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Lar São Brás

por aquimetem, em 30.12.14

 

 

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          Não sei quando, mas sei que Água Formosa me despertou a prosa que num dos meus blogs escrevi: "Água Formosa é uma das aldeias mais típicas de todo este bucólico espaço que medeia entre o nascente da ribeira da Bajouca e a linha de água que desce dos lados do Lamarão. Consagrada a São Braz, o seu aglomerado habitacional reparte-se por duas freguesias e em consequência disso também por dois concelhos: Bajouca (Leiria) e Ilha (Pombal). Aquilino Ribeiro, cita-a em A Batalha Sem Fim, e o Dr. Luciano Cristino levanta a hipótese do lugar  poder coincidir com um  certo topónimo antigo ainda por identificar que se supõe ficava na área da actual Bajouca e mais tarde tomou o nome de Água Formosa".

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          Nesta acolhedora aldeia tem a firma Gaspar Couto, Lda, um lar muito prestigiado a quem o patrono do lugar deu nome: Lar São Brás.  Como por altura das celebrações mais nobres da Igreja ( Pascoa e Natal) costumo estar na Bajouca, já há bastantes anos acompanho as celebrações eucarísticas que por essa ocasião ali têm lugar. Pois não obstante o lar já ficar na parte pertencente à freguesia da Ilha (Pombal) tem sido o Sr. Padre Abel quem desde inicio ali celebra, com o consentimento do pároco local.

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          Assim aconteceu neste dia 30 de Dezembro, um dia solarengo mas muito frio; e por voltas das 10h30 como estava informado lá fui no meu bolinhas assistir à Missa que o Sr. Padre Melquiades coadjuvado pelo Sr. Padre Abel celebrou.

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          No fim da celebração foi dado a Menino Jesus a beijar e toda aquela juventude regozijou, partilhou e deu graças.

         O vídeo dá da sala e dos participantes uma mostra da Missa de Natal no Lar São Brás

 

 

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publicado às 20:41


Orquestra de Santo Aleixo

por aquimetem, em 28.12.14

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          A Sociedade Artística e Musical da Bajouca (SAMB) foi fundada em 27 de Outubro de 2002. Sem fins lucrativos esta prestigiada associação está sediada no lugar da Marinha do Engenho e muito tem contribuído para a promoção cultural e artística da juventude bajouquense que por isso também já conquistou o respeito e consideração de toda a região onde está integrada e não só.

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          Tendo por Maestro o sapiente e dedicado Prof. Nelson Arneiro Caetano, um filho da Bajouca por afinidade, a SAMB  tem neste seu  colaborador a chave com que se tem vindo a projectar desde sua fundação.

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          Hoje foi mais um dos seu momentos nobres assinalado com um concerto de Natal que decorreu no interior da igreja paroquial e deliciou uma representativa assembleia de apreciadores que atentos ouviram e aplaudiram trabalhos de Paul Lavender, Stephen Bulle, Robert W. Smith, Ferrer Ferran e John Moss.

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           Os frutos da formação musical da juventude local e circunvizinha há muito que já se faz notar sempre que momentos destes se proporcionam, pois além dos intervenientes também os familiares e amigos vem apreciar e aplaudir o espectáculo.

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           E não esquecer que na suas escolas já ultrapassa a centena de alunos que ali foram buscar formação musical, e também de realçar  que os elementos que constituem a sua  orquestra, terem sido formados na  SAMB.

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         Alem de formar, a SAMB prima por incentivar e despertar o gosto no ambiente escolar, assim:1º Premio do cantor escolhido pelos colegas, foi entregue a Ângela Alberto; e 2º Premio do cantor extra SAMB escolhido pelos colegas, atribuído a Filipa Ferreira. Cultivar e educar

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          Ao Presidente da SAMB,  David Cabecinhas que aqui vemos, com o Nelson Ferreira, no fim da entrega dos prémios; agora, nos agradecimentos aos elementos da Filarmónica e à presença do muito publico que assistiu a este excelente concerto de Natal. Também os meus parabéns extensivos a todos quantos dão vida à Orquestra de Santo Aleixo da Bajouca

 

 

