dispensa desse múnus e dedicou-se ao Ensino, após se ter licenciado em Filologia pela Universidade do Porto".

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Aqui repousam também os restos mortais de minha saudosa mãe.

          Fiquei muito comovido quando no dia 19 do corrente mês recebo do meu amigo Dr. Jorge Lage esta mensagem: "Olá! Notícia muito Triste, partiu hoje o Prof. Nelson Vilela. O Funeral do Nosso Poeta, Prof. Nelson Vilela, falecido a 18MAR2015, realiza-se amanhã, 20MAR2015, pelas 15H00, com cerimónias na Igreja S. Vicente, em Braga, para o Cemitério de Monte d'Arcos, em Braga. Como amigo do Nosso Poeta e Professor, Nelson Vilela, bem como a Família numerosa, agradece-se a divulgação do Funeral. Ao longo da sua vida esteve muito ligado a Mondim de Basto, como Professor e depois por casamento. Agradece-se a melhor divulgação. Saudações agradecidas".

           E logo depois vem o meu onomástico José Teixeira da Silva dar a ultima badalada: " Meu caro Costa Pereira, eu estive ontem em Braga a participar no funeral do nosso eterno amigo, Dr. Nelson Vilela. A missa celebrada por três sacerdotes, entre os quais seu irmão Pe. Fernando Vilela; foi muito participada e teve no final uma declaração de despedida, feita por um dos seus filhos - Dr. José Nelson Machado Vilela - que emocionou todos os presentes à cerimónia". - Não somos de cá e o Dr. Nelson tinha disso a certeza, por isso cantou: "Triste seria que a vida/Ou Morte?/Levasse tudo…Que tudo/Fosse vão./Que nada ficasse,/Quando o corpo tombasse/Amarfalhado, /Dentro dum caixão". – In Sempre em Caminho. Sinto-me orgulhoso por o ter na conta daqueles amigos anónimos, mas prontos para as ocasiões. Que repouse em paz junto dos eleitos porque na terra fez por isso. A toda a família em luto os sentidos pêsames de aquimetem.

 

 

 

 

 

 

 

 

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57 Anos de Poeta

por aquimetem, em 22.03.15

 

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          Nasceu em Montalegre, em 19/Fev./1939. Licenciou-se em Filosofia e fez o Mestrado em Filosofia em Portugal e Cultura Portuguesa. Foi oficial Mil.º (Ranger), em Angola (1965/67). Técnico Superior da Função Pública. Director da Delegação do Porto da (extinta) Direcção Geral da Comunicação Social. Vereador, a tempo inteiro, da Cultura, Desporto, Turismo e Pessoal na Câmara Municipal de Guimarães (1986/90). Director do Paço dos Duques de Bragança e Castelo da Fundação (1990/95). Director do semanário O Comércio de Guimarães (1984/94), dos mensários: Poetas & Trovadores, Além-Marão, A Voz do Combatente e da Revista Gil Vicente. Colaborou numa série de jornais, de âmbito nacional e regional. Está antologiado em diversas colectâneas e enciclopédias. - Em síntese temos uma imagem da personalidade de quem neste post vou falar hoje, pois a isso me reclama uma edição fac-similada que tenho à mão com o titulo BRAÇOS DUMA CRUZ, e Barroso da Fonte (entre 1958-1961) sob o pseudónimo de João Montão escreveu em verso; e agora a Editora Cidade Berço editou. É coordenador deste original, que deve figurar na biblioteca de todos os apreciadores da boa poesia, o jornalista João Pedro Miranda, onde  ao concluir a explicação prévia à volta do trabalho, diz: "A edição fac-similada deste livro é, pois, uma soberana ocasião para homenagear e fixar a cronologia literária, cientifica e histórica da vida de Barroso da Fonte que alguns intencionalmente ofuscam para que eles ou outros ocupem os palcos alheios que a ele são devidos ". - Disso não tenho a menor dúvida e até estou convencido que o motivo se deve a ser um paladino da verdade jornalística que muitos "parceiros" não gostam que fosse.

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          Escritor e jornalista notável é da região barrosã defensor ferrenho e de Trás-os-Montes e Alto Douro filho dilecto e querido. Mas é na cidade berço de Portugal que Barroso da Fonte vive e tem por segunda terra berço.

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           Mas que para além de cidadão distinto e português de uma só peça, este conceituado escritor e jornalista é também aquele poeta que José Régio na década de 60 reconheceu como tal e na contracapa desta pérola literária consta testemunhado. Pérola que surge no momento oportuno em que o Barroso da Fonte assiná-la os seus 57 anos de poeta.

 

 

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Até um transmontano de Basto estava lá

por aquimetem, em 21.03.15

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No inicio do ano em carta que escreveu aos seus filhos e filhas, o Prelado do Opus Dei, D. Javier Echevarria destacava a importância da assembleia do Sínodo dos Bispos, em Outubro, e convidava a “rezar com toda a Igreja” pelo êxito dessa assembleia ordinária. O fulcro em destaque será sobre a vocação e a missão da Família na Igreja e no mundo. Usando dos segredos que o Opus Dei tem para alcançar os êxitos que lhe são imputados, vai de convidar os fieis da Prelatura a pedirem a “ intercessão de Nossa Senhora” sem alardes, mas muita devoção.

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E não só convida, como ele próprio sai da sua cátedra paternal de Roma e vem de longe ajoelhar aos pés da Virgem Maria no “altar do mundo”, onde também São Josemaria Escrivá e o Beato Álvaro del Portillo muitas vezes o fizeram. Depois de uma visita a Fátima no próprio dia em que chegou a Portugal, no dia 21 marcou um encontro colectivo com todos os fieis e amigos portugueses da Prelatura que decorreu ás 15h30 no pavilhão desportivo do colégio Planalto, em Lisboa.

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Dado que desta vez a visita era de peregrino a Fátima, só Lisboa gozou do pouco tempo disponível que o Padre teve para estar com os seus filhos e filhas  e que muitos e muitas foram que dos mais diversos recantos do país se deslocaram para este agradável encontro com o Prelado da Obra.

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Lá descortinei caras amigas e conhecidas do Porto, de Leiria, de Évora,  Vila Real de Santo António, de Vila Real, e até um transmontano de Basto esteve lá.

 O vídeo dá uma panorâmica do que foi este encontro de família cristã

 

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publicado às 19:22


Eventos destes

por aquimetem, em 19.03.15

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          Os habituais eventos que com muito êxito a ABAD costuma levar a efeito no Salão de Festas do Pisão vai premiar o próximo dia 21, sábado, com mais um Festival de Sopas que como de costume atrai ali muitos apreciadores destes sabores culinários. Mais uma vez não vou poder provar das muitas sopas que no festival são postas ao dispor dos participantes, mas deixo o meu convite: o festival começa às 20h00 e com animação musical até a sopa sabe melhor. Não faltem pois vale apena visitar o Pisão da Bajouca, com eventos destes.

 

 

destes.

 

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publicado às 21:23

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