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publicado às 22:13


Viver o Natal

por aquimetem, em 27.12.14

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          Há já vários anos que pela quadra de Natal acompanho as celebrações eucarísticas que Sr Padre Abel costuma fazer aos Centos e Lares existentes na área paroquial que lhe está confiada. A ultima que tinha feito ao Lar Barão foi em 2011 em que acompanhei o Padre Abel e o saudoso Padre Virgílio, como a foto recorda e eu então comentei, em Terrasdolis: "Sempre que à 3ª-feira estou na Bajouca é meu costume acompanhar o sacerdote que vai celebrar Missa a Carnide de Cima. Mais uma vez isso aconteceu ontem, só que foi mais cedo e não na igreja de  NS de Fátima, mas no Lar Barão,Lda, no lugar das Moitas".

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          Como nessa ocasião, também ontem, dia de Santo Estêvão, sem fazer conta de sair da Bajouca recebo um convite do Sr. Padre Melquiades para se quisesse lhe fazer companhia até Carnide (Pombal) onde ia celebrar no Lar do Vale das Moitas. Aceitei e lá fomos os dois uma vez que o Sr. Padre Abel não se sentiu com forças para nos fazer companhia.

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          Muito participada e animada com cânticos que um grupo de escuteiros dinamizou e os hospedes e funcionários do Lar muito felizes se associaram, a Eucaristia terminou com o tradicional beijo ao Menino Jesus, próprio desta quadra.

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          Como da ultima vez, dou os meus parabéns "Aos proprietários do Lar Barão, por darem esta prenda de Natal aos seus clientes, aos escuteiros que se prontificaram a dar animação ao acto litúrgico, e ao Sr. Padre Melquiades, por me ter feito este inesperado convite". Viver em paz é viver o Natal

 

 

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publicado às 16:37


88 Dezembros

por aquimetem, em 26.12.14

 

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          Ontem a ti Beatriz Rata fez o que já tem vindo a fazer à 88 Dezembros: seu aniversário natalício que coincide com o do Deus Menino.

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          Como há já muitos anos é tradição, para festejar o evento nesse dia de Natal, ao quadrado, a mesa  da cozinha do forno, a alpendorada e a lareira da casa,  são invadidas por filhos, netos e bisnetos que vem dar os parabéns à anfitriã do Casal dos Afonsos e em troca receber um chocolate como prenda.

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          Junto da "salamandra" os mais friorentos aquecem as costas, pois que a frente se encarrega uma mesa farta de aquecer.

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          E quer se queira ou não onde o diácono Paiva estiver ninguém passa sede porque ele não deixa. É muito generoso no oferecer primeiro.

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          Os 88 chegaram, em dia bonito, mas frio que por isso convidou a um regresso mais cedo aos cobertores. E nada melhor para festejar e cantar os parabéns a você que no quentinho mais sagrado lugar da casa. Toda a gente ali foi cantar e receber o chocolate, até eu. 

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           Toda a nossa gente formou, animou  e festejou com a ti Beatriz.

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          Como sempre o nosso ten-coronel Afonso passa pela mesa afim de provar o rancho que nunca reprovou. Sinal que a cozinha funcionou bem e o pessoal merece ser louvado. É à Casal dos Afonsos.

 

 

 

 

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publicado às 17:00


Já vi e vou repetir

por aquimetem, em 25.12.14

 

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          Como em post anterior citei a Bajouca montou uma vez mais o seu tradicional Presépio que habitualmente atrai ali muitos visitantes por esta ocasião dado que já se tornou conhecido de muitos apreciadores o gosto dos bajouquenses no arranjar deste tipo de construções.

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          Dizia eu que no fim da Missa do Galo, que teve inicio às 10h30, seria inaugurado o Presépio da Bajouca pelos Srs. Padres Abel, pároco, e Melquiades, vigário paroquial; assim aconteceu de facto.

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          Só que se o ano passado foi a chuva quem alterou os planos, nesta noite santa, foi uma indisposição que privou o Sr. Padre Abel de participar nas cerimónias, vendo-se forçado a ir mais cedo para a cama. Bem contra a sua vontade e espírito de serviço.

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           Obra da juventude bajouquense, com a chancela "Alfa", que merece bem a pena visitar, neste tempo de Natal, de 2014. Eu já vi e vou repetir

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publicado às 01:20


Passar por cá

por aquimetem, em 24.12.14

 

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          Este ano, São Pedro atendeu as preces dos jovens do Grupo Alfa que no ano anterior viram o seu trabalho ensombrado com a chuva que por alturas do Natal se abateu em terras leirienses e não só. Foi um Natal chuvoso.Dizia eu, nessa ocasião, foi “Uma boa maneira do Sr. Padre Abel e o Sr. Padre Melquiades mais cedo recolherem aos seus aposentos”. Aos “obreiros” lembrei que “Sempre habituados a que São Pedro facilite os acabamentos da obra, este ano a equipa encarregada de fazer o Presépio Bajouquense foi surpreendida por um temporal “ que não estava no programa desta generosa e laboriosa juventude das mais diferentes idades.

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        Já com tradição, o Presépio da Bajouca ganhou fama e muitos são os visitantes que nesta Santa Quadro passam pelo adro da igreja para admirar a beleza, engenho e arte dos construtores dos aposentos do Menino Deus quando é Natal na capital do barro leiriense. Esta manhã ainda estava em acabamentos, mas ainda hoje  após a Missa do Galo, às 22h30, vai ter toda a comunidade junto dele e os Srs Padres Abel e Melquiades na bênção e abertura ao publico   

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 Não se esqueçam de passar por cá

 

 

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publicado às 17:45


Alfacinha com alma maronesa

por aquimetem, em 21.12.14

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O nome do escultor Domingos de Oliveira há muito que me é familiar, mas associá-lo a um conterrâneo meu, demorou tempo que acontecesse. Quem nascido em terras de Basto alguma vez por uma ou outra razão deixa o torrão natal em busca de conquistar o que na terra ou região não se lhe ofereceu vislumbrar , sem nunca esquecer as origens, no entanto, por gratidão, toma como sua a terra onde melhor se adaptou e foi acolhido. Nisso se distingue dos seus similares o emigrante português que no seu país ou fora dele encontrou espaço propício às suas ambições e ocupação laboral.Como muitos outros, Domingos de Oliveira, escolheu Lisboa para se fixar e fazer render as suas potencialidades artísticas e culturais. Antes porém serviu Portugal como militar em Angola, onde o contacto com a guerra lhe deu do mundo uma nova imagem escultural que vai pesar na formatação cultural e intelectual do até então ignorado artista. Nos finais da década de setenta trava conhecimento com Óscar Alves e é no seu atelier que vê despontar o gosto pela arte, começando pelo trabalho em barro. Logo no inicio da década de oitenta surge com a sua primeira exposição, em terras do Ribatejo (Santarém).

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O sucesso passa a fazer parte da sua carreira profissional e não demora vamos dar com ele em Madrid aluno do famoso fundidor Jose Luiz Ponce. A porta do êxito está aberta; monta o seu atelier e daí em diante as exposições sucedem-se e os seus trabalhos em bronze, prata e ouro ganham fama e as encomendas não param de chegar.

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Homem simples e generoso Domingos de Oliveira nasceu em São Pedro de Atei, concelho de Mondim de Basto, distrito e diocese de Vila Real , a 26 de Setembro de 1950, e em busca de outros horizontes emigrou para Lisboa em 1968, onde tirante o tempo em que esteve em Angola como tropa, e as estadias temporárias com exposições e estudo além fronteiras, Domingos de Oliveira é, como eu, um alfacinha com alma de transmontano de Basto.

 

 

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publicado às 10:51


Um presidente à medida

por aquimetem, em 16.12.14

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           Sempre admirei aqueles que seja qual for a sua ideologia politica ou religiosa se distingam como cidadãos sociáveis e fraternais. Não conheço pessoalmente o Prof. Humberto Cerqueira, mas tenho por ele especial consideração dado o modo como as suas qualidades humanas ressaem no desempenho da presidência da Câmara Municipal de Mondim de Basto.

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         Vejo nele um presidente atento aos problemas do concelho, e se não capaz de dar satisfação a muitos que gostaria de dar, mas lhes faltam meios para o fazer, sabe entretanto dar apoio e participar com simpatia nas iniciativas sociais, festivas e tradicionais das gentes do seu município. Era o tipo de presidente que faltava, e que foi preciso vir do exterior do concelho para transformar a face carrancuda que nos vinha dos distantes tempos castrejos….

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          Louvo a sua acção dinamizadora sobretudo no que respeita à área cultural e social, onde a sua presença se faz notar, dando aos actos e cerimónias a merecida dignidade representativa que dantes não era vulgar. A sua opção partidária não impede que sirva e trate por igual aqueles que no concelho tem opções opostas, e não contribuíram para a sua eleição. O verdadeiro politico é assim que deve proceder e a Democracia determina.

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          Do seu labor autárquico até ao momento desenvolvido, nem todo do meu agrado – por exemplo ser a favor da barragem de Fridão, e eu contra - , destaco o renascimento da Banda Filarmónica Mondinense, que deu o seu concerto de estreia em Setembro e nesta quadra natalícia tem concertos marcados para percorrer as principais aldeias do concelho.

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           No dia 7 de Dezembro em que Grupo Coral da Sra da Graça esteve em festa, e teve a presença do Grupo Coral de Sátão, a Banda Filarmónica Mondinense actuou e iniciou uma ronda que vai fazer pelas freguesias com os concertos de Natal. Vilar de Ferreiros, é já no próximo dia 18. Nesse dia 07 foi servido no Salão de Vilarinho um lauto almoço de Natal com o qual encerrou nesse dia o convívio-festa do Grupo Coral de Nossa Senhora da Graça, sediado na aldeia de Vilarinho-Vilar de Ferreiros.


 

 

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publicado às 16:51


Recordando D. Joaquim Gonçalves

por aquimetem, em 13.12.14

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          Acerca de doze meses divulguei um post que iniciei assim: “No primeiro dia de Ano Novo, 1 de Janeiro, deste 2014, ia da Bajouca para Minde quando nas proximidades de Leiria o meu telemóvel deu sinal que alguém me queria falar. Atendi e não demorou que viesse a triste noticia: Faleceu o senhor D. Joaquim Gonçalves!”.

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          Tinha por ele particular admiração e sei-o apreciador da minha actividade publicista; o meu opúsculo “Nossa Senhora da Graça-Na Fé dos Mareantes”, onde na bibliografia consta o seu livro: “Santuário da Nossa Senhora da Graça, no Monte Farinha” estava-lhe anunciado e fazia conta de lho oferecer em primeira mão. A minha admiração por este saudoso prelado vem da primeira visita oficial que fez a São Pedro de Vilar de Ferreiros e ao “Iteiro da Senhora”; mas o meu relacionamento pessoal foi a partir duma festa de bodas de aniversário do Sr. Padre Correia Guedes, em que nos ficamos a conhecer.

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          Com o também agora pároco emérito de Vilar de Ferreiros, Sr. Padre Guedes, a obra que deixaram patente no Santuário é um marco que há de permanecer por muitas gerações e os seus nomes eternamente ligados à história de um dos mais importantes santuários marianos de Portugal

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          D. Joaquim Gonçalves esteve à frente da diocese transmontana entre Janeiro de 1991 e Maio de 2011. O bispo emérito de Vila Real foi substituído por D. Amândio Tomás, seu coadjutor, em 2011, devido a um transplante cardíaco a que foi submetido em Coimbra

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           No ano em deixou de ser titular, 2010, o “Bispo da Senhora da Graça” presidiu à Grande Peregrinação de Setembro, evento a que fiz referência no dia 18 de Agosto, citando: “Hoje, o meu amigo Casimiro Rosa subiu, pela primeira vez, ao "Iteiro da Senhora"! Pena tive de não me poder encontrar lá com ele para lhe falar da terra onde me nasceram os dentes e aprendi a gostar das pedras.... Conceituado Produtor da TVI, o Casimiro foi palpar o terreno para que no próximo dia 5 de Setembro, 1º domingo do mês, a Missa campal da Grande Peregrinação anual a Nossa Senhora da Graça, como de costume presidida por D. Joaquim Gonçalves, constitua também um autêntico êxito televisivo”. E foi de facto.

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          Natural do lugar de Cortegaça – Revelhe (Fafe), onde nasceu a 17 de Maio de 1936, D. Joaquim faleceu a 31 de Dezembro de 2013, na Povoa de Varzim, pois ali residia com um irmão sacerdote,  o Padre José Gonçalves, e uma irmã enfermeira. Os seus restos mortais foram a sepultar na quinta-feira, 02 de Janeiro, em Jazigo da Diocese no cemitério de Santa Iria, em Vila Real. Na missa exequial presidida por D. Amândio Tomás, participou parte do episcopado português, o clero diocesano e vizinho, além de centenas de fieis e muitos autarcas. Amava a sua diocese, mas a menina dos seus olhos era a Senhora da Graça cujo santuário visitava amiúde e as obras e projectos acompanhava com interesse. A melhor homenagem que se lhe pode prestar é zelar o que está feito e dar continuidade ao  que  ficou para fazer. 

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            Substituído por um "Bispo de 7 Estrelas", e transmontano, sério, inteligente, piedoso, sem medo à chuva, que veio de Vila Real e foi na Peregrinação desde o inicio e aguentou - Peregrino sereno e sorridente.

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          Estão criadas as condições para que tudo rode às mil maravilhas, com a nomeação do padre Paulo Castanheira Pinto, que veio substituir o Sr. Abade Manuel Joaquim Correia Guedes, que desta paróquia foi zeloso pároco durante mais de meio século, D. Amândio traçou as linhas que o novo  pároco e capelão do Santuário de Nossa Senhora da Graça tem a missão de levar a cabo, servindo a Igreja e os fieis da sua comunidade. E pode contar ainda com a colaboração do abade Correia Guedes, o pároco emérito, mas tipo de D. Joaquim:  ferrenho devoto de Nossa Senhora da Graça.

 

 

 

 

 

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publicado às 18:44


Que tipo de cristãos são estes?

por aquimetem, em 11.12.14

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O Senhor D. António Santos não merecia esta carga de trabalhos, que a arrogância e malícia de certas pessoas se servem para semear joio na ceara de trigo. O caso já se arrasta do tempo de D. Manuel Clemente, que pelos vistos discordou dos gastos feitos pelo padre Roberto Carlos com a aquisição duma estátua de homenagem a um outro pároco de Canelas. Em Abril toma posse D. António Santos e no Verão procede, como é normal, à transferência de sacerdotes (41). Entre eles, o padre Roberto Carlos, que não aceita de bom grado a transferência, reagindo de forma pouco ortodoxa para quem se comprometeu a ser obediente ao seu bispo.

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          Por essa ocasião começam também a circular cartas anónimas que põem esta freguesia de Vila Nova de Gaia em pé de vento, sem que ninguém saiba o que de verdade se passa. Pior ainda é quando tempos depois o padre Roberto Carlos aparece como autor de uma carta dirigida a D. António, a modos de chantagem, ameaçando que ou o deixava ficar onde estava ou tornava publico um caso de pedofilia ocorrido em 2003, com um seu colega em Duas Igrejas (Braga). Se é verdade o que denuncia, devia ter participado às autoridades policiais, e não servir-se do segredo para fazer chantagem. Chantagem a que  D. António Santos não cedeu e antes exigiu que saísse até fins de Outubro. E vai de entregar um assunto que não é de Igreja às autoridades competentes. Já lá está o novo pároco, pese as centenas de manifestantes que teimosamente não aceitam a decisão do pastor diocesano. São atitudes lamentáveis, mas que também servem para sacudir as folhas secas, que os ventos outonais deixaram agarradas nos galhos… Ou se quisermos, casos de policia. E digam lá se isto não é mesmo um caso de policia: “A partir de 09 de Novembro, dia da tomada de posse do novo padre, centenas de populares decidiram não assistir à missa, concentrando-se à porta da igreja com bandeiras pretas, cantando e gritando “A igreja passou a tribunal, só saem com escolta policial” ou “Padre é só um, Roberto e mais nenhum”. Mas que tipo de cristãos são estes?

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publicado às 12:35

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